PPC 2023

Aqui o/a estudante pode consultar as ementas de cada disciplina. Outra sugestão, caso esteja disponível em seu perfil, para emitir as ementas de componentes curriculares, acessar o seu Portal Público do SIGAA --> Ensino --> Consultas gerais --> Componentes Curriculares. A seguir, forneça critérios para busca e clique na opção "buscar".

Arquivo
PPC _CURSO DE PSICOLOGIA_IP_2023.pdf
Documento PDF (1.6MB)
                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE PSICOLOGIA

GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA

EQUIPE ELABORADORA
NDE DO CURSO

Profa. Dra. Angelina Nunes de Vasconcelos
Prof. Dr. Charles Elias Lang
Profa. Dra. Heliane de Almeida Lins Leitão
Prof. Dr. Leogildo Alves Freires
Prof. Dr. Marcos Ribeiro Mesquita
Profa. Dra. Paula Orchiucci Miura
Prof. Dr. Saulo Luders Fernandes
Profa. Dra. Simone Maria Huning
Profa. Dra. Susane Vasconcelos Zanotti

Maceió
2023

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE PSICOLOGIA
REITOR
Prof. Dr. Josealdo Tonholo
VICE‐REITORA
Profa. Dra. Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO:
Prof. Dr. Amauri da Silva Barros
DIRETOR DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA
Prof. Dr. Leogildo Alves Freires
VICE‐DIRETORA DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA
Profa. Dra. Angelina Nunes de Vasconcelos
COORDENADOR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
Prof. Dr. Rodrigo Barros Gewehr
VICE-COORDENADORA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
Profa. Dra. Adélia Augusta Souto de Oliveira
MEMBROS TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
PSICOLOGIA
Ewandro José do Nascimento Modesto Júnior
Me. Gilnison Ramos da Silva
Dr. Márcio Manuel Machado Nunes

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SUMÁRIO

1. .................................................................................................................................... D
ADOS DE IDENTIFICAÇÃO……………………………………………………05
2. .................................................................................................................................... C
ONTEXTO INSTITUCIONAL…………………………………………………..07
3. .................................................................................................................................... C
ONTEXTO REGIONAL…………………………………………………….……08
4. .................................................................................................................................... C
ONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO………………………………...………….09
4.1 HISTÓRICO DO CURSO……………………..…………………………………… 09
4.2 CONTEXTO DO CURSO…………………………………………………………...12
5. ....................................................................................................................................
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO……………….….13
5.1 OBJETIVOS DO CURSO………………………………………………………….14
5.2 PERFIL DO/A EGRESSO/A………………………………………………………...15
5.3 CAMPO DE ATUAÇÃO…………………………………………………………….17
5.4 A PESQUISA…………………………………………………………………………18
5.5 A EXTENSÃO………………………………………………………………………..20
5.6 ACESSIBILIDADE…………………………………………………………………..21
5.7 NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE………………………………………………….22
5.8 INCLUSÃO……………………………………………………………………………25
5.9 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES………………………………………………26
6 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA……………………………………..28
7 ESTRUTURA CURRICULAR………………………………………………………...28
8 Quadro I: Caracterização dos Eixos Estruturantes e articulações com as Ementas das
Disciplinas…………………………………….………………………………….…...30
9 MATRIZ CURRICULAR………………………………………………………………37
10 CONTEÚDOS CURRICULARES……………………………………………………41
11 METODOLOGIA……………………………………………………………………...48
12 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO…………………………………..48
13 ATIVIDADES COMPLEMENTARES………………………………………………52
14 QUADRO II - LISTA DE ATIVIDADES PARA CÔMPUTO - CARGA HORÁRIA
FLEXÍVEL………………………………………………………………………………..52
15 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)...............................................55
16 ATIVIDADES DE EXTENSÃO……………………………………………………..56
17 MATRIZ CURRICULAR…………………………………………………………….66
18 QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS………………………………………..76
19 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR……………….77
20 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC……………..114
21 AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL………………………………115

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22 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM…………………………………………………………...116
23 AVALIAÇÃO DO CURSO……………………………………………………………119
24 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO……………………………………..120
25 COLEGIADO DO CURSO…………………………………………………………..121
26 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE………………………………………….122
27 POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS………………………123
28 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS……………………………………………127
29 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS………………………………………………134

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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

Curso: Psicologia
Modalidade: Bacharelado Presencial
Título oferecido: Formação em Psicologia
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: A. C. Simões
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:

Av. Lourival de Melo Mota
Tabuleiro do Martins - Maceió-AL

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CEP: 57072-970
Portal eletrônico do curso: https://ip.ufal.br/pt-br
Atos Legais
Portaria de Autorização: N. 50 de 09/08/1993
Portaria de Reconhecimento: O Curso foi reconhecido em 22/03/2000 pela Portaria Nº. 385
em conformidade com o Parecer Nº. 229/2000 da Câmara de Educação Superior do Conselho
Nacional de Educação.
Portaria de Renovação de Reconhecimento:
Primeira Renovação de Reconhecimento do Curso, Portaria 1.682 de 07/06/2002, publicada em
10/06/2002.
Segunda Renovação de Reconhecimento, Portaria 706 de 18/12/2013, publicada em
19/12/2013.
Terceira Renovação de Reconhecimento, Portaria 271 de 03/04/2017, publicada em
04/04/2017.
O seu reconhecimento foi renovado pela última vez, em 25 de junho de 2020, através da Portaria
Nº. 211, publicado no Diário Oficial da União de 07 de julho de 2020, tendo em vista o Decreto
n° 9.235, de 15 de dezembro de 2017, e as Portarias Normativas n° 20 e nº 23, de 21 de
dezembro de 2017, do Ministério da Educação.
Número de Vagas autorizadas: 80 vagas anuais
Turno de Funcionamento: Matutino/ 10 períodos
Formas de Acesso ao Curso
O ingresso no curso de Psicologia é efetivado através de processo seletivo, sendo a prova do
ENEM o instrumento de seleção e a plataforma SISU/MEC (Sistema de Seleção Unificada) o
meio de inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor.
A UFAL poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o preenchimento
de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse público. Em todos os casos,
a igualdade de oportunidade de acesso é garantida por meio de editais.
A UFAL adota uma perspectiva de não produzir nenhuma vaga ociosa, utilizando,
periodicamente, conforme o seu calendário acadêmico, editais de reopção, de transferência e
de reingresso.

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Carga horária total do curso em hora/relógio: 4.625h

CNE/CP Nº 2, de 18 de junho de 2007 (Bacharelado)
●

Parágrafo único. Os estágios e atividades complementares dos cursos de graduação,

bacharelados, na modalidade presencial, não deverão exceder a 20% (vinte por cento) da
carga horária total do curso.
●

Carga horária do curso:

d) Grupo de Carga Horária Mínima entre 3.600 e 4.000h:
Limite mínimo para integralização de 5 (cinco) anos.
Psicologia = 4.000 = 10 períodos
Curso UFAL Gestão Pedagógica – 2017
●

Máximo de período = número mínimo de períodos + 50% deste número mínimo = 15

períodos
Tempo de integralização do curso:
Limite mínimo para integralização do curso: 5 (cinco) anos, 4.000h em 10 períodos
Limite máximo de integralização do curso: 7,5 anos (sete anos e meio) - 15 períodos
Coordenador do Curso
Nome: Rodrigo Barros Gewehr
Formação acadêmica: Graduação em Psicologia pela Universidade do Oeste de Santa Catarina
(2001); mestrado em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do
Sul (2003); doutorado em Psicanálise e Psicopatologia pela Université Denis Diderot - Paris
VII (2012); estágio pós-doutoral em Filosofia na Universidade de Coimbra (2018).
Titulação: Doutor em Psicanálise e Psicopatologia
Regime de trabalho DE
CONTEXTO INSTITUCIONAL

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A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público – Federal,
CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo Mota, S/N, Campus A.
C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma
Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do agrupamento das
então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia (1954),
Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição federal de educação superior, de
caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação,
mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento
Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. C. Simões, em Maceió, onde
são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de interiorização, iniciado em 2006,
expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e com Unidades
Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23 cursos. Em 2010,
chegou ao Sertão, na cidade de Delmiro Gouveia, com a Unidade Educacional em Santana
do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à Distância, através
do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação contribui com 31
programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de especialização nas mais
diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos de pesquisa nas
mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com diversos programas e,
também, é uma atividade em constante expansão.

CONTEXTO REGIONAL
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é composto por 102
municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13
microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE apresentava população residente de
3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas pela formação
de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e microrregiões. Essa

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configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica que respeita às características
econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas em cidades polos
consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa em relação à
demanda representada por estudantes do Ensino Médio em Alagoas, à exceção do seu litoral
norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo se encontra em
tramitação na SESu/MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de serviços o mais
importante na composição do valor agregado da economia, com participação de 72 %. Os
restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias – tradicionalmente policultura no
Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona da Mata, além do turismo, aproveitando
o grande potencial da natureza do litoral.

CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
HISTÓRICO DO CURSO
Na década de 70 criou-se o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CHLA), o qual sediou
o Curso de Psicologia em 1993. Devido ao processo de reestruturação da UFAL, no qual foram
criadas 21 novas Unidades Acadêmicas, o Curso de Psicologia foi transferido para o Instituto
de Ciências Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA) em 2006.
Com o seu crescimento e criação do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em 2011, foi
possível transformar-se em Instituto de Psicologia (resolução no. 32/2013 - CONSUNI
UFAL, em 06 de maio de 2013), e com funcionamento em prédio próprio desde 02 de
dezembro de 2015 (contrato da UFAL/SINFRA – Empresa SHS no. 42/2010).
A primeira proposta de criação do Curso de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas
surgiu em 1969, encaminhada pelo professor Dr. Gilberto de Macedo, em reunião
departamental. Embora tenha sido aprovada, a proposta não reuniu os elementos necessários
para a sua concretização.
Em 1985, com a criação do I Curso de Especialização em Psicologia Social, um grupo de
docentes, com formação em Psicologia, do Departamento de Ciências Sociais, retomou a idéia
de criação do Curso de Psicologia na UFAL e realizou o II Curso de Especialização em
Psicologia Social (1990). As razões da criação do Curso de Psicologia: (1) oferecer à

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comunidade alagoana um Curso de Psicologia em uma universidade pública; (2) formar
profissionais da Psicologia, no Estado, com uma orientação psicossocial. As evidências dessas
demandas encontram-se registradas no primeiro Projeto Pedagógico do Curso de Psicologia.
Em agosto de 1993, a proposta concretizou-se e o Curso foi criado. Encontros relevantes
validaram o Projeto Pedagógico do Curso que foi amplamente discutido com a comunidade
acadêmica e profissionais da Psicologia, no I Fórum de Avaliação da Criação do Curso de
Psicologia na UFAL, em 1996 e, posteriormente, no II Fórum de Avaliação do Curso de
Psicologia, realizado em novembro de 2004. Esse último foi organizado com o intuito de
sistematizar as discussões a respeito da reforma curricular, que culminou no Projeto Pedagógico,
de 20061.
Nesse sentido, desde a criação do Curso, esteve presente a preocupação na formação

de

profissional generalista, a orientação à investigação dos fenômenos sociais e a preocupação em
responder às demandas da realidade alagoana. Dessa forma, permanecem coerentes e atuais
esses princípios, sendo reafirmados na presente proposta. A maior dificuldade encontrada na
materialização dessa intencionalidade, em seu início, esteve relacionada à experiência de
pesquisa no Curso, visto que o quadro reduzido de docentes determinou a inserção de um
número reduzido de discentes na prática investigativa. Entretanto, as experiências de extensão
foram maiores e melhor viabilizadas ao longo do curso.
A proposta da criação do Curso de Psicologia se inseriu, e esteve em consonância, com
discussões e reflexões que profissionais da Psicologia faziam, em esfera nacional, e estão
presentes, principalmente, nas diretrizes apontadas na Carta de Serra Negra, elaborada no
Encontro Nacional com gestores/as de cursos de Psicologia e Conselho Federal de Psicologia,
de 31/07 a 02/08 de 1992 na cidade de Serra Negra, São Paulo.
Os princípios expostos na Carta de Serra Negra defendem um redirecionamento na formação
profissional da Psicologia brasileira para desenvolver consciência política de cidadania e o
compromisso com a realidade social e a qualidade de vida; desenvolver a construção do
conhecimento por meio de uma postura crítica, investigadora e criativa, fomentando a pesquisa
num contexto de ação-reflexão-ação, bem como viabilizando a produção técnico-científica;
desenvolver a formação básica pluralista fundamentada em discussões epistemológicas, éticas
e políticas, visando à consolidação de práticas profissionais, conforme a realidade sociocultural,
adequando o currículo pleno de agência formadora ao contexto regional. Conhecimento que

1 Todos os PPCs do Curso de Psicologia, Campus AcSimões, UFAL, estão disponíveis na página do Instituto de

Psicologia, no seguinte link: https://ip.ufal.br/pt-br/graduacao/psicologia/documentos/ppc

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deve primar pelo senso crítico a fim de privilegiar também o estudo e o debate sobre os saberes
teóricos mais abrangentes da pesquisa científica, saberes que possibilitem a compreensão da
realidade local.
A formação profissional da Psicologia brasileira está inserida nas discussões presentes nas
produções acerca da História da Psicologia, principalmente nos trabalhos de Pessotti (1988);
Massimi (1990); Maluf (1996; 1999); Antunes (1999) e da história da sociedade brasileira. A
regulamentação formal dos cursos e da profissão ocorreu em 1962, com a Lei Nº. 4.119, que
privilegiava as áreas básicas e experimentais da formação fixadas no currículo mínimo. Esse
modelo de formação hegemônica ganhou novo impulso com a criação do Conselho Federal de
Psicologia - CFP e Conselhos Regionais de Psicologia – CRP, Lei Nº. 5.766, de 20 de dezembro
de 1971. Período esse, marcado pelo autoritarismo político e repressão cultural que permaneceu
até o início dos anos de 1980. É esse contexto histórico que marcou a formação de profissionais
e pesquisadores/as no Brasil.
Com a articulação de diversos movimentos sociais e a consequente abertura política, ocorreram
diversas iniciativas de transformações sociais. A Psicologia inseriu-se nesse contexto e propôs
repensar, criticamente, sua formação profissional, por exemplo, no movimento já citado,
Encontro de Serra Negra, em 1992. A preocupação da Psicologia orientou-se, a partir daí, para
a realidade desigual e injusta da sociedade brasileira.
Algumas publicações do CFP, que resultaram de pesquisas subsidiadas por esse órgão,
procuraram conhecer e traçar um perfil profissional e sua formação, nas mais diferentes áreas
de atuação, e dos problemas ali enfrentados. As publicações: "Quem é o psicólogo brasileiro?"
(CFP, 1988), "Psicólogo Brasileiro: construção de novos espaços" (CFP, 1992) e "Psicólogo
Brasileiro: práticas emergentes e desafios para a formação" (ACHCAR, 1994) retratam a
realidade profissional brasileira, ao final da década de 1980 e início da década de 1990. Junto
com a Carta de Serra Negra, estes estudos subsidiam novas reflexões e referendam novas
práticas profissionais. Entretanto, somente em 1996, os currículos começaram a se adequar,
para atender as exigências da Lei Nº. 9394 (Lei Darcy Ribeiro/Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Brasileira), que substitui os currículos mínimos por diretrizes curriculares gerais e
delega às Universidades autonomia para definir seus currículos.
A partir de então, foram criadas as Comissões de Especialistas, pela Secretaria de Ensino
Superior do Ministério da Educação que, em 1997 e 1998, passaram a coordenar um amplo
debate sobre a formação profissional, o qual culminou com a elaboração das Diretrizes
Curriculares para os cursos de graduação em Psicologia, aprovadas e homologadas pelo
Conselho Nacional de Educação na Resolução N º 8, de 7 de maio de 2004.

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Assim, em 2006 realizou-se nova Reforma Curricular no curso, seguindo as orientações das
Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Psicologia (DCN’s). Em 2010, iniciou-se novo
Fórum do Curso de Psicologia com vistas à atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso
de Psicologia (2006) e de sua matriz curricular, o qual teve como resultado o Projeto
Pedagógico, implantado em 2013.
Em síntese, foram elaborados, desde a sua criação, três PPCs, nos anos 1998, 2006 e 2013. A
partir de 2019, iniciou-se novo fórum de avaliação, visando à atualização do Projeto do Curso,
considerando-se transformações socioculturais, assim como possibilidades geradas com a
criação do Programa de Pós-Graduação em Psicologia, em 2010, pela CAPES e criação do
Instituto de Psicologia, em 2013. Esta ampla discussão, coordenada pelo NDE, foi retomada
em 2022, resultando na produção do presente documento, a nova Proposta de Projeto
Pedagógico do Curso de Psicologia com intuito de atender, especialmente, a curricularização
da extensão e a oferta acadêmica dos cursos de graduação da UFAL, em 18 semanas.
CONTEXTO DO CURSO
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Maceió possui uma
população estimada em 2021 de 1.031.597 pessoas com salário médio mensal de 2.7 salários
mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 27.1% em 2020.
O IDH da cidade é de 0,72.
Maceió é uma cidade do estado de Alagoas, com uma população de 1.018.948 habitantes. Em
relação ao desenvolvimento socioambiental, a cidade tem 47,1% de domicílios com
esgotamento sanitário adequado, 57,1% de domicílios urbanos em vias públicas com
arborização e 32,7% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada. A
concentração de renda entre as classes econômicas em Maceió é alta e as faixas de menor poder
aquisitivo (E e D) participam com 42,1% do total de remunerações da cidade, enquanto que as
classes mais altas representam 24,1%.
A presença da UFAL no território alagoano, por meio de suas atividades de ensino, pesquisa,
extensão e assistência, representa importante vetor de desenvolvimento de Alagoas, sobretudo
por se tratar de um dos Estados que apresenta elevadíssimos indicadores de desigualdades do
Brasil. Observa-se que, entre os anos 2006 e 2018 houve um crescimento de estudantes de
graduação (13.000 para 29.904); de cursos (75 para 100 cursos de graduação); matrículas na
pós graduação, stricto sensu (587 estudantes em 21 programas de pós-graduação para 1.865
estudantes em 46 programas); práticas de extensão cresceram de 125 para 346 projetos; força

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de trabalho (2.365 servidores/as para 3.406 servidores/as públicos/as qualificados/as);
assistência estudantil (5.261) para estudantes com vulnerabilidade socioeconômica cursando a
graduação, os/as quais foram atendidos/as nas modalidades de bolsa permanência e auxílios.
Considerando tais aspectos, o PPC visa contemplar as demandas de natureza política,
econômica, social e ambiental. Atualmente, são cerca de 375 estudantes matriculados no curso
de Graduação, com ingresso de 40 estudantes por semestre.
A Graduação em Psicologia significa enfrentar um enorme desafio para exercer plenamente a
missão social da Universidade neste contexto periférico, de grandes limitações e precariedades.
Produzir, multiplicar e recriar o saber coletivo na área de conhecimento da Psicologia de forma
comprometida com a ética, a justiça social, o desenvolvimento humano e a saúde das pessoas é
nossa missão, firmando-se como suporte para as demandas da sociedade. Nesse contexto, é
importante destacar o cenário da saúde mental e os serviços de atendimento psicológico no
Estado. De acordo com os resultados encontrados nos serviços CAPS e CAPSi no estado de
Alagoas, há 55 unidades habilitadas distribuídas em todo o território, incluindo CAPS I, CAPS
II, CAPSad, CAPSi, entre outros. Estudo realizado com oito trabalhadores/as técnicos/as de
quatro diferentes CAPS do estado de Alagoas teve como objetivo conhecer a estrutura dos
CAPS, a prática interdisciplinar de suas equipes e as suas articulações com as redes de serviço.
Outro estudo analisou as atividades com grupos realizadas em um Centro de Atenção
Psicossocial, refletindo sobre os modos de funcionamento, organização dos serviços e práticas
presentes. Uma revisão integrativa de literatura analisou 12 estudos sobre os Centros de
Atenção Psicossocial.

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
A Universidade Federal de Alagoas, de acordo com seu Estatuto e Regimento Geral, atua na
área de ensino por meio da oferta de Cursos de graduação (bacharelados e licenciaturas), abertos
aos/às concluintes do ensino médio ou equivalente, classificados/as mediante processo seletivo.
As políticas de ensino, previstas no Plano de desenvolvimento Institucional da Ufal (PDI),
abarcam uma concepção de saberes construídos através do questionamento sistemático e crítico
da realidade, associado à intervenção inovadora dessa mesma realidade. Enquanto metas de
ensino, estão previstas: elevar a qualidade dos cursos de graduação e de ensino profissional e
tecnológico da Ufal; ampliar a oferta de cursos de graduação e de ensino profissional e
tecnológico da Ufal e ampliar o número de formandos anuais em relação aos ingressantes.

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A pesquisa objetiva a produção, crítica e difusão de conhecimentos diversos – culturais,
artísticos, científicos e tecnológicos – em articulação com o ensino e a extensão, com o
compromisso de atendimento de interesses coletivos da sociedade em geral e, especialmente,
da sociedade nordestina e alagoana. Enquanto metas para a pesquisa estão previstas: elevar a
qualidade da pós-graduação; aumentar o potencial de inovação da Ufal; expandir o processo de
incubação de empresas nos municípios em que a Ufal tem campus ou unidade educacional e
ampliar a participação de estudantes de graduação em projetos de iniciação. A extensão é o
processo de relações diretas e recíprocas com a sociedade, que se desenvolverá de forma
indissociável com o ensino e a pesquisa. As metas para a extensão incluem: ampliar a oferta de
vagas em cursos de pós-graduação stricto sensu; ampliar o alcance e o impacto social das ações
de extensão integrada ao ensino e à pesquisa e desenvolver os aspectos pedagógico, formativo
e organizativo a partir das diretrizes institucionais para a extensão da Ufal.
O curso de Psicologia, a partir das políticas institucionais da Ufal, as quais preveem objetivos
estratégicos no âmbito da pesquisa, ensino e extensão, tem como compromissos aumentar o
CPC (Conceito Preliminar de Curso), ampliar o número de formandos anuais em relação aos
ingressantes; a inclusão da extensão como componente curricular obrigatório, ampliar a
participação de estudantes de graduação em projetos de iniciação e Efetivar ações que garantam
a ampliação do alcance e impacto social das ações de extensão.
OBJETIVOS DO CURSO
A presente proposta está em conformidade com DIRETRIZES CURRICULARES
PSICOLOGIA - RESOLUÇÃO Nº 5, DE 15 DE MARÇO DE 2011(1), em seu Art. 3º
…deve assegurar uma formação baseada nos seguintes princípios e compromissos:
I - construção e desenvolvimento do conhecimento científico em Psicologia;
II - compreensão dos múltiplos referenciais que buscam apreender a amplitude do fenômeno psicológico
em suas interfaces com os fenômenos biológicos e sociais;
III - reconhecimento da diversidade de perspectivas necessárias para compreensão do ser humano e
incentivo à interlocução com campos de conhecimento que permitam a apreensão da complexidade e
multideterminação do fenômeno psicológico;
IV - compreensão crítica dos fenômenos sociais, econômicos, culturais e políticos do País, fundamentais
ao exercício da cidadania e da profissão;
V - atuação em diferentes contextos, considerando as necessidades sociais e os direitos humanos, tendo
em vista a promoção da qualidade de vida dos indivíduos, grupos, organizações e comunidades;
VI - respeito à ética nas relações com clientes e usuários, com colegas, com o público e na produção e
divulgação de pesquisas, trabalhos e informações da área da Psicologia;
VII - aprimoramento e capacitação contínuos.”1(*) Resolução CNE/CES 5/2011.Diário Oficial da
União, Brasília, 16 de março de 2011 – Seção 1 – p. 19.

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Objetivo geral
Formar profissionais da Psicologia com capacidade crítico-reflexiva, fundamentados/as na
diversidade teórica e metodológica para atuar em diferentes contextos socioculturais,
comprometidos/as com a ética e com o desenvolvimento do conhecimento científico em
Psicologia.
Objetivos Específicos
1. Construir, desenvolver e difundir o conhecimento científico em Psicologia;
2. Aperfeiçoar e elaborar instrumentos teórico-metodológicos que facilitem a compreensão do
ser humano, subsidiando a prática profissional;
3. Compreender o fenômeno psicológico em suas interfaces com os fenômenos biológicos,
educacionais e socioculturais;
4. Atuar frente a problemas em diferentes contextos atendendo às necessidades sociais, aos
direitos da cidadania e às políticas públicas da assistência social, da educação e da saúde;
5. Desenvolver a consciência ética na produção e divulgação da pesquisa, nas relações intra e
interprofissionais e com a população assistida;
6. Exercer a autonomia, para o aprimoramento e capacitação contínua;
7. Atuar em diferentes contextos, considerando as necessidades sociais e os direitos humanos,
tendo em vista a promoção da qualidade de vida dos indivíduos, grupos, organizações e
comunidades.
Para tanto, a estrutura curricular do curso e a formação em Psicologia tem por princípio os
seguintes eixos:
Pressupostos epistemológicos e históricos da Ciência Psicológica. Ênfase na interface de
produção de conhecimentos em áreas afins à Psicologia.
Aprofundamento em fenômenos e processos psicológicos. Prioriza-se o estudo de conceitos e
processos pertinentes ao campo de conhecimento da Psicologia.
Apropriação de fundamentos teóricos e metodológicos da construção do conhecimento
científico, com ênfase na relação teoria e prática. Reflexão de concepção crítica acerca de
questões que envolvem o/a profissional de Psicologia.
Manuseio de ferramentas existentes e proposição de inovação, tendo como norte os diferentes
campos de atuação da Psicologia.

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Por fim, o exercício supervisionado de práticas profissionais, em especial, àquelas vinculadas
às ênfases do Curso: a Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde e a Psicologia,
instituições e coletivos sociais e ao TCC que culmina, com a reflexão discente sobre sua
experiência de aprendizagem.
PERFIL DO/A EGRESSO/A
De acordo com os Referenciais Curriculares Nacionais para os Cursos de Psicologia, este/a
profissional deve apresentar o seguinte perfil:
O conjunto de competências básicas deve assegurar a possibilidade de prestação de serviços
psicológicos à sociedade em diferentes domínios, atendendo as demandas sociais concretas em
contextos de trabalho nos quais o psicólogo se insere (saúde, educação, organizações, trabalho,
comunidades, movimentos sociais, esporte, justiça, entre outros), quer no setor privado, no
âmbito das políticas públicas, ou no terceiro setor, intervindo nos níveis individual, grupal,
organizacional e social.
Tendo por base a citação acima, o/a egresso/a do Curso de Psicologia da Universidade Federal
de Alagoas, Campus A. C. Simões, deve possuir as seguintes características:
Formação generalista – capacidade de articulação de conhecimentos, competências e
habilidades que levem em consideração a complexidade do que se denomina realidade.
Formação científica, crítica e reflexiva – apreensão de uma postura consciente e responsável
quanto à utilização de métodos e técnicas científicas, à avaliação e à produção de
conhecimentos da Psicologia.
Formação interdisciplinar – estabelece a necessidade de interfaces com outros saberes e
profissões para a compreensão dos fenômenos humanos, decorrentes do reconhecimento das
especificidades e limites da prática psicológica.
Formação pluralista - implica no reconhecimento e na análise comparativa da diversidade de
sistemas psicológicos — fundamentação teórica, metodológica e epistemológica.
Autonomia – desenvolvimento da capacidade de busca e uso de conhecimentos produzidos
pela ciência psicológica e por diferentes áreas relacionadas ao objeto da profissão. Neste sentido,
garantindo atualizações e aprendizagens constantes e de forma autônoma.
Compromisso ético – desenvolvimento da reflexão crítica às consequências individuais e
coletivas das intervenções profissionais; da produção de conhecimentos psicológicos e sua
transmissão; e da conduta profissional pautada pelos referenciais legais e éticos da categoria.
Compromisso político-social - uma formação fundamentada na dimensão sócio-histórica e
cultural; voltada para as necessidades da população e para a melhoria das condições de vida.

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Em síntese, o/a bacharel em Psicologia deve ser um/a profissional comprometido/a com a
educação integral e a formação do/a cidadão/ã; com a promoção da saúde, nos diversos níveis
de atuação, articulada com as políticas públicas; capaz de compreender e intervir na estrutura e
funcionamento da sociedade, numa abordagem pluridisciplinar e numa visão histórica, ética e
política, bem como profissional atento/a à constituição e estruturação do sujeito psíquico, seus
padecimentos e meios de conquista da saúde e qualidade de vida. Atento/a à pesquisa e ao
domínio e desenvolvimento dos referenciais teóricos que utiliza na prática profissional,
comprometido/a com a investigação científica crítica e com a produção de conhecimento capaz
de questionar e promover transformações sociais, bem como o desenvolvimento de sua área de
saber.

