Raíssa Matos Ferreira - "Metassíntese da temática deficiência na psicologia em grupos de pesquisa do CNPq".
Dissertação - Raíssa Matos Ferreira DEFINITIVA.pdf
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE PSICOLOGIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
RAÍSSA MATOS FERREIRA
METASSÍNTESE DA TEMÁTICA DEFICIÊNCIA NA PSICOLOGIA EM GRUPOS
DE PESQUISA DO CNPq
Maceió
2019
RAÍSSA MATOS FERREIRA
METASSÍNTESE DA TEMÁTICA DEFICIÊNCIA NA PSICOLOGIA EM GRUPOS
DE PESQUISA DO CNPq
Dissertação apresentada junto ao Programa de
Pós-graduação em Psicologia da Universidade
Federal de Alagoas, como requisito parcial à
obtenção do título de Mestre em Psicologia.
Orientadora: Prof.a Dr.a Adélia Augusta Souto
de Oliveira.
Maceió
2019
AGRADECIMENTOS
À minha orientadora, Prof.a Dr.a Adélia Augusta Souto de Oliveira, pelo incentivo, confiança
e disponibilidade. Sou imensamente grata por todas as contribuições no decorrer da minha
trajetória acadêmica.
À minha família, pelo amor e carinho. Em especial, ao meu pai, Dermeval, à minha mãe,
Antonia e ao meu irmão, Dérmesson, pela dedicação, apoio e por sempre contribuírem no
meu crescimento pessoal e profissional. Aos meus avós paternos e maternos, Maria das
Dores, Teodomiro (in memoriam), Luisa Maria e José Matias. Às minhas avós de coração,
Valquiria Prior (in memoriam) e Maria Ferreira. Amo vocês!
À minha madrinha, Karla, e ao meu padrinho, Marcos, pelo acolhimento e luz.
Ao Centro de Educação Especial de Alagoas - Professora Wandette Gomes de Castro, pela
oportunidade de estágio na graduação, pelo acolhimento e conhecimento compartilhado.
Aos orientadores, Prof. Dr. Olagide Castro, Prof.a M.a Danielle Mota, e todos os integrantes
que contribuem ou já contribuíram com o Grupo de Pesquisa ‘’Sexualidade sob Múltiplos
Olhares’’ (Em especial, Carmem, Carlos, Claudete, Alessandro, Celine, Joyse, Dayse e Igor),
pelo acolhimento, troca de conhecimento e incentivo.
Aos integrantes do Grupo de Pesquisa ‘’Epistemologia e a Ciência Psicológica’’, pelas
discussões e contribuições.
Aos meus professores do PPGP/UFAL, por compartilharem conhecimento e pelas
contribuições.
À equipe administrativa do Instituto de Psicologia da UFAL, pela atenção e disponibilidade.
Aos meus colegas de turma, pelas interessantes discussões e contribuições durante o curso.
Em especial, à Maria Sandra pelos diálogos, contribuições e apoio nos momentos de angústia,
e à Lívia pela atenção e contribuições.
Aos discentes de graduação do curso, pela experiência compartilhada ao longo da disciplina
de Estágio Docência.
Aos meus amigos que, direta ou indiretamente, me incentivaram durante a realização deste
trabalho. Grata pela amizade. Amo vocês!
“O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001’’.
RESUMO
Este estudo objetiva mapear a produção de conhecimento e pesquisadores de diversas áreas de
conhecimento que investigam a deficiência no Brasil, através da realização de uma
metassíntese, e em específico: conhecer os grupos de pesquisa e pesquisadores, descrever
quais são as instituições, líderes pesquisadores, áreas de conhecimento, regiões, ano de
criação e status dos grupos, identificar e analisar os aspectos teóricos e metodológicos das
produções publicadas pelos pesquisadores. Para tanto, realizou-se uma metassíntese, por meio
de cinco fases: Exploração, Cruzamento, Refinamento, Descrição e Interpretação.
Utilizou-se o Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (DGP) do CNPq para buscar os
grupos de pesquisa e a Plataforma Lattes para identificar a produção acadêmica dos líderes
pesquisadores no formato de artigo. Corpus se constitui dos grupos de pesquisa cadastrados
em 2017 e de artigos produzidos entre os anos de 1991 e 2017. Obteve-se 38 grupos de
pesquisa de quatro grandes áreas de conhecimento, a saber: Ciências Humanas, Ciências da
Saúde, Ciências Sociais Aplicadas e Engenharias. Em relação à localização geográfica dos
grupos de pesquisa, em sua maioria está concentrado na região Sudeste com 57%, destacou-se
o estado de São Paulo com 19 grupos. Ademais, 68% estão ligados às instituições públicas e
32% às instituições privadas. Quanto ao quantitativo das produções acadêmicas publicadas, as
Ciências Humanas apresentam o maior quantitativo com o total de 556 artigos. Sendo 435
artigos na Educação e 121 artigos na Psicologia. Em 1995, o primeiro grupo foi criado pela
Medicina na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Quanto ao status dos grupos
de pesquisa, apresentou o quantitativo total de 29 grupos certificados, porém há um grupo em
preenchimento, 2 grupos não atualizados e 6 excluídos. Os resultados da análise de 40 artigos
dos líderes e vice-líderes ligados aos 3 grupos de Psicologia, indicam 19 trabalhos que não
explicitam o uso de alguma perspectiva teórica, Perspectiva Teórica Winnicottiana com 10
trabalhos, Perspectiva Teórica Sócio-histórica com 2 trabalhos, Perspectiva Teórica Históricocultural com 8 trabalhos e Perspectiva Teórica das Representações Sociais com 1 trabalho.
Além disso, 11 trabalhos que não apontam o método utilizado. Por outro lado, 29 trabalhos
indicam uso do método qualitativo por meio de entrevistas semiestruturadas, observação e
questionários, e os participantes das pesquisas são crianças e adultos. Os estudos abordam a
concepção de deficiência, Educação Especial/Inclusiva, acessibilidade e empregabilidade, e
destacam documentos nacionais e internacionais de garantia de direitos. Reafirmamos a
relevância de estudos a partir de plataformas on-line. DGP do CNPq e a Plataforma Lattes são
fundamentais para o desenvolvimento de estudos em diversas áreas de conhecimento, assim
como nos nossos estudos no Grupo de Pesquisa “Epistemologia e a Ciência Psicológica”:
conhecer, realizar sínteses para avançar o conhecimento e apresentar o movimento histórico
das produções.
Palavras-chave: Deficiência. Metassíntese. Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq.
Plataforma Lattes.
ABSTRACT
This study aims to map the production of knowledge and researchers of several areas of
knowledge that investigate disability in Brazil, through of the metasynthesis, and specifically,
to know the research groups and researchers, to describe the institutions, leaders researchers,
areas of knowledge, regions, year of creation and status of the groups, identify and analyze
the theoretical and methodological aspects of the productions published by the researchers.
Therefore, a metasynthesis was carried out through five phases: Exploration, Crossing,
Refining, Description and Interpretation. The Directory of Research Groups in Brazil (DGP)
of CNPq was used to search the research groups and the Lattes Platform to identify the
academic production of leaders researchers in the article format. Corpus is constituted of the
research groups registered in 2017 and articles produced between the years 1991 and 2017.
There were 38 research groups from four major areas of knowledge: Humanities, Health
Sciences, Applied Social Sciences and Engineering. Regarding the geographical location of
the research groups, the majority of them are concentrated in the Southeast region with 57%,
the state of São Paulo was highlighted with 19 groups. In addition, 68% are linked to public
institutions and 32% to private institutions. As for the quantitative of published academic
productions, the Human Sciences present the largest quantity with a total of 556 articles.
Being 435 articles in Education and 121 articles in Psychology. With regard to the degree of
training of the participants of the research groups, the doctoral degree, concluded by 258
participants. In 1995, the first group was created by Medicine at the State University of
Campinas (UNICAMP). Regarding the status of the research groups, it presented the total
number of 29 certified groups, but there is one group in the group, two groups are not updated
and 6 are excluded. The results of the analysis of 40 articles of the leaders and vice-leaders
related to the 3 groups of Psychology indicate 19 papers that do not explain the use of some
theoretical perspective, Winnicottian Theory Perspective with 10 papers, Socio-historical
Theory Perspective with 2 papers, Historical-Cultural Theory Perspective with 8 papers and
Theoretical Perspective of Social Representations with 1 paper. In addition, 11 papers that did
not indicate the method used. On the other hand, 29 studies indicate the use of the qualitative
method through semi-structured interviews, observation and questionnaires, and the research
participants are children and adults. The studies cover the concept of disability, Special and
Inclusive Education Inclusive, accessibility and employability, and highlight national and
international rights assurance documents. We reaffirm the relevance of studies from on-line
platforms. CNPq’s DGP and the Lattes Platform are fundamental for the development of
studies in several areas of knowledge, as well as in our studies the Research Group
"Epistemology and Psychological Science": to know, to synthesize to advance the knowledge
and to present the historical movement of the productions.
Keywords: Disability. Metasynthesis. CNPq Research Groups Directory. Lattes Platform.
