ESTRUTURA DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
INSTITUTO DE PSICOLOGIA – IP
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
MESTRADO ACADÊMICO EM PSICOLOGIA
ESTRUTURA DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplinas já ofertadas e que estão sendo ofertadas no Período Vigente.
CÓDIGO / NOME
EMENTA
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CRÉDITO
/ CARGA
HORÁRIA
ÚLTIMO
PERÍODO
OFERTADO
04 / 60hs
2017.2
04 / 60hs
2015.2
STERNBERG, J., R; STERNBERG, H.J. (2011): Introduction to Cognitive
Psychology; em Cognitive Psychology; 6ª. JEFF MIO, Califórnia.
BOWN, C. (2007): The basics of the Cognitive Psychology. Em Cognitive
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MPSI-090 / Processos
Cognitivos e Medidas
Psicológicas
Processos cognitivos e
suas
medidas
em
diferentes perspectivas
teóricas e metodológicas.
COUTER, J.; SCHRROK, W. (2007). Neural Metaphisycs. Em, Brain,
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Paulo.
MPSI-140 / Tópicos
Especiais I: Pesquisa
Apresentação
princípios
epistemológicos,
de
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Sociedade, 20(3), 475-484. http://www.scielo.br/pdf/psoc/v20n3/18.pdf
em Processos
Psicossociais
metodológicos, éticos e
políticos da pesquisa em
psicologia social no
contexto contemporâneo
com especial ênfase na
relação entre ciência e
política, relação sujeitoobjeto e na contribuição
da pesquisa em psicologia
social para os problemas
das sociedades ocidentais
contemporâneas.
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DUNKER, C.I.L; PAVÓN-CUÉLLAR, D.; JUNIOR, N.L. Análise
Lacaniana de Discurso: Subversão e Pesquisa Crítica. Curitiba: Appris,
2019.
MPSI-150 / Tópicos
Especiais I: Pesquisa
Psicanalítica
Pressupostos
teóricometodológicos
da
pesquisa psicanalítica.
GASPARD, J.L.; SILVA JUNIOR, N.;DUNKER, C. I. L.;ASSADI, T.C. ;
DOUCET, C.. Psicanálise e Análise de Discurso: elementos para uma
investigação clínica futura. A Peste: Revista de Psicanálise e Sociedade, v.
2, p. 65-95, 2012.
04 / 60hs
2020.2
04 / 60hs
2017.1
KYRILLOS NETO, Fuad; MOREIRA, Jacqueline Oliveira.
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em Psicanálise. 1. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2019.
MPSI-192 / Docência
no Ensino Superior
A docência universitária.
Processo didático e seus
elementos. Planejamento
e possibilidades didáticas
de organização de planos
de ensino. Metodologias
didáticas na docência no
ensino
superior.
Avaliação
da
aprendizagem.
Adurys-Bravo, A. & M. I. Aymerich. (2002) Acerca de la didáctica de las
ciencias como disciplina autónoma. Revista Electrónica de enseñanza de las
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Superior: a formação pedagógica como mobilizadora de
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Reis, S. M. Á. S., Oliveira, A. G., Lima, J. B. G., & Gonçalves, L. C.
(2016). TITULE-SE! PUBLIQUE! PESQUISE! PRODUZA!–O PESO
DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NA
FORMATAÇÃO DE UM PERFIL ESPECÍFICO PARA OS DOCENTES
DO ENSINO SUPERIOR. DiversaPrática, 2(2).
Sales, M. P. S., & Machado, L. B. (2013). Docência no ensino superior:
novo contexto, novas configurações e representações. Atos de Pesquisa em
Educação, 8(2), 500-529.
MPSI-203 / Tópicos
Especiais II:
Sexualidade e Gênero
em Foucault, Butler e
Lacan
Debater conceitos e
noções
da
contemporaneidade com
suas
implicações
políticas,
sociais
e
clínicas no campo da
Psicologia, a respeito do
tema da sexualidade e
gênero.
SC, B. C., & Nardi, R. (2017). Didática da Ciência, pesquisa e docência no
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BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da
identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
BUTLER, Judith. Relatar a si mesmo: crítica da violência ética. Belo
Horizonte: Autêntica Editora, 2015.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: A vontade de Saber. Rio
de Janeiro: Edições Graal, 1977.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade III: O cuidado de Si. Rio de
Janeiro: Edições Graal, 1985.