CAMPO DE ATUAÇÃO
O exercício da profissão deve ser pautado em conhecimentos científicos em prol da democracia,
combate às violências e produção de saúde de maneira ampliada, respeitando as diferenças e a
garantia do acesso e operacionalização dos direitos.
Segundo o Censo Psi (2022), realizado pelo conselho nacional de Psicologia, em 2022 haviam
420 mil profissionais psicólogas/os inseridas/os nos diversos setores (público, privado e terceiro
setor) e campos/áreas de atuação. O referido texto caracteriza os espaços de atuação ocupados
pelos/as profissionais da psicologia como: políticas públicas de assistência social, saúde,
segurança, habitação, educação, trânsito, atuando em organizações, empresas, na clínica, na
docência, dentre outros.
Ainda, segundo o CFP (2022), a atuação da Psicologia brasileira se concentra em 45% (6.413)
das respostas no serviço público de caráter exclusivo ou não, 77% (10.958) na iniciativa privada
também de maneira exclusiva ou não e 18% (2.534) no terceiro setor com exclusividade ou não.
As competências básicas deste/a profissional abarcam a "capacidade de mobilizar saberes,
habilidades, atitudes, bem como lidar com os fatores contextuais, transformando-os em ação
efetiva diante dos desafios profissionais que lhe serão apresentado" e competências específicas
abarcam competências científicas: "capacidades que possibilitam a compreensão da ciência em
seu duplo papel, como sistema de conhecimentos úteis para a vida e um mapa para a ação",
Competência ética: "utilizar os códigos éticos vigentes para a prática profissional e para a
própria conduta pessoal" e competência cultural: "atuar tendo como fundamento o

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conhecimento e a compreensão do contexto histórico, político, social e cultural de clientes,
usuários/as, colegas, grupos, organizações, populações e outros atores". (DCN)
O/A profissional em Psicologia atua diretamente em escolas (de todas as naturezas e níveis de
ensino), creches, estabelecimentos de saúde (de todos os níveis de atenção), estabelecimentos
de assistência social (em todos os níveis de complexidade), instituições públicas e privadas,
empresas públicas e privadas, comunidades e associações comunitárias, movimentos sociais,
organizações não governamentais, sindicatos, fundações, varas da criança e do/a adolescente,
varas de família, sistema penitenciário, associações profissionais e/ou esportivas, nos diversos
setores das comunicações, núcleos rurais e nas demais áreas onde as questões concernentes à
profissão se façam presentes e sua atuação seja pertinente.
Nestes diversos campos de atuação, o/a profissional em Psicologia produz conhecimento
científico por meio de: observação, descrição e análise dos processos de desenvolvimento,
inteligência, aprendizagem, personalidade e outros aspectos do comportamento humano e
animal; analisa a influência de fatores hereditários, ambientais e psicossociais sobre os sujeitos
na sua dinâmica intrapsíquica e nas suas relações sociais, para orientar-se no psicodiagnóstico
e atendimento psicológico; promove a saúde mental na prevenção e no tratamento dos
distúrbios psíquicos, atuando para favorecer um amplo desenvolvimento psicossocial; elabora
e aplica técnicas de exame psicológico, utilizando seu conhecimento e práticas metodológicas
específicas, para conhecimento das condições do desenvolvimento da personalidade, dos
processos intrapsíquicos e das relações interpessoais, efetuando ou encaminhando para
atendimento apropriado, conforme a necessidade. Participa da elaboração, adaptação e
construção de instrumentos e técnicas psicológicas através da pesquisa, nas instituições
acadêmicas, associações profissionais e outras entidades cientificamente reconhecidas.
Realiza divulgação e troca de experiência nos eventos da profissão e comunidade científica e,
à população em geral, difunde as possibilidades de utilização de seus recursos. (CFP, 2022).
A PESQUISA
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de Alagoas promove
a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a formação de grupos e
núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa, considerando a
classificação das áreas de conhecimento do CNPq. O Instituto de Psicologia conta com 12
Grupos de Pesquisas reconhecidos no CNPq. São eles: Grupo de Estudos em Diversidades e
Política - EDIS; ECLIPsi - Laboratório de Psicanálise, Clínica e Estudos Interculturais;

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Epistemologia e Ciência Psicológica; Família, Gênero e Desenvolvimento Humano;
Laboratório Alagoano de Psicometria e Avaliação Psicológica (LAPAP); LAICOS - Grupo de
Pesquisa em Cognição e Comportamento Social; Núcleo de Psicologia Política (NPP - UFAL);
Processos Culturais, Políticas e Modos de Subjetivação; Processos Educacionais e
Desenvolvimento Humano; PROSA; Psicanálise, Clínica e Contemporaneidade.
A pesquisa no Curso de Psicologia diz respeito ao desenvolvimento do pensamento científico
e engloba tanto a transmissão de um olhar investigativo relevante ao seu cenário de atuação
quanto as atividades sistemáticas do campo científico. Nesse contexto, o Programa Institucional
de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) apoia o envolvimento de estudantes de graduação no
processo de investigação científica. Com isso, visa despertar a vocação científica e incentivar
talentos potenciais entre estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de
pesquisa que introduzem o/a jovem universitário/a no domínio do método científico e
incrementam o processo de formação de profissionais socialmente comprometidos.
Desde a primeira seleção de estudantes para a turma do curso de graduação em Psicologia na
UFAL, em 1994, teve-se como meta a criação do programa de pós-graduação em Psicologia,
considerando-se vocação institucional e a necessidade de aprofundamento da pesquisa na área
com suas repercussões para o aperfeiçoamento do ensino da graduação.
Nesta direção, implantou-se o Curso de Especialização “Psicologia e Ação Psicossocial”, em
2005 (pós-graduação Lato Sensu), com a presença de estudantes egressos/as da graduação e
parte do atual corpo docente. Resultou assim, na efetivação do potencial institucional da
formação discente e estimulou-se a continuidade da capacitação docente, criação de Grupos de
Pesquisa, publicação discente/docente com o intuito da criação de um programa de pósgraduação Stricto Sensu. Outro fator decisivo foi a ampliação do corpo docente, através da
realização de concursos públicos nos últimos anos, a fim de formar um quadro docente
qualificado com titulação e produção acadêmica relevantes para viabilizar a proposta de um
programa de pós-graduação Stricto Sensu.
O Mestrado em Psicologia compreende a diversidade das pesquisas desenvolvidas pelos/as
docentes do Programa, voltadas para o aprofundamento, a atualização e a produção de
conhecimentos em Psicologia, considerando a multiplicidade de objetos e de abordagens
teóricas e metodológicas desta disciplina. Atualmente, esse Programa de Pós-graduação conta
com duas linhas de pesquisa: (1) Subjetividades, Políticas e Processos Psicossociais; (2) Saúde,
Clínica e Práticas Psicológicas.
O Instituto de Psicologia conta com quatro laboratórios: a) Laboratório de Investigação e
Intervenção Psicossocial; b) Laboratório de Videografia; c) Laboratório de Pesquisa em

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Psicanálise; d) Laboratório de Psicometria e Avaliação Psicológica. Estes laboratórios
encontram-se articulados aos Grupos de pesquisa do CNPq, dos quais participam estudantes de
graduação; às linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação e são espaços compartilhados
por docentes e por discentes na realização de atividades de pesquisa e de orientação,
funcionando também como espaços didáticos e pedagógicos.

A EXTENSÃO
A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação dos cursos
superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES adequarem os projetos
pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades regionais e às finalidades
inerentes aos cursos, tanto se voltados à formação profissional quanto às ciências ou às artes.
Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a qual
afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e
não o seu término. Deve-se salientar também que, como contrapeso à tendência de diversificar
e flexibilizar, o aparato normativo define a necessidade de existirem processos de avaliação
permanentes para identificar desvios e propor correções de rumo.
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de extensão
classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e
Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho, tendo, em 2011,
realizado 802 destas ações.
O Instituto de Psicologia (IP) recebe e atende diversas demandas sociais do estado de Alagoas,
destacando-se que o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA/IP) efetua atendimentos diários. Há
também atividades de estágio e extensão que abarcam o Hospital Universitário Professor
Alberto Antunes, as secretarias de saúde, de assistência social e de educação, incluindo ações
de extensão na educação básica (municipal e estadual), movimentos sociais e comunidades que
circundam a universidade. Historicamente, as ações de extensão do IP estão articuladas às
disciplinas obrigatórias e eletivas do curso, dentre as quais é possível destacar - Práticas
integrativas I e II; temáticas contemporâneas socioculturais e intervenções psicológicas em
processos socioculturais; temáticas contemporâneas em saúde e intervenções psicológicas em
saúde. As atividades apontam vinculação com diversas áreas temáticas da extensão, e seus
desdobramentos em linhas de atuação, dentre as quais destacam-se Direitos individuais e

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coletivos; Grupos sociais vulneráveis e Saúde humana. De acordo com projetos registrados no
SIGAA, dentre as oito áreas temáticas, de extensão na UFAL, são contempladas pelo instituto:
educação (51,2%), saúde (22,6%), direitos humanos (14,3%), cultura (10,7%) e comunicação
(1,2%).
Desde 23 de novembro de 2011, o Instituto de Psicologia oferta diversos projetos de extensão
vinculados ao “Programa Integrado de Cursos e Projetos de Extensão Universitária”,
promovendo eventos e desenvolvendo projetos voltados para a integração entre a universidade
e a sociedade em geral. Entre os anos de 2016-2023 foram registradas 84 ações de extensão do
instituto, abordando temáticas e públicos diferenciados, envolvendo comunidades internas e
externas à UFAL, das quais destacam-se ações de extensão voltadas para educação, escolas e
inclusão, como feiras universitárias e parcerias com a Secretaria Municipal de Educação; oferta
de atendimento clínico para comunidade, por meio do Serviço de Psicologia Aplicada; parceria
com as secretarias de saúde e ações no hospital universitário; parceria com a vara de família e
o Fórum através de avaliação Neuropsicológica Forense; ações com pescadores/as e
marisqueiros/as da comunidade ribeirinha alagoana; parcerias com a Assistência Social através
da discussão do PNAS, psicologia social e articulação com a secretaria de assistência social;
ações junto a comunidades quilombolas e indígenas de Alagoas, articulação de uma rede de
acompanhamento psicossocial entre lideranças e assentados/as do Movimento Sem Terra de
Alagoas.
ACESSIBILIDADE
A UFAL atualmente possui um núcleo de acessibilidade (NAC) voltado para o atendimento das
necessidades e demandas de pessoas com deficiência, no sentido de promoção de acessibilidade
e de atendimento diferenciado às pessoas com deficiência, em atenção à Política de
Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
A UFAL tem investido na capacitação técnica de seus/as servidores/as para o estabelecimento
de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para essas
necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se junta, agora, o
cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, quais
sejam, a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei 9394/96, que
afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I -

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currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às
suas necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013,
orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda que os
“PPC contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis
de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em relação
a si mesmo e ao grupo em que está inserido”.
Para tal ação, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento especializado para
discentes com deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva, sempre que for
diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar
sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma permitir sua permanência
produtiva no desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Atendimento Educacional – NAE – oferece o necessário apoio
pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas de
forma a promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.
NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE
O Núcleo de Acessibilidade da UFAL (NAC) está vinculado à Pró-Reitoria de Assistência
Estudantil (PROEST), estando presente no Campus A. C. Simões, no Campus Arapiraca e no
Campus do Sertão. Em Maceió, é composto por uma equipe interdisciplinar que organiza suas
ações a partir de três grandes eixos: acessibilidade institucional, pedagógica e atitudinal. O
NAC visa a descentralização das ações de acessibilidade e inclusão em sua equipe, bem como
a construção de parcerias que garantam o fortalecimento da política de acessibilidade a nível
institucional, a partir do compromisso e protagonismo das unidades acadêmicas, das diversas
pró-reitorias e dos demais setores da Universidade. Para tanto, tem produzido um material
informativo de domínio público disponibilizado no site da UFAL, ações de acolhimento a
discentes com deficiência, com TEA e com Altas Habilidades e Superdotação, orientações aos
servidores e servidoras e parcerias interinstitucionais junto a órgãos e instituições de Alagoas e
do Brasil que fomentam a política de acessibilidade no contexto educacional. Um dos
desdobramentos das ações do NAC foi o fomento e articulação para a criação do LAC –
Laboratório de Acessibilidade da UFAL –, situado na Biblioteca Central, responsável pela
adaptação de materiais para estudantes com deficiência visual. No âmbito da acessibilidade
comunicacional, a tradução e/ou interpretação de libras está sob a responsabilidade da

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Faculdade de Letras (FALE), que tem um número de intérpretes de libras muito aquém do
esperado.
O NAC oferece o Atendimento Educacional Especializado – AEE – aos/às estudantes de
graduação e pós-graduação, discentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), pessoas com
Altas Habilidades e Superdotação por meio de adaptação de materiais didáticos para pessoas
com deficiência visual em aúdio e outros formatos, através do LAC, e, em parceria com o
Centro de Inclusão Digital (CID) da UFAL capacita as e os discentes PcD para o uso de
tecnologias assistiva. Promove cursos sobre recursos didáticos e assistência educacional às
pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva abertos a toda a
comunidade acadêmica.
O AEE - Atendimento Educacional Especializado – é um serviço da Educação Especial que
identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as
barreiras para a plena participação dos/as discentes, considerando as suas necessidades
específicas. O NAC, elabora para cada estudante o Plano Educacional Singular (PES) que busca
construir junto ao corpo técnico, docente e setores ações que complementam e/ou suplementam
a formação discente com vistas à autonomia e independência na universidade. De maneira geral,
o NAC realiza ações de sensibilização junto à comunidade acadêmica, visando despertar o
compromisso de todos os segmentos – docentes, discentes e técnicos/as – a contribuir para a
inclusão das pessoas com deficiência no contexto universitário, reconhecendo os limites
orçamentários para a reestruturação do espaço físico, que demanda investimentos financeiros
para construir uma universidade acessível fisicamente, bem como de mudanças atitudinais,
pedagógicas e metodológicas, que superem as barreiras atitudinais e capacitistas ainda muito
presentes.
Logo, para além do esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, está o
cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, sejam
de ordem pedagógica, metodológica, de informação e/ou de comunicação. A acessibilidade
pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei 9394/96, que afirma: ― Os
sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I – currículos,
métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas
necessidadesǁ. Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
recomenda que o PPC contemplem orientações visando a adoção de parâmetros
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de
cada estudante em relação a si mesmo/a e ao grupo em que está inserido/a. Para tal atendimento

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a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento especializado aos/às discentes com
deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva, discentes com Transtorno do Espectro
Autista (TEA), com Altas Habilidades e Superdotação, sempre que for diagnosticada sua
necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às
demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a contribuir com sua permanência,
de modo acessível e satisfatório, no desenvolvimento do curso.
À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 – Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de
novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n.
10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências. A parceria entre NAC/Proest, Sinfra e Progrida é de uma relevância
singular, posto que juntos buscam a minimização e eliminação das barreiras (físicas e
acadêmicas) a fim de garantir a permanência do/a estudante com deficiência, como preconiza a
Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui, merece destaque
a construção de calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos, adaptações de
banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias à permanência dos/as estudantes e
professores/as com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista, conforme
disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no instrumento de avaliação
dos cursos de graduação do Inep de junho de 2015, a Ufal, o NAC tem se dedicado a fomentar
estudos e debates no intuito de constituir uma política institucional que explicite ações neste
âmbito e que oriente os cursos de graduação e pós-graduação desta instituição em metodologias
e ações que visem a inclusão de pessoas com TEA. Os/As discentes com Transtorno do Espectro
Autista também são atendidos/as pelo NAC, inclusive a partir de um grupo de acolhimento
sistemático que reúne pessoas discentes e servidoras com TEA para partilharem questões
relativas às suas vivências. Esse grupo acontece a partir de uma parceria entre o NAC e o
Serviço de Psicologia Aplicada (SPA).
Para ampliar o número de estudantes acompanhados/as, o NAC realiza visitas e reuniões
sistemáticas junto às coordenações dos cursos e direções das Unidades Acadêmicas para
dialogar acerca de possíveis dificuldades pedagógicas e de acessibilidade das pessoas discentes,
distribuição de materiais de divulgação do NAC, bem como elaboração de campanha
institucional para difundir o Núcleo nas redes sociais, pela Assessoria de Comunicação
(Ascom).

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No Curso de Psicologia, o NAC vem se constituindo como um grande parceiro, especialmente
a partir do ingresso de discentes com deficiência física, visual e auditiva. Essa parceria tem se
desdobrado na inserção de estudantes de Psicologia, participando de processo seletivo para
atuarem como bolsistas do NAC, reuniões com o corpo docente e discente para pensarem
coletivamente estratégias que contribuam com a permanência dos/as discentes no curso, bem
como adaptação de materiais para pessoas com deficiência visual. No Curso de Psicologia, o
debate sobre acessibilidade e Transtorno do Espectro Autista ocorre, principalmente, nas
disciplinas relativas à Psicologia do Desenvolvimento e Psicologia Escolar Educacional. Além
disso, esses temas também são abordados na disciplina de Temáticas Contemporâneas em
Saúde, com destaque para a discussão da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência,
no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). No âmbito da extensão e da pesquisa, há
docentes no Curso de Psicologia que estão envolvidos/as em projetos sobre a acessibilidade no
contexto escolar, contemplando também o Transtorno do Espectro Autista. As temáticas de
Acessibilidade e Transtorno de Espectro Autista também são consideradas transversais nos
estágios obrigatórios.

INCLUSÃO
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado em 2003 a
Resolução n º 33 – CONSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11 de
outubro de 2012, que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a Resolução
54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo seletivo de
ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada
curso e turno ofertados pela UFAL para os/as estudantes egressos/as das escolas públicas de
Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos/às
candidatos/as oriundos/as de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo (um
salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos/às
candidatos/as oriundos/as de famílias com renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo (um
salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a
divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de
Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto

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Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e
sete vírgulas vinte e dois por cento).
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
As competências e habilidades estão em conformidade com as Diretrizes Curriculares dos
Cursos de Psicologia, Resolução nº 5 de 15 de março de 2011, apresentadas a seguir. Estão em
consonância com os objetivos gerais, o perfil de profissional de Psicologia a ser formado, as
disciplinas, ementas e bibliografia sugerida, destacando-se as duas ênfases do Curso:
Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde e Psicologia, instituições e coletivos sociais.
Art. 5º A formação em Psicologia exige que a proposta do curso articule os conhecimentos, habilidades
e competências em torno dos seguintes eixos estruturantes:
I - Fundamentos epistemológicos e históricos que permitam ao formando o conhecimento das bases
epistemológicas presentes na construção do saber psicológico, desenvolvendo a capacidade para avaliar
criticamente as linhas de pensamento em Psicologia;
II - Fundamentos teórico-metodológicos que garantam a apropriação crítica do conhecimento
disponível, assegurando uma visão abrangente dos diferentes métodos e estratégias de produção do
conhecimento científico em Psicologia;
III - Procedimentos para a investigação científica e a prática profissional, de forma a garantir tanto o
domínio de instrumentos e estratégias de avaliação e de intervenção quanto a competência para
selecioná-los, avaliá-los e adequá-los a problemas e contextos
específicos de investigação e ação profissional;
IV - Fenômenos e processos psicológicos que constituem classicamente objeto de investigação e atuação
no domínio da Psicologia, de forma a propiciar amplo conhecimento de suas características, questões
conceituais e modelos explicativos construídos no campo, assim como seu desenvolvimento recente;
V - Interfaces com campos afins do conhecimento para demarcar a natureza e a especificidade do
fenômeno psicológico e percebê-lo em sua interação com fenômenos biológicos, humanos e sociais,
assegurando uma compreensão integral e contextualizada dos
fenômenos e processos psicológicos;
VI - Práticas profissionais voltadas para assegurar um núcleo básico de competências que permitam a
atuação profissional e a inserção do graduado em diferentes contextos institucionais e sociais, de forma
articulada com profissionais de áreas afins.
Art. 8º As competências reportam-se a desempenhos e atuações requeridas do formado em Psicologia,
e devem garantir ao profissional o domínio básico de conhecimentos psicológicos e a capacidade de
utilizá-los em diferentes contextos que demandam a
investigação, análise, avaliação, prevenção e atuação em processos psicológicos e psicossociais e na
promoção da qualidade de vida. São elas:
I - analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos;
II - analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões institucional e organizacional,
explicitando a dinâmica das interações entre os seus agentes sociais;
III - identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar
e agir de forma coerente com referenciais teóricos e características da população-alvo;
IV - identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da Psicologia,
vinculando-as a decisões metodológicas quanto à escolha, coleta e análise de dados em projetos de
pesquisa;
V - escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados em Psicologia, tendo em vista a
sua pertinência;

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VI - avaliar fenômenos humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva, em diferentes contextos;
VII - realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de indivíduos, de grupos e de
organizações;
VIII - coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e socioculturais
dos seus membros;
IX - atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos
envolvidos assim o recomendar;
X - relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais
requeridos na sua atuação profissional;
XI - atuar, profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico,
considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara;
XII - realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia;
XIII - elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais,
inclusive materiais de divulgação;
XIV - apresentar trabalhos e discutir ideias em público;
XV - saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar
conhecimento a partir da prática profissional.
Art. 9º As competências, básicas, devem se apoiar nas habilidades de:
I - levantar informação bibliográfica em indexadores, periódicos, livros,
manuais técnicos e outras fontes especializadas através de meios convencionais e eletrônicos;
II - ler e interpretar comunicações científicas e relatórios na área da Psicologia;
III - utilizar o método experimental, de observação e outros métodos de investigação científica;
IV - planejar e realizar várias formas de entrevistas com diferentes finalidades e em diferentes contextos;
V - analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e processos psicológicos e
comportamentais;
VI - descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não verbais como fontes primárias de
acesso a estados subjetivos;
VII - utilizar os recursos da matemática, da estatística e da informática para a análise e apresentação de
dados e para a preparação das atividades profissionais em
Psicologia.

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
ESTRUTURA CURRICULAR
Conforme as diretrizes curriculares nacionais para o curso de Psicologia (2011), a identidade
do curso de Psicologia no País é conferida através de um núcleo comum de formação, definido
por um conjunto de competências, habilidades e conhecimentos; e ênfases
curriculares, cada curso deve oferecer no mínimo duas ênfases, entendidas como um conjunto
delimitado e articulado de competências e habilidades que configuram oportunidades de
concentração de estudos e estágios em algum domínio da Psicologia.
A composição da presente matriz curricular reafirma o objetivo da formação de psicólogos
comprometidos com a realidade sociocultural e com o universo das questões pertinentes à saúde

28

humana, visto ser-lhes viabilizado uma construção de conhecimento pluralista, a partir de sua
passagem por discussões temáticas diversas e amplas; remete-se, ainda, ao requisito da sua
preparação para atividade da pesquisa e da extensão.
A configuração da presente matriz curricular procura atender aos tópicos que fundamentaram
as necessidades de uma reforma curricular, que são em síntese: curricularização da extensão,
adequação dos conteúdos e distribuição das disciplinas ao longo das etapas de formação, a
articulação entre teoria e prática, integração ensino-pesquisa-extensão, flexibilidade curricular
e adequação de carga-horária ao número de semanas letivas atendendo a Instrução Normativa
da Prograd/Ufal nº 1 de 9/01/2020. Referidos tópicos, vale salientar, foram manifestados como
encaminhamento para soluções de problemas detectados a partir de avaliações internas e, ainda,
para atender aos princípios de formação da graduação, segundo diretrizes políticas da UFALPROGRAD.
Com esses pressupostos situados, elaborou-se a presente matriz curricular, considerando o
empenho dos setores competentes no sentido de, por um lado, compor uma identidade nacional
da formação de psicólogos e, por outro, favorecer a pertinência de que essa formação também
inclua possibilidades de adequação com as características de cada região. Nesse sentido, o
Núcleo Comum e os Eixos Estruturantes são referências para organizar a disposição das
disciplinas ao longo do curso. Isto porque essas duas referências gerais promovem um diálogo
entre o que deve ser preservado - nessa conquista da identidade nacional - e o que deve ser
inovado - para contemplar as especificidades dessa formação na UFAL.
De acordo com essa compreensão, o Quadro I apresenta a configuração da presente proposta
de matriz curricular, descrevendo cada disciplina e respectivas ementas relacionadas ao eixo
estruturante em que ela se define.
Vale destacar que os Eixos Estruturantes articulam-se nos diferentes semestres (de acordo com
o Quadro I). Ou seja, os Eixos traduzem articulações entre si e entre as disciplinas e não uma
série linear de disciplinas. Em cada semestre, os Eixos são constituídos por diferentes
disciplinas e possuem uma dimensão transversal no curso.
A presente reformulação tem como principais metas: contemplar maior oportunidade de
flexibilidade na formação, ampliar a integração teoria-prática no curso, realizar o processo de
curricularização da extensão e promover maior articulação entre as disciplinas do curso e
inclusão, incluindo temáticas transversais, educação para as relações étnico-raciais, educação
ambiental, acessibilidade e educação em direitos humanos. A flexibilização foi contemplada a
partir da redução do número de disciplinas obrigatórias, possibilitando ao estudante construir
trajetórias flexíveis de formação a partir da escolha de disciplinas eletivas. A integração teoria-

29

prática foi contemplada, principalmente, através do processo de curricularização da extensão,
sistematizado na Resolução n. 04/2018 – CONSUNI/UFAL, a qual regula a implantação da
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de
graduação da Ufal. O processo de creditação da extensão oportuniza também maior
interdisciplinaridade, visto que as ações curriculares de extensão poderão integrar disciplinas.
A inclusão de temáticas transversais perpassa diferentes disciplinas do curso.

30

Quadro I: Caracterização dos Eixos Estruturantes e articulações com as Ementas das Disciplinas

Quadro I: Caracterização dos Eixos Estruturantes e articulações com as Ementas das Disciplinas
Eixos Estruturantes

Caracterização

Disciplinas

Ementas

Fundamentos
Epistemológicos
e Históricos

Aborda as
bases epistemológicas
presentes na construção do saber
psicológico, desenvolvendo a
capacidade para avaliar criticamente
as linhas de pensamento em
Psicologia.

História da Psicologia

História social da psicologia.
Problematização histórica das
práticas atuais da psicologia.

Introdução ao pensamento
científico

Teoria do conhecimento.
Pressupostos históricos e
epistemológicos da ciência
moderna. Percursos
epistemológicos do conhecimento
em psicologia.

Garantem a
apropriação crítica do
conhecimento
disponível,
assegurando uma
visão abrangente dos
diferentes métodos e
estratégias de
produção do
conhecimento
científico em
Psicologia.

Fundamentos da Clínica

Ética e clínica. Teorias da
psicologia clínica. O método
clínico. Clínica ampliada e
contemporaneidade.

Teorias da Subjetividade

Constituição do sujeito psíquico.
A subjetividade nas teorias
psicológicas.

Psicologia Social

Fundamentos históricos, teóricos e
epistemológicos da Psicologia
Social. Interfaces e inserções

Fundamentos
TeóricoMetodológicos

31

contemporâneas da
Social brasileira.
Psicologia e Relações
Étnico-raciais

Psicopatologia Geral

Psicologia escolar educacional I

Procedimentos
para a
Investigação
Científica e a
Prática
Profissional

Garantem tanto o
domínio de instrumentos e
estratégias de avaliação e de
intervenção, quanto à competência
para selecioná-los, avaliálos e adequá-los a problemas e

Ética Profissional

Psicologia

Psicologia, raça e colonialidade.
Efeitos Psicossociais do Racismo.
Políticas públicas de ações
afirmativas e promoção da
igualdade étnico-racial.
Noções
clássicas
da
psicopatologia.
Classificação
contemporânea dos transtornos
mentais.
Semiologia
psicopatológica.
Atuação do/a Psicólogo/a na
escola
e
demais
espaços
educacionais. Escola, Sociedade e
Políticas Públicas em Educação.
Psicologia Educacional no Brasil.
Ética como valor humano,
relações políticas e do cotidiano.
Ética na pesquisa. Ética na atuação
profissional em psicologia.

32

contextos específicos
de investigação e ação profissional.

Processos de Avaliação
Psicológica I

Estatística aplicada à Avaliação
Psicológica.
Planejamento,
seleção e etapas dos processos de
Avaliação
Psicológica.
A
distinção
entre
Avaliação
Psicológica (AP) e Testagem
Psicológica
(TP):
aspectos
técnicos, metodológicos, éticos e
legais.

Processos de Avaliação
Psicológica II

Avaliação Psicológica baseada no
aporte dos métodos projetivos.
Entrevista
e
Observação.
Conceitos,
fundamentos
e
aplicação de técnicas projetivas.

Pesquisa em Psicologia

Elaboração de projeto de pesquisa.
Abordagens
e
estratégias
metodológicas.

Psicologia Escolar Educacional II

Desenvolvimento de
psicológicas
em
educacionais.

Psicologia do trabalho e das
organizações

Organização como sistema social,
técnico e ideológico. Relações de
trabalho, subjetividade e saúde
mental segundo as abordagens das
clínicas
do
trabalho.
A
organização como campo para
pesquisa e inserção da psicologia.

práticas
espaços

33

Fenômenos e
Processos

Constituem objeto de
investigação e

Psicoterapias

Pluralidade teórica no campo das
psicoterapias.
Pressupostos
teórico-práticos,
processo
terapêutico, relação terapêutica.
Escuta clínica em contextos
institucionais. Clínica antirracista.

Psicopatologia: Sofrimento
Psíquico

A dimensão sociopolítica das
manifestações
do
mal-estar
contemporâneo. Psicopatologia e
diagnóstico psicanalítico.

Saúde Mental e Psicologia

Loucura e saúde mental: aspectos
históricos. Reforma psiquiátrica e
Política de saúde mental no Brasil.
Saúde mental como campo de
reflexão e prática da psicologia.

Psicologia, práticas clínicas e
cuidado em saúde

Psicologia social e saúde. Políticas
públicas de saúde. Práticas
clínicas e cuidado em saúde no
contexto do SUS.

Psicologia, instituições e
coletivos sociais.

Instituições,
coletivos
e
movimentos sociais. Estado,
democracia, proteção social e
garantia de direitos. Psicologia e
políticas públicas.

Processos Psicológicos Básicos

Estudos contemporâneos e principais
teorias
acerca
da
sensação,
percepção, atenção,

34

Psicológicos

Interfaces com
Campos Afins de
Conhecimento

atuação no domínio
da Psicologia, de
forma a propiciar
amplo conhecimento
de suas características,
questões conceituais
e modelos explicativos
construídos no
campo, assim como
seu desenvolvimento recente.

Demarcam a natureza
e a especificidade do
fenômeno psicológico
e o articula com
fenômenos biológicos, humanos
e sociais, assegurando uma
compreensão
integral e contextualizada dos
fenômenos e processos psicológicos.

memória e inteligência.

Psicologia do Desenvolvimento I

Psicologia do Desenvolvimento
Infantil: história,
teorias,
investigação e intervenção.

Psicologia do Desenvolvimento II Psicologia do desenvolvimento da
adolescência ao envelhecimento:
história, teorias, investigação e
intervenção.
Processos Grupais

Concepções sobre grupos e
processos grupais no contexto das
relações
interpessoais
e
intergrupais.

Antropologia Cultural

Objeto, métodos e técnicas da
pesquisa antropológica. Indivíduo,
natureza, cultura, corpo, sociedade
e marcadores sociais da diferença.
Articulações entre antropologia e
psicologia.

Filosofia

Origens do pensamento filosófico.
logos e mito. ser humano e cultura.
ética e liberdade. articulações
entre filosofia e psicologia.

Sociologia

Elementos de análise sociológica:
modos de produção, relações de
produção, formação econômico-

35

social, estrutura social, classes
sociais. Instituições e mudanças
sociais.
Caracterização
da
sociedade brasileira e sua
evolução histórica.

Práticas
Profissionais

Orientadas para
assegurar um núcleo
básico de
competências que
permitam a atuação
profissional e a
inserção do/a graduado/a
em diferentes
contextos
institucionais e
sociais, de forma
articulada com
profissionais de áreas
afins.

Psicologia e Neurociência

Constituição do sistema nervoso e
das habilidades mentais superiores
do ponto de vista neurocientífico.
Articulações entre neurociência e
psicologia.

Práticas Integrativas I

Compromisso ético-político e
transversalidade dos direitos
humanos
nas
práticas
psicológicas. Aproximação com
os diversos campos de atuação da
psicologia.

Práticas Integrativas II

Inserção nos cenários de prática.
Participação em atividades uni e
interprofissionais. Elaboração de
Plano de Ação.