LISTA DE QUADROS
Quadro 1 - Descritores utilizados na busca de grupos de pesquisa no banco de dados Diretório
de grupos CNPq .......................................................................................................................43
Quadro 2 - Resultados obtidos a partir da fase de exploração acerca dos grupos de pesquisa
...................................................................................................................................................43
Quadro 3 - Resultados obtidos a partir da fase de refinamento acerca dos grupos de pesquisa
brasileiros .................................................................................................................................44
Quadro 4 - Resultados obtidos a partir da fase de cruzamento acerca dos grupos de pesquisa
brasileiros .................................................................................................................................46
Quadro 5 - Descritor Pessoa com deficiência ........................................................................128
Quadro 6 - Descritor Pessoa com deficiências .......................................................................138
Quadro 7 - Descritor Pessoas com deficiência .......................................................................140
Quadro 8 - Descritor Pessoas com deficiências .....................................................................148
Quadro 9 - Descritor Deficiência ...........................................................................................150
Quadro 10 - Descritor Deficiências .......................................................................................178
Quadro 11 - Quantitativo de grupos que apresentam os descritores no título .......................186
Quadro 12 - Distribuição geográfica das instituições dos grupos de pesquisa.........................48
Quadro 13 - Distribuição geográfica dos grupos de pesquisa...................................................50
Quadro 14 - Descrição da distribuição histórica dos grupos de pesquisa...............................191
Quadro 15 - Título, autores, temáticas e ano de publicação de 19 trabalhos que não explicitam
o uso de alguma perspectiva teórica ........................................................................................66
Quadro 16 - Título, autores, temáticas e ano de publicação de 10 trabalhos subsidiados pela
Perspectiva Teórica Winnicottiana ..........................................................................................69
Quadro 17 - Título, autores, temáticas e ano de publicação de 2 trabalhos subsidiados pela
Perspectiva Teórica Sócio-histórica .........................................................................................71
Quadro 18 - Título, autores, temáticas e ano de publicação de 8 trabalhos subsidiados pela
Perspectiva Teórica Histórico-cultural .....................................................................................72
Quadro 19 - Título, autores, temáticas e ano de publicação de um trabalho subsidiados pela
Perspectiva Teórica das Representações Sociais .....................................................................74
Quadro 20 - Ficha de análise qualitativa ................................................................................197
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1 - Entrar no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (DGP) do Conselho Nacional
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ..........................................................39
Figura 2 - Buscar grupos ..........................................................................................................40
Figura 3 - Consulta parametrizada ...........................................................................................40
Figura 4 - Termos de busca utilizados de modo separado .......................................................41
Figura 5 - Filtros usados: Todas as áreas do conhecimento .....................................................41
Figura 6 - Entrar na Plataforma Lattes .....................................................................................42
Figura 7 - Buscar Currículo Lattes (Busca Simples) ...............................................................42
LISTA DE GRÁFICOS
Gráfico 1 - Demonstrativo do quantitativo de grupos por descritores nos títulos ...................47
Gráfico 2 - Quantitativo dos grupos de pesquisa entre instituições públicas e particulares ....49
Gráfico 3 - Quantitativo acerca do grau de formação dos participantes dos grupos de pesquisa
brasileiros .................................................................................................................................49
Gráfico 4 - Quantitativo das instituições dos grupos de pesquisa por região do país ..............50
Gráfico 5 - Quantitativo das grandes áreas de conhecimento dos grupos de pesquisadores
brasileiros .................................................................................................................................51
Gráfico 6 - Quantitativo das áreas de conhecimento dos grupos de pesquisa brasileiros
...................................................................................................................................................51
Gráfico 7 - Série histórica dos grupos de pesquisa brasileiros (1995-2006) ...........................52
Gráfico 8 - Série histórica dos grupos de pesquisa brasileiros (2007-2017) ...........................52
Gráfico 9 - Status dos grupos de pesquisa brasileiros ..............................................................55
Gráfico 10 - Quantitativo de produções acadêmicas dos líderes dos grupos de pesquisa
brasileiros por grandes áreas de conhecimento ........................................................................55
Gráfico 11 - Produções acadêmicas dos líderes dos grupos de pesquisa brasileiros por áreas de
conhecimento ..........................................................................................................................56
Gráfico 12 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências Humanas (Educação) .................................................................................................57
Gráfico 13 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências Humanas (Psicologia) ...............................................................................................58
Gráfico 14 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências da Saúde (Educação Física) .......................................................................................58
Gráfico 15 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências da Saúde (Odontologia) .............................................................................................59
Gráfico 16 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências da Saúde (Enfermagem) ............................................................................................59
Gráfico 17 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências da Saúde (Medicina) ..................................................................................................60
Gráfico 18 - Líder de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
da Saúde (Fisioterapia e Terapia Ocupacional) .......................................................................60
Gráfico 19 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências da Saúde (Saúde Coletiva) ........................................................................................60
Gráfico 20 - Líder de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
Sociais Aplicadas (Direito) ......................................................................................................61
Gráfico 21 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Ciências Sociais Aplicadas (Serviço Social) ...........................................................................61
Gráfico 22 - Líder de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Engenharias (Engenharia Mecânica) .......................................................................................62
LISTA DE ABREVIATURAS
ACI
Documento Individual de Adaptações Curriculares
APAE
Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
CID-10
Classificação Internacional de Doenças
CIDID
Classificação
internacional
de
deficiências,
incapacidades
e
desvantagens: um manual de classificação das consequências das
doenças
CIF
Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde
CNPq
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
CONADE
Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência
DGP
Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil
DSM-IV-TR
Diagnosticand Statistical Manual of Mental Disorders-Revised
FIES
Fundo de Financiamento Estudantil
GEPDI
Grupo de estudos e pesquisa em deficiência e inclusão
IBC
Instituto Benjamin Constant
IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
INEP
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
LDB
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
LIBRAS
Língua Brasileira de Sinais
MEC
Ministério da Educação
NAAHS/S
Núcleos de Atividade das Altas Habilidades/Superdotação
OMS
Organização Mundial da Saúde
PCD
Pessoas com Deficiência
SNPD
Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com
Deficiência
TILS
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais
UNESCO
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
UNESP
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
UNICAMP
Universidade Estadual de Campinas
URDV
Unidade para Reabilitação de Deficientes Visuais
USP
Universidade de São Paulo
SUMÁRIO
1
INTRODUÇÃO ..........................................................................................................15
2
Um breve histórico acerca da deficiência, paradigmas e marcos político-legais
...................................................................................................................................................22
3
MÉTODO ....................................................................................................................31
3.1
Delimitação e descrição dos procedimentos de coleta e análise de dados
...................................................................................................................................................37
3.2
Exploração ....................................................................................................................39
3.2.1
Cruzamento ..................................................................................................................44
3.2.2
Refinamento .................................................................................................................46
3.2.3
Descrição ......................................................................................................................47
3.2.3.1 Distribuição geográfica ................................................................................................47
3.2.3.2 Distribuições de áreas de conhecimento ......................................................................51
3.2.3.3 Distribuição histórica ...................................................................................................52
3.2.3.4 Tipo de produção acadêmica ........................................................................................55
3.2.4
Interpretação .................................................................................................................62
4
PERSPECTIVAS
TEÓRICAS
QUE
SUBSIDIAM
A
PRODUÇÃO
ACADÊMICA DOS LÍDERES PESQUISADORES DOS GRUPOS DE PESQUISA EM
PSICOLOGIA ........................................................................................................................64
4.1
Primórdios do delineamento conceitual .......................................................................74
4.2
Teoria de Winnicott .....................................................................................................87
4.3
Teoria Sócio-histórica de Vigotski ..............................................................................92
4.4
Teoria Histórico-cultural de Vigotski ..........................................................................93
4.5
Teoria das Representações Sociais ..............................................................................98
5
MÉTODOS QUE SUBSIDIAM A PRODUÇÃO ACADÊMICA DOS LÍDERES
PESQUISADORES
DOS
GRUPOS
DE
PESQUISA
EM
PSICOLOGIA
.................................................................................................................................................101
5.1
Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão winnicottiana’’
.................................................................................................................................................102
5.2
Grupo de Pesquisa ‘’Lide - Laboratório interunidades de estudos sobre deficiência’’
.................................................................................................................................................104
5.3
Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI - Grupo de estudos e pesquisa em deficiência e inclusão’’
.................................................................................................................................................105
6
CONSIDERAÇÕES FINAIS ....................................................................................116
REFERÊNCIAS .........................................................................................................121
APÊNDICES ...............................................................................................................128
15
1
INTRODUÇÃO
Este estudo trata da temática deficiência. A produção conceitual de deficiência
perpassa por questões históricas, políticas, sociais, culturais e econômicas. Nessa direção, um
histórico processo de exclusão/inclusão, construção e modificações de paradigmas ocorreram
no âmbito nacional e internacional no decorrer das décadas. Acerca disso, Silva Júnior (2016,
p. 13) afirma que ‘’As transformações paradigmáticas evidenciadas nos últimos tempos têm
se fortalecido por meio da consolidação da identidade das pessoas com deficiência e das
crescentes reivindicações sociais de oposição à marginalização e exclusão de minorias’’.
No Brasil, de acordo com o Censo Demográfico de 2000, disponibilizado pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 24.600.256 de brasileiros, 14,5% da
população total apresentava algum tipo de deficiência - visual, auditiva, motora, mental ou
intelectual. No entanto, o Censo Demográfico de 2010, publicado em 2012, afirma que
45.606.048 de brasileiros, 23,9% da população total têm algum tipo de deficiência.