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FREUD. Sigmund. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016.
LACAN, Jacques. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
1998. LACAN, Jacques. O seminário livro 4, A relação de Objeto. Rio de
Janeiro: Jorge
Zahar Editor, 1995.
LACAN, Jacques. O seminário livro 5, As formações do inconsciente. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1999.
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Barbosa, C., & Veras, R. (2016). Comitê de Ética em Pesquisa: Estado da
Arte. CIAIQ2016, 2.
http://www.proceedings.ciaiq.org/index.php/ciaiq2016/article/view/857/841
MPSI-204 / Técnica e
a Prática da Produção
Científica
Interpretação de texto e
produção
de
conhecimento. Técnica e
prática de diferentes
gêneros de produção
científica. Emprego e
instrumentalização
de
recursos audiovisuais.
Prada, M., & Garrido, M. V. (2013). Conhecer as regras do jogo: Uma
introdução às normas para escrita científica da American Psychological
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Teles da Silveira, R. A., & Hüning, S. M. (2010). A tutela moral dos
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http://www.redalyc.org/pdf/3093/309326457020.pdf
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Villela Pereira, M. A. R. C. O. S. (2013). A escrita acadêmica-do excessivo
ao razoável. Revista Brasileira de Educação, 18(52).
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Yamamoto, O. H., & Yamamoto, M. E. (1999). A produção científica na
psicologia: uma análise dos periódicos brasileiros no período 1990-1997.
Psicologia: reflexão e crítica, 12(2).
http://www.redalyc.org/pdf/188/18812219.pdf
MPSI-205 /
Descolonização e
Colonialidade
e
descolonialidade
do
poder. Relações étnico-
Ayres, J. R. (2004). O cuidado, os modos de ser (do) humano e as
práticas de saúde. Saúde e Sociedade v.13, n.3, p.16-29.
Epistemologias
Feministas
raciais colonialismo e
modernidade. Invenção
do
cotidiano.
Vida
cotidiana e modernidade.
Território,
lugar
e
cotidiano. Epistemologias
do cotidiano, tradição e
práticas
de
saúde.
Sabedoria
prática
e
lógicas
de
cuidado.
Integralidade em saúde.
Conhecimentos técnicocientífico
e
saberes
populares em saúde.
Itinerários terapêuticos e
pesquisa em psicologia e
saúde.
Canclini, N. G. (2013). Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair
da modernidade. São Paulo: Edusp.]
Certeau, M. (2012). A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer. Rio de
Janeiro: Vozes.
Clastres, P. (2013). Sociedade contra o Estado. São Paulo: Cosac Naify.
Fernandes, S. L. & Santos, A. O. (2016). Itinerários terapêuticos de
mulheres quilombolas do agreste alagoano, Brasil. Interfaces
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Ática.
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Ocidental. São Paulo: Abril.
Martín-Baró, I. (2017). Crítica e libertação da psicologia: estudos
psicossociais. Rio de Janeiro: Vozes.
Mbembe, A. (2017). Crítica da razão negra. Lisboa: Antígona.
Quijano, A. (2014). Cuestinos y horizontes: de la dependencia históricoestructural a la colonialidad/descolonialidad del poder. Buenos
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Paiva, V.; Ayres, J. R. e Buchalla, C. M. (2012). Vulnerabilidade e direitos
humanos – prevenção e promoção de saúde: da doença à cidadania.
Curitiba: Juruá.
Pinho, P. A. & Pereira, P. P. G. (2012). Itinerários Terapêuticos: trajetórias
entrecruzadas na busca por cuidados. Interface, Botucatu Jun
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Olhares: uma abordagem multidisciplinar sobre o semiárido
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Anzaldúa, G. (2000) Falando em línguas: uma carta para as mulheres
escritoras do terceiro mundo. Estudos Feministas, Florianópolis, V8, n.1 P.
229 – 236.