Estágio Específico I

-

Estágio Específico II
Ação Curricular de Extensão 1

-

36

Ação Curricular de Extensão 2

-

Ação Curricular de Extensão 3

-

Ação Curricular de Extensão 4

-

Ação Curricular de Extensão 5

-

Ação Curricular de Extensão 6

-

37

MATRIZ CURRICULAR
Em consonância com as Diretrizes Curriculares, seis eixos norteiam o caminho da formação de
psicólogos na UFAL e neles as disciplinas se distribuem da seguinte forma:
Fundamentos Epistemológicos e Históricos: Por definição, esse eixo assegura que a formação
discente conheça a história e a epistemologia da Psicologia. Nesse sentido, apresentam-se as
disciplinas História da Psicologia e Introdução ao pensamento científico, as quais contemplam
esse propósito, segundo suas ementas.
Fenômenos e Processos Psicológicos: Trata-se de outro nível na lógica progressiva - embora
não determinante - implícita na ideia dos eixos estruturantes. É o conhecimento dos fenômenos,
conceitos e processos pertinentes ao campo da psicologia, e concebido como necessário à
formação do/a profissional para este campo, construído por docentes e discentes. Estão em
acordo com o apresentado nas respectivas ementas, as disciplinas Processos Psicológicos
Básicos, Psicologia do Desenvolvimento I e II, Processos Grupais, que constituem os referidos
processos e fenômenos objetos de estudo da Psicologia.
Fundamentos Teórico-Metodológicos: Esse eixo indicia a relevância de um diálogo pertinente
à construção do conhecimento científico. Trata-se das relações entre teoria e prática. Por
definição, esse eixo propõe assegurar as condições necessárias para a apropriação do
conhecimento construído. Devido a essa interconstituição, expressa num contexto de dissipação
de limites entre os pressupostos que definem método ou metodologia, que não discriminam
teoria e prática, sugere-se um elenco de temas que promova essa complexidade. Nesse sentido,
foi concebido, em acordo com as ementas, que as disciplinas, Fundamentos da Clínica, Teorias
da Subjetividade, Psicologia Social, Psicologia e Relações Étnico-raciais, Psicopatologia Geral,
Psicologia escolar educacional I promovem a amplitude necessária à iniciação na construção
de uma concepção crítica acerca de questões diversas em que se envolve o/a profissional de
Psicologia.
Procedimentos para Investigação Científica e a Prática Profissional: Na forma como se
especifica, este eixo refere-se ao manuseio de ferramentas, as quais devem ser construídas e
apropriadas, pressupondo a amplitude da relação teoria e metodologia. Essa condição de
formação tem suporte na condução interdisciplinar de temas e discussões situadas sobre a

38

atuação do psicólogo. As diferentes ferramentas utilizadas como recurso do psicólogo, na
exploração de sua ação em diferentes contextos - por exemplo, as avaliações psicológicas,
pareceres, técnicas de dinâmicas de grupo etc - devem chegar à consciência do/a estudante, de
forma que lhe sugira responsabilidade, competência e compromisso nas decisões para sua
utilização. Segundo o Projeto Político-Pedagógico esses aspectos são proposições nas ementas
das disciplinas: Ética Profissional, Processos de Avaliação Psicológica I e II, Pesquisa em
Psicologia, Psicologia Escolar Educacional II, Psicologia do trabalho e das organizações,
Psicoterapias, Psicopatologia: Sofrimento Psíquico, Saúde Mental e Psicologia, Psicologia,
práticas clínicas e cuidado em saúde e Psicologia, instituições e coletivos sociais.
Interfaces com Campos Afins de Conhecimento: A interdisciplinaridade presente na construção
da ciência psicológica é o grande pressuposto que esse eixo sustenta. A articulação de pontos
de vista de diferentes ciências acerca dos conceitos e fenômenos relativos ao psiquismo humano
assegura o enriquecimento dos debates dos objetos de estudos e das pesquisas em psicologia.
Isso significa o reconhecimento da histórica condição de complementaridade que se manifesta
na evolução das ciências. Na história de sua construção, a psicologia revela a presença marcante
de um diálogo intenso com outros conhecimentos. Na proposta da presente matriz curricular,
as disciplinas, Antropologia Cultural, Filosofia, Sociologia e Psicologia e Neurociência
representam o resgate e a atualização desse diálogo fértil entre diferentes saberes.
Práticas Profissionais: Emergem como propósitos desse eixo estruturante, de forma mais
evidente, os espaços curriculares onde se deve investir na caracterização específica de cada
curso de psicologia no território nacional. No encaminhamento das alternativas oferecidas
manifesta-se o perfil específico do curso, por exemplo, por meio das ênfases curriculares
apresentadas, em Ações Curriculares de Extensão (Psicologia, práticas clínicas e cuidado em
saúde e Psicologia, instituições e coletivos sociais.). Preservar esse eixo na formação em
Psicologia, na UFAL, significa estar em consonância com as diretrizes nacionais, no sentido de
também promover autonomia e adequação a situações de cada região. Na presente matriz
curricular, definiu-se o seguinte elenco de disciplinas, coerente com a relevância da
interconstituição teoria e prática: Práticas Integrativas I e II, Estágio Específico I, II e Ação
Curricular de Extensão 1, 2, 3, 4, 5 e 6. Essa relevância está subjacente em diferentes ações
estratégicas para a configuração dessas disciplinas ao longo do curso. Por exemplo, na oferta
de práticas nos dois níveis de Práticas Integrativas (I e II) em momentos iniciais do curso e com
as proposições descritas nas respectivas ementas, as quais promovem um encaminhamento

39

progressivo e assistido do/a graduando/a às atividades do estágio específico e para a pesquisa.
Com isto, busca-se promover uma maior aproximação entre as diferentes ações pedagógicas
para o contato com os diferentes temas pertinentes a essa formação. Em outras palavras,
proporciona-se ao/à discente a possibilidade de construir uma atuação em Psicologia não apenas
restrita às atividades executadas no fim do curso (Estágios Específicos) ou no momento da sua
pesquisa final (Trabalho de Conclusão de Curso - TCC). Trata-se de uma construção contínua.
As ênfases curriculares promovem uma determinada escolha na formação do/a egresso/a. Não
se trata de um processo arbitrário e acrítico. A opção pelas Ênfases Curriculares de Psicologia,
práticas clínicas e cuidado em saúde e Psicologia, instituições e coletivos sociais deriva-se de
amplo diálogo entre as/os participantes dessa proposta curricular. Para esses caminhos, foram
levadas em consideração: a história do curso, as demandas sociais, a formação dos/as
professores/as, o contexto de inserção do curso, todo o processo de reforma curricular, diálogos
do curso com outros/as profissionais, áreas e campos de atuação. As ênfases procuram refletir
a diversidade da Psicologia como campo plural de possibilidades, e preparam o
encaminhamento da formação para o/a futuro/a egresso/a já a partir de disciplinas e atividades
no sétimo semestre. A preparação para as ênfases, ou o processo de escolha por parte do
estudante, é facilitada pelas disciplinas de ―Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde e
Psicologia, instituições e coletivos sociais. Trata-se de um momento de escolha, não mais a
partir de áreas de conhecimento em Psicologia, mas em temáticas que envolvem e articulam,
potencialmente, todas as áreas do conhecimento psicológico.
Ainda compondo a dinâmica da Matriz Curricular, as disciplinas eletivas serão oferecidas, de
acordo com planejamento do Colegiado do Curso. Serão ofertadas em todos os semestres. Tal
oferta depende da disponibilidade de carga horária dos/as professores/as. O requisito para que
discentes cursem disciplinas eletivas será apresentado pelo/a docente, de acordo com a natureza
da disciplina (fundamentação, aplicada, prática etc).
Finalizando, o Projeto Político-Pedagógico apresenta seu Núcleo Comum, que, ao ser que, ao
ser caracterizado como o conjunto das competências e habilidades básicas definidas pelas
Diretrizes Curriculares, envolve boa parte das disciplinas do Curso, perfazendo um total de
2.220 horas das 4.625 horas totais do curso.
A caracterização das disciplinas que compõem o Núcleo Comum está apresentada no Quadro
III – Fluxograma Curricular. Trata-se do conjunto de disciplinas que vai até o sexto semestre
do curso. É composto de competências, habilidades e conhecimentos, materializados em
disciplinas, práticas e atividades que atravessam boa parte do mesmo.

40

O curso possui 10 (dez) períodos, completados em 05 (cinco) anos e realizará suas atividades
de ensino no matutino. No período vespertino funcionam as monitorias, os Programas de
Extensão, Programas de Iniciação Científica (PIBIC), o PET Psicologia, o Pró/PET-Saúde III,
dentre outras atividades.
O curso contempla 80 (oitenta) vagas anuais. A carga horária para integralização curricular é
de 4.625 (quatro mil) horas/aula.
As disciplinas eletivas possuem um duplo caráter: podem ser disciplinas de fundamentação,
portanto, mais propícias a serem cursadas por estudantes no início do curso; e disciplinas de
aplicação, voltadas à articulação com atividades do meio para o final do curso. Podem ser
cursadas em qualquer momento do curso a partir do segundo semestre. Possuem 60 horas/aula.
A cada semestre o Colegiado do Curso decide, com base na Proposta Pedagógica do Curso, das
demandas discentes e das possibilidades docentes, que disciplinas ocorrerão e lança no sistema
de matrículas.
O Trabalho de Conclusão de Curso é requisito obrigatório para integralização do curso e
corresponde a 120 horas/aula. Ao final do oitavo período o/a estudante deve buscar docente
orientador/a, formalizar tal orientação junto a secretaria da Coordenação do Curso e iniciar seu
trabalho de conclusão. O tema é livre à escolha do/a estudante. Ao final, o TCC é avaliado por
docentes ou profissionais com título de mestrado, à convite do/a docente orientador/a, que fará
a avaliação, por meio de parecer por escrito.

41

CONTEÚDOS CURRICULARES
Destacamos que este PPC apresenta em sua estrutura:
1. Carga horária mínima, em horas, para Bacharelados, conforme a Resolução CNE/CES n°
02/2007 (BRASIL, 2018a);
2. Tempo de integralização, conforme normatiza a Resolução CNE/CES n° 02/2007 (BRASIL,
2018a);
3. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, nos termos da Lei no 9.394/96
(BRASIL, 2018c), com a redação dada pelas Leis no 10.639/2003 (BRASIL, 2018d) e n°
11.645/2008 (BRASIL, 2018e), e da Resolução CNE/CP n° 1/2004 (BRASIL, 2018f),
fundamentada no Parecer CNE/CP no 3/2004 (BRASIL, 2018g).
O presente PPC estimula a integração entre saberes étnicos constitutivos de nossa cultura
brasileira (branco, indígena, negro e cigano), em destaque a nossa cultura alagoana, além de
possibilitar a produção de novos conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico, ou
a revisão dos conhecimentos existentes, de modo a promover condutas e políticas de formação
profissional que valorizem as diversidades étnico-raciais. Além de cumprir com as exigências
normativas educacionais brasileiras, a proposta de uma Educação para as Relações Étnicoraciais (ERER). Em decorrência dessa proposta, referendar-se-á o compromisso firmado pela
UFAL, dentre outros, de aperfeiçoamento das políticas de ações afirmativas dos cursos de
graduação e pós-graduação, implementadas, oficialmente, desde 11 de novembro de 2003, por
meio da Resolução CONSUNI/UFAL nº 33. Tal Resolução aprovou o Programa Ações
Afirmativas para Afrodescendentes (PAAF) nesta instituição, com o empenho do Núcleo de
Estudos Afro-brasileiros (NEAB-UFAL), criado em 1981, inicialmente Centro de Estudos
Afro-brasileiros (CEAB), que atua tanto internamente à UFAL, com o papel de promover
cursos de formação/capacitação, debates, disponibilização de acervo (documental e
bibliográfico) para consulta e coordenação geral de editais sobre ERER, quanto externamente,
em parceria com outras instituições educacionais do estado, do país e/ou outros países, e com
os movimentos sociais.
No Curso de Psicologia existem disciplinas eletivas específicas sobre a temática das relações
étnico-raciais, Saúde da População Negra e Relações Étnico-raciais. Além delas, o tema
também é tratado de modo transversal em outras disciplinas, como Psicologia Social,

42

Psicoterapias e Psicologia, instituições e coletivos sociais, dentre outras; sendo também
contemplada na disciplina específica obrigatória: Psicologia e relações étnico-raciais; No
âmbito da pesquisa, continuamente são desenvolvidos projetos que abordam esse tema de modo
central, trabalhando diferentes formas de produção de conhecimento. Estes projetos
caracterizam-se tanto pelo diálogo com a literatura, com destaque para as produções de Carolina
Maria de Jesus, quanto pela análise de produções científicas de pesquisadores/as da Psicologia
Social e pesquisas de campo. Além disso, a temática também é considerada transversal nos
estágios obrigatórios.
4. Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer
CNE/CP n° 8, de 06/03/2012 (BRASIL, 2018h), que originou a Resolução CNE/CP n° 1, de
30/05/2012 (BRASIL, 2018i). No Curso de Psicologia a inserção dessa temática ocorre tanto
por meio da transversalidade, como através dos conteúdos programáticos de disciplinas
específicas. Nesse sentido, destaca-se os debates já referidos sobre as Relações Étnico-Raciais
e Acessibilidade. Ressalta-se também as discussões sobre Gênero e Sexualidades em disciplinas
obrigatórias e eletivas, como por exemplo, Psicologia Social, Práticas Integrativas I e II,
Processos Grupais,Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde e Psicologia, instituições e
coletivos sociais. Discussões também transversais no contexto do estágio obrigatório. Ademais,
no âmbito da pesquisa e extensão a Educação em Direitos Humanos se faz presente através de
projetos que abordam as relações de gênero, violência de gênero, diversidade sexual,
preconceitos e racismo na interface com os movimentos sociais e as políticas públicas.
5. Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme
disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208 (BRASIL, 1988), na NBR 9050/2004, da ABNT
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2018), na Lei n° 10.098/2000
(BRASIL, 2018k), na Lei n° 13.146/2015 (BRASIL, 2018l), nos Decretos n° 5.296/2004
(BRASIL, 2018m), n° 6.949/2009 (BRASIL, 2018n), n° 7.611/2011 (BRASIL, 2018) e na
Portaria n° 3.284/2003 (BRASIL, 2018p). A UFAL possui um núcleo de estudos voltado para
o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social (Núcleo de Acessibilidade NAC), no sentido de promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado às pessoas com
deficiência em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde então tem
consolidado suas ações na Instituição. Visando alcançar a acessibilidade pedagógica e
metodológica conforme o art. 59 da Lei 9394/96, que afirma: ―Os sistemas de ensino

43

assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades ou superdotação: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades. Neste sentido, a Nota Técnica nº 24
/ 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no
sentido de sua implantação. Em especial, recomenda que os ―PPC contemplem orientações no
sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica,
valorizando os pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em
que está inserido. No Curso de Psicologia, o debate sobre acessibilidade e Transtorno do
Espectro Autista ocorre, principalmente, nas disciplinas relativas à Psicologia do
Desenvolvimento e Psicologia Escolar Educacional I e II. Além disso, esses temas também são
abordados na disciplina de Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde, com destaque para
a discussão da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, no contexto do Sistema
Único de Saúde (SUS). No âmbito da extensão e da pesquisa, há docentes no Curso de
Psicologia que estão envolvidos/as em projetos sobre a acessibilidade no contexto escolar,
contemplando também o Transtorno do Espectro Autista. As temáticas de Acessibilidade e
Transtorno de Espectro Autista também são consideradas transversais nos estágios obrigatórios.
A temática também é abordada nas atividades curriculares de extensão e de pesquisa com o
desenvolvimento de instrumentos e metodologias, visando à incorporação desta dimensão, de
forma interdisciplinar, nos diferentes níveis e modalidades de ensino, pesquisa e extensão.
6. Políticas de Educação Ambiental, conforme Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999 (BRASIL,
2018r) e Decreto no 4.281 de 25 de junho de 2002 (BRASIL, 2018s). Compreendendo a
educação ambiental como os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade
constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para
a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de
vida e sua sustentabilidade. Resgata-se de Carvalho (2002), a ideia de que toda educação é
ambiental, pois se a Educação não vier acompanhada pela dimensão ambiental, perde sua
essência e pouco pode contribuir para a continuidade da vida humana (p. 36).
Nota-se, portanto, a necessidade de inserir no processo educativo do Curso de Psicologia as
discussões de educação ambiental, na visão da interdisciplinaridade. O trabalho interdisciplinar
de educação ambiental caracteriza-se pela ampliação do espaço social e visa a disseminação
crítica dos conhecimentos socioambientais, culturais e políticos, articulando-os à realidade
local, nacional e global, com a formação cidadã e ética.

44

Busca-se superar a mera ideia de ecologizar o processo educativo, pois o trabalho de educação
ambiental não se limita ao acúmulo de conceitos de ecologia ou ao trabalho com problemas
ambientais. Nesse contexto, as disciplinas de Psicologia Social, Práticas Integrativas I e II se
aproximam das questões socioambientais, articulando-as com a formação do perfil profissional
do curso. No contexto da pesquisa, há projetos que possuem o tema das questões
socioambientais como central, discutindo mobilização social para o enfrentamento da escassez
hídrica em comunidades do estado de Alagoas. Isso posto, destaca-se ainda que a UFAL possui
um Núcleo de Educação Ambiental (NEA), ligado ao Centro de Educação, mas que está aberto
a apoiar o trabalho de educação ambiental em diversos cursos. O NEA desenvolve atividades
com o Coletivo Jovem, cursos de formação para professores/as e estudantes sobre Educação
Ambiental, curso de especialização em Educação Ambiental (2012).
7. Libras: De acordo com o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005 Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. O componente
curricular Libras é opcional, constando na lista dos componentes curriculares complementares.
A formação em Psicologia aqui proposta visa trabalhar os mais diversos temas transversais ao
longo do curso, por meio de disciplinas, projetos de pesquisa e extensão, eventos e demais
atividades, tendo como intuito a aceitação ativa das diversidades sociais e humanas de gênero,
raça, etnia, classe social, geração, orientação sexual e necessidades específicas (deficiências,
patologias, transtornos etc.).
ÊNFASES
As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia ─
MEC/CNE/CES, Resolução N º 05 de 15 de março de 2011 ─ orientam que os cursos superiores
de Psicologia se organizem em um núcleo comum e em pelo menos duas ênfases curriculares.
As ênfases curriculares caracterizam os processos de trabalho existentes e inovadores e
possibilitam que cada curso atenda à sua missão institucional e contemple as especificidades
do contexto em que se encontra. Ainda segundo as DCNs, em função da diversidade de
orientações teórico-metodológicas, de práticas e de contextos de inserção profissional, a
formação em Psicologia caracteriza-se por ênfases curriculares, entendidas como um conjunto

45

delimitado e articulado de saberes e práticas que proporcionam oportunidades de concentração
de estudos e estágios supervisionados em determinados processos de trabalho da Psicologia.

§ 2º As ênfases curriculares devem tomar como eixos definidores os processos de trabalho a
serem adotados, levando em conta os vários níveis de complexidade, de modo a evitar a
fragmentação da prática e constituir-se em estímulo ao desenvolvimento de novas formas e
novos contextos de atuação.
Dessa forma, o curso de Psicologia da UFAL oferece duas ênfases e os/as estudantes terão a
oportunidade de optar por uma delas, integralizando sua formação de acordo com o perfil
desejado. As ênfases são as seguintes:

ÊNFASE 1: Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde

Esta ênfase tem por objetivos: (1) Possibilitar o desenvolvimento de competências ligadas à
promoção e prevenção de saúde, práticas clínicas de cuidado em nível individual e coletivo. (2)
Conhecer, mapear, diagnosticar necessidades de intervenção em diversos contextos onde
ocorrem ações de saúde, em seus diferentes níveis – primário, secundário e terciário. (3)
Desenvolver a capacidade de planejar, executar e avaliar intervenções de forma crítica e
autocrítica, em teorias e técnicas psicológicas, buscando a superação de problemas e
dificuldades que comprometem o cuidado em saúde. (3) Construir processos de investigação
científica que promovam conhecimentos, habilidades e competências de pesquisa, de modo a
possibilitar a análise crítica de diferentes estratégias investigativas; conceber, conduzir e relatar
investigações científicas de distintas naturezas.

Competências específicas:

1. Refletir e analisar, de forma crítica, os diversos conceitos de psicologia, saúde e práticas
clínicas;
2. Elaborar, conduzir, relatar e analisar de maneira crítica pesquisas e investigações científicas
de distintas naturezas em saúde e práticas clínicas;
3. Analisar diferentes contextos voltados para a oferta de serviços em saúde como requisito para
planejar ações que equacionem problemas detectados;

46

4. Trabalhar em equipes multiprofissionais e interprofissionais, implementando políticas
públicas voltadas para a consolidação de novos modelos de cuidado em saúde;
5. Realizar acompanhamento psicológico, aplicar técnicas pertinentes à prática clínica,
implementar programas a fim de superar os problemas e dificuldades que comprometem a
saúde;
6. Atuar no campo da saúde implementando procedimentos terapêuticos, atendimento,
acompanhamento e orientação a crianças, adolescentes, adultos e idosos;
7. Refletir e analisar de maneira crítica as implicações teóricas, ontológicas, éticas e políticas
das diversas ações no campo da saúde e das práticas clínicas.

ÊNFASE 2: Psicologia, instituições e coletivos sociais

Esta ênfase tem por objetivos: (1) Possibilitar o desenvolvimento de competências para analisar
e intervir em diferentes processos psicológicos mobilizados em situações de vulnerabilidade e
risco social, bem como em processos educacionais, promovendo o desenvolvimento de sistemas
de proteção social. (2) Compreender e intervir junto a contextos psicopolíticos de organização,
mobilização, desenvolvimento e avaliação de processos grupais e de movimentos sociais
relativos à participação política, ao desenvolvimento comunitário e à mudança social. (3) Atuar
em contextos de prevenção e enfrentamento a situações de vulnerabilidade, fragilidade de
vínculos e violência, no âmbito de famílias, escolas, organizações e comunidades. (4) Atuar em
contextos de mobilização junto a coletivos, instituições e movimentos sociais na busca pela
defesa, consolidação e garantia de direitos nos níveis de proteção básica e especial de forma
integrada. (5) Planejar, executar e avaliar serviços, programas e projetos para reconstrução de
vínculos, defesa de direitos, fortalecimento de potencialidades e enfrentamento de situações de
violação de direitos. (6) Atuar junto a grupos, movimentos sociais, instituições e organizações
políticas, refletindo sobre relações de dominação, afirmação dos direitos humanos, processos
de democratização e de mudança social. (7) Planejar e avaliar estratégias políticas, modos de
participação política, processos de desenvolvimento comunitário e de mudança social A partir
de teorias e técnicas psicossociais e de campos afins, desenvolver estratégias clínicas e
psicossociais em nível individual e coletivo que visem ao desenvolvimento de sistemas de
proteção social e fortalecimento de coletivos sociais. (8) Desenvolver processos de investigação
científica, desenvolvendo conhecimentos, habilidades e competências de pesquisa de modo a

47

possibilitar a análise crítica das diferentes estratégias de pesquisa; conceber, conduzir e relatar
investigações científicas de distintas naturezas.

Competências específicas:

1. Refletir e analisar, de forma crítica, os conceitos de instituição, coletivos, vulnerabilidade e
proteção social, movimentos sociais, participação política, desenvolvimento comunitário e
mudança social;
2. Elaborar, conduzir, relatar e analisar, de maneira crítica, pesquisas e investigações científicas
de distintas naturezas em processos psicossociais, proteção social, garantia de direitos e sobre
processos organizativos de coletivos sociais/educacionais/institucionais/políticos;
3. Atuar de forma integrada junto a equipes multi e interprofissionais, em instituições e
coletivos sociais em diferentes contextos de vulnerabilidade, visando à promoção de proteção
social;
4. Elaborar, implementar e acompanhar políticas públicas, visando a melhorar a inter-relação
pessoa/contexto sociocultural;
5. Analisar, executar e avaliar atuações nos diferentes contextos socioculturais de
vulnerabilidade social, fragilidades de vínculos e violência, no âmbito clínico, escolar,
organizacional, coletivos e comunitário;
6. Avaliar, a partir de atuação contextualizada, processos de acompanhamento psicossocial;
7. Atuar junto a grupos, movimentos sociais, instituições, coletivos e organizações políticas
visando processos de democratização e de mudança social;
8. Analisar de maneira crítica as implicações teóricas, ontológicas, epistemológicas, éticas e
políticas das diferentes abordagens psicológicas, psicossociais e psicopolíticas, de
desenvolvimento e de aprendizagem.
METODOLOGIA
O curso de Psicologia da UFAL adota metodologias diversas em suas atividades de ensino,
pesquisa e extensão. O princípio é sempre a articulação entre estas três dimensões, seja em
momentos de sala de aula, em grupos de pesquisa ou em campo, desenvolvendo atividades de
extensão com a comunidade atendida por docentes e discentes do curso.

48

Para isso, há certo predomínio de metodologias participativas, desenvolvendo a autonomia do/a
estudante, como por exemplo: metodologia da problematização/aprendizagem baseada em
problemas (parte da realidade, do estudo de casos/problemas); pesquisa como princípio
educativo; temas geradores; seminários; debates; aula expositiva dialogada. Estas visam
promover o aprender a aprender, articulando teoria e prática com atividades em campo já nos
primeiros semestres. As disciplinas de Práticas Integrativas, que ocorrem no terceiro período
do curso, possuem funções importantes de articulações entre as competências, habilidades e
conteúdos de disciplinas trabalhadas até o momento e participação dos/as estudantes em
atividades de extensão e pesquisa desenvolvidas no curso.
O protagonismo dos/as estudantes é ressaltado, assim como o trabalho com metodologias
participativas, seja em intervenções individuais, grupais ou institucionais. Para tanto, são
priorizadas metodologias que desenvolvam articulações entre a ciência, a ética e os
compromissos político-sociais.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A Lei de Diretrizes Curriculares dos Cursos de Psicologia nº 11.788, de 25 de setembro de
2008, define "estágio como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente
de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante”.
A Resolução 95/2019 do CONSUNI, que disciplina os estágios curriculares na UFAL, afirma
que “O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) é um componente curricular de caráter
formativo, inerente à formação acadêmico-profissional, que pode ser obrigatório ou nãoobrigatório, e que se constitui parte dos processos de aprendizagem teórico-prática, que
integram os Projetos Pedagógicos dos Cursos”. Segundo a Resolução, “O estágio curricular
supervisionado tem como objetivo o desenvolvimento de competências ― conhecimentos
teórico-conceituais, habilidades e atitudes― em situações de aprendizagem conduzidas no
ambiente profissional, sob a responsabilidade da UFAL e da Instituição Concedente”. O estágio
é obrigatório quando exigido pelas diretrizes curriculares do curso e/ou previsto no projeto
pedagógico, como componente curricular obrigatório para a integralização da estrutura
curricular. O estágio é não-obrigatório quando previsto nos projetos pedagógicos dos cursos
como atividade opcional à formação profissional, e/ou como parte integrante do conjunto de
possibilidades previstas para as atividades complementares.
Com base na citada Resolução, o Curso de Psicologia da UFAL prevê a realização de estágios
curriculares obrigatórios e não-obrigatórios. No caso dos estágios obrigatórios, estes são

49

previstos na estrutura curricular do curso, sendo oferecidos em duas modalidades, Estágio
básico e Estágio específico, conforme descrição a seguir.
Os Estágios (Básicos e Específicos) estão baseados na Lei Nº 6.494/77, no Decreto Nº 87.497
de 18/08/82, na Resolução 95/2019 do CONSUNI/UFAL, nas normas especificadas pela
PROGRAD, nas normas definidas pelo Colegiado do Curso, no Parecer N. 0062/2004 do
Conselho Nacional de Educação e Resolução Nº 05 de 15 de março de 2011, que apresenta as
Diretrizes Curriculares do Curso de Psicologia e na nova Lei do Estágio nº 11.788, de 25 de
setembro de 2008.
De acordo com as Diretrizes Curriculares do Curso de Psicologia, os estágios obrigatórios
supervisionados devem contemplar, pelo menos, 20% da carga horária total do curso, e
estruturar-se em dois níveis: estágios do núcleo comum e estágios das ênfases curriculares,
acompanhando o processo de formação.
Estágio Básico - Práticas Integrativas:
De acordo com as diretrizes nacionais, os Estágios do núcleo comum (Práticas Integrativas)
devem incluir o desenvolvimento e a integração das competências previstas no núcleo comum
da formação e devem contemplar a diversidade do campo da Psicologia.
As Práticas Integrativas do curso são constituídas por duas disciplinas, Práticas Integrativas I e
Práticas Integrativas II, desenvolvidas no terceiro e quarto períodos, respectivamente, cada uma
contemplando 72 horas de práticas integrativas supervisionadas e 40 horas de práticas
integrativas em campo. As duas disciplinas proporcionam oportunidades de práticas
supervisionadas com complexidade crescente, nas quais são realizadas atividades articuladas
entre as diversas áreas da Psicologia. Haverá um/a supervisor/a das Práticas Integrativas para
cada nível (I e II), e as atividades desenvolvidas estarão sob a orientação de professores/as
diretamente ligados à situação de prática envolvida junto aos projetos de extensão, pesquisa,
Serviço de Psicologia Aplicada, entre outros.
Assim, a disciplina Práticas Integrativas I, possibilita o ingresso dos/as estudantes em múltiplos
espaços de intervenção e é desenvolvida por atividades que envolvem a observação,
constituição de relatos e narrativas, por parte dos/as estudantes, do fazer psicológico. A
experiência favorece o processo de familiarização e problematização do cotidiano como
produto destas observações e narrativas.
Na disciplina Práticas Integrativas II, em continuidade à anterior, haverá a sistematização das
observações, dos relatos e das narrativas, articulando-as com uma proposta concreta de projeto

50

de intervenção. Considerando a importância de interligação entre as atividades de estágio e
outros elementos curriculares que ocorrem simultaneamente, a constituição de um projeto de
intervenção poderá articular-se com outras disciplinas ou projetos do curso.
Estágios Específicos:
Conforme as Diretrizes Nacionais, os Estágios Específicos visam ao desenvolvimento e à
integração das competências ligadas aos diferentes processos de trabalho desenvolvidos nas
ênfases curriculares do curso e ao perfil de cada instituição formadora.
Os Estágios Específicos I e II, realizados em dois momentos contínuos, durante o nono e o
décimo semestres, totalizam 764 horas distribuídas em 382 horas em cada semestre. Cada
disciplina contempla 72 horas de práticas supervisionadas e 310 horas de práticas em campos
de estágio.
As atividades serão desenvolvidas sempre sob a orientação de um/a professor/a supervisor/a. A
distribuição de sua carga horária contempla o processo de inserção do/a estudante no estágio:
no primeiro momento (Estágio Específico I), composto de 382 horas no semestre, o/a
estagiário/a estabelece os primeiros contatos com o campo, processos de familiarização e
contratos iniciais. Produzirá seu Plano de Estágio e iniciará o desenvolvimento de suas
atividades a partir do mesmo. O Estágio Específico II envolverá 382 horas no semestre e
consistirá na continuação do desenvolvimento do Plano de Estágio (após avaliação realizada
pelos/as supervisores/as, no processo de transferência de suas atividades e responsabilidades
para outros/as estagiários/as e na elaboração de um relatório final, concluindo seu Estágio.
Os Estágios Específicos estão diretamente articulados às Ênfases Curriculares propostas para o
curso: ‘Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde’ e ‘Psicologia, instituições e coletivos
sociais’.
Através dos estágios, pretende-se desenvolver as seguintes competências, habilidades, atitudes
e conhecimentos, dentre outros:
●

Atuar junto a indivíduos, grupos e comunidades elaborando diagnóstico, estratégias de

intervenção eficazes a partir da demanda das pessoas envolvidas com uma postura crítica e
responsável quanto à utilização de métodos e técnicas científicas, à avaliação e à produção de
conhecimentos da Psicologia;
●

Vivenciar a experiência profissional em psicologia de forma efetiva;

●

Ser capaz de elaborar relatórios pormenorizados de observação, relatos, narrativas e

utilização de áudio e vídeo como técnica de coleta e análise de dados de campo de estágio;

51

●

Desenvolver análise crítica e avaliar as atividades desenvolvidas no campo de estágio;

●

Experienciar atividades em contextos de políticas públicas;

●

Produzir e contextualizar os processos de avaliação psicológicos, utilizando-os de forma

crítica e responsável;
●

Trabalhar para a promoção de saúde e cidadania das populações atendidas;

●

Atuar preventivamente nos contextos e práticas educacionais;

●

Atentar aos vários fatores sócio-psíquico-ambientais envolvidos em determinado

contexto, orientando sua atuação às possibilidades de transformação de tais processos;
●

Atuar em diversos contextos de instituições de saúde (ambulatórios, unidades de saúde,

clínicas e hospitais) reconhecendo a psicologia como saber de atuação nos níveis de tratamento,
prevenção, promoção da saúde;
●

Ser capaz de realizar diagnóstico e planejar estratégias de intervenção eficazes em

resposta às demandas existentes em instituições, estando apto a desenvolver suas ações em
equipes interdisciplinares;
●

Orientar-se para uma psicologia inserida e comprometida com as questões

socioculturais. Atuar em contextos de psicologia clínica, reconhecendo-a como um campo de
intervenção psicossocial e instrumento de inclusão social, comprometida com a ética e a
promoção do bem-estar do indivíduo e da sociedade;
●

Ser capaz, ao final do estágio, de demonstrar capacidade reflexiva e de alcance não

apenas teórico, mas de análise crítica da atuação do/a psicólogo/a.
O Estágio Não Obrigatório é atividade opcional integrante do conjunto de possibilidades
previstas para as atividades complementares. A carga horária será de, no máximo, 30 horas
semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de
férias escolares poderão ocorrer atividades de estágios não obrigatórios, sendo a jornada de
trabalho estabelecida entre o/a estagiário/ e a parte concedente, com interveniência da UFAL,
através da Coordenação de Estágio do curso.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são obrigatórias no curso de psicologia e têm como objetivo
estimular a participação dos/as estudantes em experiências diversificadas que contribuam para
a formação profissional. Devem possuir relação direta com os objetivos do Curso e serem

52

devidamente

comprovadas.