Em 2010, 8,3% da população brasileira apresentava pelo menos algum tipo de
deficiência severa, a saber: 3,46% com deficiência visual severa, 1,12% com deficiência
auditiva severa, 2,33% com deficiência motora severa, 1,4% com deficiência mental severa.
Ademais, ‘’Das 45.606.048 de pessoas com deficiência 1,6% são totalmente cegas, 7,6% são
totalmente surdas, 1,62% não conseguem se locomover’’ (p. 5) 1.
Vale ressaltar que à medida que esses dados quantitativos eram formulados e
divulgados, documentos nacionais e internacionais acerca de garantia de direitos da pessoa
com deficiência também, assim como a temática deficiência tornou-se o foco de estudos em
diversas áreas de conhecimento e com diferentes aspectos epistemológicos, teóricos e
metodológicos (OMOTE, 1994, 1996, 1999, 2006; ARANHA, 2001; SASSAKI, 2003;
MITTLER, 2003; BATISTA; ENUMO, 2004; FERREIRA, 2005; SILVEIRA; NEVES, 2006;
DI NUBILA; BUCHALLA, 2008; GOMES; REZENDE, TORTORELLI, 2010; THOMA;
KLEIN, 2010; BERNARDES, 2012; DIAS; GUGEL; FILHO, 2014; PÉREZ; FREITAS,
2014; GUADENZE; ORTEGA, 2016; SILVA JÚNIOR, 2016; BEZERRA, 2017;
GONÇALVES; GARCIA, 2018).
_________________
1
Disponível em: <https://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/publicacoes/cartilha-censo2010-pessoas-com-deficienciareduzido.pdf>. Acesso em: 15 set. 2017.
16
Diante do exposto, faz-se necessário apresentar um breve panorama acerca do
processo de exclusão/inclusão das pessoas com deficiência e alguns documentos nacionais e
internacionais que garantem seus direitos (OMOTE, 1994, 1996, 1999, 2006; MITTLER,
2003; BATISTA; ENUMO, 2004; FERREIRA, 2005; SILVEIRA; NEVES, 2006).
Omote (1994) discute sobre questões relacionadas à deficiência. Ao longo da história,
critérios e padrões de distinções foram construídos para classificar o que se trata de
normalidade e desvio. Nesse ínterim, o autor ressalta que essas classificações resultaram no
processo de exclusão das pessoas com deficiências em vários contextos. O foco da
compreensão da deficiência estava pautado exclusivamente em aspectos biológicos e
fisiológicos, e os diagnósticos e rotulações reiteravam isso. A partir disso, Omote (1994)
aponta que:
Essa maneira de abordar a questão da deficiência impede de se analisar um aspecto
que parece ser central na problemática da deficiência. Trata-se da construção social
da deficiência. A deficiência não pode ser vista como uma qualidade presente no
organismo da pessoa ou no seu comportamento (p. 67).
[...]
Significa que deficiência não é algo que emerge com o nascimento de alguém ou
com a enfermidade que alguém contrai, mas é produzida por um grupo social na
medida em que interpreta e trata como desvantagens certas diferenças apresentadas
por determinadas pessoas (p. 68-69).
Ademais, Omote (1994) afirma a importância de considerar o aspecto da dinâmica
psicossocial das deficiências, e pontua que alguns estudiosos já estavam discutindo sobre isso,
‘’Portanto, trata-se de uma questão antes política que lógica ou científica (médica, psicológica
ou educacional)’’ (p. 67).
Ainda sobre isso, ‘’Criam-se nomes e categorias para especificar (talvez construir)
diferentes tipos de deficiência, especializam-se os profissionais e serviços, e profissionalizamse as nomenclaturas’’ (OMOTE, 1996, p. 127). Segundo o autor, um dos conceitos mais
tradicionais de deficiência advinha da American Association on Mental Retardation, antiga
American Association on Mental Deficiency, e referiam-se apenas à deficiência mental e
mantinham a concepção que a deficiência era uma ‘diferença individual’. Além do mais, a
American Foundation for the Blind também mantinha a mesma perspectiva.
De acordo com Omote (1996), no final da década de 50 e início dos anos 60 essa
concepção de deficiência como um fenômeno individual foi se tornando mais evidente em
ensaios críticos. Porém, os estudos de Dexter (1956, 1958, 1959, 1960 e 1962) iniciaram as
concepções sociais das deficiências e, concomitantemente, outros estudiosos, a saber: Becker
(1963), Dentler e Erickson (1959), Erickson (1962), e Kitsuse (1962) construíram as
concepções sociais dos considerados desvios.
17
Além disso, alguns estudos surgiram como crítica às concepções tradicionais como:
Bartel e Guskin (1972), Freidson (1965), Mercer (1965,1973), Scott (1969) e Wright (1960).
Esses estudos abordam questões psicossociais, educacionais, relações interpessoais e sociais
da pessoa com deficiência (OMOTE, 1996).
Diante desse contexto, Omote (1996, p. 131) indica que:
A conceituação de qualquer deficiência, dentro dessa nova perspectiva, precisa levar
em conta os fenômenos de natureza anátomo-fisiológica (lesões, malformações,
disfunções, etc.), somato-psicológica (manifestações psicológicas resultantes de
alterações constitucionais) e psicossocial (autopercepção, identidade pessoal,
autoconceito, etc.) [...].
A partir disso, faz-se necessário que a Educação Especial junto a outras áreas de
conhecimento direcione novos olhares através dessa nova concepção de fenômeno da
deficiência, pois até meados da década de 90, a Educação Especial visava contribuir na
capacidade pessoal dos estudantes com deficiência, ou seja, os mesmos precisavam se
adequar às situações e ambiente (OMOTE, 1996).
Além disso, o autor cita alguns ensaios críticos de Goffman acerca do controle de
informações sociais, e estudos que surgiram a partir da divulgação desses ensaios. Nessa
direção, reitera que profissionais da Educação Especial se debrucem sobre esses estudos
(OMOTE, 1996).
Omote (1999) também discute sobre normalização, integração e inclusão. O autor
afirma que o movimento sobre inclusão das pessoas com deficiência provavelmente tenha
começado por conta do princípio de normalização formulado nos países escandinavos no final
da década de 50. Este princípio tinha como foco oferecer às pessoas com deficiência
condições de vida semelhantes ao restante da sociedade.
A partir disso, as práticas interacionistas ganharam força e se consolidaram como o
processo de mainstreaming, nos Estados Unidos durante as décadas de 60 e 70.
Mainstreaming promovia medidas de integração de estudantes com deficiência com outros
sem deficiência no âmbito escolar com o objetivo de evitar segregações e estigmas (OMOTE,
1999).
Segundo Omote (1999), a partir da década de 70 no Brasil, o princípio de
normalização e as medidas de integração foram se disseminando nos espaços, mas surgiram
críticas durante esse processo. As críticas estavam relacionadas ao aumento de segregação no
âmbito escolar após a execução prática desse princípio de normalização. Além disso, o autor
destaca que na década de 80, educadores norte-americanos também constataram os mesmos
18
resultados da normalização, e começaram a pensar sobre possibilidades de eliminar a
segregação, e utilizar o termo full inclusion.
No Brasil, o conceito de inclusão começou a ser discutido na prática dos educadores a
partir da Declaração de Salamanca (1994), e o autor afirma que:
A Declaração recomenda que seja adotado o princípio de educação inclusiva, em
forma de lei ou de política, matriculando todas as crianças em escolas regulares,
“independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais,
linguísticas e outras’’ (OMOTE, 1999, p. 9).
Ainda sobre questões relacionadas à integração e inclusão, Ferreira (2005) aponta que
as primeiras instituições especializadas na educação de pessoas com deficiência no Brasil
foram construídas no decorrer do período imperial, a saber: entidades privadas e os primeiros
Serviços de Educação Especial nas Secretarias Estaduais de Educação. A autora ressalta que
surgiram campanhas nacionais de educação ligadas ao Ministério da Educação e Cultura.
No período imperial, foram criadas duas instituições, a saber: o Imperial Instituto dos
Meninos Cegos, em 1854, o atual Instituto Benjamin Constant - IBC, e o Instituto dos Surdos
Mudos, em 1857, o atual Instituto Nacional da Educação dos Surdos - INES. Os institutos
estão localizados no Rio de Janeiro. Além disso, o Instituto Pestalozzi foi fundado em 1926.
Em 1954, foi fundada a primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE e,
em 1945, o atendimento especializado de pessoas com altas habilidades/superdotação iniciouse na Sociedade Pestalozzi2.
Além do mais, Ferreira (2005) afirma que a área da Educação Especial se ampliou
após o fim da Segunda Guerra Mundial. Na década de 70, a rede privada de ensino especial se
desenvolveu, classes e escolas especiais foram criadas e acompanhadas pela rede pública de
ensino. Diante disso, ressalta que ‘’A inclusão é a força cultural para a renovação da escola,
mas para a inclusão ter sucesso as escolas devem tornar-se comunidades conscientes. Sem
esse sentido de comunidade os esforços para alcançar resultados expressivos são inoperantes’’
(p. 119).