MPSI-206 /
Metodologias de
Pesquisas Situadas:
pesquisarCOM e o
feminismo na ciência
MPSI-207 / Tópicos
Especiais III:
Discutir a dimensão
metodológica
das
pesquisas em psicologia,
dando ênfase para o
pesquisarCOM enquanto
direção
éticometodológica e para o
feminino na ciência
enquanto direção éticoepistemológica.
As
relações
entre
Psicanálise e Instituição.
A prática lacaniana em
Arendt, R. J.J. e Moraes, M. (2016) O projeto ético de Donna Haraway:
alguns efeitos para a pesquisa em Psicologia Social. Pesquisas e Práticas
Psicossociais 11(1), 11-22.
Caitité, A.M.L (2016) Pistas para uma reinvenção da epistemologia: ser
afetado, ciência no feminino, pesquisarCOM e saberes localizados.
Pesquisas e Práticas Psicossociais 11(1),37-52.
Cardoso, C.P (2014) Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia
Gonzalez. Estudos Feministas, Florianópolis, 22(3): 320, p. 965 – 986.
Despret, V. (2012). Que diraient les animaux, si... on leur posait les bonnes
questions? Paris: Ladécouverte/ Les Empêcheurs de Penser en Rond. (texto
traduzido para o portugês)
04 / 60hs
2017.2
01 / 15hs
2020.1
Despret, V. & Stengers, I. (2011). Les faiseuses d’histoires. Ce que les
femmes font à la pensée. Paris: La Découverte / LesEmpêcheurs de
Penseren Rond. (texto traduzido para o português)
Franco, L. (2016) Método, escrita e narrativa. Histórias de um grupo que
chegou à velhice. Pesquisas e Práticas Psicossociais 11(1), p. 69-74.
FREUD, S. (1996). O mal-estar na civilização. In Edição Standard
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Janeiro: Imago. (Originalmente publicado em 1930).
Psicanálise e
Instituições
instituições públicas na
atualidade.
GUERRA, A.M.C.; OLIVEIRA, J.M. (2010). A Psicanálise nas instituições
públicas: saúde mental, assistência e defesa social. EDITORA CRV: .
HARARI. A. (2018). Fundamentos da prática lacaniana: risco e corpo. Belo
Horizonte: Relicário.
LACAN, J. (1992). O Seminário, livro 17: o avesso da psicanálise. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar. (Lições originalmente pronunciadas em 1969-1970)
RABANEL, J.R. (Org.) (2017). La práctica lacaniana en instituciones II.
Olivos: Grama Ediciones.
Anzaldúa, Gloria. Como domar uma língua selvagem. Cadernos de Letras
da UFF – Dossiê: Difusão da língua portuguesa, no 39, p. 297-309, 2009.
Alves, Míriam Cristiane; Correa, Alcione Alves (Orgs.). Epistemologias e
metodologias negras, descoloniais e antirracistas. Porto Alegre: Rede
UNIDA, 2020.
MPSI-208 / Políticas
de Pesquisa e Escritas
Contra-Hegemônicas
Epistemologias
latinas/descoloniais
e
anti-racistas, políticas de
pesquisa e de escrita
contra-hegemônicas ao
modelo
acadêmico
tradicional. A experiência
e a experimentação na
pesquisa e na escrita.
Santos, Vivian M. dos. Uma “perspectiva parcial” sobre ser mulher,
cientista e nordestina no Brasil. Estudos Feministas, v. 24, n. 3, 2016, p.
801-824
SOARES, Lissandra Vieira; MACHADO, Paula Sandrine.
"Escrevivências" como ferramenta metodológica na produção de
conhecimento em Psicologia Social. Rev. psicol. polít., São Paulo , v. 17,
n. 39, p. 203-219, ago. 2017 . Disponível em
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519549X2017000200002&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 02 fev. 2021.
Silva, A. C. R. F., & Mesquita, M. R. A política e os afetos nas práticas de
pesquisas feministas e o encontro com “mulheres negras jovens” Pesquisas
e Práticas Psicossociais, 15(4), São João del-Rei, outubro-dezembro de
2020, e-3560.
Oliveira, E.C.S. A docência como uma performance feminista Pesquisas e
Práticas Psicossociais, 15(3), São João del-Rei, julho-setembro de 2020. e3540
04 / 60hs
2021.1
Fernandes, A. S. A. (2007). Políticas públicas: definição, evolução e o caso
brasileiro na política social. Em H. Dantas & J. P. J. Martins (Orgs.).