As

atividades

complementares

poderão

ser

realizadas

individualmente ou em grupo, sempre orientadas para o envolvimento do/a estudante de forma
que contemplem, ao longo do curso, a participação em atividades vinculadas ao ensino, à
pesquisa e à extensão. A seguir o Quadro II apresenta as atividades. Outras atividades poderão
ser agregadas ao quadro, desde que envolvam interesse acadêmico e sejam submetidas à
avaliação e aprovação do Colegiado do Curso. As Atividades Complementares totalizam 180
horas para a integralização do curso.
Segundo a resolução Nº 113/95, que estabelece normas para o funcionamento da parte flexível
do sistema seriado dos cursos de graduação. As atividades da Parte Flexível de cada curso de
graduação da Universidade Federal de Alagoas, serão classificadas em quatro grupos assim
discriminados: Grupo 1 – Atividades de Ensino; Grupo 2 – Atividades de Extensão; Grupo 3 –
Atividades de Pesquisa; Grupo 4 – Atividades de Representação Estudantil. A carga horária da
Parte Flexível deverá, preferencialmente, ser distribuída ao longo do Curso e não poderá ser
preenchida com um só tipo de atividade.

QUADRO II - LISTA DE ATIVIDADES PARA CÔMPUTO - CARGA HORÁRIA
FLEXÍVEL
GRUPO 1 – ATIVIDADES DE ENSINO – FLX 001

SUBGRUPO ATIVIDADE

VALORAÇÃO

1

Monitoria mediante certificado da PROGRAD de
que concluiu o programa

Até 80 horas por ano
e 120 horas no total.

2

Estágios extracurriculares mediante declaração

Até 100 horas por ano
e 150 horas no total.

3

Disciplinas isoladas, de outros cursos.

Total da carga horária
da disciplina, até o
total de 120 horas.

53

4

Disciplinas eletivas extras.

5

Formação
a) Oficinas, Minicursos, Cursos Até 100 horas no total.
complementa preparatórios, Cursos de atualização
r
em Psicologia e Cursos afins.

b) Participação como jurado

Até 5 horas por júri e
20 horas no total.

c) Cursos de idiomas

Até 30 horas por
idioma e 60 horas no
total.

d) Bolsa BDI e Bolsa Permanência Até 80 horas por ano e
mediante declaração da PROEST
100 horas no total.

e) Aprovação em concursos Públicos 10 horas.

f) Desempenho no ENADE

6 horas para os/as
estudantes
que
obtiverem
nota
superior a 7,0.

GRUPO 2 - ATIVIDADES DE EXTENSÃO – FLX 002

SUBGRUPO ATIVIDADE

1

VALORAÇÃO

Atividades de extensão mediante declaração da Até 100 horas por ano
PROEX de que finalizou a atividade
e 150 horas no total.

54

2

3

Participação
em
Seminários,
Congressos,
Encontros
estudantis,
palestras.

a) Participação como ouvinte

Local: até 5 horas por
dia. Fora da cidade:
até 10 horas por dia.
(Até 50 horas por
evento e 150 horas no
total).

b) Participação como palestrante

Local:
10
horas
Regional: 15 horas
Nacional: 20 horas
Internacional:
30
horas Até 100 horas
no total.

Participação como mesário nas eleições

GRUPO 3 – ATIVIDADES DE PESQUISA – FLX 003

SUBGRUPO

ATIVIDADE

VALORAÇÃO

1

Atividades de pesquisa e Até 100 horas por ano
iniciação
científica, e 150 horas no total.
mediante declaração final
da PROPEP de que
concluiu a pesquisa

2

Publicação de trabalho

3

Apresentação de trabalho Local:
10
horas
em evento
Regional: 15 horas
Nacional: 20 horas
Internacional: 30 horas
Até 100 horas no total.

Até 10 horas por ano e
50 horas no total.

Até 30 horas por ano
eleitoral. 60 horas no
total.

55

4

Aproveitamento de
carga horária pelo
Colegiado de Curso,
mediante relatório de
desempenho
do
Professor
Orientador,
responsável
pela
atividade.

PET

GRUPO 4 – ATIVIDADES
ESTUDANTIL – FLX 004
SUBGRUPO

DE

REPRESENTAÇÃO

ATIVIDADE

VALORAÇÃO

1

Administração
e 50 horas por entidade
Representação
em cada ano. Até 100
entidades estudantis.
horas por ano e 100
horas no total.

2

Representação
em
Colegiados, Conselhos de
centro
e
Conselhos
superiores da UFAL.

25 horas por colegiado
cada ano. Até 50 horas
por ano e 75 horas no
total.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O TCC é uma atividade obrigatória, de caráter acadêmico/científico, a ser realizada pelo/a
discente, para que possa efetivar a integralização curricular do curso. Ele deverá ser concluído
ao final do curso e contará com 120 (cento e vinte) horas na integralização da carga horária
total do curso. Visa alcançar os seguintes objetivos:
- Estimular a iniciação à pesquisa, facilitando o avanço do conhecimento nas diferentes áreas
da Psicologia;
- Facilitar o processo de intervenção na realidade local, através de programas extensionistas,
contribuindo assim com o desenvolvimento local;
- Possibilitar ao/à discente a consolidação de sua formação de psicólogo.
Os temas dos projetos devem estar relacionados às ênfases curriculares do curso. A indicação
de outros temas deverá ser apreciada pelo/a orientador/a do/a estudante.

56

O TCC será desenvolvido por meio de trabalhos teóricos ou teóricos/práticos, devendo atender
as normas especificadas pelo Colegiado do Curso e em conformidade com as normas da
Unidade Acadêmica.
O TCC poderá ser desenvolvido individualmente ou em dupla. O TCC poderá assumir caráter
monográfico, artigo científico, memorial, relatório de observação, plano de negócios, estudo de
caso, ensaio ou produção técnico profissional. A avaliação do TCC será realizada pelo
orientador e por um avaliador, escolhido pelo/a estudante em conformidade com o/a
orientador/a. A nota final do TCC será a soma das notas dadas pelo avaliador e pelo orientador
dividida por dois. A nota mínima para aprovação no TCC é 7,0 (sete). As avaliações dos/as
professores/as serão realizadas por meio de parecer escrito. Após aprovação do trabalho, os
seguintes documentos devem ser enviados para secretaria do curso de graduação: parecer
escrito (orientador e avaliador), TCC versão final e termo de aprovação.
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Considerando o PNE (2014-2024), a Resolução Nº 7/2018 CNE/CES, bem como a Resolução
nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, que estabelecem o compromisso institucional com a
estruturação e efetivação das ações de extensão. O IP/Ufal assume compromisso com a
curricularização/creditação da extensão enquanto uma demanda de valorização deste
componente. A creditação da extensão no percurso de formação dos/as discentes de psicologia
da Ufal assume função social ao desenvolver suas atividades prioritariamente junto aos
movimentos sociais, instituições públicas de saúde e educação básica, por meio de projetos que
dialoguem com as necessidades postas.
A proposta de curricularização da extensão se assenta na necessidade de trazer para a formação
profissional, a construção de conhecimentos que são possíveis somente a partir da imersão em
condições concretas de vida da população. A extensão amplia as possibilidades de atuação e
aprendizagem dos/as estudantes da graduação, enfatizando a relação dos/as estudantes com as
comunidades/movimentos sociais/instituições públicas, como prerrogativa para apropriação do
conhecimento específico de cada área e suas relações com outras áreas.
A Resolução CNE/CES Nº 7, de 18 de dezembro de 2018, explicita a concepção e a prática das
Diretrizes da Extensão na Educação Superior, dentre outros aspectos:
I - a contribuição na formação integral do estudante, estimulando sua formação como cidadão
crítico e responsável; II - o estabelecimento de diálogo construtivo e transformador com os
demais setores da sociedade brasileira e internacional, respeitando e promovendo a

57

interculturalidade; III - a promoção de iniciativas que expressem o compromisso social das
instituições de ensino superior com todas as áreas, em especial, as de comunicação, cultura,
direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, e trabalho,
em consonância com as políticas ligadas às diretrizes para a educação ambiental, educação
étnico-racial, direitos humanos e educação indígena; IV - a promoção da reflexão ética quanto
à dimensão social do ensino e da pesquisa; V - o incentivo à atuação da comunidade acadêmica
e técnica na contribuição ao enfrentamento das questões da sociedade brasileira, inclusive por
meio do desenvolvimento econômico, social e cultural; VI - o apoio em princípios éticos que
expressem o compromisso social de cada estabelecimento superior de educação; VII - a atuação
na produção e na construção de conhecimentos, atualizados e coerentes, voltados para o
desenvolvimento social, equitativo, sustentável, com a realidade brasileira. (MINISTÉRIO DA
EDUCAÇÃO, Resolução Nº07/2018 CNE/CES, grifos nossos).
De acordo com a Resolução nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018, a
creditação da extensão se efetiva a partir de ações curriculares de extensão - ACEs, definidas
como ações de caráter científico, político, educativo e cultural que possibilitem a relação entre
os conhecimentos acadêmicos e os saberes locais com base em compreensões interdisciplinares.
Tais ações buscam promover a relação entre a tríade universitária (ensino, pesquisa e extensão)
na produção de conhecimentos transformadores entre a Universidade e a realidade local, com
suas variadas instituições e atores sociais.
Conforme os documentos apontados acima, as práticas extensionistas do curso de Psicologia
continuarão acontecendo ao longo do curso conforme as demandas apresentadas na relação com
a comunidade local, no entanto, serão materializadas por intermédio de projetos e eventos, que
deverão estar cadastradas no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA
e no módulo acadêmico desta universidade - Sie web.
Características do curso destacando as grandes áreas e a correlação delas com
conhecimentos e as ações de extensão.
Tomando como norte primordial as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos de
graduação em Psicologia (BRASIL, 2017), o curso de psicologia tem como objetivo: “Formar
psicólogos com capacidade crítico-reflexiva, fundamentados teórica e metodologicamente para
atuarem em diferentes contextos socioculturais, comprometidos com a ética, com a promoção
de saúde integral e com o desenvolvimento do conhecimento psicológico”. Bem como o perfil
do egresso “Profissional comprometido com a educação integral e a formação do cidadão, com
a promoção da saúde nos diversos níveis de atuação, capaz de compreender e intervir na
estrutura e funcionamento da sociedade, numa abordagem pluridisciplinar e numa visão
histórica, ética e política.”

58

É importante destacar que o IP recebe e atende diversas demandas sociais do estado de Alagoas,
destacando-se que o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA/IP) efetua atendimentos diários que
totalizam mais de 150 pacientes semanais do entorno e da própria instituição universitária; bem
como atividades de estágio e extensão que abarcam o Hospital Universitário Professor Alberto
Antunes, as secretarias municipais de saúde, assistência social e educação, incluindo ações de
extensão na educação básica (municipal e estadual); movimentos sociais e comunidades que
circundam a universidade.
É possível destacar a correlação entre as áreas de conhecimento desta graduação e as áreas
temáticas da extensão, Com base na Política Nacional de Extensão, publicada em 2012, as
áreas temáticas nas quais serão desenvolvidas as práticas de extensão deste curso: Direitos
Humanos e Justiça; Educação e Saúde.
Em decorrência da diversidade de orientações teórico-metodológicas, práticas e contextos de
inserção profissional, a formação em Psicologia diferencia-se em ênfases curriculares, sendo
elas aqui definidas como “Psicologia, práticas clínicas e cuidado em saúde” e “Psicologia,
instituições e coletivos sociais”, estando a primeira correlacionada a linha Saúde e a segunda
a linha Grupos sociais vulneráveis. Diversas ações de extensão do curso estão historicamente
vinculadas às disciplinas das ênfases, razão pela qual optou-se por articular dois projetos ao
programa de extensão aqui proposto, conectados a cada uma das ênfases.
Ações extensionistas do Curso desenvolvidas nos últimos anos.
Desde 23 de novembro de 2011 o instituto de psicologia oferta diversos projetos de extensão
vinculados ao “Programa Integrado de Cursos e Projetos de Extensão Universitária”,
promovendo eventos e desenvolvendo projetos voltados para a integração entre a universidade
e a sociedade em geral. Entre os anos de 2016-2022 foram registradas mais de 75 ações de
extensão do instituto, abordando temáticas e públicos diferenciados, envolvendo comunidades
internas e externas à UFAL, das quais destacam-se ações de extensão voltadas para educação,
escolas e inclusão, como feiras universitárias e parcerias com a secretaria municipal de
educação; oferta de atendimento clínico para comunidade através do Serviço de Psicologia
aplicada; parceria com a secretaria de saúde e ações no hospital universitário; parceria com a
vara de família e o Fórum através de avaliação Neuropsicológica Forense; ações com
pescadores/as e marisqueiros/as da comunidade ribeirinha alagoana; parcerias com a
Assistência Social através da discussão do PNAS, psicologia social e articulação com a
secretaria de assistência social; ações junto a comunidades quilombolas e indígenas de Alagoas,

59

articulação de uma rede de acompanhamento psicossocial entre lideranças e assentados do
Movimento Sem Terra de Alagoas, dentre muitas outras. As referidas ações de extensão do IP
estão articuladas a disciplinas obrigatórias e eletivas do curso, dentre as quais é possível
destacar - Práticas integrativas I e II; temáticas contemporâneas socioculturais e intervenções
psicológicas em processos socioculturais. As atividades apontam vinculação com diversas áreas
temáticas da extensão, dentre as quais destacam-se Direitos individuais e coletivos; Grupos
sociais vulneráveis e Saúde humana.
Menção de proposta de um programa de extensão que considere o disposto na resolução
Consuni/Ufal nº 04/2018
Conforme o exposto, o IP/Ufal propõe um programa de extensão que deverá abarcar dois
eventos e dois projetos de extensão, conectados às ênfases do curso. O programa tem por
horizonte a relação entre ensino, pesquisa e extensão no desenvolvimento de ações que
promovam o diálogo entre os saberes acadêmicos e os conhecimentos produzidos nas
comunidades locais, tendo como áreas temáticas direitos humanos e Saúde. O público alvo
abarca Instituições de ensino, saúde e assistência social; Equipamentos de políticas públicas;
Movimentos sociais; Organizações civis; Grupos vulneráveis e minoritários; Moradores de
comunidades rurais, indígenas e quilombolas.
Quantitativo de atividades curriculares de extensão (ACE) ofertadas.
O curso de psicologia da Ufal irá ofertar 06 ACES, sendo assim distribuídas:
2º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 01 (72H)
4º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 02 (72H)
5º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 03 (72H)
6º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 04 (72H)
7º Projeto de extensão - PIEX /PSI-MÓDULO 05 (90H)
8º Projeto de extensão - PIEX /PSI-MÓDULO 06 (90H)
Carga horária total do componente curricular obrigatório da extensão
Considerando a Carga horária total do curso - 4163 horas, ratificando a garantia do mínimo de
10% da carga horária total do curso para estas atividades, criadas a partir do remanejamento

60

da carga horária existente para as atividades curriculares de extensão, o curso de psicologia irá
ofertar total de carga horária de ACE de 468 horas assim distribuídas:
ACE 1 e 2 (eventos) = 144 horas
ACE 3-4 (projetos 1) = 144 horas
ACE 5-6 (projetos 2) = 180 horas
Formas de acompanhamento e avaliação das atividades de extensão do programa de
extensão curricularizada
O acompanhamento e avaliação do programa de extensão estão alinhados aos Indicadores
Nacionais de Extensão e abarcam os seguintes parâmetros:
Análise dos impactos sociais das ações de extensão: a partir de produção de indicadores
quantitativos e qualitativos da participação da comunidade externa em cada atividade de
extensão; Análise dos impactos acadêmicos e pedagógicos das ações de extensão: através da
produção de indicadores qualitativos das ações de extensão na avaliação de produtos, materiais
didáticos e documentos que auxiliem na compreensão do papel da extensão no processo
formativo.
Título do Programa
Identificação: PIEX- PROGRAMA INTEGRALIZADOR DE EXTENSÃO DO CURSO DE
PSICOLOGIA (PIEX-PSI).
Unidades acadêmicas ou cursos de graduação envolvidos
As atividades de extensão serão desenvolvidas em conjunto com docentes e discentes do curso
de Psicologia, podendo abarcar docentes e discentes de outras unidades acadêmicas
especialmente do Serviço Social, Educação e demais áreas de saúde como medicina,
enfermagem, nutrição e outras.
Justificativa fundamentada
O referido programa irá abarcar dois eventos de extensão a serem realizados no primeiro e
quarto semestre do curso; os quais poderão realizar atividades de divulgação e publicização
científica, bem como recepção da comunidade no ambiente universitário.

61

O programa abrange também dois projetos de extensão ligados às ênfases do curso, um deles
caracterizado como “Processos psicológicos e interprofissionalidade” e o segundo como
“Psicologia, instituições e coletivos sociais”, respeitando o funcionamento do curso que
tradicionalmente integra ações de extensão às disciplinas destas duas ênfases, No que diz
respeito a organização do curso, a articulação com estas disciplinas possibilita a inserção dos/as
discentes em diferentes contextos institucionais e sociais, visando o fortalecimento de ações
multiprofissionais em uma perspectiva interdisciplinar. No que diz respeito às demandas sociais
os dois projetos buscam atender às demandas de atenção à saúde, através do projeto Processos
psicológicos e interprofissionalidade; e demandas de atuação psicossocial, de educação e
movimentos sociais através do projeto Processos psicológicos e proteção social em instituições
e comunidades.

Abrangência do programa de extensão
Cada ACE estará em conformidade com os princípios da extensão da seguinte maneira:
Interdisciplinaridade: com o envolvimento de docentes de diferentes unidades acadêmicas
especialmente do Serviço Social, Educação e demais áreas de saúde como medicina,
enfermagem, nutrição e outras.
Intersetorialidade: com envolvimento de profissionais de diferentes órgãos, especialmente das
secretarias municipais de saúde, educação e serviço social.
Interinstitucionalidade:com o envolvimento de organizações institucionais tais como
movimentos sociais - Movimento dos trabalhadores e trabalhadoras rurais Sem Terra e
comunidades quilombolas.
Interprofissionalidade: com o envolvimento de profissionais de setores distintos nas ações de
extensão tais como profissionais da Proest, especialmente psicólogos deste setor, do hospital
universitário e do NAC envolvidos diretamente nas ações de extensão.
Áreas Temáticas e Linhas de Extensão do Programa
Considerando as especificidades do curso, particularmente que a formação em Psicologia
diferencia-se em ênfases curriculares, sendo elas “Psicologia, práticas clínicas e cuidado em
saúde” e “Psicologia, instituições e coletivos sociais” , estando a primeira correlacionada a
linha Saúde e a segunda às linhas direitos humanos. O PROGRAMA DE EXTENSÃO

62

PROCESSOS PSICOLÓGICOS, SAÚDE E PROTEÇÃO PSICOSSOCIAL está articulado a
estas duas áreas temáticas: Direitos Humanos e Justiça e Saúde.
Os projetos e eventos abarcados neste programa convergem para as linhas Grupos sociais
vulneráveis e Saúde humana, abarcando ações de promoção da saúde das pessoas, famílias e
comunidades; prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas e
hospitais universitários; serviço de psicologia aplicada, dentre outras; Bem como questões de
gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de credos religiosos, dentre
outros, processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação, de
respeito à identidade e inclusão; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de
metodologias de intervenção.
Objetivo do Programa
Objetivo geral:
Desenvolver ações que contemplem a tríade universitária ensino-pesquisa-extensão em
articulação com as demandas sociais que versem sobre as temáticas dos direitos humanos e
saúde
Objetivos específicos:
●

Contribuir para a formação acadêmica e profissional de estudantes de graduação, por

meio de sua participação no desenvolvimento de eventos e projetos de extensão universitária;
●

Promover pesquisas e ações de divulgação científica que reflitam as demandas sociais

do cenário regional;
●

Realizar projetos na área da saúde em contextos voltados para a prestação de serviços

em saúde como requisito para planejar intervenções que equacionem os problemas detectados
●

Atuar junto a grupos sociais, movimentos sociais e organizações políticas visando

processos de democratização e de mudança social e considerando a diversidade de perspectivas
teóricas e metodológicas em ciências humanas e sociais.
Ementa do Programa
Psicologia e capacitação e qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas
de direitos humanos; Promoção à saúde e qualidade de vida; capacitação e qualificação de
recursos humanos e de gestores de políticas públicas de saúde.

63

Metodologia
As ações de extensão propostas pelo presente programa irão abarcar Eventos: ação que implica
na apresentação e/ou exibição pública de conhecimento ou produto cultural e científico
desenvolvido pela Universidade na relação com as demandas sociais. e projetos: ação contínua
de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico, com objetivo de diálogo com a
realidade regional na articulação com a tríade acadêmica (ensino, pesquisa e extensão). O
público alvo e locais de atuação são escolas, unidades básicas de saúde, comunidades e
organizações sociais, e grupos em situação de vulnerabilidade social. As ACEs 3 e 4, chamadas
ACESs interprofissional serão realizadas em parceria com os cursos da saúde da Ufal Acompanhamento, Indicadores e Avaliação
O acompanhamento e avaliação do programa de extensão estão alinhados aos Indicadores
Nacionais de Extensão a partir da Análise dos impactos sociais das ações de extensão e Análise
dos impactos acadêmicos e pedagógicos das ações de extensão:
As análises quantitativas de impacto social das ações serão realizadas a partir dos registros de
inscrição e participação nas ações de extensão (tanto projetos quanto eventos) no sistemas
acadêmicos (Sigaa), os indicadores qualitativos de impacto social serão analisados através dos
relatórios parciais e finais das ações de extensão vinculados aos projetos e eventos e registrados
via sigaa.
Os impactos acadêmicos serão avaliados através de indicadores quantitativos como notas,
frequência, níveis de aprovação e reprovação nas ACEs registradas no sistema acadêmico, bem
como relatórios e diários de campo produzidos pelos/as participantes.

Distribuição da carga horária das ACEs na matriz curricular do curso
Mínimo de cinco (05) ACEs na matriz curricular
2º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 01 (72H)
4º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 02 (72H)
5º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 03 (72H)
6º Período do curso - PIEX /PSI-MÓDULO 04 (72H)
7º Projeto de extensão - PIEX /PSI-MÓDULO 05 (90H)
8º Projeto de extensão - PIEX /PSI-MÓDULO 06 (90H)

64

COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO
Trata-se de um quadro contendo a carga horária em horas e em horas aula de todos os
componentes curriculares obrigatórios do curso: disciplinas obrigatórias, eletivas, Estágio
Supervisionado, Atividades Complementares, TCC e Extensão.
Componentes Curriculares

Carga Horária

Obrigatórias

2.803

Eletivas

360

TCC

120

Estágio obrigatório + Básico

700

Atividades Complementares

180

Total

4.163

Atividades Curriculares de

(468*)

Extensão
*A carga horária de Atividades de Extensão não é somada ao total e sim distribuída entre os
demais componentes curriculares.
Observar se a carga horária total em horas atende ao que determina a legislação.

COMPONENTES CURRICULARES

CARGA HORÁRIA

PERCENTUAL

Disciplinas Obrigatórias (com ACES)

2.803

67,3%

Disciplinas Obrigatórias (Sem ACEs)

2.335

56,07%

Disciplinas Eletivas

360

8,64%

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

120

2,88%

Estágios (Básico e Específico)

700

16,80%

Atividades Complementares

180

4,32%

65

Atividades Curriculares de Extensão
(ACE)

468

11,23%

CARGA HORÁRIA TOTAL

4.163

100,00%

GRÁFICO
Figura 1. Distribuição percentual dos componentes curriculares do curso através de um gráfico.

MATRIZ CURRICULAR
CURRÍCULO DO CURSO DE PSICOLOGIA
Período Disciplina

Obrigatória Pré-requisito

Semanal

Semestral
Total

66

1

2

Filosofia

Sim

-

4h

72h

História da Psicologia

Sim

-

4h

72h

Antropologia Cultural

Sim

-

4h

72h

Introdução ao
Pensamento Científico
Psicologia do
Desenvolvimento I
Total do 1 Período

Sim

-

4h

72h

Sim

-

4h

72h

Sociologia

Sim

-

4h

72h

Psicologia do
Desenvolvimento II

Sim

Processos Psicológicos Sim
Básicos
Sim
Psicologia Social
PIEX /PSI-MÓDULO 01 Sim

Psicologia do
Desenvolvime 4h
nto I
4h

72h
72h

-

4h

72h

-

4h

72h

Sim

-

4h

72h

Sim

-

4h

72h

Sim
Práticas Integrativas I
Práticas
Integrativas Sim
Supervisionadas I
Psicologia e relações Sim
étnico-raciais
Não
Eletiva I
Total do 3 Período

-

4h

40h

-

4h

72h

-

4h

72h

-

4h

72h

Psicologia e
Neurociência
Teorias da subjetividade

Sim

-

4h

72h

Sim

-

4h

72h

Sim

Práticas
Integrativas I

4h

40h

Total do 2 Período
Ética Profissional
Pesquisa em Psicologia
3

Práticas Integrativas II
4

5

Práticas Integrativas
Supervisionadas II

Sim

Eletiva 2

Não

Práticas
Integrativas
4h
Supervisionad
as I
4h

72h
72h

PIEX /PSI-MÓDULO 02 Sim
Total do 4 Período

-

4h

72h

Processos Grupais

-

4h

72h

Sim

67

6

7

8

Psicopatologia Geral
Fundamentos da Clínica

Sim

-

4h

72h

Sim

-

4h

72h

Eletiva 3

Não

-

4h

72h

PIEX /PSI-MÓDULO 03 Sim
Total do 5 Período

-

4h

72h

-

4h

72h

-

4h

72h

-

4h

72h

-

4h

72h

-

4h

72h

4h

72h

4h

72h

Psicologia, práticas
Sim
clínicas e cuidado em
saúde
Psicologia, instituições e Sim
coletivos sociais
Processos de Avaliação Sim
Psicológica I
Psicopatologia:
Sim
Sofrimento psíquico
PIEX /PSI-MÓDULO 04 Sim
Total do 6 Período
Processos de Avaliação
Psicológica II

Sim

Saúde Mental e
Psicologia
Psicologia Escolar
educacional I
Eletiva 4

Sim

Processos de
Avaliação
Psicológica I
-

Sim

-

4h

72h

Não

-

4h

72h

PIEX /PSI-MÓDULO 05 Sim
Total do 7 Período

-

5h

90h

Sim
Psicoterapias
Psicologia do Trabalho e Sim
das organizações

-

4h

72h

-

4h

72h

Psicologia
Educacional II

Escolar Sim

Eletiva 5

Não

PIEX /PSI-MÓDULO 06 Sim

72h
90h

Sim

4h

72h

Sim

17h

310h

Prática Supervisionada II Sim

4h

72h

Estágio Específico
Supervisionado I

-

72h

5h

Prática Supervisionada I
9

Psicologia
4h
Escolar
Educacional II
4h

Total do 9 Período
10

68

Estágio Específico
Supervisionado II

Sim

17h

310h

Total do 10 Período
Total:

42 disciplinas +
04 Estágios
Disciplinas obrigatórias (com ACEs)

2.803h

ACEs

468h

Disciplinas eletivas

360h

Atividades Complementares

180h

Trabalho de Conclusão de Curso

120

Carga horária total

4.163

Extensão

69

QUADRO - FLUXOGRAMA CURRICULAR
SEMESTRES
1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Prática

Prática

Supervisionad

Supervisionad

aI

a II

Estágio

Estágio

Específico

Específico

Supervisionad

Supervisionad

oI

o II

Psicologia,
Filosofia

Sociologia

Ética
Profissional

Psicologia e

Processos

Neurociência

Grupais

práticas

Processos de

clínicas e

Avaliação

cuidado em

Psicológica II

Psicoterapias

saúde
Psicologia,
História da
Psicologia

Psicologia do
Desenvolvime
nto II

Pesquisa em

Teorias da

Psicopatologia

instituições e

Saúde Mental

Psicologia

subjetividade

Geral

coletivos

e Psicologia

sociais

Antropologia
Cultural

Processos
Psicológicos
Básicos

Práticas
Integrativas I

Psicologia
Social

Práticas
Integrativas
Supervisionad
as I

Práticas

Fundamentos

Integrativas II

da Clínica

Práticas
Introdução ao
Pensamento
Científico

Psicologia do
Desenvolvime
nto I

PIEX /PSIMÓDULO 01

Psicologia e
relações
étnico-raciais

Integrativas
Supervisionad

Trabalho e das
organizações

Processos de

Psicologia

Psicologia

Avaliação

Escolar

Escolar

Psicológica I

educacional I

Educacional II

Eletiva 4

Eletiva 5

Psicopatologia
Eletiva 3

: Sofrimento
psíquico

as II

Eletiva 2

Psicologia do

PIEX /PSI-

PIEX /PSI-

PIEX /PSI-

PIEX /PSI-

MÓDULO 03

MÓDULO 04

MÓDULO 05

MÓDULO 06

70

EIXOS

Interfaces com
Campos Afins

Eletiva I

PIEX /PSIMÓDULO 02

Fenômenos e
Processos
Psicológicos

Procedimentos
para a
Investigação e
Prática

Fundamentos
Teórico
Metodológicos

Fundamentos
Epistemológi
cos e
Históricos

Práticas
Profissionais

71

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO

CH
Prátic
a

Teórica

CH
Total

Filosofia

00

72

72

História da Psicologia

00

72

72

Antropologia Cultural

00

72

72

Introdução ao Pensamento
Científico

00

72

72

00

72

72

00

360h

360h

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

00

72

72

00

72

72

00

72

72

00

72

72

40

32

72

40h

320h

360

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

Psicologia do Desenvolvimento I
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
1º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 2º PERÍODO