Ainda sobre isso, Mittler (2003, p. 24) aponta que:
No campo da educação, a inclusão envolve um processo de reforma e de
reestruturação das escolas como um todo, com o objetivo de assegurar que todos os
alunos possam ter acesso a todas as gamas de oportunidades educacionais e sociais
oferecidas pela escola.
A partir disso, o autor enfatiza que o propósito dessa reforma é garantir o acesso a
todos estudantes e, consequentemente, impossibilitar segregações.
_________________
2
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf>. Acesso em: 15 jul. 2017.
19
Batista e Enumo (2004) citam Werneck (1997), e utilizam o termo pessoa portadora de
deficiência que era usual no período em que o estudo foi realizado para conceituar inclusão e
integração:
A palavra inclusão remete-nos a uma definição mais ampla, indicando uma inserção
total e incondicional. Integração, por sua vez, dá a ideia de inserção parcial e
condicionada às possibilidades de cada pessoa, já que o pressuposto básico é de que
a dificuldade está na pessoa portadora de deficiência, e que estas podem ser
incorporadas no ensino regular sempre que suas características permitirem. Dito de
outra forma, a inclusão exige a transformação da escola, pois defende a inserção no
ensino regular de alunos com quaisquer déficits e necessidades, cabendo às escolas
se adaptarem às necessidades dos alunos, ou seja, a inclusão acaba por exigir uma
ruptura com o modelo tradicional de ensino (p. 102).
Ademais, Omote (2006) em seu estudo sobre inclusão e diferenças na educação
conclui que:
A construção de uma sociedade inclusiva implica, certamente, mudanças de radicais
em alguns valores e padrões fundamentais profundamente enraizados na nossa
cultura. Portanto, qualquer proposta de inclusão necessita discutir e avaliar até onde
as pessoas estão dispostas a alterá-los, mesmo em situações de escassez de recursos
e de provisões [...] (p. 267).
A partir desse breve panorama sobre as modificações do conceito de deficiência no
início percebido como um fenômeno individual, a criação do princípio de normalização,
integração e inclusão, ressalta-se conforme Silveira e Neves (2006) que os documentos
nacionais e internacionais que defendem e garantem o direito à educação são: A Declaração
Mundial sobre Educação para Todos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura - UNESCO, aprovada pela Conferência Mundial sobre Educação para
Todos.
A conferência foi realizada Jomtien-Tailândia, no ano de 1990, e a Declaração de
Salamanca aprovada na Espanha em 1994. Enquanto, no Brasil, os primeiros documentos que
defendem e garantem o direito à educação são: a Constituição Federal de 1988, art. 208,
inciso III, o Plano Decenal de Educação para todos, 1993-2003 do Ministério da Educação MEC (1993) e os Parâmetros Curriculares Nacionais (1999) (SILVEIRA; NEVES, 2006).
Ainda sobre isso, vale ressaltar o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, Lei n°
8060 que foi promulgada em 13 de julho de 1990, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional - LDB, Lei n° 9394 que foi promulgada em 20 de dezembro de 1996 (MEC, 2001).
Diante desse cenário, esta proposta de estudo decorre do interesse da autora pela
temática durante o percurso acadêmico como graduanda no curso de Psicologia onde foi
vivenciado um estágio extracurricular em um Centro de Educação Especial da cidade de
Maceió, que visava proporcionar serviços educacionais, sociais e profissionais para pessoas
20
com diversas deficiências e faixas etárias por meio de uma equipe multiprofissional:
pedagogas, professor de artes e música, psicólogas, psicopedagogas e assistentes sociais.
É válido ressaltar algumas reflexões que surgiram durante a inserção nesse espaço. De
início, o contato com a temática deficiência e a prática das psicólogas na equipe
multidisciplinar proporcionou-me alguns questionamentos durante o estágio. Qual o conceito
de pessoa com deficiência? Quais os tipos de deficiências? Quais as políticas públicas que
envolvem a temática deficiência? Como tem ocorrido o processo de inclusão social das
pessoas com deficiência? Como a Psicologia e os diversos saberes têm contribuindo nesse
processo? O que tem sido pesquisado acerca desta temática no Brasil?
No período de estágio, foi possível acompanhar o fazer da Psicologia, encontrar
caminhos para refletir de modo crítico sobre os meus questionamentos e, principalmente,
perceber como se deu processo de exclusão/inclusão da pessoa com deficiência. Sendo assim,
o contato com tais questões durante a vivência desse estágio contribuiu significativamente no
processo de construção dessa proposta de estudo acerca da temática deficiência ao ingressar
na Linha de Pesquisa ‘’Processos Psicossociais’’ do Programa de Pós-graduação em
Psicologia - PPGP/UFAL. Ademais, a inserção no Grupo de Pesquisa ‘’Epistemologia e a
Ciência Psicológica’’ do PPGP/UFAL possibilitou o contato com o método de pesquisa que
subsidia os estudos deste grupo, denominado metassíntese. Trata-se de um tipo de revisão de
literatura, e ao longo dos anos vem sendo aprimorada no nosso grupo.
De antemão, apontam-se algumas produções desenvolvidas nessa linha de pesquisa:
metassíntese da produção do conceito de juventudes (TRANCOSO, 2012), metassíntese sobre
as adjetivações da obra de Vigotski no Brasil (LIMA, 2014), metassíntese acerca da
configuração da área da Saúde Mental e Trabalho (BASTOS, 2014), metassíntese sobre os
sentidos de historicidade (SANTOS, 2016), metassíntese do conceito de infância em
Psicologia (CANUTO, 2017) e metassíntese acerca das formas de uso da fotografia na
Psicologia (SANTOS JÚNIOR, 2018).
A partir disso, surgem como questões para este estudo: o que tem sido pesquisado
acerca da deficiência em diversas áreas de conhecimento no Brasil? Quais são os grupos de
pesquisa e pesquisadores que investigam a deficiência? Quais os aspectos teóricos e
metodológicos das produções publicadas pelos pesquisadores?
Diante disso, este estudo objetiva mapear a produção de conhecimento e pesquisadores
de diversas áreas de conhecimento que investigam a pessoa com deficiência no Brasil, a
saber: Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Exatas e da Terra,
Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Engenharias, Linguística, Letras e Artes,
21
Tecnologias e suas respectivas áreas de conhecimento, através da realização de uma
metassíntese, e em específico: conhecer os grupos de pesquisa e pesquisadores, descrever
quais são as instituições, líderes pesquisadores, áreas de conhecimento, regiões, ano de
criação e status dos grupos, identificar e analisar os aspectos teóricos e metodológicos das
produções publicadas pelos pesquisadores.
Para tanto, o uso da metassíntese mostra-se relevante para realização da pesquisa.
Ressalta-se, portanto, como justificativa desse estudo a relevância da temática e o uso desse
método, pois este trabalho permite apresentar o movimento histórico, aspectos teóricos e
metodológicos das produções. Portanto, torna-se possível contribuir no avanço de
conhecimento, nos debates referentes à pessoa com deficiência, bem como estabelecer uma
rede de pesquisadores brasileiros. A metassíntese é desenvolvida por meio da realização de 5
fases para o tratamento de dados: Exploração, Cruzamento, Refinamento, Descrição e
Interpretação.
Para atingir os objetivos elencados acima, utilizou-se o Diretório dos Grupos de
Pesquisa Brasileiro (DGP) disponibilizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) para buscar os grupos de pesquisa correspondentes ao ano
de 2017, e a Plataforma Lattes dos líderes pesquisadores para selecionar a produção
acadêmica, no formato de artigo desde o primeiro ano de publicação a 2017.
Este estudo está estruturado do seguinte modo: Capítulo 1, aqui descrito como
introdução, pois apresenta a proposta do presente estudo. O Capítulo 2 apresenta um breve
histórico acerca da deficiência, paradigmas e marcos político-legais, perpassando por questões
históricas, políticas, sociais, culturais e econômicas. O Capítulo 3 aborda o método desta
pesquisa, considerando os caminhos metodológicos utilizados em revisões de literatura. Logo
após, apresenta o percurso metodológico da pesquisa (delimitação e descrição dos
procedimentos), e a análise quantitativa dos dados presentes nos grupos de pesquisas no
decorrer das fases de Exploração, Cruzamento, Refinamento, Descrição e o detalhamento
dos procedimentos utilizados na Interpretação.
O Capítulo 4 apresenta a análise qualitativa das perspectivas teóricas encontradas nos
estudos dos líderes pesquisadores e outros autores ligados aos grupos de pesquisa. Já o
Capítulo 5 apresenta a análise qualitativa dos métodos dos estudos. Por fim, o último capítulo
aborda as considerações finais que visou articular todos os resultados obtidos durante a
pesquisa e, assim apresentar a síntese interpretativa proposta pela metassíntese.
22
2
Um breve histórico acerca da deficiência, paradigmas e marcos político-legais
Este capítulo apresenta como as pessoas com deficiência eram percebidas em diversos
contextos ao longo da história, o surgimento de terminologias, e outros documentos nacionais
e internacionais datados historicamente durante o processo de exclusão/inclusão. Aranha
(2001) também discute questões relacionadas à deficiência e inclusão. A autora faz um
percurso histórico acerca da produção desse conceito, seus significados e direitos humanos
relacionados à pessoa com deficiência. A autora afirma que há poucos registros que discutam
sobre o modo como as pessoas com deficiência eram tratadas na Idade Antiga e Média, mas
percebe-se através da literatura grega e romana a possibilidade de compreender essa questão.