Introdução à política brasileira (pp. 203-226). São Paulo: Paulus.
Scherer-Warren, I. (2006). Das mobilizações às redes de movimentos
sociais.
Sociedade e Estado, 21(1), 109-130.
Tópicos Especiais II:
Políticas Públicas e
Democracia
Discussão sobre o modo
em que as políticas
públicas
têm
sido
debatidas na psicologia,
mais especificamente na
psicologia social, por
perspectivas
teóricas
distintas.
Foco
nas
implicações
dessas
análises para processos de
democratização
da
sociedade brasileira.
Mouffe, C. (1995). Democratic politics and the question of democracy. Em
J. Rachman (Org.).
The identity in question (pp. 33-45). Routledge: NewYork/London. Lefort,
C. (1991). A questão da democracia. Em _____. Pensando o político:
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Yamamoto, O. H. & Oliveira, I. F. (2010). Política social e psicologia: uma
trajetória de 25 anos. Psicologia: teoria e pesquisa, 26, n. especial, 924. Ribeiro, M. E. & Guzzo, R. S. L. (2014). Psicologia no Sistema Único
de Assistência Social: reflexões críticas sobre ações e dilemas profissionais.
Pesquisas e práticas psicossociais, 9(1), 83-96.
01 / 15hs
2015.1
04 / 60hs
2013.2
Benevides, R. & Passos, E. (2005). A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde. Ciência e Saúde Coletiva, 10(3), 561571. Monteiro, A.; Coimbra, C.; Filho, M. M. (2006). Estado Democrático
de Direito e políticas públicas: estatal é necessariamente público?
Psicologia & Sociedade, 18(2), 7-12. Frezza, M.; Maraschin, C.; Santos,
N. S. (2009). Juventude como problema de políticas públicas. Psicologia &
Sociedade, 21 (3), 313-323.
Stralen, C. J. (2005). Gestão participativa de políticas públicas: o caso dos
conselhos de saúde. Psicologia Política, 5(10), 213-344.
Tópicos Especiais I:
Pesquisa em Cognição
e Neurociência
Processos
cognitivos,
cognição
social,
personalidade
e
comportamentos
Alvaro, J. L., & Garrido, A. (2006). Psicologia social: Perspectivas
psicológicas e sociológicas. São Paulo, SP: McGraw Hill do Brasil.
Eysenck, M. W. & Keane, M. T. (2007). Manual de Psicologia Cognitiva
5a.ed. Porto Alegre: ArtMed.
patológicos
/
não
patológicos sob diferentes
aportes
teóricos
e
metodológicos.
Kapczinski F, Quevedo J e Izquierdo I (2011). Bases biológicas dos
transtornos psiquiátricos: uma abordagem translacional. Porto Alegre:
ArtMed.
Purves, D., Augustine, G.J., Fitzpatrick, D., Hall, W.C., Lamantia, A.S.,
Mcnamara, J.O. & White, L.E. (2010). Neurociências. Porto Alegre:
ArtMed, 2010.
Schiffman, H. R. (2005). Sensação e Percepção. Rio de Janeiro: LTC.
Tópicos Especiais II:
Políticas Públicas e
Práticas Psicológicas
Políticas públicas como
campo do conhecimento.
Formulação, decisões e
implementação
de
políticas públicas. A
Psicologia e suas práticas
nos cenários das políticas
públicas
da
saúde,
assistência
social,
educação
e
meio
ambiente. Aspectos éticos
e políticos das pesquisas
da Psicologia inseridas
nas Políticas Públicas.
Tulving, E. & Craik, F. I. M. (2005). The Oxford Handbook of Memory.
New York: Oxford University Press.
Yudofsky SC e Hales RE (2006). Neuropsiquiatria e neurociências na
prática clínica. 4.ed. Porto Alegre: ArtMed.
BRIGAGÃO, J.; NASCIMENTO, V. L. V.; SPINK, P. K. As interfaces
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GRAU-SOLÉS, M.; Íñiguez-Rueda L; SUBIRATS J. Análisis de Políticas
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2014.2