Sociologia
Psicologia do Desenvolvimento II
Processos Psicológicos Básicos
Psicologia Social
PIEX /PSI-MÓDULO 01
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
2º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 3º PERÍODO

CH

72

00

72

72

00

72

72

40

00

40

00

72

72

00

72

72

00

72

72

CARGA HORÁRIA TOTAL DO
3º PERÍODO

40h

360h

400h

DISCIPLINAS DO 4º PERÍODO

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

00

72

72

00

72

72

Práticas Integrativas II

40

00

40

Práticas Integrativas
Supervisionadas II

00

72

72

Eletiva 2

00

72

72

40

32

72

40h

320h

400h

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

Ética Profissional
Pesquisa em Psicologia

Práticas Integrativas I
Práticas Integrativas
Supervisionadas I
Psicologia e relações étnico-raciais
Eletiva I

CÓDIGO

Psicologia e Neurociência
Teorias da subjetividade

PIEX /PSI-MÓDULO 02
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
4º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 5º PERÍODO

73

00

72

72

00

72

72

Fundamentos da Clínica

00

72

72

Eletiva 3

00

72

72

40

32

72

40h

320h

360h

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

Psicologia, práticas clínicas e
cuidado em saúde

00

72

72

Psicologia, instituições e coletivos
sociais

00

72

72

Processos de Avaliação Psicológica
I

00

72

72

00

72

72

40

32

72

40h

320h

360h

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

00

72

72

Processos Grupais
Psicopatologia Geral

PIEX /PSI-MÓDULO 03
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
5º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 6º PERÍODO

Psicopatologia: Sofrimento psíquico
PIEX /PSI-MÓDULO 04
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
6º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 7º PERÍODO

Psicologia Escolar Educacional I

74

Processos de Avaliação Psicológica

00

72

72

00

72

72

00

72

72

50

40

90

50h

328h

378h

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

00

72

72

00

72

72

00

72

72

00

72

72

50

40

90

50h

328h

378h

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

00

72

72

310

00

310

II
Saúde Mental e Psicologia
Eletiva 2
PIEX /PSI-MÓDULO 05
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
7º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 8º PERÍODO

Psicoterapias
Psicologia do
organizações

Trabalho

e

das

Psicologia Escolar Educacional II
Eletiva 5
PIEX /PSI-MÓDULO 06
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
8º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 9º PERÍODO

Prática Supervisionada I

Estágio Específico Supervisionado I

75

CARGA HORÁRIA TOTAL DO
9º PERÍODO

CÓDIGO

DISCIPLINAS DO 10º PERÍODO

Prática Supervisionada II

Estágio Específico Supervisionado II
CARGA HORÁRIA TOTAL DO
10º PERÍODO

310

72h

382h

CH
Prátic
a

CH
Teórica

CH
Total

00

72

72

310

00

310

310

72

382

QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS

QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
CÓDIGO

DISCIPLINA

TIPO

CARGA
HORÁRIA
TEÓRICA

76

PSIC060

CLÍNICA PSICANALÍTICA

Eletiva

72h

PSIC061

ESTUDO DE CASOS CLÍNICOS

Eletiva

72h

PSIC140

PSICOLOGIA POLÍTICA

Eletiva

72h

PSIC143

A CRIANÇA E A LINGUAGEM

Eletiva

72h

PSIC144

WINNICOTT E A CLÍNICA
PSICOSSOCIAL

Eletiva

72h

PSIC146

PSICOLOGIA, FILOSOFIA E
PSICANÁLISE

Eletiva

72h

PSIC148

CORPO, CLÍNICA E CULTURA

Eletiva

72h

PSIC153

PSICOLOGIA, ARTE E
SOCIEDADE

Eletiva

72h

PSIC158

TÓPICOS EM SAÚDE MENTAL
DA POPULAÇÃO LLGBTPQIAN+
NA CONTEMPORANEIDADE

Eletiva

72h

PSIC161

DECLINAÇÕES DO MEDO EM
SITUAÇÕES DE CALAMIDADE

Eletiva

72h

PSIC164

PSICANÁLISE, VIRTUALIDADE E
O ADOLESCENTE
CONTEMPORÂNEO

Eletiva

72h

PSIC169

PSICOLOGIA E SOCIEDADE

Eletiva

72h

PSIC170

PSICOLOGIA, NATUREZA E
OUTRAS HUMANIDADES

Eletiva

72h

PSIC171

FILOSOFIA DO INCONSCIENTE:
PERCURSO HISTÓRICO E
EPISTEMOLÓGICO

Eletiva

72h

PSIC019

PSICOLOGIA
EXPERIMENTAL

Eletiva

72h

PSIC057

PSICOLOGIA
EXPERIMENTAL

Eletiva

72h

PSIC066

FILOSOFIA DA MENTE E
PSICOLOGIA

Eletiva

72h

PSIC067

PSICOGERONTOLOGIA

Eletiva

72h

PSIC082

PSICOLOGIA FORENSE

Eletiva

72h

PSIC085

NEUROPSICOLOGIA

Eletiva

72h

PSIC099

A NEUROCIÊNCIA DOS
TRANSTORNOS MENTAIS

Eletiva

72h

77

PSIC104

PSICOFARMACOLOGIA

Eletiva

72h

PSIC134

PSICOLOGIA JURÍDICA

Eletiva

72h

PSIC136

NEUROCRIMINOLOGIA

Eletiva

72h

PSIC151

PSICOPATOLOGIA
BIOLÓGICA
NEUROCIENTÍFICA

Eletiva

72h

EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR
Cada disciplina, obrigatória e eletiva, deve ser apresentada com sua ementa e respectiva
bibliografia. A ementa descreve num só parágrafo os temas a serem trabalhados pelo/a docente
e deve ser coerente com o nome da disciplina.
A bibliografia básica deve conter no mínimo 03 títulos de livro ou artigo de periódico coerente
com a ementa. Sugere-se que sejam escolhidos livros que contemplem uma visão mais geral da
disciplina, evitando-se os muito específicos. A bibliografia complementar também deve ser
resumida, sugere-se cinto títulos.

Disciplina: FILOSOFIA

Período:

1

Pré requisito CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Origens do pensamento filosófico. logos e mito. ser humano e cultura. ética e

liberdade. articulações entre filosofia e psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERGSON, Henri. Cursos sobre a filosofia grega. São Paulo, SP: Martins Fontes, c2005.
HUME, David. Investigação sobre o entendimento humano. São Paulo: Escala Educacional,
2006.
KANT, Immanuel. Antropologia de um ponto de vista pragmático. São Paulo: Iluminuras,
2019. (disponível em http://www.filosofia.com.br/figuras/livros_inteiros/171.txt)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

78

ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Tradução de Alfredo Bosi. 3.ed. São Paulo:
Martins Fontes, 1999.
CASSIN, Barbara. Aristóteles e o logos: contos da fenomenologia comum. São Paulo: Loyola,
c1999.
GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São Paulo: Unesp, c1991.
JAPIASSU, Hilton. Introdução à epistemologia da psicologia. 3. ed. rev. e ampl. Rio de janeiro:
Imago, 1982.
NIETZSCHE, Friedrich W. A gaia ciência. 6. ed. Lisboa: Guimarães Editores 1977.

Disciplina: HISTÓRIA DA

Pré requisito -

PSICOLOGIA
Período:

1

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: História social da psicologia. Problematização histórica das práticas atuais da

psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Jacó-Vilela, A. M. (2021). Trajetórias da Psicologia no Brasil : conciliações e resistências.
Memorandum: Memória E História Em Psicologia, 38. https://doi.org/10.35699/16761669.2021.36485 Jacó-Vilela, A.M., Cerezzo, A.C. & Rodrigues, H.B.C. (Orgs.). (2003).
CLIO-PSYCHÉ: paradigmas: historiografia, psicologia, subjetividades. Rio de Janeiro:
Relume- Dumará, 2003.. 422 p. ISBN 8573163313 : (Broch.). Classificação: 159.9(81)(091)
C641 Ac.36891 Jaco-Vilela, A. M.; Ferreira, A. A. L.; Portugal, F. T. (Orgs.) (2013). História
da psicologia: rumos e percursos. 2. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Nau, c2005.. 615 p. (Ensino
da psicologia). ISBN 9788585936662 : (Broch.) Classificação: 159.9(091) H673 2.ed.
Ac.27104
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Filipe Degani-Carneiro, F. D.; Lima, T. H; Fukusima; S. S.; Bastos, A. V. B. (Orgs.) (2022).
Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira [recurso eletrônico]: o FENPB e suas histórias.
Brasília : CFP https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/livro_fenpb.pdf
Freitas, RH. (Org) (2008). História da psicologia: pesquisa, formação, ensino [online]. Rio de
Janeiro:
Centro
Edelstein
de
Pesquisas
Sociais.
https://static.scielo.org/scielobooks/c2248/pdf/freitas-9788599662830.pdf
Lima, A. M.; Lino, T.R.; Cardoso, L. F. V; Marra, M. C. (Orgs.) (2019). Psicologia social crítica
[recurso eletrônico] : tecendo redes e articulando resistências em contextos de retrocesso. Porto
Alegre:
ABRAPSO.
https://site.abrapso.org.br/wpcontent/uploads/2021/09/colecao_encontros_2020_volume6.pdf
Rasera, E. F.; Pereira, M.S.; Galindo, D. (Orgs.) (2017). Democracia participativa, estado e
laicidade [recurso eletrônico]:psicologia social e enfrentamentos em tempos de exceção. – Porto
Alegre:
ABRAPSO.
https://site.abrapso.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Livro-XIXEncontro-Nacional-Democracia-participativa-Estado-e-Laicidade.pdf

79

Disciplina: ANTROPOLOGIA

Pré requisito -

CULTURAL
Período:

1

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Objeto, métodos e técnicas da pesquisa antropológica. Indivíduo, natureza, cultura,

corpo, sociedade e marcadores sociais da diferença. Articulações entre antropologia e
psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MONTERO, Paula. Da doença à desordem: a magia na umbanda. Rio de Janeiro: Graal,
1985.
LÉVI-STRAUSS, Claude. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1967.
CLASTRES, PIERRE. A sociedade contra o Estado. São Paulo: Cosac & Naify, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TSING. Anna. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no antropoceno. Brasília: IEB Mil
Folhas, 2019.
CASTRO; V. E. Metafísicas Canibais: elementos para uma antropologia pós-estrutural. São
Paulo: Ubu e N-1, 2018.
SANTOS, A. B. Somos da terra. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, número 12, página 44 - 51,
2018. (https://piseagrama.org/somos-da-terra/)
LÉVI-STRAUSS, C. A crise moderna da Antropologia, Revista de Antropologia, vol. 10 (1 e
2), São Paulo, 1962.
LÉVI-STRAUSS, C. Tristes trópicos, Lisboa/São Paulo, Ed. 70/Martins Fontes, 1981.
Disciplina: INTRODUÇÃO AO

Pré requisito -

PENSAMENTO CIENTÍFICO
Período:

1

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Teoria do conhecimento. Pressupostos históricos e epistemológicos da ciência

moderna. Percursos epistemológicos do conhecimento em psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COMTE, Auguste. Curso de filosofia positiva: Discurso sobre o espirito positivo; Discurso
preliminar sobre o conjunto do positivismo; Catecismo positivista. 2. ed. São Paulo: Abril
Cultural, 1983.
DESCARTES, René. Discurso do método. 2. ed. Brasília, DF: Martins Fontes, 1996.

80

KOYRÉ, Alexandre. Estudos de história do pensamento científico. Tradução de Márcio
Ramalho. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVES-MAZZOTTI, Alda J.; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências
naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1999.
BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico. Tradução de Estela dos Santos
Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
HESSEN, Johannes. Teoria do conhecimento. 2. ed. Martins Fontes, 2003.
JAPIASSU, Hilton. O mito da neutralidade científica. 2.ed. Rio de Janeiro: Imago, 1981.
SANTOS, Boaventura de S. Um discurso sobre as ciências. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.

Disciplina: PSICOLOGIA DO
DESENVOLVIMENTO I

Período:

1

Pré requisito
CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Psicologia do Desenvolvimento Infantil: história,

teorias, investigação e

intervenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DESSEN, M. A. A ciência do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2005.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos
psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
WINNICOTT, D. W. A criança e o seu mundo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARIES, P. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: LTC, 1981.
BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental. S. Paulo: Martins Fontes, 1995.
DOLTO, Françoise. As etapas decisivas da infância. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de.; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky,
Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.
FREUD, S. Um Caso de Histeria, Três Ensaios sobre a Sexualidade e outros trabalhos.
ESB V. VII. Rio de Janeiro: Imago, 2006.

Disciplina: SOCIOLOGIA

Período:

2

Pré requisito CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Elementos de análise sociológica: modos de produção, relações de produção,

formação econômico-social, estrutura social, classes sociais. Instituições e mudanças sociais.
Caracterização da sociedade brasileira e sua evolução histórica.

81

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERGER, P. I. A construção social da realidade. Petrópolis: Vozes, 1973.
DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo: Nacional, 1966.
FERNANDES, F. Elementos de Sociologia teórica. São Paulo: Nacional, EDUSP, 1970.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SENNETT, R. A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo
capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 1999.
ZIZEK, S. Bem-vindo ao deserto do real! Cinco ensaios sobre o 11 de setembro e datas
relacionadas. São Paulo: Bomtempo Editorial, 2003.

Disciplina: PSICOLOGIA DO
DESENVOLVIMENTO II

Período:

2

Pré requisito
Psicologia do Desenvolvimento I
CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Psicologia do desenvolvimento da adolescência ao envelhecimento: história, teorias,

investigação e intervenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA, Luciana Mara Tachini; FACCI, Marilda Gonçalves Dias. Contribuições da
psicologia histórico-cultural para o ensino médio: conhecendo a adolescência. Psicol. educ.,
São
Paulo,
n.
47,
p.
47-55,
dez.
2018.
Disponível
em
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141469752018000200006&lng=pt&nrm=iso>.
MORABI, Marina de Moraes e Prado; MACEDO, Mônica Medeiros Kother. Adolescence and
the 'vicissitudes identificatórias'. Revista Fragmentos de Cultura - Revista Interdisciplinar
de Ciências Humanas, Goiânia, v. 27, n. 4, p. 475-485, fev. 2018. ISSN 1983-7828. Disponível
em: <http://seer.pucgoias.edu.br/index.php/fragmentos/article/view/6088/3407>
NERI, A. L. Desenvolvimento e envelhecimento: perspectivas biológicas, psicológicas e
sociológicas. Campinas: Papirus, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DIAS, E. de O. A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. Rio de Janeiro: Imago,
2003.
MASCAGNA, Cristina Gisele. Adolescência: Compreensão Histórica a Partir da escola de
Vigotski. 185p. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Estadual de Maringá,
Maringá, 2009.
NERI, A. L. Qualidade de vida e idade madura. Campinas: Papirus, 2007.
STUART – HAMILTON, Y. A psicologia do envelhecimento: uma introdução. Porto Alegre:
Artmed, 2006.

82

WINNICOTT, D. W. A família e o desenvolvimento individual. 3. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2005.
Disciplina: PROCESSOS

Pré requisito -

PSICOLÓGICOS BÁSICOS
Período:

2

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Estudos contemporâneos e principais teorias acerca da sensação, percepção, atenção,
memória e inteligência.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GAZZANIGA, M.S.; IVRY, R.B.; MANGUN, G.R. Neurociência Cognitiva: a biologia
da mente, 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
IZQUIERDO, I. Memória, 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
PURVES, D., AUGUSTINE, G.J., FITZPATRICK, D., HALL, W.C., LaMANTIA, A.S.
MCNAMARA, J. O.; WHITE, L. E. Neurociências, 4a ed., Porto Alegre: Artmed, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SCHIFFMAN, H. R. Sensação e Percepção. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
STERNBERG, R. J. Psicologia Cognitiva. 4a ed., Porto Alegre: Artmed, 2008.

Disciplina: PSICOLOGIA SOCIAL

Período:

2

Pré requisito CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Fundamentos históricos, teóricos e epistemológicos da Psicologia Social. Interfaces

e inserções contemporâneas da Psicologia Social brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ÁLVARO, J. L. & GARRIDO, A. Psicologia social: perspectivas psicológicas e sociológicas.
Tradução Miguel Cabrera Fernandes; revisão técnica Raquel Rosas Torres. São Paulo:
McGraw-Hill, 2006
CARONE, Iray; BENTO, Maria Aparecida Silva. (Org.). Psicologia social do racismo: estudos
sobre branquitude e branqueamento no Brasil. 3. ed., Petrópolis: Vozes, 2007
JACO-VILELA, Ana Maria; DEGANI-CARNEIRO, Filipe; OLIVEIRA, Dayse de Marie. A
formação da psicologia social como campo científico no Brasil. Psicologia e Sociedade, Belo
Horizonte ,
v. 28(3),: 526-536,
dez.
2016 .
Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010271822016000300526&lng=pt&nrm=iso>.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

83

FERREIRA, M. C. A Psicologia Social contemporânea: principais tendências e perspectivas
nacionais e internacionais. Psic.: Teor. e Pesq., Brasília , v. 26, n. spe, p. 51-64, 2010.
Disponível
em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010237722010000500005&lng=pt&nrm=iso>.
FLÔRES, Paula et al. O que pode a Psicologia Social com relação ao presente?. Revista Polis
e Psique, Porto Alegre, RS, v. 11, n. 1, p. 183-203, jan. 2021. ISSN 2238-152X. Disponível em:
<https://seer.ufrgs.br/PolisePsique/article/view/107984>. Acesso em: 24 fev. 2021.
doi:https://doi.org/10.22456/2238-152X.107984.
ROSE, N. A psicologia como uma ciência social. Psicologia e Sociedade, Porto Alegre, 20 (2): 155164, 2008. Disponível online: http://www.scielo.br/pdf/psoc/v20n2/a02v20n2.pdf

De forma complementar serão utilizados outros textos clássicos e contemporâneos, com
especial atenção a publicações da revista da Associação Brasileira de Psicologia Social
(ABRAPSO), Psicologia & Sociedade, buscando-se a atualização constante da bibliografia.

Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL

Período:

3

Pré requisito CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Ética como valor humano, relações políticas e do cotidiano. Ética na pesquisa. Ética

na atuação profissional em psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Aristóteles. Ética a nicômaco. São Paulo: Martin Claret, 2005. 240 p
Conselho Federal de Psicologia (2005). Código de Ética profissional do psicólogo. Brasília:
CFP.
Disponível:
https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2012/07/codigo-de-eticapsicologia.pdf
Ministério da Saúde (2016). Resolução CNS n. 510/16. Comissão Nacional de Ética na Pesquisa
– CONEP.
Disponível: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2016/Reso510.pdf
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Freud, S. (1969). Observações sobre o amor transferencial. In: S. Freud, Edição Standard
Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Vol. 12, p. 207-223
KEHL, Maria Rita. Sobre ética e psicanálise. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 203p
Lacan, J. (1997). O Seminário, livro 7: A ética da psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar.
Kehl, M. R. (2002). Sobre ética e psicanálise. São Paulo: Companhia das Letras.

Disciplina: PESQUISA EM

Pré requisito -

PSICOLOGIA
Período:

3

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

84

EMENTA: Elaboração de projeto de pesquisa. Abordagens e estratégias metodológicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Gonzalez Rey, F. L.; Silva, M. A. F. (2002). Pesquisa qualitativa em psicologia: caminhos e
desafios. São Paulo: Pioneira. xiii, 188p ISBN 8522102678 : (Broch.). Classificação:
159.9:001.8 G643i Ac.16412 (há 5 exemplares na UFAL)
Oliveira, G. G., Oliveira, A. L., & Mesquita, R. G. (2013). A Teoria do Discurso de Laclau e
Mouffe e a Pesquisa em Educação. Educação &Amp; Realidade, 38(4), 1327-1349.
https://www.scielo.br/j/edreal/a/tt3RpF8zjvRZDNwtcQS4Snk/?lang=pt#
Rocha, D.; Deusdará, B. (2005). Análise de conteúdo e análise do discurso: aproximações e
afastamentos na (re)construção de uma trajetória. Alea, 7 (2), 305-322
https://www.scielo.br/j/alea/a/PQWYmTntpVgYYZdrbdnQbBf/?format=pdf&lang=pt
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Costa, F. A. (2019). Narrativas e metodologias participativas: Democracia como condição de
possibilidade. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 19, 2. https://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/revispsi/article/view/44282/30302
Diniz, D. (2013). Carta de uma orientadora. O primeiro projeto de pesquisa. Brasília:
LetrasLivres. https://ead.saude.pe.gov.br/pluginfile.php/42700/mod_resource/content/2/Cartade-uma-orientadora.pdf.pdf
Neves, S. & Nogueira, C. (2014). Metodologias feministas na psicologia social crítica: a ciência
ao serviço da mudança social. Ex aequo, 11, 123-138.
https://exaequo.apem-estudos.org/artigo/metodologias-feministas-na-psicologia-social-critica
Piovani, J. I. (2011). La escuela de Chicago y los enfoques cualitativos: términos y conceptos
metodológicos. Papers. Revista de Sociologia, [S.l.], v. 96, n. 1, p. 245-258.
https://papers.uab.cat/article/view/v96-n1-piovani/291
Rodrigues, A. S. P., Sachinski, G. P., & Martins, P. L. O. (2022). Contribuições da revisão
integrativa para a pesquisa qualitativa em Educação. Linhas Críticas, 28, e40627.
https://doi.org/10.26512/lc28202240627
Disciplina: PRÁTICAS

Pré requisito

INTEGRATIVAS I
Período:

3

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

40h

00

40h

EMENTA: Compromisso ético-político e transversalidade dos direitos humanos nas práticas

psicológicas. Aproximação com os diversos campos de atuação da psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BUBER, Martin. Eu e Tu. Tradução do alemão, introdução e notas por Newton Aquiles Von
Zuben. 10. ed. São Paulo: Centauro, 2006. 150 p.
hooks, bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática de liberdade. São Paulo:
Martins
Fontes,
2013.
Disponível
em:
https://www.ufrb.edu.br/ppgcom/images/bell_hooks_-_Ensinando_a_Transgredir_1.pdf
PAIM, Jairnilson Silva. O que é o SUS. Coleção Temas em Saúde 1. Rio de Janeiro: Editora
Fiocruz, 2015. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/livro/o-que-e-o-sus-e-bookinterativo

85

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEZERRA, Henrique Jorge Simões; CORREIA, Mônica de Fátima Batista (Org.). Psicologia na Escola
em Tempos de Pandemia: práticas e reflexões. Porto Alegre: Editora F1, v. 1, 2022. Disponível em:

h https://www.editorafi.org/ebook/619psicologia
CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da
discriminação racial relativos ao gênero. Revista de Estudos Feministas, p. 171-188, 2002.
Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ref/v10n1/11636.pdf
FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo,
SP: UNESP, 2000. 134 p
VIEIRA, Nadja. Maria. Ética e estética na produção de sentidos no começo da vida:
considerações sobre a simultaneidade do passado e futuro no presente. Bakhtiniana, São Paulo,
v.
11,
n.
3,
p.
181-201,
sept./dec,
2016.
Disponível
emhttps://revistas.pucsp.br/index.php/bakhtiniana/article/view/22356/20532
YORK, Sara Wagner; OLIVEIRA, Megg Rayara Gomes; BENEVIDES, Bruna. Manifestações
textuais (insubmissas) travesti. Revista de Estudos Feministas, v. 28, n. 3, p.1-12, 2020.
Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/75614

Disciplina: PRÁTICAS
INTEGRATIVAS

Pré requisito -

SUPERVISIONADAS I
Período:

3

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Acompanhamento das visitas técnicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro
mundo. Revista Estudos feministas, v. 8, n. 1, p. 229-236, 2000. Recuperado de
https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880/9106.
BARROS, Abdizia Maria Alves de; ALVES, Maria Dolores Fortes; MORCERF, Vivianne Lins
Ebrahim. Reconstruindo a tessitura comum com diálogo, luta e amorosidade. Educação &
Linguagem,
v.
24,
n.
2,
p.
107-133,
2021.
Disponível
em:
https://www.metodista.br/revistas/revistas-metodista/index.php/EL/article/view/1036527
FAVERO, Sofia. (Des)epistemologizar a clínica: o reconhecimento de uma ciência guiada
pelo pensamento cisgênero. Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica, v. 05, n. 13,
p.
403-418,
2020.
Disponível
em:
https://www.revistas.uneb.br/index.php/rbpab/article/view/7272
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicologia e Diversidade Sexual: Desafios para
uma sociedade de direitos. Brasília: CFP, 2011. Disponível em: http://site.cfp.org.br/wp
content/uploads/2011/05/Diversidade_Sexual_-_Final.pdf

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Relações Raciais: referências técnicas para a
atuação de psicólogas(os). Brasília: CFP, 2017. Disponível em: https://site.cfp.org.br/wpcontent/uploads/2017/09/relacoes_raciais_baixa.pdf

86

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016. Disponível em:
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4248256/mod_resource/content/0/Angela%20Davis_Mulhere
s%2C%20raca%20e%20classe.pdf

GONZÁLES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje,
p.
223-244,
1984.
Disponível
em:
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4584956/mod_resource/content/1/06%20-%20GON
ZALES%2C%20L%C3%A9lia%20-%20Racismo_e_Sexismo_na_Cultura_Brasileira%20%2
81%29.pdf
OLIVEIRA, Érika Cecília Soares; MESQUITA, Marcos Ribeiro; SOUZA, Tatiana
Machiavelli. Feminismos, psicologias e resistências contemporâneas. Maceió: Edufal, 2020.
Disponível
em:
https://www.pucminas.br/pos/psicologia/DocumentosGerais/FEMINISMO,%20PSICOLOGI
A%20E-BOOK.pdf
Disciplina: PSICOLOGIA E

Pré requisito -

RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
Período:

3

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Psicologia, raça e colonialidade. Efeitos Psicossociais do Racismo.

Políticas

públicas de ações afirmativas e promoção da igualdade étnico-racial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARONE, Iray; BENTO, Maria Aparecida Silva. Psicologia social do racismo: estudos sobre
branquitude e branqueamento no Brasil. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
FANON, Fanon. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.
GONZALEZ, Lelia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje,
Anpocs, 223-244, 1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (BRASIL). Psicologia brasileira na luta
antirracista: volume 1 / Conselho Federal de Psicologia e Comissão de Direitos Humanos do
Conselho Federal de Psicologia. — Brasília: CFP, 2022.
HOOKS, Bell. Olhares negros: raça e representação. São Paulo: Editora Elefante, 2019.
QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do Poder e Classificação Social In: SANTOS, B. S.;
MENESES, M. P. (Org); Epistemologias do Sul. São Paulo, Ed. Cortez, 2010.
SCHUCMAN, L. V.; FACHIM, F. L. A cor de Amanda: identificações familiares, mestiçagem
e classificações raciais brasileiras. Interfaces Brasil/Canadá: Revista Brasileira de Estudos
Canadenses, 16(3), 182-205, 2016.
Disciplina: PSICOLOGIA E
NEUROCIÊNCIA

Pré requisito -

87

Período:

4

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Constituição do sistema nervoso e das habilidades mentais superiores do ponto de

vista neurocientífico. Articulações entre neurociência e psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Disciplina: TEORIAS DA

Pré requisito -

SUBJETIVIDADE
Período:

4

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Constituição do sujeito psíquico. A subjetividade nas teorias psicológicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERGSON, Henri. A energia espiritual. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
FREUD, Sigmund. As pulsões e seus destinos. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.
JUNG, Carl G. A energia psíquica. 8. ed. corrigida. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERGSON, Henri. O problema da personalidade. Conferências de Henri Bergson na
universidade de Edimburgo (1914). Revista filosófica de Coimbra. vol. 28, n. 56, p. 461-490,
2019.
CAROPRESO, Fátima. Representação e consciência na metapsicologia freudiana. Dois pontos,
v. 13, n. 3, pp. 57-79, 2016.
HALL, Calvin S.; LINDZEY, Gardner; CAMPBELL, John B. Teorias da personalidade. 4.
ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
SIMANKE, Richard. T.; CAROPRESO, Fátima. A metáfora psicológica de Sigmund Freud:
neurologia, psicologia e metapsicologia na fundamentação da psicanálise. Scientiae Studia, v.
9, n. 1, pp. 51-78, 2011.
SKINNER, Burrhus. F. Ciência e comportamento humano. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2003.
Disciplina: PRÁTICAS
INTEGRATIVAS
SUPERVISIONADAS II
Período:

4

Pré requisito: Práticas
Supervisionadas I

Integrativas

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Acompanhamento das atividades práticas desenvolvidas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

88

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de
psicólogas(os) na atenção básica à saúde / Conselho Federal de Psicologia. Brasília: CFP,
2019. Disponível em: https://site.cfp.org.br/publicacao/referencias-tecnicas-para-atuacao-depsicologasos-na-atencao-basica-a-saude/
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5727070/mod_resource/content/1/ideias-paraadiar-o-fim-do-mundo-1-34.pdf
GUIMARÃES, Danilo Silva. Multiplicação Dialógica. Ensaios da Psicologia Cultural. Tese

Livre Docência, Instituto de Psicologia Experimental – USP, 2017. Disponível em:
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/livredocencia/47/tde-30042019151109/publico//Guimaraes_LD.pdf
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FREIRE, PAULO. Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. Disponível em: https://cpers.com.br/wpcontent/uploads/2019/09/10.-Pedagogia-da-Esperan%C3%A7a.pdf
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro:
Cobogó,
2019.
Disponível
em:
https://www.ufrb.edu.br/ppgcom/images/MEMORIAS_DA_PLANTACAO__EPISODIOS_DE_RAC_1_GRADA.pdf
LIMA, Ângela de Almeida; COSTA, Ivania Pereira; BELO, Rafael A. A formação de uma professora
cega no agreste alagoano: passos colaborativos da inclusão. Revista Educação Inclusiva, edição
especial
alagoas,
v.7,
n.1,
p.
1-15,
2021.
Disponível
em:
https://revista.uepb.edu.br/REIN/article/view/1033
MEDRADO, Benedito; LYRA, Jorge. Por uma matriz feminista de gênero para os estudos sobre homens
e masculinidades. Revista Estudos Feministas, v. 16, n. 3, p. 809-840, 2008. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/S0104-026X2008000300005/9130
VASCONCELO, Angelina Nunes; BARBOSA, Lorena de Melo. Argumentação na educação
infantil: promovendo estratégias de desenvolvimento da argumentação no ensino básico. Revista
Disponível
em:
Currículo
e
Docência,
v.
2,
p.
42-56,
2020.
https://periodicos.ufpe.br/revistas/CD/article/view/248106/36529
Disciplina: PRÁTICAS

Pré requisito:

INTEGRATIVAS II

Práticas Integrativas I

Período:

4

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

40h

00

40h

EMENTA: Inserção nos cenários de prática. Participação em atividades uni e interprofissionais.