Conforme Aranha (2001), em Esparta as pessoas com deficiência eram exterminadas.
A partir deste destaque, a autora aponta para a necessidade de direcionar olhares para tal
prática, pois refletia ao modo como a sociedade sócio-política-econômica estava organizada
nesse período a partir da divisão hierárquica entre os ‘nobres e serviçais’. Com isso, percebese o contexto de exclusão. No Cristianismo, tal contexto se modificou, pois passou a
considerar todas as pessoas como merecedoras à vida, proteção e respeito.
No entanto, durante a Idade Média o sistema de produção, clero e exército retomaram
com as práticas de exclusão, percebendo a deficiência como possessão demoníaca e pecado.
Na revolução burguesa, datada no século XVI, surge o capitalismo mercantil, a burguesia e a
medicina. No percorrer desse período, o primeiro hospital psiquiátrico foi construído, no qual
as pessoas com deficiência passavam longos períodos. No século XVII, a evolução do
capitalismo comercial consolida a classe da burguesia na detenção do poder (ARANHA,
2001).
A partir disso, o Paradigma da Institucionalização é instaurado na sociedade. A prática
da medicina e do ensino foi marcante nesse processo. Nesse sentido, destaca-se Jacob
Rodrigues, em 1747, na prática de ensino de surdos congênitos. Enquanto, em 1800, surge
uma instituição de cuidado e tratamento em residências, em Abendberg-Suíça, através de
Guggenbuhl (ARANHA, 2011).
Ao longo dos séculos, a desinstitucionalização foi debatida como uma estratégia de
retirar as pessoas com deficiência desses espaços e aproximá-las da sociedade. Assim, mais
um paradigma, denominado de Serviços foi construído com o objetivo de contribuir com o
movimento de desinstitucionalizar as pessoas com deficiência. Portanto, foram criados
serviços de assistência (ARANHA, 2001).
23
Segundo Aranha (2001), o conceito de integração correspondia à prática de
normalização, no sentido de ajustamento ao que era considerada uma normalidade. A
construção de um modelo de atenção para pessoa com deficiência se pautou em três etapas
principais: avaliação, intervenção e encaminhamento para a vivência em comunidade. Por
fim, ocorre o Paradigma do Suporte, no qual o conceito de inclusão social passou a ser
frequente nas discussões como um processo no contexto familiar, escolar e comunitário.
Portanto, percebido como um direito.
Sassaki (2003) discute terminologias sobre a deficiência e inclusão. No decorrer das
décadas, as terminologias aleijado, defeituoso, defeituoso físico, incapacitado, inválido,
deficientes físicos, doente mental, mudinho, surdinho, pessoa surda-muda, retardo mental,
retardamento mental, surdez-cegueira, surdo-mudo, criança excepcional, entre outros,
perpetuaram-se nos discursos biomédico, espaço escolar, social e político, mas foram
repensados e atualizados.
Segundo Sassaki (2003), os integrantes de movimentos nacionais e internacionais
lutaram pelo direito de não serem percebidos como portadores de alguma deficiência, assim
como as terminologias citadas anteriormente, no sentido de terem a deficiência como uma
condição e não por ‘portarem’ algo. A deficiência, portanto, refere-se a uma condição.
O autor destaca documentos internacionais que dizem respeito à pessoa com
deficiência, e que foram primordiais para conquista e manutenção de seus direitos tais como:
a Declaração Mundial sobre Educação para Todos / UNESCO (1990), as Normas sobre a
Equiparação de Oportunidades para Pessoas com Deficiência / ONU (1993), a Inclusão Plena
e Positiva de Pessoas com Deficiência em Todos os Aspectos da Sociedade / ONU (1993), a
Declaração de Salamanca e as Linhas de Ação sobre Educação para Necessidades Especiais /
UNESCO (1994).
Além disso, a Convenção Interamericana para Eliminação de Todas as Formas de
Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência (Convenção da Guatemala) / OEA
(1999), a Classificação Internacional de Funcionalidade, Deficiência e Saúde (CIF) / OMS
(2001) que substituiu a Classificação Internacional de Impedimentos, Deficiências e
Incapacidades / OMS, de 1980 e a Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos
Direitos e Dignidade das Pessoas com Deficiência / ONU (2003) (SASSAKI, 2003).
Ainda sobre isso, Di Nubila e Buchalla (2008) apresentam as duas classificações de
referência da OMS para descrever estados de saúde, a saber: Classificação Estatística
Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, que corresponde à décima
revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) e a Classificação Internacional de
24
Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). As autoras afirmam que a CIF trata-se de uma
classificação complementar à CID em que o foco é a funcionalidade. Essas duas
classificações permitem compreender definições de deficiência ou incapacidade.
Nubila e Buchalla (2008) ressaltam o avanço da CIF na sociedade. Essa classificação
foi construída ao longo de vinte anos, ao passo em que as concepções e modelos de
classificações foram se modificando. Nessa direção, as autoras apontam que:
A CIF é de propriedade de todos os seus usuários. A sociedade interessada, em especial as pessoas com deficiência, as organizações sociais e os formuladores de
políticas, devem se apropriar do conhecimento sobre os usos potenciais da CID-10 e
da CIF. O uso destas classificações como instrumentos pode contribuir para que as
reais condições de vida das pessoas com deficiência venham a fazer parte das
estatísticas, permitindo guiar ações e decisões, delinear políticas, definir
intervenções e destinar orçamentos, entre outras (p. 333-334).
Acerca do avanço na garantia de direitos por meio dos documentos acima, Guadenze e
Ortega (2016) afirmam que foi na década de 1980 que o Modelo Social da Deficiência ganhou
força em contraposição ao Modelo Médico da Deficiência, pois as pessoas com deficiência
não precisavam mais se ‘ajustar’ à sociedade, mas esta se transformar em prol destas pessoas.
Além disso, Guadenze e Ortega (2016) reiteram o avanço legítimo da Classificação
Internacional de Funcionalidade, Deficiência e Saúde (CIF) / OMS (2001), pois o Modelo
Social da Deficiência transcendeu de uma categoria considerada apenas biomédica na
Classificação Internacional de Lesão, Deficiência e Handicap (ICIDH), sugerida pela
Organização Mundial da Saúde em 1980, para um cunho sociológico e político também.
No que refere ao cenário brasileiro, o objetivo de ampliar e promover os direitos das
pessoas com deficiência foi se ampliando e algumas políticas, leis, convenções e conferências
ocorreram no decorrer das décadas. Diante disso, vale destacar alguns desses marcos políticolegais e as contribuições da área da Psicologia na temática da deficiência a seguir.
Segundo Bernardes (2012), em 1989, a Lei nº 7.853 foi promulgada e dispõe sobre o
apoio às pessoas com deficiência, e sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da
Pessoa Portadora de Deficiência – Corde. Ressalta-se também, em 1994, a Lei nº 8.899 foi
instituída acerca do passe livre às pessoas com deficiência no sistema de transporte coletivo
interestadual, posteriormente regulamentado pelo Decreto nº 3.691/2000. Em 1995, a Lei nº
8.989 foi estabelecida em relação à isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI
na aquisição de automóveis para utilização no transporte autônomo de passageiros, assim
como pelas pessoas com deficiência física.
Além disso, a Política Nacional de Educação Especial foi publicada em 1994, que
objetiva orientar o acesso das pessoas com deficiência às classes comuns do ensino regular.
25
Porém, essa política não estimula modificações nas práticas educacionais. A partir disso,
percebe-se o processo de inclusão/exclusão3.
Gonçalves e Garcia (2018) discutem acerca da inclusão da pessoa com deficiência no
mercado de trabalho, e citam a Lei n° 8.213 promulgada em 24 de julho de 1991 que dispõe
sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências, ‘’[...] estabelece
em seu art. 93 acerca da reabilitação da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, cujo
em texto traz diretrizes e formas de aplicação da inclusão no mercado de trabalho’’ (p. 2).
Em 1999, a Lei 7.853 foi regulamentada pelo Decreto nº 3.076, que também
estabeleceu o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência
(CONADE). O CONADE trata-se de um órgão superior de deliberação coletiva com o
objetivo de garantir a implementação da Política Nacional de Integração da Pessoa Portadora
de Deficiência (BERNARDES, 2012).
Gomes, Rezende e Tortorelli (2010) discutem sobre acessibilidade, e citam a Lei n°
10.040 foi promulgada em 8 de dezembro de 2000 e regulamenta disposições em relação à
reserva de assentos preferenciais, normativas de construção de prédios públicos e privados,
planejamento de transportes público e disposições sobre infrações. Além disso, o Decreto n°
5.296, a Lei n° 10.048 e Lei n° 10.098. O Decreto n° 5.296, de 2 de dezembro de 2004,
regulamenta a Lei n° 10.048, de 8 de novembro de 2004, em que prioriza o atendimento de
pessoas com deficiência.
Em específico, a Lei n° 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios relacionados à promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou
com mobilidade reduzida. Esta lei definiu o que se trata de acessibilidade, mobilidade
reduzida, barreiras arquitetônicas, urbanísticas, na edificação, nos transportes e na
comunicação (GOMES; REZENDE; TORTORELLI, 2010).