Elaboração de Plano de Ação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL Política Nacional de Educação Popular em Saúde. Brasília/DF: Ministério da Saúde,
2012. Disponível em: http://www.crpsp.org.br/diverpsi/arquivos/pneps-2012.pdf
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec,
2017. 968 p.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 71.ed., 2019. Rio de Janeiro: São Paulo: 253 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. HumanizaSUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS /
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de
Humanização. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010. Disponível em:

89

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizasus_documento_gestores_trabalhadores
_sus.pdf
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Disponível
em:
https://cpers.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Pedagogia-do-Oprimido-PauloFreire.pdf
hooks, bell. Tudo sobre o amor: novas perspectivas. São Paulo: Elefante, 2021.
PEREIRA, Isabel Brasil; LIMA, Júlio César França (Orgs.). Dicionário da Educação
Profissional em Saúde. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio,
Fundação
Oswaldo
Cruz,
2009.
Disponível
em:
http://www.sites.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/edupersau.html
SANTOS, Vívian Matias dos. Notas desobedientes: decolonialidade e a contribuição para a
crítica feminista à ciência. Psicologia & Sociedade, v. 30, 2018. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/psoc/a/FZ3rGJJ7FX6mVyMHkD3PsnK/abstract/?lang=pt

Disciplina: PROCESSOS GRUPAIS

Período:

5

Pré requisito: CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Concepções sobre grupos e processos grupais no contexto das relações interpessoais

e intergrupais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LANE, Silvia Tatiana Maurer; CODO, Wanderley (Org.). Psicologia social: o homem em
movimento. 13. ed. Brasiliense, 1994.
MARRA, Marlene Magnabosco. O agente social que transforma: o sociodrama na
organização de grupos. São Paulo: Ágora, 2004.
MIRANDA, Simião de. Oficina de dinâmica de grupos: para empresas, escolas e grupos
comunitários. Campinas: Papirus, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRITZEN, Silvino José. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. 42. ed. Petrópolis:
Vozes, 2014.
PEREIRA, William Cesar Castilho. Dinâmica de grupos populares. 23. ed. Petrópolis:
Vozes, 2011.
PRIOTTO, Elis Palma. Dinâmicas de grupos para adolescentes. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes,
2008.
TATAGIBA, Maria Carmen; FILÁRTIGA, Virgínia. Vivendo e aprendendo com grupos:
uma metodologia construtivista de dinâmica de grupo. 3. ed. Rio de janeiro: Lamparina, 2008.
MARTINS, Sueli Teresinha Ferreira. Processo grupal e a questão do poder em Matín-Baró.
Psicologia e Sociedade; v. 15, n. 1, Jan./Jun. 2003. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/psoc/v15n1/v15n1a11.pdf

90

Disciplina: PSICOPATOLOGIA

Pré requisito -

GERAL
Período:

5

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

0

EMENTA: Noções clássicas da psicopatologia. Classificação contemporânea dos transtornos

mentais. Semiologia psicopatológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

Disciplina: FUNDAMENTOS DA

Pré requisito -

CLÍNICA
Período:

5

CH

CH

CH

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

Extensão

EMENTA: Ética e clínica. Teorias da psicologia clínica. O método clínico. Clínica ampliada e

contemporaneidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CALLIGARIS, Contardo. Cartas a um jovem terapeuta. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
FREUD, S. Fundamentos da clínica psicanalítica.Belo Horizonte. Autêntica editora, 2017.
FREUD, S. Obras completas - Observações psicanalíticas sobre um caso de paranoia relatado
em autobiografia (“O caso Schreber”). Artigos sobre técnica e outros textos (1911-1913). Trad.
Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. v. 10
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FERRY, Luc, Aprender a viver: filosofia para os novos tempos. 1.ed. Rio de Janeiro: Objetiva,
2007.
LACAN, J. O estádio do espelho como formador da função do eu (1949). In: Escritos. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1988.
ROUDINESCO, E. Por que a psicanálise. São Paulo. Editora Jorge Zahar, (2000).
ROUDINESCO, E.; PLON, M.. Dicionário de psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
SOUZA, Paulo César. As palavras de Freud: o vocabulário freudiano e suas versões. São Paulo:
Ática, 1998.
Disciplina: PSICOLOGIA,
PRÁTICAS CLÍNICAS E

Pré requisito -

CUIDADO EM SAÚDE
Período:

6

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

91

EMENTA: Psicologia social e saúde. Políticas públicas de saúde. Práticas clínicas e cuidado em

saúde no contexto do SUS.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Disciplina: PSICOLOGIA,
INSTITUIÇÕES E COLETIVOS

Pré requisito -

SOCIAIS
Período:

6

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Instituições, coletivos e movimentos sociais. Estado, democracia, proteção social e

garantia de direitos. Psicologia e políticas públicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Costa, F. A.; Mesquita, M. R. (Orgs) (2019). Psicologia política no Brasil e enfrentamentos
a processos antidemocráticos. Maceió: Edufal. (há 5 exemplares na ufal)
Guirado, M. (2009). Psicologia Institucional: O Exercício da Psicologia Como Instituição.
Interação
em
Psicologia,
13(2),
p.
323-333.
https://revistas.ufpr.br/psicologia/article/view/9447/11377
Jesus, J. G. (2012). Psicologia social e movimentos sociais: uma revisão contextualizada.
Psicologia e Saber Social, 1(2), 163-186. https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/psisabersocial/article/view/4897
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Accorssi, A.; Bousfield, A. B. S.; Gonçalves, Hebe S.; Aguiar, K.; Guzzo, R. S. L. (Orgs.).
(2015). Distintas faces da questão social : desafios para a Psicologia. Florianópolis :
ABRAPSO
:
Edições
do
Bosque/CFH/UFSC.
https://site.abrapso.org.br/wpcontent/uploads/2021/09/colecao_praticas_volume5.pdf
Machado, F. V.; Massola, G.; Ribeiro, M. A. T (Orgs.) (2015). Estado, Ambiente e Movimentos
Sociais. Florianópolis : ABRAPSO Editora : Edições do Bosque CFH/UFSC.
https://site.abrapso.org.br/wp-content/uploads/2021/09/colecao_praticas_volume8.pdf
Rasera, E. F.; Pereira, M.S.; Galindo, D. (Orgs.) (2017). Democracia participativa, estado e
laicidade [recurso eletrônico]:psicologia social e enfrentamentos em tempos de exceção. – Porto
Alegre:
ABRAPSO.
https://site.abrapso.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Livro-XIXEncontro-Nacional-Democracia-participativa-Estado-e-Laicidade.pdf
Uhng Hu, D. (2013). Esquizoanálise e política: proposições para a Psicologia Crítica no Brasil.
Teoría
y
crítica
de
la
psicología
3,
264-280.
https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=5895395
Leite, J. F. e Dimenstein, M. (2010). Movimentos sociais e produção de subjetividade: o mst
em perspectiva. Psicologia & Sociedade; 22 (2): 269-278.

Disciplina: PROCESSOS DE
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA I

Pré requisito -

92

Período:

6

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

60h

12h

EMENTA: Estatística aplicada à Avaliação Psicológica. Planejamento, seleção e etapas dos

processos de Avaliação Psicológica. A distinção entre Avaliação Psicológica (AP) e Testagem
Psicológica (TP): aspectos técnicos, metodológicos, éticos e legais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DANCEY, Christine P.; REIDY, John. Estatística sem matemática para psicologia. 5. ed.
Porto Alegre: Penso, 2013.
PASQUALI, Luiz. Psicometria: teoria dos testes na psicologia e na educação . 4. ed.
Petropolis, RJ: Vozes, 2003.
URBINA, Susana. Fundamentos da testagem psicológica. Porto Alegre: Artmed, 2007. 320p.
(Biblioteca Artmed Técnicas diagnósticas e psicopatologia).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BICALHO, Pedro Paulo Gastalho de; VIEIRA, Erick da Silva. Direitos Humanos e Avaliação
Psicológica: indissociabilidade do compromisso ético-político profissional. Psicologia: Ciência
e Profissão, [S.L.], v. 38, n. spe, p. 147-158, 2018. FapUNIFESP (SciELO). Disponível em:
http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703000211836. Acessado em: 2 maio. 2023.
CARDOSO, Lucila Moraes; ZANINI, Daniela Sacramento. O que Aprender com a Decisão do
STF sobre os Testes Psicológicos? Psicologia: Ciência e Profissão, [S.L.], v. 41, n. 1, p. 1-11,
2021. FapUNIFESP (SciELO). Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/19823703003253067. Acessado em: 2 maio. 2023.
FREIRES, Leogildo. Alves.; GUERRA, Valeschka Martins.; NASCIMENTO, Andrea dos
Santos. Desafios e proposições para a avaliação psicológica com grupos minorizados:
(Des)alinhamentos sociopolíticos. Avaliação Psicológica, Campinas v. 21, v. 4, p.383-396,
2022. Disponível em: http://dx.doi.org/10.15689/ap.2022.2104.24166.02. Acessado em: 2
maio. 2023.
OLIVEIRA, Cassandra Melo.; NUNES, Carlos Henrique Sancineto da Silva. Instrumentos para
Avaliação Psicológica de Pessoas com Deficiência Visual: Tecnologias para Desenvolvimento
e Adaptação. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 35, n. 3, p. 886-899. 2015. Disponível em:
http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703001902013 Acessado em: 2 maio. 2023.
PASIAN, Sonia Regina.; BANDEIRA, Denise Ruschel.; SANTOS, Acácia Aparecida Angeli
dos. Do Teste ao Processo de Avaliação Psicológica: memórias sobre a formação do psicólogo
no Brasil. Psicologia: Ciência e Profissão, [S.L.], v. 42, n. spe, p. 1-14, 2022. FapUNIFESP
(SciELO). Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703003263867. Acessado em: 2
maio. 2023.

Disciplina: PSICOPATOLOGIA:
SOFRIMENTO PSÍQUICO

Pré requisito -

93

Período:

6

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: A dimensão sociopolítica das manifestações do mal-estar contemporâneo.

Psicopatologia e diagnóstico psicanalítico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
sociedade, religião: o mal-estar na cultura e outros escritos. Obras incompletas de Sigmund
Freud. Belo Horizonte: Autêntica, 2020, p. 305-410.
FREUD, S. A perda da realidade na neurose e na psicose. In: Obras Completas, vol. 16. São
Paulo: Companhia das Letras, 2011.
LAURENT, E. A sociedade do sintoma: a psicanálise, hoje. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMARANTE, P. et al. (org). O enfrentamento do sofrimento psíquico na pandemia: diálogos
sobre o acolhimento e a saúde mental em territórios vulnerabilizados. Rio de Janeiro:
IdeiaSUS/Fiocruz,
2020,
p.28-31.
Disponivel
em:
http://www.ideiasus.fiocruz.br/portal/publicacoes/livros/Livro_O_enfrentamento_do_sofrime
nto_psiquico_na_Pandemia_1ed.pdf
CAPANEMA, C. A.; DURÃES, F.; MIRANDA JR. H. C.; MOTTA, J. M.; GUEDES, M. M.
C. (Org.). Psicanálise e psicopatologias lacanianas: impasses e soluções. Curitiba: CRV, 2020.
Disponivel
em:
https://labtransufmg.com/blog/psicanalise-e-psicopatologia-lacanianasimpasses-e-solucoes/
ROSA, Miriam Debieux e BINKOWSKI, Gabriel Inticher e SOUZA, Priscilla Santos de.
Tornar-se mulher negra: uma face pública e coletiva do luto. Clínica e Cultura, v. 8, n. ja/ju
2019,
p.
86-100,
2019.
Disponível
em:
https://seer.ufs.br/index.php/clinicaecultura/article/view/14864/11403.
GONÇALVES, P. A. P. A causação social da psicopatologia à luz de Frantz Fanon: o
contraponto à proposta objetivista da filosofia da psiquiatria de dominic Murphy. Florianópolis:
PERI,
v
.09
,
n.02,
201
7,
p.
94-106.
Disponível
em:
http://www.nexos.ufsc.br/index.php/peri/article/view/2875.

Disciplina: PROCESSOS DE
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA II

Período:

7

Pré requisito PROCESSOS DE AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA I
CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

40h

32h

EMENTA: Avaliação Psicológica baseada no aporte dos métodos projetivos. Entrevista e

Observação. Conceitos, fundamentos e aplicação de técnicas projetivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

94

AMARAL, Anna Elisa de Villemor.; WERLANG, Blanca Susana Guevara. Atualização em
métodos projetivos para avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008.
CUNHA, Jurema Alcides. Psicodiagnóstico-V. 5. ed. rev. e ampl. Porto Alegre, RS: Artmed,
2000.
GARCIA ARZENO, Maria Esther. Psicodiagnóstico clínico: novas contribuições. Porto
Alegre: Artes Medicas, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALBARELLO, B. A. O uso de Instrumentos de Entrevista e Técnicas Projetivas no
Psicodiagnóstico Clínico. Psicologia e Saúde em debate, [S. l.], v. 8, n. 1, p. 273–290, 2022.
DOI:
10.22289/2446-922X.V8N1A16.
Disponível
em:
http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/828. Acesso em: 2
maio. 2023.
BLEGER, José. Temas de psicologia: entrevista e grupos. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
KOICH MIGUEL, Fabiano. Mitos e verdades no ensino de técnicas projetivas. Psico-USF,
Bragança Paulista, v. 19, n. 1, p. 97-106, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S141382712014000100010. Acessado em: 2 maio. 2023.
FREIRES, Leogildo. Alves.; GUERRA, Valeschka Martins.; NASCIMENTO, Andrea dos
Santos. Desafios e proposições para a avaliação psicológica com grupos minorizados:
(Des)alinhamentos sociopolíticos. Avaliação Psicológica, Campinas v. 21, v. 4, p.383-396,
2022. Disponível em: http://dx.doi.org/10.15689/ap.2022.2104.24166.02. Acessado em: 2
maio. 2023.
MUNIZ, Monalisa. Ética na Avaliação Psicológica: velhas questões, novas reflexões.
Psicologia: Ciência e Profissão, [S.L.], v. 38, n. spe, p. 133-146, 2018. FapUNIFESP
(SciELO). Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703000209682. Acessado em: 2
maio. 2023.

Disciplina: SAÚDE MENTAL E

Pré requisito -

PSICOLOGIA
Período:

7

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Loucura e saúde mental: aspectos históricos. Reforma psiquiátrica e Política de

saúde mental no Brasil. Saúde mental como campo de reflexão e prática da psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no
Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
(disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Relatorio15_anos_Caracas.pdf)

95

CANGUILHEM, Georges. O normal e o patológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,

2007.
FOUCAULT, Michel. História da loucura na idade clássica. 5.ed. São Paulo: Perspectiva,
1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMARANTE, P. et al. (org). O enfrentamento do sofrimento psíquico na pandemia:
diálogos sobre o acolhimento e a saúde mental em territórios vulnerabilizados. Rio de
Janeiro: IdeiaSUS/Fiocruz, 2020, p.42-45.
(disponível
em:
http://www.ideiasus.fiocruz.br/portal/publicacoes/livros/Livro_O_enfrentamento_do_sofrime
nto_psiquico_na_Pandemia_1ed.pdf)
BARROS, Sônia; Ballan, Caroline; BATISTA, Luís Eduardo (orgs.) Atenção psicossocial a
crianças e adolescentes negros no SUS: caderno de textos. São Paulo: EEUSP, 2021.
(disponível
em:
http://www.ee.usp.br/cartilhas/Cadernos_de_textos_Atencao_psicossocial_a_criancas_e_adol
escentes_negros_no_SUS.pdf)
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental no SUS: Os centros de atenção
psicossocial. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
(disponível em: http://www.ccs.saude.gov.br/saude_mental/pdf/sm_sus.pdf)
SAÚDE EM DEBATES - Revista do centro brasileiro de estudos de saúde, Rio de Janeiro, v.
44, n. especial 3 - Retratos da Reforma Psiquiátrica Brasileira, p. 264-277, out. 2020.
(disponível em: https://www.saudeemdebate.org.br/sed/issue/view/41)
TENÓRIO, Fernando. A reforma psiquiátrica brasileira, da década de 1980 aos dias atuais:
histórias e conceitos. História, Ciência, Saúde-Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 9, n. 1, p. 2529, jan./abr., 2002.

Disciplina: PSICOLOGIA

Pré requisito

ESCOLAR EDUCACIONAL I
Período:

7

CH
TOTAL 72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72h

00h

Extensão

EMENTA: Atuação do/a Psicólogo/a na escola e demais espaços educacionais. Escola,

Sociedade e Políticas Públicas em Educação. Psicologia Educacional no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARINHO-ARAUJO, Claisy Maria; ALMEIDA, Sandra F. Conte de. Psicologia escolar:
construção e consolidação da identidade profissional. 2. ed. Campinas, SP: Alínea, 2008. 121
p.
ALMEIDA, Sandra F. Conte de (org.). Psicologia escolar: ética e competências na formação e
atuação profissional. 2. ed. rev. Campinas, SP: Alínea, 2006. 194 p.
GUZZO, Raquel Souza Lobo (Org.). Psicologia escolar: LDB e educação hoje. 3. ed.
Campinas: Alínea, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

96

PATTO, Maria Helena Souza. A produção do fracasso escolar: historias de submissão e
rebeldia. São Paulo: T. A. Queiroz, 1996. 385p.
BALBINO, Vivina do Carmo Rios. Psicologia e psicologia escolar no Brasil: formação
acadêmica, práxis e compromisso com as demandas sociais. São Paulo: Summus, 2008. 203 p.
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2006.
CORREIA, M. Psicologia e escola: uma parceria necessária. São Paulo: Alínea, 2004.
MARTINS, João Batista (Org.). Psicologia e educação: tecendo caminhos. São Carlos, SP:
RiMa, 2002.

Disciplina: PSICOTERAPIAS

Período:

8

Pré requisito: CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Pluralidade teórica no campo das psicoterapias. Pressupostos teórico-práticos,

processo terapêutico, relação terapêutica. Escuta clínica em contextos institucionais. Clínica
antirracista.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BECK, Judith S. Terapia cognitivo-comportamental: teoria e prática. 2. ed. São Paulo:
Artmed, 2013. 413 p.
FEIJOO, Ana Maria Lopez Calvo de; AZEVEDO, Débora Candido de; OLIVEIRA, Robson
Luiz de Teixeira; ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. Psicoterapia fenomenológicoexistencial. 1. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2002. 158 p.
FIGUEIREDO, LuÍs Cláudio Mendonça; COELHO JUNIOR, Nelson. Ética e técnica em
psicanálise. 2.ed. São Paulo: Escuta, 2008. 141 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CORDIOLI, Aristides Volpato (org.). Psicoterapias: abordagens atuais. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2008. 886 p.
DUNKER, Christian Ingo Lenz. Estrutura e constituição da clínica psicanalítica: uma
arqueologia das práticas de cura, psicoterapia e tratamento. São Paulo: Annablume, 2011. 657
p.
GONZÁLEZ REY, Fernando Luis. Psicoterapia, subjetividade e pós-modernidade: uma
aproximação histórico-cultural. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 280 p.
HEGENBERG, Mauro. Psicoterapia breve. 3.ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.
ZIMERMAN, David E. Fundamentos básicos das grupoterapias. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2000. 244 p.
Disciplina: PSICOLOGIA DO
TRABALHO E DAS

Pré requisito: -

ORGANIZAÇÕES
Período:

8

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

97

72h

72h

00

EMENTA: Organização como sistema social, técnico e ideológico. Relações de trabalho,

subjetividade e saúde mental segundo as abordagens das clínicas do trabalho. A organização
como campo para pesquisa e inserção da psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COUTINHO, Maria Chalfin; FURTADO, Odair; RAITZ, Tânia Regina (org.). Psicologia
Social e trabalho: perspectivas críticas [recurso eletrônico]. Florianópolis, ABRAPSO Editora :
Edições
do
Bosque
CFH/UFSC,
2015.
Disponível
em:
https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/129787 Acessado em 08 de abril de 2023.
ROSEMBERG, Dulcinea Sarmento; RONCHI FILHO, Jair; BARROS, Maria Elizabeth
(organizadores). Trabalho docente e poder de agir : Clínica da atividade, devires e análises.
Vitória : EDUFES, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Revista LABOREAL. Modos de Vida e trabalho. Porto (PT), vol. 18, nº2, 2022. Disponível em:
https://doi.org/10.4000/laboreal.19553
Revista LABOREAL. Psicodinâmica e psicopatologia do trabalho. Porto (PT), vol. 7, nº 1,
2011. Disponível em: https://doi.org/10.4000/laboreal.7932
Revista LABOREAL. Trabalhar hoje: mudanças, permanências, estratégias, reinvenções. Porto
(PT), vol. 17, nº1, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.4000/laboreal.17495

Disciplina: PSICOLOGIA
ESCOLAR EDUCACIONAL II

Período:

8

Pré

requisito:

Psicologia

Escolar

Educacional I
CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Desenvolvimento de práticas psicológicas em espaços educacionais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, Herculano R. (Org.). Formação em psicologia escolar: realidades e perspectivas
Campinas, SP : Alínea, 2007 .259 p.
WECHSLER, S. M. (Org.). Psicologia Escolar: pesquisa, formação e prática. 3. ed. Campinas,
SP: Editora Alínea, 2008.
PACHECO, José; EGGERTSDÓTTIR, Rósa; MARINOSSON, Gretar L. Caminhos para a
inclusão: um guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007. viii,
230 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARRAHER, Terezinha Nunes.; SCHLIEMANN, Ana Lucia Dias.; CARRAHER, David
William. Na vida dez, na escola zero. 10. ed. Cortez, 1995. 182 p.
PATTO, Maria Helena Souza (org.). Introdução à psicologia escolar. 3. ed. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 1997. 468 p.
MACHADO, Adriana Marcondes. Psicologia e direitos humanos: educação inclusiva : direitos
humanos na escola. Casa do Psicólogo; Brasilia , D.F.: 2005, 163 p.
CUNHA, Eugênio. Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na
família . 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Wak editora, 2014. 135 p.
COLL, César; PALACIOS, Jesus; MARCHESI, Alvaro. Desenvolvimento psicológico e
educação. 2. ed. Porto Alegre: Artes Medicas, 2004. Reimpressão 2010. 3 v.

98

Disciplina: PRÁTICA

Pré requisito -

SUPERVISIONADA I
CH
Período:

9

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72h

00

Extensão
-

EMENTA: Supervisão de práticas profissionais nas áreas da psicologia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Disciplina: ESTÁGIO ESPECÍFICO

Pré requisito

SUPERVISIONADO I
Período:

9

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

310h

00

310h

EMENTA: -

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Disciplina: PRÁTICA

Pré requisito - Prática Supervisionada I

SUPERVISIONADA II
Período:

10

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72h

00

EMENTA: Supervisão e avaliação de práticas profissionais nas áreas da psicologia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Disciplina: ESTÁGIO ESPECÍFICO

Pré requisito - Estágio Específico I

SUPERVISIONADO II
Período:

10

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

310h

00

310

99

EMENTA: -

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: -

Disciplina: CLÍNICA

Pré requisito -

PSICANALÍTICA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: - A especificidade da escuta clínica. As entrevistas iniciais e o início de um tratamento. O
contrato analítico. O enquadre analítico: a entrevista clínica e o diagnóstico. Atendimentos com crianças,
adolescentes e adultos. Clínica pública e clínica privada. A transferência e os conceitos que norteiam a
clínica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FREUD, S. Neurose, Psicose, Perversão. Tradução de Maria Rita Salzano Moraes. Belo Horizonte:
Autêntica Editora, 2016, pp. 99-122. Trabalho original publicado em 1917.
FREUD, Sigmund. O caso de Schreber artigos sobre técnica e outros trabalhos: volume XII (1911-1913).
Rio de Janeiro: Imago, 1969. v. XII.
LACAN, Jacques. Escritos. São Paulo: Perspectiva, 1978/c1966. 342p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HANNS, L. A. Dicionário comentado do alemão de Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
PROSE, F. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer escrevê-los.
Tradução de Maria Luisa X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
ROUDINESCO, E.; PLON, M. Dicionário de psicanálise. Tradução de Vera Ribeiro e Lucy Magalhães.
Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
SOUZA, P. C. As palavras de Freud: o vocabulário freudiano e suas versões. Editora Companhia das
Letras, 2010.
WOOD, J. A coisa mais próxima da vida. Tradução de Denise Bottmann. São Paulo: SESI-SP, 2017.

Disciplina: ESTUDO DE CASOS

Pré requisito -

CLÍNICOS
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

100

EMENTA: Aspectos teórico-metodológicos do caso clínico na perspectiva psicanalítica. Estudo de
casos de Freud a partir dos conceitos fundamentais da Psicanálise Lacaniana, em articulação com a
clínica contemporânea.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FREUD, Sigmund. Interpretação dos sonhos. Rio de Janeiro, RJ: Imago, 2001. 545 p.
FREUD, Sigmund. O caso de Schreber artigos sobre técnica e outros trabalhos: volume XII (1911-1913).
Rio de Janeiro: Imago, 1969. v. XII.
LACAN, Jacques. Escritos. São Paulo: Perspectiva, 1978/c1966. 342p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANSERMET, François. Clínica da origem: a criança entre a medicina e a psicanálise. Rio de Janeiro:
Contra Capa, 2003. 223 p.
BESSET, Vera Lopes et al. Trauma e sintoma: da generalização à singularidade. Rev. Mal-Estar Subj.
[online].
2006,
vol.6,
n.2,
pp.
311331.
Disponível
em:
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/malestar/v6n2/03.pdf
GOROSTIZA,
L.
As
tentações
da
transferência.
aSEPHallus,
Disponível
em:
http://www.isepol.com/asephallus/numero_01/artigo_01port_edicao01.htm
LACAN, Jacques. O mito individual do neurótico ou poesia e verdade na neurose. Rio de janeiro: Zahar,
2008. 100 p.
VIGANÓ, C. A construção do caso clínico. Opção lacaniana online. Ano I, n. 1, 2010.
Disponível em: http://www.opcaolacaniana.com.br/pdf/numero_1/A_construcao_do_caso_clinico.pdf
Disciplina: PSICOLOGIA

Pré requisito -

POLÍTICA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Psicologia Política como campo interdisciplinar. Relação entre sujeito, política e
democracia

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Costa, F. A.; Mesquita, M. R. (Orgs) (2019). Psicologia política no Brasil e enfrentamentos a
processos antidemocráticos. Maceió: Edufal. (há 5 exemplares na ufal)
Costa, F. A. (2018). Desafios para a psicologia política brasileira: a inserção em Programas de PósGraduação e a delimitação como campo de conhecimento. Revista Psicologia Política, 18(42), 220-235
Link: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rpp/v18n42/v18n42a02.pdf
Prado, M. A. M. (2001). Psicologia Política e Ação Coletiva: Notas e reflexões acerca da compreensão
do processo de formação identitária do “nós. Revista Psicologia Política, 1 (1), 149-172. Recuperado de
https://abpsicologiapolitica.files.wordpress.com/2019/06/revista-psicologia-politica-v1n1.pdf

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Alves, A. R. C. (2010). O conceito de hegemonia: de Gramsci a Laclau e Mouffe. Lua Nova: Revista de
Cultura e Política, 80, 71-96. https://doi.org/10.1590/S0102-64452010000200004
Costa, F. A.. (2012). A Mudança Social no Contexto de uma Pluralidade de Sujeitos Políticos:
contribuições teóricas de Ernesto Laclau, Chantal Mouffe e Slavoj Zizek para a Psicologia Política.
Revista Psicologia Política, 12(25), 571-590. Recuperado em 21 de maio de 2023, de
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519549X2012000300012&lng=pt&tlng=pt.

101

Laclau, E. O retorno do povo: razão populista, antagonismo e identidades coletivas. Tradução de Aécio
Amaral
Jr.
Política
e
Trabalho,
n.
23,
pp.
9-34,
2005.
https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/politicaetrabalho/article/view/6583/4140
Marques, A. C. S., & Prado, M. A. M.. (2022). OS PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO E
EMANCIPAÇÃO POLÍTICA EM JACQUES RANCIÈRE. Psicologia & Sociedade, 34, e265750.
https://doi.org/10.1590/1807-0310/2022v34265750
Mendonça, D. (2007). A teoria da hegemonia de Ernesto Laclau e a análise política brasileira. Ciências
Sociais
Unisinos,
43(3),
249258.http://revistas.unisinos.br/index.php/ciencias_sociais/article/view/5674

Disciplina: A CRIANÇA E A

Pré requisito -

LINGUAGEM
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72h

0

Extensão
-

EMENTA: Principais teorias em aquisição da linguagem e implicações para o desenvolvimento
infantil; métodos de pesquisa e análise de dados infantis.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAKHTIN, M. (Voloshinov). Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução de M. Lahud e Y.
F. Vieira. São Paulo: Hucitec, 1988.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
SAPIR, Edward. A linguagem: introdução ao estudo da fala. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1980.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FIORIN, Jose Luiz ((org.)). Introdução a linguística. São Paulo: Contexto, 2002.
CORREA, L. M. S. Aquisição da linguagem: uma retrospectiva dos últimos trinta anos. DELTA,
São Paulo, v. 15, 1999.
PERRONI, M. C. Sobre o conceito de estágio em aquisição da linguagem. Cadernos de
Estudos Lingüísticos, Campinas, n. 26, 1994.
VYGOTSKY. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos
superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. A criança e seu desenvolvimento: perspectivas para se discutir
a educação infantil. São Paulo: Cortez, 2012.

Disciplina: WINNICOTT E A
CLÍNICA PSICOSSOCIAL

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

102

EMENTA: A teoria psicanalítica de Winnicott e suas contribuições para a clínica psicossocial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
WINNICOTT, Donald W. Natureza humana. Rio de Janeiro: Imago, 1990.
WINNICOTT, Donald W. A criança e o seu mundo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
WINNICOTT, Donald W. Privação e delinquência. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KLAUTAU, Perla. Encontros e desencontros entre Winnicott e Lacan. São Paulo: Escuta, 2002.
WINNICOTT, Donald W. (1979) O ambiente e os processos de maturação. Porto Alegre: Artmed, 1983.
WINNICOTT, Donald W. A família e o desenvolvimento individual. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2005.
WINNICOTT, Donald W. Os bebês e suas mães. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
WINNICOTT, Donald W. O gesto espontâneo. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
Disciplina: PSICOLOGIA,

Pré requisito -

FILOSOFIA E PSICANÁLISE
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Relações entre Psicologia, Filosofia e Psicanálise. As grandes visões éticas do ocidente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERRY, L.Aprender a viver: filosofia para os novos tempos. 1.ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
PINKER, , S. (2019). O novo Iluminismo: Em defesa da razão, da ciência e do humanismo. São Paulo:
Companhia das Letras.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NOVAES, A. O novo espírito utópico. São Paulo: Edições SESC, 2016. p. 31-52.
WOLFF, F. Três utopias contemporâneas. São Paulo: Editora UNESP, 2018.
SLOTERDIJK, P. Regras para o parque humano: uma resposta à carta de Heidegger sobre o humanismo.
1 ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2000.
Disciplina: CORPO, CLÍNICA E

Pré requisito -

CULTURA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Questões atuais sobre a centralidade do corpo na cultura e suas incidências na clínica
psicanalítica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANSERMET, François. A recusa anoréxica. In: Clínica da origem: a criança entre a medicina e a
psicanálise. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2003, p. 186-200.

103

FREUD, Sigmund. Considerações atuais sobre a guerra e a morte. In: Edição standard brasileira das
obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006. 24 v.
LACAN, Jacques. O estádio do espelho Escritos. São Paulo: Perspectiva, 1978/1966. 342p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANSERMET, François. O vivo incomensurável: entre ciência e inconsciente. Psicol. rev., Belo
Horizonte,
v.
25,
n.
3,
p.
1353-1358,
dez.
2019.
Disponível
em:
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/per/v25n3/v25n3a27.pdf
BROUSSE, Marie-Helène. Corpos lacanianos: novidades contemporâneas sobre o estádio de espelho.
Opção
Lacaniana.
v.5,
n.15,
2014.
Disponível
em:
http://www.opcaolacaniana.com.br/pdf/numero_15/Corpos_lacanianos.pdf
POUGY, Fernanda Guimarães; GRIMBERG, Angélica Bastos. Despertar para a Alteridade do Corpo
nas Mutações da Adolescência. Revista Subjetividades, [S. l.], v. 17, n. 3, p. 1–12, 2018. DOI:
10.5020/23590777.rs.v17i3.5764. Disponível em: https://ojs.unifor.br/rmes/article/view/5764.
ASSIS, G. K. O.; RIBEIRO, H. F. C. Contribuições Psicanalíticas sobre as Raízes do Racismo. Estudos
e Pesquisas em Psicologia, 2022, Vol. 03, p.
Disponível em:https://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/revispsi/article/view/69563/43013
VIGANÓ, C. Realidade virtual e realidade sexual. A peste, São Paulo, v. 1, n. 2, p. 245-251, jul./dez.
2009. https://revistas.pucsp.br/index.php/apeste/article/view/6279

Disciplina: PSICOLOGIA, ARTE E
SOCIEDADE

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Iconografias do medo, do sofrimento e das calamidades. Arte e grotesco: explorando o
conceito de choque semiótico. Arte e sociedade: contribuições da arte à hermenêutica do humano.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DIDI-HUBERMAN, Georges. Invenção da histeria: Charcot e a iconografia fotográfica da
Salpêtrière. Rio de Janeiro: Contraponto, 2015.
JUNG, C. G. O espírito na arte e na ciência. 3a ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1991.
PAZ, Octavio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1990.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAKHTIN, M. M. Problemas da poética de Dostoiévski. 5. ed. rev. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2010.
SUASSUNA, Ariano. Iniciação à estética. 8. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.
Disciplina: TÓPICOS EM SAÚDE
MENTAL DA POPULAÇÃO
LLGBTPQIAN+ NA
CONTEMPORANEIDADE
Período:

ELETIVA

Pré requisito -

CH

CH

CH

Extensão

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

-

72h

72H

0

104

EMENTA: Discussões teóricas e práticas acerca dos agravantes de saúde mental da população
LGBTPQIAN+ na contemporaneidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CERQUEIRA-SANTOS, Elder; HOHENDORFF, Jean Von. Preconceito e Exclusão Social: O que a
Pandemia do Novo Coronavírus Revela?. Revista de Psicologia da IMED, Passo Fundo, v. 12, n. 2, p.
4-6,
2020.
DOI:
10.18256/2175-5027.2020.v12i2.4171.
Disponível
em:
https://seer.atitus.edu.br/index.php/revistapsico/article/view/4171. Acesso em: 25 maio. 2023.
FILHO, Nomar de Almeida.; COELHO, Maria Thereza Ávila.; PERES, Maria Fernanda Tourinho. O
conceito de saúde mental. Revista USP, [S. l.], n. 43, p. 100-125, 1999. DOI: 10.11606/issn.23169036.v0i43p100-125. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revusp/article/view/28481. Acesso
em: 25 maio. 2023.
GAMA, Carlos Alberto Pegolo da; CAMPOS, Rosana Teresa Onocko; FERRER, Ana Luiza. Saúde
mental e vulnerabilidade social: a direção do tratamento. Revista Latinoamericana de Psicopatologia
Fundamental, São Paulo , v. 17, n. 1, p. 69-84, 2014 . DOI:10.1590/S1415-47142014000100006.
Disponível em: https://www.scielo.br/j/rlpf/a/Lz5jfWb83DWPs7prFwC4XXL/?lang=pt. Acesso em: 25
maio. 2023.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GATO, J. et al. Efeitos psicossociais da pandemia e saúde mental do COVID-19 entre jovens adultos
LGBTQ +: uma comparação transcultural entre seis nações. Journal of Homosexuality. v. 68, n.4, p.
612-630,
2021.DOI:
DOI:
10.1080/00918369.2020.1868186.
Disponível
em:
https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/00918369.2020.1868186. Acesso em: 25 mai. 2023.
GATO, J.; LEAL, D.; SEABRA, D. Quando a casa não é um porto seguro: Efeitos da Pandemia COVID19 em Jovens de Minorias Sexuais e de Género em Portugal. PSICOLOGIA, [S. l.], v. 34, n. 2, p. 89–
100,
2020.
DOI:
10.17575/psicologia.v34i2.1667.
Disponível
em:
https://revista.appsicologia.org/index.php/rpsicologia/article/view/1667. . Acesso em: 25 mai. 2023.
DA SILVA ALVES, Mateus Egilson; DE ARAÚJO, Ludgleydson Fernandes. Interseccionalidade, Raça
e Sexualidade: Compreensões Para a Velhice de Negros LGBTI+. Revista de Psicologia da IMED,
Passo Fundo, v. 12, n. 2, p. 161-178,. 2020. DOI: 10.18256/2175-5027.2020.v12i2.3517. Disponível
em: https://seer.atitus.edu.br/index.php/revistapsico/article/view/3517/2539. Acesso em: 25 mai. 2023
GARCIA, Marcos Roberto Vieira; MATTOS, Amana Rocha. “Terapias de Conversão”: Histórico da
(Des)Patologização das Homossexualidades e Embates Jurídicos Contemporâneos. Psicologia: Ciência
e Profissão, Brasília, v. 39, n. spe3, e228550, 2019. DOI: 10.1590/1982-3703003228550. Disponível
em: https://www.scielo.br/j/pcp/a/zksLGXhzsLFVppDN5SvgYXP/?lang=p. Acesso em: 25 mai. 2023
SILVA, Roseane Amorim da; MENEZES, Jaileila de Araújo. A interseccionalidade na produção
científica brasileira. Pesquisas e Práticas Psicossociais, São João del-Rei , v. 15, n. 4, p. 1-16, dez.
2020 .
Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S180989082020000400010&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 25 maio 2023.
Disciplina: DECLINAÇÕES DO
MEDO EM SITUAÇÕES DE
CALAMIDADE

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Pensar as reações às situações de calamidade e notadamente as atitudes negacionistas face
às epidemias.

105

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LITTRÉ, Émile. Grandes epidemias. Revista filosófica de Coimbra. vol. 32, n. 63, 2023, pp. 109-154.
VIESENTEINER, J. L. Crítica ao otimismo da vontade de transformação no contexto da pandemia: dois
desafios teóricos. Voluntas: revista internacional de filosofia. Santa Maria, vol. 11, 2020.
SEVCENKO, Nicolau. A revolta da vacina: mentes insanas em corpos rebeldes. São Paulo:
CosacNaify, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PÔRTO, A. e PONTE, C. F. Vacinas e campanhas: as imagens de uma história a ser contada. História,
ciências, saúde – Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 10 (suplemento 2), 725-42, 2003.
HOLANDA, A. F. e MOREIRA, J. S. Fenomenologia, organismo e vida: uma introdução à obra de Kurt
Goldstein. Aoristo: International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics.
Toledo, n. 1, v. 2, 2017.
Disciplina: PSICANÁLISE,
VIRTUALIDADE E O
ADOLESCENTE
CONTEMPORÂNEO

Pré requisito -

CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Virtualidade e laço social na atualidade. Aporte psicanalítico à abordagem da adolescência.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KELLES, N. F; LIMA, N. L. Adolescentes no ciberespaço: uma reflexão psicanalítica. Tempo
psicanalítico, vol.49, n.2, 2007, p. 202-233. Disponível em:
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-48382017000200010
LAURENT, E. Gozar da internet. Revista derivas analíticas- EBP MG, n. 12, 2020. Disponível em:
http://revistaderivasanaliticas.com.br/index.php/gozar-internet
LEITE, S. A peste: breve reflexões sobre psicanálise, arte e cultura. Revista Latinoamericana
Psicopatologia Fundamental, São Paulo, 23(2), 2020, p. 161-167. Disponível em:
https://www.scielo.br/pdf/rlpf/v23n2/1415-4714-rlpf-23-02-0161.pdf

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DESSAL, G. O virtual e o real, seguirão sendo diferentes?. Revista Pharmakon Digital, vol. 1, 2015,
s/p.Disponívelem:http://pharmakondigital.com/o-virtual-e-o-real-seguirao-sendo-diferentes/
IANNINI, G. Sonhos confinados - uma pesquisa sobre a vida onírica no contexto de pandemia. Mosaico:
Estudos
em
psicologia,
vol.
7,
n.
1,
p.
103113.Disponívelem:https://periodicos.ufmg.br/index.php/mosaico/article/view/24824/19640
MELLO, R; CREMASCO, M. V. F. Luto na pandemia COVID-19. Revista PsicoFAE:
Pluralidades
em
Saúde
Mental,
vol.9,
n.1,
2020,
p.
111,Disponívelem:https://revistapsicofae.fae.edu/psico/article/view/289/171
SOARES, S. S. D.; Stengel M. Entre as amizades perfeitas e virtuais, o sujeito adolescente. Tempo
Psicanalítico, Rio de Janeiro, v. 51, vol. 2, 2019, p. 195-223. Disponível em:
https://www.tempopsicanalitico.com.br/index.php/tempopsicanalitico/article/view/483
VIOLA, D. T. D; DE LIMA, N. L; NOBRE, M. R. O resgate da narrativa na cultura digital: A
conversação psicanalítica com adolescente na escola. Revista Subjetividades, 20, vol. 1, 2020, p. 1-13.
Disponível em: https://periodicos.unifor.br/rmes/article/view/e8031

106

Disciplina: PSICOLOGIA E
SOCIEDADE

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Estudos críticos sobre as relações entre psicologia e sociedade. Debates sobre
silenciamentos epistêmicos. Construção de estratégias, interlocuções e alianças mútuas para o
enfrentamento de problemáticas contemporâneas e o engajamento da psicologia nas lutas contra
violências estruturais e coloniais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. [recurso eletrônico] São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen,
2019.
GONZALEZ, Lélia, Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. [recurso eletrônico]. 1ed.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2020.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARNEIRO, Sueli. Negros de pele clara. Jornal Brasiliense, 2004. Disponível em
https://www.geledes.org.br/negros-de-pele-clara-por-sueli-carneiro/
EVARISTO, Conceição. Da grafia-desenho de minha ma~e, um dos lugares de nascimento de minha
escrita. In: ALEXANDRE, Marcos Anto^nio. (Org.). Representac¸o~es performa´ticas brasileiras:
teorias, pra´ticas e suas interfaces. Belo Horizonte: Mazza Edic¸o~es, 2007. p. 16-21.
FAVERO, Sofia Ricardo. Pesquisando a dor do outro: os efeitos políticos de uma escrita situada. Pesqui.
prát. psicossociais, São João del-Rei , v. 15, n. 3, p. 1-16, set. 2020 .
Disponível em
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S180989082020000300010&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 19 ago. 2021.
Disciplina: PSICOLOGIA,
NATUREZA E OUTRAS
HUMANIDADES

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Modernidade, natureza e antropoceno. Bem viver, povos tradicionais e outras humanidades.
Direitos da natureza.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DUSSEL, Enrique. 1492: o encobrimento do outro: a origem do mito da modernidade. Petrópolis:
Vozes, 1993.
FERNANDES, S; L. Revisitando os saberes psicológicos: reflexões por uma psicologia do campo.
Cadernos
de
Subjetividade.
2014.
https://revistas.pucsp.br/cadernossubjetividade/article/download/38537/26196

107

FERNANDES, S. L. & MACEDO, J. P. Encontro com os territórios tradicionais:. Revista Espaço
Acadêmico,
20,
102-111,
2021.
Recuperado
de
https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/57095

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GONÇALVES, Bruno Simões. Nos caminhos da dupla consciência: América Latina, psicologia e
descolonização. São Paulo: Ed, do Autor, 2019.
SANTOS, A. B. Somos da terra. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, número 12, página 44 - 51, 2018.
https://piseagrama.org/somos-da-terra/

Disciplina: FILOSOFIA DO
INCONSCIENTE: PERCURSO
HISTÓRICO E
EPISTEMOLÓGICO

Pré requisito -

CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: História da noção de inconsciente. Paralelos possíveis com o pensamento antigo e medieval.
A fenomenologia do inconsciente. Inconsciente e ciência. A noção de inconsciente no discurso médico
e psicológico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
JUNG, C. G. O eu e o inconsciente. 12.ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
KANT, Immanuel. Escritos pré-críticos. São Paulo, SP: UNESP, 2005.
BERGSON, Henri. A energia espiritual. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JOHANSON, Izilda. Arte e intuição: a questão estética em Bergson. São Paulo: Associação Editorial
Humanista, 2005.
SAYEGH, Astrid. Bergson: o método intuitivo : uma abordagem positiva do espírito. São Paulo:
Humanitas, c2008.

Disciplina: PSICOLOGIA
EXPERIMENTAL

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

EMENTA: Ciência e comportamento.

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

Condicionamento operante, condicionamento
pavloviano, discriminação, generalização, esquemas de reforçamento, colagem de estímulos.
Bases do Behaviorismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

108

BAUM, W. M. Compreender o behaviorismo: ciência, comportamento e cultura. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1999.
MOREIRA, M. B. e de MEDEIROS C. A. Princípios básicos de análise do comportamento.
Porto Alegre. Artes Médicas, 2007.
CATANIA, A. C. Aprendizagem: comportamento, linguagem e cognição. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SÉRGIO, T. M. A. P.; ANDERY, M. A.; GIOIA, P. S. & MICHELETTO, N.. Controle de
estímulos e comportamento operante: uma introdução. São Paulo: EDUC, 2002.
SKINNER, B. F. Ciência e comportamento humano. SP: Martins Fontes, 1998. - SKINNER,
B. F. Sobre o behaviorismo. SP: Cultrix, 1992.

Disciplina: PSICOLOGIA

Pré requisito -

EXPERIMENTAL
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Aspectos históricos e conceitos fundamentais da psicoterapia de abordagem
cognitivo comportamental. Bases teóricas e
técnicas da psicoterapia cognitivo
comportamental. Visão de homem e de mundo que embasa o fazer clínico desta perspectiva
teórica no tratamento dos principais transtornos mentais. Técnicas de atuação e pesquisa
clínica na terapia cognitivo-comportamental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Abreu, C. N., & Guilhardi, H. (2004). Terapia comportamental e cognitivo-comportamental:
Práticas clínicas. São Paulo: Roca.
Beck, J. (1007). Terapia cognitiva: Teoria e prática. Porto Alegre: Artmed.
Beck, A., Rusch, A., Shaw, B., & Emery, G. (1997). Terapia cognitiva da depressão. Porto
Alegre: Artmed.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Knapp, P. (2004). Terapia cognitivo comportamental na prática psiquiátrica. Porto Alegre:
Artmed.
Melo, W. (2014). Estratégias psicoterápicas e a terceira onda em terapia cognitiva. Novo
Hamburgo: Sinopsys.
Neufeld, C.B. & Rangé, B. P. (2017). Terapia Cognitivo-comportamental em grupos: das
evidências à prática. Porto Alegre: Artmed. - Rangé, B. P. (2001). Psicoterapias cognitivo
comportamentais: um diálogo com a psiquiatria. Porto Alegre: Artmed.

Disciplina: FILOSOFIA DA

MENTE E PSICOLOGIA

Pré requisito -

109

CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Bases epistemológicas da neurociência cognitiva e seus

aspectos teóricos e
metodológicos. O cérebro e suas relações com os processos cognitivos, afetivos e sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Gazzaniga, M. S., Ivry, R. B. & Mangun, G. (2006). Neurociência Cognitiva. Porto Alegre:
Artmed.
Izquierdo, I. (2018).Memória. (3ª ed.) Porto Alegre: Artmed.
Kandel, E.R., Schwartz, J.H., Jessel, T.M., Siegelbaum, S.S., & Hudspeth, A.J. (2014).
Princípios de Neurociências (5a ed.). Porto Alegre: AMGH.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Damasio, A. R. (2011). E o cérebro criou o homem. São Paulo: Companhia das Letras. Bear, M. F.; Connors, B. W. & Paradiso, M. A. (2006). Neurociências: desvendando o
sistema nervoso. Porto Alegre: Artmed.
Disciplina:

Pré requisito -

PSICOGERONTOLOGIA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Aspectos biológicos e neurocognitivos do envelhecimento. Aspectos psicossociais

do envelhecimento. Estratégias de promoção da saúde e qualidade de vida dos idosos.
Avaliação neuropsicológia do idoso. Reabilitação neuropsicológica do idoso. Possibilidade
de trabalho em Estágio Supervisionado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FREITAS, E; PY, L.; NERI, AL; CANÇADO, FAX; GORZONI, ML; ROCHA, SM. Tratado
de Geriatria e Gerontologia. 2ª Edição. 44 4 Rio de Janeiro: Guanabara Kooogan, Rio de
Janeiro, 2011.
NERI, AL. Palavras-chave em Gerontologia. 3ª. ed. Campinas: Alínea, 2008.
PAPALÉO NETTO, M. Tratado de Gerontologia. São Paulo: Atheneu, 2007. - MORAES,
E. N. Princípios Básicos de geriatria e gerontologia. Belo Horizonte: Coopmed, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MALLOY-DINIZ, l., FUENTES, D. e CONSENZA, R. M. Neuropsicologia do
Envelhecimento: Uma Abordagem Multidimensional. Porto Alegre: ArtMed, 2013.

110

Disciplina: PSICOLOGIA
INVESTIGATIVA

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Classificação criminológica. Psicopatologias mentais mais diretamente envolvidas

com o comportamento criminoso. Análise da cena do crime. Análise do Modus operandi do
suspeito. Criminal Profiling dos assassinos em série. Geografia do comportamento criminoso.
Introdução a negociação em crises policiais. Possibilidade de trabalho em Estágio
Supervisionado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
RICOTTA, L. C. A. Psicologia do comportamento criminoso. Curitiba: Juruá, 2016.
- MARANHAO, O. R. Psicologia do crime. 2.ed. São Paulo: Milheiros, 2012.
- FILHO, N. S. P. e PENTEADO, N. S. Manuual esquemático de criminologia. 10 ed. Riode
Janeiro: Saraiva, 2020.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SILVA, M. A., SILVA, L. F., RONCAGLIO. Negociação em crises policiais: teoria e prática.
Curitiba: CRV, 2021.
SERAFIM, A. P. e SAFFI, F. Psicologia e práticas forenses. 3ed. São paulo: Manole, 2019.

Disciplina: NEUROPSICOLOGIA

Pré requisito CH

Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: O exame neuropsicológico e sua aplicação, O neuropsicólogo e seu paciente,

Neuropsicologia da linguagem, Neuropsicologia da memória, Neuropsicologia das emoções,
Avaliação
neuropsicológica das demências, Avaliação neuropsicológica do
idoso,
Neuropsicologia das funções executivas, Avaliação neuropsicológica nas epilepsias.
Possibilidade de trabalho em Estágio Supervisionado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Fuentes D, Malloy-Diniz LF, Camargo CHP e Cosenza RM (2008). Neuropsicologia: teoria e
prática. Porto Alegre: Artmed.
Malloy-Diniz LF, Fuentes D, Mattos P e Abreu N (2010). Avaliação neuropsicológica. Porto
Alegre: Artmed.
Andrade VM, Santos FH e Bueno OFA (2004). Neuropsicologia hoje. São Paulo: Artes
Médicas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Abrisquetta-Gomez J e Santos FH (2006). Reabilitação neuropsicológica: da teoria à prática.

111

São Paulo: Artes Médicas.
Caixeta L e Ferreira SB (2012). Manual de neuropsicologia: dos princípios a reabilitação. São
Paulo: Atheneu.

Disciplina: A NEUROCIÊNCIA

DOS TRANSTORNOS
MENTAIS

Pré requisito -

CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Introdução A Neurociência e o estudo das lesões cerebrais. Aspectos básicos de

Neuroanatomia e Neurofisiologia. As Bases Biológicas do Comportamento Agressivo
Patológico. A Neurociência do Transtorno de Personalidade Anti-Social e da Psicopatia. A
Neuropsicopatologia da Esquizofrenia Paranóide e Desorganizada. As Bases Biológicas dos
Transtornos de Ansiedade Pânico e TEPT. A Neurociência da dos Transtornos de Humor:
Depressão e Bipolar
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Yudofsky SC e Hales RE (2006) Neuropsiquiatria e Neurociéncias na prática clínica. Porto
Alegre: Artmed. - Whishaw IQ e Kolb B (2002). Neurociência do comportamento. São
Paulo: Manole.
KANDEL ER, SCHWARTZ JH e JESSELL TM (2003) Princípios da neurociência. 4ed São
Paulo: Manole.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Gazzaniga MS e Heatherton TF (2005) Ciência psicológica mente, cérebro e comportamento.
Porto Alegre: Artmed - Sadock. BJ e Sadock VA (2007) Compêndio de Psiquiatria: ciência
do comportamento e psiquiatria clínica 9 ed Porto Alegre: Artmed.

Pré requisito -

Disciplina:

PSICOFARMACOLOGIA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

EMENTA: Teorias bioquímicas das

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

doenças mentais. Mecanismos neuroatômicos,
histoquímicos e neurofisiológicos da ação dos fármacos. Classificação dos psicofármacos e
aplicação terapêutica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

112

Stahl SM (2002). Psicofarmacologia: base neurocientífica e aplicações práticas. RJ: Medsi.
Cordioli AV (2005). Psicofármacos: consulta rápida. 3.ed. Porto Alegre: Artmed. - Graeff FG e
Guimarães FS (1999). Fundamentos de psicofarmacologia. SP: Atheneu.
Stahl SM (2002). Psicofarmacologia: depressão e transtornos bipolares. RJ: Medsi.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- Yudofsky SC e Hales RE (2006). Neuropsiquiatria e Neurociéncias na prática
clínica. Porto Alegre: Artmed

Disciplina: PSICOLOGIA

Pré requisito -

JURÍDICA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Definição, objetivos, área de atuação, relação com outras áreas da Psicologia e com

outras ciências e profissões, metodologias de pesquisa e intervenção e considerações éticas.
As relações intersubjetivas entre o indivíduo, a família e a lei; motivações psicológicas para
o ato delituoso; representação psicológica do ato delituoso e das penas. Análise das tentativas
de tratamento e de reinserção social do sujeito infrator. Possibilidade de Prática de Pesquisa
supervisionada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SHINE, S.. (ORG). Avaliação Psicológica e a Lei. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.
SILVA, D. M. P. Mediação e guarda compartilhada: conquistas para a família. Curitiba:
Juruá, 2013.
TRINDADE, J. Manual de Psicologia Jurídica para os Operadores do Direito. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DIAS, M. B. Síndrome da Alienação Parental. 1ed. Porto Alegre: Equilíbrio. pp. 11-14,
2007.
STEIN, L. M. Falsas memórias: fundamentos científicos e suas aplicações clínicas e
jurídicas. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Pré requisito -

Disciplina:

NEUROCRIMINOLOGIA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

113

EMENTA: Introdução e pressupostos da

Neurocriminologia. Aspectos evolutivos dos
comportamento agressivo e violento. Bases genéticas do comportamento criminoso. Bases
neurais dos comportamentos agressivos, violentos e criminosos. A interação de fatores
biológicos e sociais na gênese do comportamento criminoso. O conhecimento neurocientífico
e neurocriminológico e suas implicações legais. Possibilidade de trabalho em Estágio
Supervisionado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Raine A (2013). The anatomy of violence: the biological roots of crime.
Yudofsky SC e Hales RE (2006) Neuropsiquiatria e Neurociências na prática clínica. Porto
Alegre: Artmed.
Manual diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM-V (2014). 5 ed. Porto
Alegre: ArtMed.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Whishaw IQ e Kolb B (2002). Neurociência do comportamento. São Paulo: Manole.
Sadock. BJ e Sadock VA (2007) Compêndio de Psiquiatria: ciência do comportamento e
psiquiatria clínica 9 ed Porto Alegre: Artmed.
Disciplina: PSICOPATOLOGIA

Pré requisito -

BIOLÓGICA
NEUROCIENTÍFICA
CH
Período:

ELETIVA

TOTAL
72h

CH

CH

TEÓRICA

PRÁTICA

72H

0

Extensão
-

EMENTA: Aspectos Clínicos da Neurociência. Aspectos Biológicos das Psicopatologias

Genética do Comportamento e as Psicopatologias estatisticamente de maior prevalência. O
uso do DSM V nos Estudos Neurocientíficos. Possibilidade de trabalho em Estágio
Supervisionado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais [recurso eletrônico]: DSM-5 /
[American Psychiatric Association ; tradução: Maria Inês Corrêa Nascimento ... et al.] ;
revisão técnica: Aristides Volpato Cordioli ... [et al.]. – 5. ed. – Dados eletrônicos: Porto
Alegre : Artmed, 2014.
DAMÁSIO, A.R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996.
KANDEL, E. R.; SCHWARTZ, J. H.; JESSEL, T. M. Fundamentos da neurociência e do
comportamento. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PLISZKA, S.R. Neurociência para o clínico de saúde mental (trad. C. A. S. N. Soares).
Porto Alegre: Artmed, 2004.
Nicolelis, M. (2011). Muito além do nosso eu: a nova neurociência que une cérebro e

114

máquinas, e como ela pode mudar nossas vidas. São Paulo: Companhia das Lestras.
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos/as docentes da UFAL para o uso
das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação têm sido ponto estruturante
para a transformação das aulas tradicionais, levando a universidade para um novo patamar de
interação e facilitando a acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes às
atividades acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações básicas preponderantes:
a) a substituição dos seus sistemas informatizados acadêmicos e administrativos; b)
reestruturação da rede lógica, em especial o aumento de velocidade e o alcance da rede,
permitindo salas de aula verdadeiramente eletrônicas.
Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em um mundo
contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão disponibilizadas por
meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma Moodle, para aulas na modalidade
a Distância e ou semipresenciais não ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária
total do curso, conforme orienta a Portaria MEC nº 1.428, de 28 de dezembro de 2018.
O uso das TICs, por parte dos/as estudantes com necessidades educacionais favorece não só o
aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida acadêmica. Assim, a UFAL possui o
Núcleo de Assistência Educacional – NAE – visando promover e facilitar a acessibilidade
pedagógica, metodológica de informação e comunicação conforme previstas na Política de
Acessibilidade. Desta forma, os/as docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos
orientações sobre o uso devido dessas tecnologias.
O Curso de Psicologia, sendo presencial, não utiliza o referido na Portaria MEC nº 1.428, de
28 de dezembro de 2018 no que se refere a destinar os 20% (vinte por cento) da sua carga
horária total, porém utiliza a Tecnologia da Informação e comunicação como ferramenta de
trabalho do/a docente e do/a estudante, como: software, redes sociais, Portal do curso, blog,
dentre outros recursos, assim como o laboratório de Informática.
AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – é um fator de
gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas pedagógicas, refletir sobre os

115

projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos e se processa no âmbito do curso
pelo

acompanhamento

do

Projeto

Pedagógico

e

pela

avaliação

do

processo

ensino/aprendizagem. Deste modo, ela se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto
Pedagógico de Curso que, deverá prever tempo amplo para o processo de sua auto-avaliação
pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas da sociedade
e da comunidade científica e deve ser entendida como um processo amplo e co-participativo,
respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos cursos de graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada ao PPC como
dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade
na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte de todos os atores envolvidos
com o processo educacional, uma permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico em
relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser
percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensinoaprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades curriculares.

PROCEDIMENTOS

DE

AVALIAÇÃO

NO

PROCESSO

DE

ENSINO-

APRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica curricular. A
avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, do corpo docente e
discente acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se propõe não é uma atividade
puramente técnica, ela deve ser processual e formativa; e, manter coerência com todos os
aspectos do planejamento e execução do Projeto Pedagógico do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei de DBEN no
que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de presença às atividades de ensino
previstas pela carga horária de cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa
em relação ao total de pontos obtidos pelo/a discente em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da Resolução 25/05 – CEPE
que determina que o regime de aprovação do/a discente em cada disciplina será efetivado
mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento escolar.

116

Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por falta o aluno que
não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no
semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de freqüência, só será permitido
nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044 (21/10/1969), Decreto-Lei
no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do
rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final, após a
divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas obtidas pelo aluno
em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no prazo de 02
(dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da correção de
sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular Obrigatório.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras opções
como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em
qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos
de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada considerandose a média das avaliações programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02 (duas)
Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que
obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).

117

§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a
5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações, conforme o
Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada disciplina,
o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4
(quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à Prova
Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao
respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a
realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo único
do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de Psicologia a avaliação da aprendizagem é condizente com a
concepção de ensino e aprendizagem que norteia a metodologia adotada para a consecução da
proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva da formação integral dos/as dicentes
respeitando a diversidade e a pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas
atividades acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.
A avaliação deve promover a emancipação dos/as estudantes, requerendo a observação contínua
do

desenvolvimento

e

aprendizagem.

Hoffmann

(2018)

define

avaliação

como

acompanhamento do processo de construção dos saberes, que deve ser exercida no decorrer do
ano letivo e não apenas ao término. O sentido de avaliar aqui se distancia de uma avaliação
discriminatória e seletiva que privilegia o resultado e visa destacar o processo, isto é, as
transformações que promovem o desenvolvimento dos/as estudantes.

AVALIAÇÃO DO CURSO

118

Conforme disposto na Lei do Sinaes nº 10.861/2004 (Lei do Sinaes), o processo de avaliação
do PPC do Curso de Psicologia é realizado por uma comissão representativa dos diferentes
segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de
Auto-Avaliação da UFAL como Comissão de Auto-Avaliação – CAA. Desse modo, o Curso
de Psicologia é avaliado anualmente pela citada Comissão e, em caráter permanente, pelos
membros do NDE. Na primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela
CAA, que coleta dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e
técnico-administrativo da Unidade.
O Colegiado do Curso de Psicologia também realiza periodicamente uma avaliação do curso
mediante reuniões de avaliação, ao fim de cada semestre, com a participação de docentes,
discentes e técnicas/os-administrativas/os. Serão também utilizadas as análises dos resultados
obtidos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE.
A avaliação, como processo amplo e participativo, contribui para a atualização e
redimensionamento do Projeto Pedagógico contextualizado, o que auxilia na definição de
metas, objetivos e ações.
Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica a formulários de avaliação online, disponibilizados periodicamente pela CPA. Docentes, discentes e técnicos/as têm assento
nas instâncias administrativas e pedagógicas no curso, o que lhes permite livre expressão no
que diz respeito à condução do PPC, à atuação, à qualificação e à relação com as/os docentes e
às condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Os
dados computados são organizados, analisados e incorporados ao Relatório de Avaliação
Institucional, de periodicidade anual.
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações oriundas da Comissão
Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se expressam de diferentes formas.
Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Psicologia é realizada por uma comissão
representativa dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de
docentes, identificada no Projeto de Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Autoavaliação – CAA, instalada em cada Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso
dos campi interioranos.