Em relação à inclusão escolar, Thoma e Klein (2010) ressalta que a Lei nº 10.436
promulgada em 24 de abril de 2002 e regulamentada pelo Decreto n° 5.626, visa garantir a
inclusão dos estudantes com surdez. A lei dispõe sobre a inclusão da Língua Brasileira de
Sinais (Libras) como disciplina curricular, formação de professores, instrutor e intérprete de
Libras, além do ensino da Língua Portuguesa como segunda língua.
Ademais, destaca-se a Portaria nº 2.678 promulgada em 24 de setembro de 2002, que
dispõe sobre diretrizes e normativas para o uso, ensino e a difusão do Sistema Braille4.
__________________
3
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf>. Acesso em: 22 jul. 2018.
4
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf>. Acesso em: 22 jul. 2018.
26
Segundo
Pérez
e
Freitas
(2014),
os
Núcleos
de
Atividade
das
Altas
Habilidades/Superdotação - NAAH/S foram implantados em 2005 em todos os estados e no
Distrito Federal. Estes núcleos são centros de referência para o atendimento educacional
especializado aos estudantes com altas habilidades/superdotação, no qual a orientação às
famílias e a formação continuada aos professores também são promovidas. Acerca disso, as
autoras afirmam que:
A real inclusão dos estudantes com AH/SD exige mecanismos legais que garantam o
acesso ao atendimento educacional especializado da grande maioria de estudantes
com AH/SD brasileiros, filhos de famílias de classes desfavorecidas, que não
possuem recursos financeiros e/ou culturais para garantir esse direito, assim como a
eliminação das barreiras econômicas, culturais e atitudinais como objetivo dos
dispositivos que garantem a acessibilidade das pessoas com necessidades
educacionais especiais (p. 637-638).
Além do mais, a I Conferência Nacional sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência ocorreu em 2006, de 12 a 15 de maio, em Brasília. A Secretaria Especial de
Direitos Humanos, através do CONADE foi responsável por promover esse marco políticolegal. O tema central da conferência foi: “Acessibilidade você também tem compromisso”,
com os seguintes eixos temáticos: 1- Das condições gerais da implementação da
acessibilidade; 2- Da implementação da acessibilidade arquitetônica, urbanística e de
transportes; 3- Da acessibilidade à informação, à comunicação e às ajudas técnicas5.
Neste dia, 265 propostas de ações foram aprovadas, e 1.500 pessoas participaram,
sendo 370 pessoas com deficiência. Ademais, objetivou analisar os desafios e possíveis
avanços da Política Nacional para a Integração da Pessoa com Deficiência, especificamente:
Sensibilizar os governos federal, estaduais e municipais para as questões referentes à
pessoa com deficiência;
Impulsionar a inclusão qualificada da pessoa com deficiência no processo de
desenvolvimento do país;
Oportunizar a visibilidade da situação que se encontram as políticas públicas para as
pessoas com deficiência;
Estimular o fortalecimento do controle social em âmbito estadual e municipal;
Estimular a tomada de medidas necessárias para impulsionar o cumprimento da
legislação vigente5.
No entanto, a II Conferência Nacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
ocorreu em 2008, de 1° a 4 de dezembro, também realizada em Brasília. O tema central da
conferência foi: “Inclusão, Participação e Desenvolvimento - Um novo jeito de avançar”.
__________________
5
Disponível em:
<http://www.portalinclusivo.ce.gov.br/phocadownload/CEDEF/textobalangoconferenciafinal.pdf>. Acesso em:
03 set. 2018.
27
Os eixos temáticos foram: 1 - Saúde e reabilitação profissional; 2 - Educação e
trabalho; e 3 - Acessibilidade. Nesta conferência, 1.798 pessoas participaram. Vale salientar
que a Agenda Social de Inclusão de Pessoas com Deficiência foi lançada em setembro de
2007, com o objetivo de promover a acessibilidade em todas as regiões do país, ou seja, tornar
público possíveis ações de inclusão e sugestões para serem propostas na II Conferência
Nacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 6.
Ainda sobre inclusão, Bezerra (2017) cita como um dos avanços na educação
brasileira a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva
lançada pelo Ministério da Educação - MEC, em 2008. Nesta política, há uma mudança
paradigmática de integração para a inclusão, ao público-alvo, a saber: estudantes com
deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação com
objetivo de garantir o acesso do ensino regular, transversalidade da modalidade de educação
especial desde a educação infantil até a educação superior, atendimento especializado,
formação de professores, acessibilidade e participação familiar e da comunidade.
Outro marco político-legal refere-se à promulgação do decreto n° 6.949 de 25 de
agosto de 2009, a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e
seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007, tem como
princípios:
O respeito pela dignidade inerente, a autonomia individual, inclusive a liberdade de
fazer as próprias escolhas, e a independência das pessoas; a não-discriminação; A
plena e efetiva participação e inclusão na sociedade; a respeito pela diferença e pela
aceitação das pessoas com deficiência como parte da diversidade humana e da
humanidade; a igualdade de oportunidades; a acessibilidade; a igualdade entre o
homem e a mulher; o respeito pelo desenvolvimento das capacidades das crianças
com deficiência e pelo direito das crianças com deficiência de preservar sua
identidade (DIAS; GUGEL; FILHO, 2014, p. 42).
Pontua-se que, a partir dessa convenção as diversas terminologias, por exemplo,
deficiente e portador de deficiência estão sendo substituídas pela expressão pessoa com
deficiência, que visa destacar a pessoa em primeiro lugar. Portanto, há uma importante
demarcação histórica referente à terminologia e definição dessa expressão no processo de
inclusão. Diante disso, ressalta-se a definição:
__________________
6
Disponível em:
<http://www.portalinclusivo.ce.gov.br/phocadownload/CEDEF/textobalangoconferenciafinal.pdf>. Acesso em:
03 set. 2018.
28
Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de
natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas
barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em
igualdades de condições com as demais pessoas (p. 7-8)7.
Ainda sobre esse marco político-legal, Gesser, Nuernberg e Toneli (2012) destacam as
contribuições da Psicologia Social na temática deficiência. Os autores enfatizam a relevância
da Psicologia Social ao incluir a deficiência como uma categoria de análise em seus estudos e
na atuação crítico-reflexiva dos profissionais de Psicologia.
Ao longo das décadas, a Psicologia e outras áreas de conhecimento compreendiam o
fenômeno da deficiência, a partir do Modelo Médico da Deficiência, mas essa perspectiva tem
passado por um processo transformativo, principalmente, através das ações dos movimentos
sociais das pessoas com deficiência, os princípios estabelecidos pela Convenção Internacional
sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o surgimento de novos estudos de
pesquisadores respaldados pelo Modelo Social da Deficiência (GESSER; NUERNBERG;
TONELI, 2012).
Acerca disso, Gesser, Nuernberg e Toneli (2012, p. 564) afirmam que:
A psicologia social pode contribuir para que o Modelo Social da Deficiência seja
incorporado às diversas áreas de produção de conhecimento. Acredita-se que, por
meio disso, seja possível romper com a hegemonia do modelo biomédico da
deficiência e com a compreensão da deficiência a partir do conceito proposto pelos
teóricos do modelo social da deficiência e legitimado pela Convenção sobre os
Direitos da Pessoa com Deficiência.
[...]
A psicologia social também pode contribuir para o estudo da experiência da
deficiência através da multiplicidade de elementos que a constitui, superando, desta
forma, concepções reducionistas sobre este fenômeno, ainda muito presentes no
contexto social contemporâneo e nas políticas públicas. A aliança entre esses dois
campos contribuirá, portanto, para promover o avanço da reflexão crítica em torno
da medicalização da vida, combatendo a segregação das diferenças e favorecendo a
compreensão da dimensão identitária do corpo em suas mais variadas manifestações
e funcionalidades. Afinal, seus pontos em comum e o potencial de sua articulação
teórica certamente abrem um novo horizonte para o estudo das formas de opressão e
ainda lançam novas luzes sobre o processo de constituição do sujeito.
Diante disso, percebe-se o quão importante é a Convenção Internacional sobre os
Direitos das Pessoas com Deficiência na promoção e garantia dos direitos das pessoas com
deficiência, sobretudo, como a Psicologia e diversas áreas de conhecimento podem contribuir
no processo de inclusão das pessoas com deficiência em diferentes contextos presentes na
sociedade (GESSER; NUERNBERG; TONELI, 2012).
__________________
7
Disponível em:
<http://www.portalinclusivo.ce.gov.br/phocadownload/CEDEF/textobalangoconferenciafinal.pdf>. Acesso em:
05 out. 2018.
29
Outro marco em relação às conferências destaca-se a III Conferência Nacional sobre o
os Direitos das Pessoas com Deficiência ocorreu em 2012, de 3 a 6 de dezembro, também
realizada em Brasília. Esta conferência teve como objetivos: ‘’[...] apreender, discutir, avaliar,
propor, divulgar e acompanhar a implementação da Convenção, que se tornou referência da
política nacional para este segmento’’ (p. 8). O tema central da conferência foi: “Um olhar
através da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: Novas
perspectivas e desafios”, com os eixos a seguir: Eixo 1 - Educação, esporte, lazer, trabalho e
reabilitação profissional; Eixo 2 - Acessibilidade, comunicação, transporte e moradia; Eixo 3 Saúde, prevenção, reabilitação, órteses e próteses; Eixo 4 - segurança, acesso à justiça, padrão
de vida e proteção social8.
Ademais, o Estatuto da Pessoa com Deficiência (2015) destaca que Lei n° 13.146
promulgada em 6 de julho de 2015, denominada Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com
Deficiência, é um dos marcos político-legais mais recente e tem como base a Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Sendo assim, destaca-se o Art. 2° que:
Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de
natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou
mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas.
Além disso, a lei reitera nos 1° e 2° parágrafos acerca da necessidade de avaliação do
tipo de deficiência dos sujeitos por meio de uma avaliação biopsicossocial junto às equipes
multiprofissionais e interdisciplinares, considerando ‘’I - os impedimentos nas funções e nas
estruturas do corpo; II - os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais; III - a limitação
no desempenho de atividades; e IV - a restrição de participação’’ (p. 9).
Dentre os profissionais que integram as equipes multiprofissionais e interdisciplinares
durante o desenvolvimento da avaliação biopsicossocial das pessoas com deficiência, Vieira,
Vieira e Francischetti (2015) apontam que a atuação do psicólogo está subdividida em três
linhas de ação ‘’[...] (a) junto às pessoas com deficiência, (b) junto às famílias e (c) no
contexto social’’ (p. 357). Ademais, as autoras afirmam que essas três linhas de ação podem
ser realizadas em diversos contextos, tanto educacional, de saúde quanto laboral, e devem
priorizar as demandas específicas de cada sujeito.
__________________
8
Disponível em: <http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/conferencia>. Acesso em: 17 out. 2018.
30
Ainda de acordo com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (2015), ressalta-se o Art.
3°, no qual considera importantes aspectos, por exemplo: I - acessibilidade, como garantia do
direito desegurança e autonomia nos mais diversos espaços, tanto urbanos quanto rurais; II desenho universal, referente à concepção de programas, ambientes, produtos, programas e
serviços a serem utilizadas por todas as pessoas, não havendo necessidade de adaptação ou de
projeto específico; III - tecnologia assistiva ou ajuda técnica, visando à promoção da inclusão
social; IV- tipos de barreiras como: urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas
comunicações e na informação, atitudinais e tecnológicas; V - comunicação; VI - adaptações
razoáveis; VII - elemento de urbanização; VIII - mobiliário urbano; IX - pessoa com
mobilidade reduzida; X - residências inclusivas; XI - moradia para a vida independente da
pessoa com deficiência; XII - atendente pessoal; XIII - profissional de apoio escolar e XIV acompanhante.
Ademais, no Art. 4° todas as pessoas com deficiência têm direitos assegurados
igualmente às pessoas sem deficiência e não é permitido nenhum tipo de discriminação. No
Art. 5° institui que as pessoas com deficiência serão protegidas de negligências, explorações,
violências e opressões.
Por fim, a IV Conferência Nacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
ocorreu em 2016, de 25 a 27 de abril. O tema central foi: ‘’Os desafios na implementação da
política da pessoa com deficiência: a transversalidade como radicalidade dos Direitos
Humanos”, e foi dividido em três eixos: Eixo I - Gênero, raça e etnia, diversidades sexual e
geracional; Eixo II - Órgãos Gestores e Instâncias de Participação Social; e Eixo III - A
interação entre os Poderes e os entes federados9.
Diante desse breve cenário, nota-se como se deu o percurso histórico do processo de
exclusão/inclusão das pessoas com deficiência em que foi marcado por estereótipos, estigmas,
preconceitos, discriminações, construção e desconstrução de paradigmas e terminologias
durante os séculos. Nesse ínterim, vale ressaltar a importância dos movimentos sociais na luta
pela promoção e garantia de direitos como: inclusão escolar, saúde, acessibilidade e
empregabilidade. Ademais, pesquisadores que se debruçam sobre a compreensão do
fenômeno da deficiência, por meio do Modelo Social da Deficiência, o avanço nas políticas
públicas, leis, convenções, conferências nacionais e internacionais nesse processo.
__________________
9
Disponível em:
<http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/conade/iv-conferencia-nacional>. Acesso em: 19 set. 2018.
31
3
MÉTODO
Este capítulo objetiva contextualizar o método utilizado nesse estudo em que possui
dois níveis de análise, a saber: quantitativa e qualitativa. Nessa direção, apresentar a
delimitação e descrição dos procedimentos de coleta e análise de dados, e descrever os dados
quantitativos encontrados.
Estudos indicam para a importância de uso de métodos de revisão de literatura em
diversas áreas de conhecimento (ESPÍNDOLA; BLAY, 2006; LOPES; FRACOLLI, 2008;
MATHEUS, 2009; TRANCOSO, 2012; BASTOS, 2014; LIMA, 2014, SANTOS, 2016;
CANUTO, 2017; SANTOS JÚNIOR, 2018).
Vosgerau e Romanowski (2014) discutem acerca de diferentes métodos de revisão de
literatura, e apontam indicativos metodológicos utilizados em estudos que mapeiam campos
de conhecimento. De início, as autoras destacam que os cursos de pós-graduação no Brasil
têm se expandido, assim como o quantitativo de grupos de pesquisa, periódicos e eventos
científicos. Com isso, torna-se possível a publicação de estudos em diversos formatos (teses
de doutorado, dissertações de mestrado e artigos científicos) e áreas de conhecimento.
Diante disso, Vosgerau e Romanowski (2014, p. 167) afirmam que:
Os estudos de revisão consistem em organizar, esclarecer e resumir as principais
obras existentes, bem como fornecer citações completas abrangendo o espectro de
literatura relevante em uma área. As revisões de literatura podem apresentar uma
revisão para fornecer um panorama histórico sobre um tema ou assunto
considerando as publicações em um campo. Muitas vezes uma análise das
publicações pode contribuir na reformulação histórica do diálogo acadêmico por
apresentar uma nova direção, configuração e encaminhamentos.
A partir disso, as autoras citam como um tipo de revisão de literatura a metassíntese
qualitativa, no qual tem como objetivo analisar estudos primários. Ademais, enfatizam a
importância da sistematização dessa análise. Noblit e Hare (1988) citado por Espíndola e Blay
(2006) apresentam os passos para a realização da metassíntese. Primeiramente, faz-se
necessário que o pesquisador defina sua área de interesse, formule suas questões de pesquisa e
construa estratégias de busca de estudos para compor sua amostra. Vale pontuar que ao definir
e aplicar os critérios de inclusão e exclusão na sua amostra deve-se iniciar a leitura na íntegra.
Em seguida, sintetizar o que foi encontrado, aproximar as semelhanças e divergências. Por
fim, documentar e divulgar os resultados.
Oliveira et al. (2015) apresentam as características desse método e ressaltam que esse
tipo de método contribui para o desenvolvimento da ciência referente ao âmbito científicoacadêmico. Diante disso, destacam que:
32
A Metassíntese pode, portanto, ser caracterizada como uma estratégia metodológica,
que proporciona a interpretação dos resultados encontrados em pesquisas realizadas,
numa área determinada do conhecimento, ou em diferentes áreas que mantenham
um objeto de interesse comum. Essa interpretação pretendida deve conduzir a uma
análise crítica da produção científica e disponibilizar novo conhecimento, a partir
das articulações possíveis entre os resultados já encontrados (OLIVEIRA et al.,
2015, p. 148).
Matheus (2009) também discute acerca das características da metassíntese qualitativa,
concomitantemente, apresenta o conceito de pesquisa qualitativa. Segundo Mateus (2009),
‘’[...] a pesquisa qualitativa segue premissas distintas daquelas oriundas da pesquisa
quantitativa, as estratégias de coleta e análise de dados possuem características particulares e,
consequentemente, outros padrões de rigor científico e agregação ou interpretação de dados’’
(p. 544). Diante disso, a autora afirma que a metassíntese sob a perspectiva qualitativa tem
como objetivo gerar novo conhecimento.
Segundo Lopes e Fracolli (2008, p. 774), ‘’A metassíntese qualitativa originou-se da
sociologia’’. No entanto, as autoras ressaltam que os estudiosos da pesquisa qualitativa da
área da saúde se mobilizaram e começaram a inserir esse método nas revisões de literatura
com ênfase na pesquisa qualitativa. Ademais, em 1998, criam o Qualitative Research
Methods Working Group através da Fundação Cochrane, com o propósito de auxiliar no
desenvolvimento de novas pesquisas. Nessa direção, esse método tem sido utilizado na área
da saúde e possui algumas denominações. Portanto, afirmam que:
A metassíntese qualitativa tem o potencial de ampliar o alcance dos resultados
advindos da percepção, sentimentos, visão, vivência e experiência dos sujeitos. Pode
contribuir para destacar os achados predominantes na produção científica
selecionada, auxiliando decisões políticas, gerenciais e assistenciais em saúde, de
modo geral, e na enfermagem, mais especificamente (p. 777).
[...]
Outras denominações para metassíntese (meta-synthesis ou metasynthesis)
observadas na literatura são: meta-estudo (meta-study), meta-etnografi (metaethnography), meta-análise qualitativa (qualitative meta-analisys) e aggregate
analysis (SANDELOWSKI, 2003; ZIMMER, 2006 apud LOPES; FRACOLLI,
2008, p. 774).