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO

119

Tendo em conta as necessidades de revisão e aperfeiçoamento constantes da presente proposta
de reforma curricular; de um levantamento de critérios diagnósticos capazes de apresentar os
pontos positivos e negativos do curso; da sua estrutura curricular; das disciplinas; de docentes
e das aprendizagens discentes; propomos a seguir o Sistema Integrado de Avaliação do Curso
de Psicologia da UFAL, vinculado ao Núcleo Docente Estruturante (NDE). Esta designação
ressalta a importância de se compreender o processo avaliativo a partir de uma perspectiva
macro, que contemple e integre, num único processo, todos os instrumentos avaliativos
utilizados no e para o curso de Psicologia.
Este sistema adota como princípios a avaliação processual, flexível, democrática e valorativa,
de caráter diagnóstico, assumindo desta forma seu interesse numa perspectiva de avaliação
formativa que se apoia em mecanismos de reflexão crítica, inclusiva, ética e transformadora
(SOBRINHO, 2003). Fundamentado nestes princípios e dimensões, o Sistema Integrado de
Avaliação do Curso de Psicologia da UFAL funcionará a partir de um tripé que compreende a
estrutura do próprio curso, o corpo docente e o corpo discente:
1. Na Estrutura do Curso serão avaliados a adequação dos recursos humanos e físicos
(laboratórios, salas, acervo bibliográfico, recursos de multimídia) e o projeto políticopedagógico. Para tal, serão realizados Fóruns de Auto Avaliação, nos quais docentes e discentes
discutirão as problemáticas do curso e avaliarão seu funcionamento. Em caráter contínuo,
estarão em funcionamento um Conselho de Avaliação – de caráter geral e responsável pela
organização e divulgação dos dados produzidos nas avaliações - e uma Comissão
Interdisciplinar, submetida ao primeiro, que se ocupará somente das questões relativas à
avaliação do projeto político-pedagógico. Ambos serão compostos por docentes e discentes
representantes de turma do curso. Para elaboração dos critérios e objetivos dos processos de
avaliação deste grupo, deverão ser tomados como base os princípios e dimensões já
mencionados anteriormente, bem como os critérios estabelecidos pelo Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior.
2. A avaliação do Corpo Docente corresponderá aos seguintes critérios: titulação; adequação
formação–disciplina ministrada; didática em sala de aula; envolvimento com ensino, pesquisa,
extensão; orientação de estágio e TCC; participação em congressos e publicações; cursos de
aperfeiçoamento docente. Dados os vários componentes, tal avaliação ocorrerá em dois níveis:
um realizado pelo próprio colegiado do curso, em que se discutirão a participação, as
dificuldades e as maneiras de superá-las. E outro, pelos/as discentes, dentro das próprias
disciplinas, onde se discutirá, ao longo das aulas, os pontos positivos e negativos da interação

120

docente-discente-conhecimento. Ao final do semestre letivo, discentes responderão um
questionário de avaliação de desempenho docente, o qual será organizado e disponibilizado
pelo colegiado do curso.
3. A Avaliação do corpo Discente adotará uma perspectiva integral e será organizada a partir
das disciplinas do semestre, ou seja, apesar de ser realizada dentro de uma disciplina específica,
deve ser pensada em função das demais disciplinas que compõem um dos semestres letivos.
Em razão desta alteração, caberá aos/às docentes discutir em grupos - organizados por semestre
- que formas de avaliação serão mais adequadas e cabíveis, levando em consideração a
organização horizontal e vertical do curso, o projeto pedagógico, os planos de aprendizagem
das disciplinas, bem como os princípios e dimensões adotados neste documento. Além disso,
será estabelecido um sistema de tutoria discente, no qual discentes em monitoria, via Programa
Geral de Monitoria, PROGRAD/UFAL, auxiliarão aqueles que apresentarem dificuldades de
acompanhamento e domínio dos conhecimentos e técnicas desenvolvidos nas disciplinas com
acompanhamento docente.
Este tripé de avaliações, curso-docente-discente, formará o Sistema Integrado de Avaliação do
Curso de Psicologia da UFAL, o qual deverá ser utilizado em articulação com o Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).
COLEGIADO DO CURSO
Considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL:
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica, com o
objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu
desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
I.
05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que
estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a comunidade acadêmica,
para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
II.
01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em
processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de
01 (um) ano, admitida uma única recondução;
III.
01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir
mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos seus
membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I.
coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do
Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;

121

II.
coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração docentediscente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos de ensino,
com vistas à formação profissional planejada;
III.
coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
necessárias;
IV.
colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V.
exercer outras atribuições compatíveis.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a Resolução CONAES
01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012, no âmbito de seus cursos de
graduação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE – em conformidade com as especificações
legais.
De acordo com o Art 2º, da Resolução, nº 52/2012 CONSUNI/UFAL, os NDEs surgem para
atuar como:
Órgão consultivo e propositivo em matéria acadêmica, de apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo
formado por docentes da respectiva Unidade Acadêmica para acompanhar e atuar no processo de
concepção, consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso
(UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, 2018c, p. 1).

Conforme a Resolução nº 52/2012, o NDE tem como atribuições:
Art. 3º [...] I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; II. Zelar pela
integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de
necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e consoantes com as políticas públicas
relativas à área de conhecimento do curso; IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Graduação (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, 2018c, p. 1).

Neste sentido, os NDEs são compostos pelo mínimo de cinco membros, todos/as docentes com
titulação de pós-graduação stricto sensu e formação na área do curso. Considera-se, igualmente,
a afinidade da produção científica com o eixo do curso e sua dedicação ao mesmo.
O NDE tem papel fundamental para o acompanhamento da execução do PPC, bem como deve
realizar avaliação constante para aprimoramento da estrutura e funcionamento do
Curso.

POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS

122

Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro passou a ter uma
nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo prontamente na
Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência -, este último, traduzido no aperfeiçoamento da prestação do serviço
público de qualidade, diz respeito diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio ao
seu quadro de pessoal. Desta feita, a UFAL, produtora e disseminadora do conhecimento e do
desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e materializá-lo
em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a Política e as
Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública Federal, a UFAL
ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem prejuízo de outros, o
desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade essencial para a
melhoria de seu desempenho profissional, bem como de seu crescimento pessoal. Realizando
ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de Pessoas busca, principalmente, melhorar a
qualidade dos serviços prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da competência do
servidor com os objetivos da instituição, pela divulgação e gerenciamento das ações de
capacitação e pela racionalização e efetividade dos gastos com treinamentos (2013, p.71).
O PDI dos Servidores compõe-se de eixos integrados: Dimensionamento das Necessidades
Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de Desempenho e Qualidade de Vida no
Trabalho, recortados por diretrizes e princípios, muitos deles, diretamente relacionados à
atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz respeito à otimização
dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos objetivos institucionais. A
capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um lado, melhorar o desempenho do/a
servidor/a e por outro, assegurar um quadro mais confiante, motivado e consequentemente,
mais satisfeito. A capacitação é realizada em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao
serviço público, formação geral, educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e
formação específica.
Outra ação voltada para o/a servidor/a é a avaliação de desempenho que objetiva redimensionar
as ações desenvolvidas pelos/as servidores/as no exercício do cargo e auferir seu desempenho,

123

deixando-o/a ciente de suas fragilidades e potencialidades e oferecendo subsídios para a
organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT), promove ações
embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS), baseadas no conceito de
prevenção de doenças como garantia de condições mais justas de trabalho, valorizando o/a
servidor/a e garantindo o pleno exercício de suas funções.
Dentre as políticas de apoio ao/à servidor/a, uma se destaca por ter como enfoque o/a docente:
o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior (PROFORD), que
consiste em um plano de capacitação contemplando desde os/as docentes recém empossados/as,
até aqueles/as com mais tempo na Instituição. O objetivo é incentivá-los/as à reflexão sobre
suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois
enfoques: a prática docente e a atuação destes/as profissionais na gestão acadêmica e
institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação, a fim de garantir
a satisfação do/a professor/a e o respeito ao Princípio Constitucional da Eficiência, do qual
nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.
No curso de Psicologia do Campus A. C. Simões a política de valorização do/a servidor/a se
manifesta pela disponibilização de cursos de aperfeiçoamento, bem como estímulo à formação,
realização de Mestrado e Doutorado, inclusão dos servidores na organização de eventos e
comissões e reuniões periódicas que visam sua integração vem como avaliação da qualidade
dos processos de valorização.
POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
As políticas de apoio aos/às discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos princípios e
diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil – PNAES, que objetiva
viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos/as os/as estudantes e contribuir para a
melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam combater situações de
repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a
permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos
de graduação presencial das Instituições Federais de Ensino Superior –IFES. Sua instância de
discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e
Estudantis –FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento. Na ocasião
são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as

124

diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do PNAES, pois
trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento dos/as estudantes que
frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificadas:
- Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico; apoio ao
acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de cursos para
capacitação básica na área. Atenção aos/às discentes como forma de orientá-los na sua formação
acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para atendimento através da
observação das expressões da questão social. Articulação com as Coordenações de Curso sobre
dificuldades pedagógicas desses/as estudantes e planejamento para superação das mesmas. Ex.:
PAINTER, Monitoria, Tutoria.
- Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que produzem impactos
negativos na subjetividade dos/as estudantes e que comprometem seu desempenho acadêmico;
atendimento psicossocial realizado por profissionais qualificados, com vistas ao equilíbrio
pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do/a estudante na área da
saúde através da assistência médico odontológica; fomento à prática de atividades física e de
esporte; promoção de atividades relacionadas à arte e cultura no espaço universitário;
implementação de bolsas institucionais que visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa
Permanência (Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os talentos e
potenciais dos/as estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de assuntos
de interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão universitária que contribuam para sua
formação acadêmica; disponibilização de bolsas a discentes em situação de risco e
vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos
estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do conhecimento, intercâmbio
cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBID, PIBIC, PET.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações esportivos,
culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela universidade quer sejam
promovidos por estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para as atividades dos
centros acadêmicos, vindo a colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que
contribuam para a formação política dos/as estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.

125

Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança para o/a discente
quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um aumento da retenção
e/ou da evasão. Evita também a acomodação destes/as ao longo do curso. Busca a reorientação
e a preparação para a saída destes/as, diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de
trabalho. Ex.: Estágios.
O curso de Psicologia do Campus A. C. Simões apoia os/as discentes do curso de Psicologia a
partir de sua participação efetiva e permanente, com direito a voz e voto, no Colegiado do
Curso, seja nas reuniões mensais ou extraordinárias, como também nas reuniões
da Unidade Acadêmica. A escolha das/os representantes discentes se faz através de indicação
do Centro Acadêmico, sendo um/a titular e um/a suplente.
O Centro Acadêmico do curso é escolhido por eleição direta, realizada a cada dois anos, com
todas/os as/os estudantes e com a organização do Diretório Central dos Estudantes da UFAL
(DCE-UFAL) e o apoio da Coordenação do Curso e dos membros da direção anterior.

LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
●

Laboratórios

Laboratório de Investigação e Intervenção Psicossocial
1.

Título da pesquisa:

REDE DE PROTEÇÃO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ESTADO DE
ALAGOAS: MAPEAMENTO, PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO DAS VIOLÊNCIAS

Pesquisadoras(es) docentes: Paula Orchiucci Miura (Coordenador IP/UFAL), Adélia Augusta
Souto de Oliveira (IP/UFAL), Heliane de Almeida Lins Leitão (IP/UFAL), Angelina Nunes de
Vasconcelos (IP/UFAL), Rui Alexandre Paquete Paixão (Universidade de Coimbra), Emiko
Yoshikawa Egry (EEUSP), Dora Mariela Salcedo Barrientos (EACH/USP), Selma Leitão
Santos (IP/UFPE), Juliano Almeida Bastos (IP/UPE), Gabriel Fortes Cavalcanti de Macêdo
(Universidade Alberto Hurtado), Camille Lemos Cavalcanti Wanderley (RAVVS).

Pesquisadoras(es) mestrandas(os): Estefane Firmino de Oliveira Lima (PPGP/UFAL), José
Nilson Nobre Filho (PPGP/UFAL), Ana Caroline dos Santos Silva (PPGP/UFAL), Amanda

126

Coimbra César (PPGP/UFAL), Daniele Vasques de Amorim (PPGP/UFAL), Melinda Torres
Barros Ferreira (PPGP/UFAL), Sofia Pacheco (PPGP/UFAL), Ana Luiza Oliveira
(PPGP/UFAL).
Pesquisadores doutorandos: Maria Laura Barros (PPGP/UFSC), Luciano Bueno
(PPGSS/UFAL), Raissa Matos Ferreira (PPGE/UFAL).
Esta pesquisa inclui dois projetos:
1.1) INVESTIGAÇÃO E INTERVENÇÃO JUNTO À REDE DE ATENÇÃO ÀS
VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL DO ESTADO DE ALAGOAS
Descrição: Este projeto tem como objetivo geral, investigar e intervir junto à Rede de Atenção
às Vítimas de Violência Sexual (RAVVS) do estado de Alagoas. E como objetivos específicos:
a) Realizar levantamento de necessidades com os/as profissionais da Rede de Atenção às
Vítimas de Violência Sexual (RAVVS); b) Desenvolver oficinas de prevenção à violência
sexual com profissionais da educação, crianças, adolescentes e suas famílias; c) Criar
Observatório de Violência contra a Criança e Adolescente em Alagoas. Trata-se de uma
pesquisa quantitativa e qualitativa de caráter interventivo, que será realizado em três etapas
conforme os objetivos específicos. Este projeto foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa
da instituição responsável. 1ª etapa: será aplicado um questionário, de forma remota, para
levantamento das necessidades dos profissionais da RAVVS, bem como realizadas oficinas de
cuidados conforme demanda levantada. 2ª etapa: serão realizadas oficinas de prevenção à
violência sexual com profissionais da educação, crianças, adolescentes e suas famílias nas
escolas nas cidades de Marechal Deodoro e Maceió, indo ao encontro do Programa de Saúde
na Escola. 3ª etapa: será realizado seminário com todos os membros da equipe para
consolidação dos dados, elaboração de indicadores e refinamento para criação do observatório.

Fomento: Pesquisa Financiada pelo CNPQ e FAPEAL (Chamada CNPQ Nº 04/2021 BOLSAS DE PRODUTIVIDADE EM PESQUISA) (PROGRAMA DE PESQUISA PARA O
SUS EDITAL FAPEAL No 06/2020).

1.2) AS ESCOLAS NA REDE DE PROTEÇÃO A VIOLÊNCIA INFANTIL:
MAPEAMENTO, PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO
Descrição: Este projeto, aprovado no Comitê de Ética de Pesquisa, objetiva realizar o
mapeamento dos serviços que trabalham diretamente no combate à violência contra crianças e
adolescentes em Alagoas, desenvolver espaços de resistência e de prevenção à violência com
profissionais da educação, crianças, adolescentes e suas famílias e criar o Observatório de
Violência contra a Criança e Adolescente. Trata-se de uma pesquisa quanti-quali, de caráter
exploratório, preventivo e interventivo, a ser realizada em três etapas, conforme os objetivos
elencados. 1ª etapa: o mapeamento dos equipamentos públicos envolvidos no atendimento e
acompanhamento de crianças, adolescentes e suas famílias vítimas de violência nas cidades de
Marechal Deodoro e Maceió, dar-se-á por meio de recolha de informações nos sites das
prefeituras; 2ª etapa: o desenvolvimento de espaços de resistências conhecerá as equipes, por
meio de um questionário, em forma remota, para levantamento de informações acerca de
formação, capacitação e funcionamento das escolas frente à violência infantil. A seguir,

127

realizar-se-á oficinas de prevenção à violência em escolas, através da articulação conceitual e
de vivência, abarcando os níveis cognitivo, emocional e de comunicação, com o
desenvolvimento de estratégias coletivas de seu enfrentamento. 3ª etapa: criação do
Observatório, por meio da realização de Seminários Integrativos com todos os membros da
equipe para consolidação dos dados, elaboração de indicadores e refinamento a serem
divulgados.

Fomento: Pesquisa financiada (Chamada CNPq/MCTI/FNDCT Nº 18/2021 - Edital Universal).

Projeto:
2. Título: A vida universitária e suas vicissitudes: o que dizem os estudantes.
Pesquisadoras:
Heliane de Almeida Lins Leitão (Docente IP), Carine Valéria Mendes dos Santos (Docente IP),
Lucélia Maria Lima da Silva Gomes (Psicóloga PROEST/SPA-IP), Kyssia Marcelle Calheiros
Santos (Psicóloga SPA-IP), Maria Eduarda de Almeida Siqueira (estudante de Psicologia,
PIBIC), Naely dos Santos Justino (estudante de Psicologia, PIBIC).
Objetivos:
Investigar processos psicossociais e culturais envolvidos no desenvolvimento e constituição
subjetiva de crianças, adolescentes e jovens no contexto da interdisciplinaridade. Destacam-se
o protagonismo dos/as participantes e a metodologia de pesquisa-intervenção.
Descrição: Este projeto objetiva conhecer e analisar a experiência de estudantes
universitários/as. Considerando-se que a vida estudantil universitária é marcada por importantes
transformações subjetivas, incluindo dimensões afetivas, cognitivas e sociais, busca-se
compreender as vivências dos/as estudantes, investigando suas necessidades, demandas,
dificuldades e possibilidades. Justifica-se pela relevância de conhecer a experiência dos/as
estudantes, aprimorando possibilidades de oferecer atenção e cuidado aos/às universitários/as,
tendo em vista crescente evidência de dificuldades emocionais e sofrimento psíquico nessa
população.
Uso do espaço físico do laboratório:
O uso do espaço físico do laboratório está previsto para atividade de pesquisa-intervenção junto
a estudantes do curso de Psicologia durante o ano letivo 2023, vinculado a projeto PIBIC.
3. Projeto: TERRITORIALIDADES URBANAS, RACISMO E PESQUISA NA
PSICOLOGIA
SOCIAL
(bolsa
PQ
CNPq)
Pesquisadoras/es: Simone Maria Hüning (coordenadora); Aline Kelly da Silva, Anita
Bernardes, Neuza Guareschi, Elis Jayane dos Santos Silva, Alison Santos da Rocha, Yasmini
Maciane da Silva, Larissa Firmino

128

Descrição: Esta proposta busca possíveis respostas para a questão sobre como produzir uma
psicologia social antirracista, nos estudos das biopolíticas e necropolíticas urbanas. Tem como
objetivo geral discutir e elaborar estratégias teórico-metodológicas contra coloniais e
antirracistas na pesquisa sobre territorialidades urbanas na psicologia social. Como objetivos
específicos propõe: a) produzir e discutir a utilização de imagens e narrativas como
possibilidade teórico-metodológica para uma psicologia social antirracista, em pesquisas
no/sobre o cotidiano urbano; b) problematizar e tensionar o cotidiano urbano e a distribuição
dos corpos na cidade, a partir da produção de narrativas e imagens críticas; c) analisar
estratégias biopolíticas e necropolíticas em territórios urbanos da capital alagoana. A
metodologia inspira-se nas derivas situacionistas e inicia pelo caminhar pela cidade, dando
atenção à experiência de corpos racialmente marcados que transitam nos territórios onde se
produz a pesquisa, pelo contato direto com as materialidades, afetos e experiências produzidas
no cenário urbano. Espera-se produzir análises do cotidiano urbano da capital alagoana, desde
a psicologia social, que considerem a dinâmica do racismo estrutural nas formas de organização
e subjetivação. Simultaneamente, pretende-se produzir e problematizar estratégias de produção
de pesquisa nos territórios urbanos que considerem a subjetividade e a corporeidade de
pesquisadores/as e seus/suas interlocutores/as, contribuindo para a construção de um aporte
teórico-metodológico antirracista na psicologia social.

Parcerias: Projeto “Corpo, cidade, hospitalidade: articulações tecno-políticas”, Edital
CAPES/COOPBRASS Nº 05/2019, Universidad Santiago de Chile, UCDB, University of
Birmingham e University of Bristol
4. Projeto: Música, negritude e política: arte e resistência na produção musical de
cantoras
negras
Pesquisadoras/es: Marcos Ribeiro Mesquita (coordenador); Aline Cecilio da Silva, Milena da
Silva Medeiros, Naricla Mariana dos Santos Batista, Áurea Cristinne da Silva Gomes, Cauê
Assis de Moura, Erick Santos da Silva.
Descrição: Nas últimas décadas as lutas pela igualdade racial têm conquistado uma série de
avanços que se dão tanto pela implementação de políticas públicas, pela postulação do debate
acadêmico e político sobre o tema, cada vez mais cotidianizado; pela afirmação identitária que
se expressa cada vez mais fortemente no âmbito da cultura, e ainda pela construção de um
pensamento social que posiciona a questão racial como um elemento que estrutura a sociedade.
Todas essas conquistas fortalecem sobremaneira a luta antirracista em diferentes espaços
sociais. Na atualidade, assistimos uma série de coletivos de artistas que trazem para o campo
da cultura, suas vozes, lutas, narrativas negras. O fazem também se apropriando das novas
tecnologias que tem subsidiado e potencializado suas formas de expressão. É nesse contexto
que percebemos a emergência de uma série de cantoras/es negras/os que trazem para o cenário
artístico e musical, narrativas sobre a negritude: a denúncia das desigualdades, a força da
resistência e o fortalecimento de uma perspectiva que não cansa em erguer a voz. Trazem
também para o cenário musical questões como gênero, sexualidade, classe social, corpo,
politica, etc. Neste projeto, ensejamos discutir expressões da música negra contemporânea que
tem se destacado tanto através do rap, do samba ou da mpb, e que a partir de sua sonoridade,
rítmica e letra, compartilham narrativas sobre o mundo e sobre a negritude, produzida por
negras e negros. Este trabalho objetiva compreender como a discussão racial protagonizada por

129

mulheres negras, na música brasileira, corrobora com a construção de narrativas plurais e
contra-hegemônicas que compõem e disputam o significado de ser negra/o na atualidade. Assim,
analisaremos as obras audiovisuais de 4 cantoras negras, procurando, com suas perspectivas
apresentadas nas musicas, conexões que interligam os objetivos da pesquisa, falas sobre
negritude, interssecionalidade, representatividade entre outros relatos pessoais da vivencia do
preconceito na sociedade brasileira. As cantoras escolhidas são Bixarte, Jup do Bairro, Doralyce
e Luedji Luna. Elas integram a mais recente expressão da música popular brasileira em sua
pluralidade de vertentes. A escolha destas cantoras se deu em função tanto da representatividade
que carregam, quanto do teor de suas músicas. Para esta pesquisa foram escolhidas para a
análise as seguintes obras: Revolução, Faces e o single Travesti no comando da nação de
Bixarte; Corpo sem juízo e o single Sinfonia do corpo de Jup do Bairro; Canto da revolução,
Pílula livre e o single Vamos derrubar o governo, de Doralyce; e Um corpo no mundo e Bom
mesmo é estar debaixo d?água de Luedji Luna. Orientaremos nossa investigação a partir do uso
teórico-político do conceito de interseccionalidade para compreender de que forma os
diferentes marcadores sociais presentes nas narrativas presentes na produção musical destas
quatro cantoras, produzem efeitos nas suas experiências de vida. Para a análise, serão
trabalhadas questões relativas aos objetivos estabelecidos, bem como outros elementos que
possam surgir durante o processo.

Fomento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas - Auxílio financeiro.

5. Projeto: Ciência e negacionismo científico: Usos sociais do discurso médico na epidemia
de SARS-CoV-2 no Brasil (PIBIC)
Pesquisadores: Rodrigo Barros Gewher (IP/UFAL); Luana Rayara Vieira de Sousa (graduanda);
Matheus Ruffo Nascimento (graduando); Carliane Maria da Silva Batista (graduanda)
Objetivo: Compreender os processos de negação da ciência tendo por modelo os usos sociais
do discurso médico no enfrentamento aos SARS-CoV-2 no Brasil.
Laboratório de Pesquisas em Psicanálise
Pesquisadores:
●

Prof. Dr. Charles Elias Lang, charles.lang@ip.ufal.br

●

Prof. Dr. Cleyton Andrade, cleyton.andrade@ip.ufal.br

●

Profª. Drª. Susane Zanotti (Coordenadora); susane.zanotti@ip.ufal.br

Objetivos
- Produzir conhecimento científico a partir da concepção teórico-clínica e ética da psicanálise;
- Promover pesquisas, debates, atividades de extensão e modos de intervenção em diversos
campos da sociedade;

130

- Viabilizar mais um espaço de discussão sobre formas de intervenção social;
- Divulgar resultados de pesquisa e extensão em revistas acadêmico-científicas.
Projetos de pesquisa vinculados ao laboratório
- Psicanálise, Clínica e Estudos Interculturais (Prof. Dr. Cleyton Andrade)
- Corpo e real (Profª Drª Susane Zanotti)
Curso de Extensão
- Mini Curso - Faces da Angústia Profa. Maria Angélica Pisetta, PPGE/UFF (Coordenação Profa Susane Zanotti)
Projeto de extensão
- R.S.I: corpo e suas dimensões (Profª Drª Susane Vasconcelos Zanotti)

Mestrandos
- Adriana Morgana de Souza Silva.
- Gabriela Lins Malta.
- Isadora Veiga Assunção.
- Isaias Christian Alves dos Santos.
- Maria Gabriela da Silva.
- José Augusto Rocha de Oliveira.
- Raianne Ferreira Lima

Alunos PIBIC
- Aguida Vieira dos Santos Costa.
- Everton Rikie Vasconcelos de Franca.
- Ione Mariah de Souza Miranda.
- Laylla Padilha Silva de Araújo.

131

- Lidia Amarilis Alencar Dias.
- Marina Vasconcelos de Carvalho.
- Mylene Maria Ferreira dos Santos.
- Vivian Ferreira Barbosa.

Parcerias
- Núcleo de Pesquisa ‘Clínica Psicanalítica’ (CLINP)- IP/UFRJ
- Serviço de Psicologia Aplicada – IP/UFAL
- Serviço de Genética Clínica – HUPAA/UFAL/EBSERH
- ECLIPsi - IP/UFAL
O trabalho no Laboratório segue o ritmo das atividades de pesquisa, ensino e extensão, com
reuniões semanais, quinzenais e mensais.

Laboratório de Neuropsicologia
Prof. Dr. Raner Póvoa

Laboratório de Videografia e Análise de Interação
Professoras: Dra. Angelina Nunes; Dra. Nadja Vieira

Laboratório de Psicometria e Avaliação Psicológica
Professores (as): Dr. Leogildo Alves Freires; Dra. Sheyla Fernandes

Evidenciar se existem no âmbito do curso laboratórios especializados. Expor como se dá o uso
desses espaços se é exclusivo ou compartilhado com outros cursos. Expor a quantidade, a
qualidade e o serviço.
Explicar como se dá o acesso e uso dos laboratórios especializados no âmbito do curso, a
existência ou não de normas de funcionamento e segurança, apresentando, objetivamente, a
adequação da quantidade de equipamentos aos espaços físicos e vagas pretendidas/autorizadas.

132

Apresentar qualitativamente e quantitativamente a infra-estrutura disponível nos laboratórios
especializados, evidenciando quantitativo de pessoal técnico de apoio alocado, mobiliário,
recursos materiais, equipamentos básicos e de ponta existentes, área em M2, configuração dos
serviços de manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAÚJO, Claisy Maria Marinho; NEVES, Marisa Maria Brito da Justa. Psicologia Escolar e
o compromisso/responsabilidade social: uma experiência de Extensão Universitária. Boletim
Academia Paulista de Psicologia – Ano XXVI, nº 1/06, 2006.
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação – PNE. Lei 13.005 de 25 de
Junho de 2014. Brasília, DF, 25 jun. 2014. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm>.
BRASIL. Ministério da Educação. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades
Públicas Brasileiras - FORPROEX. Plano Nacional de Extensão Universitária – PNEU.
Manaus, AM, 02 mai. 2012. Disponível em:
<https://www2.ufmg.br/proex/content/download/7042/45561/file/PNEU.pdf.>.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
Resolução nº. 65/2014 – CONSUNI/UFAL de 03 de novembro de 2014. Maceió, AL, 03 nov.
2014. Disponível em: http://www.ufal.edu.br/extensao/documentos/diretrizes-gerais-dasatividades-de-extensao-no-ambito-da-ufal.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
Resolução nº. 04/2018 – CONSUNI/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Maceió, AL, 19 fev.
2018. Disponível em:
https://ufal.br/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-02-2018.pdf.
BRASIL. Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação das Relações ÉtnicoRaciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf>.
BRASIL. Resolução nº 5, de 15 de março de 2011. Diretrizes Nacionais para os Cursos de
Graduação em Psicologia. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?
option=com_docman&view=download&alias=7692-rces005-11-pdf&category_slug=marco2011-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 20 set. 2017.

133

BRASIL.Resolução nº 597, de 13 de Setembro de 2018, Recomendações do Conselho
Nacional de Saúde à proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação
Bacharelado em Psicologia.Disponível em:https://www.in.gov.br/materia//asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/48743098/do1-2018-11-06-resolucao-n-573-de31-de.
BOCK, Ana Mercês Bahia; CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicologia e direitos
humanos: práticas psicológicas: compromissos e comprometimentos. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2002.
MIYAZAKI, M. Cristina O. S. et al. Psicologia da Saúde: extensão de serviços à comunidade,
ensino e pesquisa. Psicologia USP, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 29-53, jan. 2002. Disponível em:
http://www.revistas.usp.br/psicousp/article/view/108165/106477
XIMENES, Verônica Morais; AMARAL, Carlos Eduardo Menezes; REBOUÇAS JUNIOR,
Francisco Gilmário (Org.). Psicologia comunitária e educação popular: vivências de
extensão/cooperação universitária no Ceará. Fortaleza: LC Gráfica e Editora, 2008.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro
de 2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos pedagógicos dos
cursos de graduação da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro
de 2013 - Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nos cursos de
graduação da UFAL;
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados - Disciplina a
redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos cursos de
Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica.
RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL – Dispõe sobre o Núcleo Docente Estruturante
– NDE no âmbito da UFAL.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos – Específicas para cada curso, e referente as
orientações gerais;
Parecer CONAES N° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE;
Lei nº 10.172/2001- Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de Educação e
dá outras providências.
Portaria nº 2.678/02 – Política Nacional de Ed. Especial na perspectiva da Ed. Inclusiva.
Lei 10.639 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira",
e dá outras providências.

134

Lei 11.645 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e
Indígena;
Resolução nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. - Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana.
Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005 - Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de
2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098,
de 19 de dezembro de 2000.
Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá
outras providências;
Lei Nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 - Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete
da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS;
Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá
prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000,
que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002 -Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial;
Resolução CNE/CES n. 04/2009 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências
Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição
e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial;
Portaria N°10, 28/07/2006 - Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de
Tecnologia;

135

Portaria N° 1024, 11/05/2006 - As atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores
de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da Educação e outras
providências.
Resolução CNE/CP N°3,18/12/2002 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais
para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Decreto n. 5.622/2005 - Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
Portaria Normativa n. 40 de 12/12/2007 Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de
trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de
Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade,
banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e
outras disposições .
Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política
Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002, Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999,
que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 66 - referente a titulação do corpo docente.
Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL
Acréscimos:
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais)
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e
licenciatura) do Ministério da Educação.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do MEC.
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
PARECER CNE/CP N.º 09/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação.
PARECER CNE/CES Nº:52/2007, que trata da autorização para o funcionamento de campus
fora de sede da Universidade Federal de Alagoas.

136

Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a partir
do ano letivo de 2006.
Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009 (*). Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina,
Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia,
Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
www.facebook.com/nucleodeacessibilidadeufal - Texto extraído em 05/08/2015