No que se refere à área da Psicologia, apontam-se as produções desenvolvidas no
âmbito da Linha de Pesquisa ‘’Processos Psicossociais’’ do PPGP/UFAL, no Grupo de
Pesquisa ‘’Epistemologia e a Ciência Psicológica’’, a saber: metassíntese da produção de
conceito e seu uso em diversas áreas (TRANCOSO, 2012; LIMA 2014), ou em uma única
área (SANTOS, 2016; CANUTO, 2017) e a configuração de uma área de conhecimento
(BASTOS, 2014; SANTOS JÚNIOR, 2018).
O estudo de Trancoso (2012) analisa a produção do conceito de juventude em artigos
científicos, dissertações e teses brasileiras na área de Ciências Humanas, Linguística, Letras e
Artes, e Ciências Sociais Aplicadas. Para tanto, o autor utiliza os pressupostos teóricos e
33
metodológicos da Teoria Sócio-histórica de Vigotski. Utiliza como fonte de dados, 189
documentos, sendo 37 artigos coletados no SciELO e Google Acadêmico; 120 dissertações e
37 teses coletadas no Banco de Teses & Dissertações – CAPES. Estes documentos foram
produzidos entre 2007 e 2011. Em suma, Trancoso (2012) conclui que:
O aporte teórico, fundamentado especialmente na perspectiva sócio-histórica de
Vigotski, permite afirmar que a produção do conceito de juventude no material
analisado, possui relação direta com a materialidade social e simbólica. Ou seja, não
são e não podem ser considerados supra-históricos uma base estável em cima da
qual a realidade estabelecida, e a partir da qual a mesma realidade pode ser
apreendida. São construídos e significados a partir da materialidade social,
econômica, cultural e histórica, com repercussões determinantes nas subjetividades
(p. 185).
[...]
Falar de juvenização implica em atribuir uma unicidade de características tanto à
condição como à situação juvenil, especialmente a partir da escolha de alguns
atributos biológicos do corpo jovem, como por exemplo, a aptidão para qualquer
aventura mediante o vigor físico, a iniciação do uso da sexualidade como um dos
mediadores dos relacionamentos com o outro. Essa ideia de juventude-signo nos
leva à pergunta: os jovens ‘juvenilizam’ a sociedade, ou esta sociedade impõe sobre
certa categoria social a exacerbação de um determinado modo de vida, pautado na
vontade de que o tempo pare e a existência seja ‘congelada’ nos anos de maior vigor
físico? (p. 190).
Lima (2014) realiza uma metassíntese sobre as adjetivações que a obra de Vigotski
recebeu no Brasil. Para tanto, a autora utiliza o Banco de Teses & Dissertação da CAPES para
coletar as produções entre 2007 e 2011 por meio de quatro descritores de busca: sóciohistórica, sócio-cultural, histórico-cultural e histórico-social. Em síntese, Lima (2014, p. 79)
conclui que ‘’Considera-se relevante destacar que as quatros adjetivações são utilizadas com
maior quantidade na área de conhecimento da educação, seguida da psicologia’’. Ademais, a
autora afirma que:
A área de produção da psicologia está diretamente relacionada à autoria de
referência à Vigotski apresenta maior utilização das adjetivações sócio-histórica e
histórico-cultural. Por outro lado, as adjetivações sócio-cultural e histórico-cultural
guardam pequena relação com autoria de Vigotski (LIMA, 2014, p. 79).
[...]
A adjetivação sócio-histórica de 36 dissertações e 6 teses guarda uma relação de
proximidade à perspectiva de Vigotski (170 trabalhos, representou em 42 deles a
presença da grafia de Vigotski, em suas diferentes escritas, sendo as mais frequentes
com i-i (12 trabalhos) e y-y (24 trabalhos). Os teóricos de interlocução presente nos
resumos são: Sartre, Leontiev e Bakhtin. Considera-se relevante destacar que essa
informação está ausente em trinta e três dos resumos analisados. Por outro lado, há
uma preferência no uso de entrevistas (14) como procedimento adotado. Ausência
dessa informação em 26 estudos (LIMA, 2014, p. 79).
[...]
Os capítulos teóricos das teses analisadas que foram produzidos na Psicologia e que
utilizam a adjetivação sócio-histórica destacam os conceitos de adolescência e/ou
juventude, afetos, família e ZDP, a fim de promover a superação da definição de
conceitos a partir de uma visão marcadamente desenvolvimentista. Os termos sóciohistórico e cultural indicam a tentativa de superar aspectos biológicos, reducionistas,
e se relacionam diretamente com a escolha dos pressupostos da teoria vigotskiana
(LIMA, 2014, p. 79).
34
O estudo de Bastos (2014) analisa a configuração da área de conhecimento da Saúde
Mental e Trabalho. Utiliza como fonte de dados 219 dissertações e teses na análise descritiva,
e 16 teses na análise qualitativa. Os documentos foram coletados no Banco de Teses &
Dissertação da CAPES e na Biblioteca Virtual em Saúde - Psicologia (BVS-PSI). O autor
utiliza dez descritores de busca: 1 - saúde mental e trabalho; 2 - sofrimento psíquico e
trabalho; 3 - psicopatologia e trabalho e 4 - psicodinâmica do trabalho; 5 - transtorno mental e
trabalho; 6 - doença mental e trabalho; 7 - loucura no trabalho; 8 - sofrimento mental no
trabalho; 9 - transtorno psíquico no trabalho; e 10 - estresse mental e trabalho. As 16 teses
foram localizadas pelo descritor 1- saúde mental e trabalho. Diante disso, Bastos (2014)
aponta como conclusão:
A produção acadêmica da área da Saúde mental e trabalho, no recorte estudado,
mostra-se inserida historicamente, portanto, contemporânea e voltada para as
necessidades emanadas da sociedade trabalhadora frente aos novos fenômenos que
caracterizam o mundo do trabalho. Essa produção pode ser reconhecida
historicamente por buscar responder às demandas sociais. Nesse sentido assume o
compromisso em apresentar respostas para às situações que afetam diretamente a
população trabalhadora. Essa é uma das condições de sua emergência, que a
caracteriza ainda como uma produção científica que amplia sua análise e, além de
compreender, propõe ações para a transformação do trabalho (p. 101).
[...]
A investigação conclui ainda que é o campo da Saúde do Trabalhador que possibilita
a emergência dos estudos voltados para a investigação da relação entre trabalho e
saúde mental. São os pressupostos epistemológicos desse campo que promovem
uma ampliação das possibilidades analíticas para as questões referentes à relação
entre trabalho e saúde, das quais a adoção do conceito de processo de trabalho, a
consideração da subjetividade e o protagonismo do trabalhador no processo de
construção das análises, mostram-se fundamentais para o desenvolvimento da área
(p. 102).
A metassíntese produzida por Santos (2016) descreve e interpreta os sentidos de
historicidade das publicações na revista Psicologia & Sociedade entre 1986 e 2015. Para
tanto, utiliza sete descritores de busca: historicidade, histórico, históricos, história, histórias,
histórica e históricas. Nessa direção, a autora utiliza como fonte de dados 389 artigos. Porém,
logo após o processo de refinamento dessa mostra, restaram 13 artigos devido à presença do
descritor historicidade. Em síntese, Santos (2016, p. 76) conclui que:
A relação entre os debates temáticos da psicologia, em geral, e da psicologia social,
presentes nas publicações da revista e a historicidade como argumento, cumpre um
papel importante em crítica a uma perspectiva determinada de produção científica,
no entanto, como esta relação tem sido estabelecida? Uma perspectiva de
historicidade acabou por ocupar um lugar histórico de generalização e, podemos
dizer, se positivou. Isso se dá na medida em que se parte do pressuposto de que
historicidade é um conceito conhecido previamente, positivado. Podemos constatar
isso nos diversos trabalhos em que, além de ser um conceito não definido
claramente, ele dá vazão ao fundamento de questões importantes dos trabalhos,
como conceitos-síntese de nomeação de fenômenos pouco explícitos.
35
O estudo de Canuto (2017) realiza uma metassíntese sobre o conceito de infância na
produção acadêmica da área da Psicologia. Para tanto, utiliza os pressupostos teóricos e
metodológicos da Teoria Sócio-histórica de Vigotski. A autora utiliza como fonte de dados 74
artigos A1 e A2, conforme a avaliação Qualis Capes 2013. A partir disso, suas conclusões
apontam que:
No que diz respeito às permanências e rupturas do conceito de infância no Brasil,
considera-se, a partir da análise empreendida nos artigos, que o aparato jurídico e as
políticas públicas sociais voltadas à infância são de grande importância para analisar
o conceito de infância no Brasil, sem desconsiderar que estão articuladas com todo o
contexto social mais amplo (economia, política, cultura). Nessa direção, aponta-se
que o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] representa um marco histórico
resultante de um longo processo de mudanças no conceito de infância, que institui a
doutrina de proteção integral no lugar da doutrina da situação irregular (CANUTO,
2017, p. 170-171).
[...]
As políticas públicas voltadas à infância se mostram, portanto, como um desafio
para as práticas “psi”. Assim, a psicologia deve se colocar numa postura crítica às
demandas que está atendendo e se posicionar visando à transformação social e a
desnaturalização de conceitos que ela mesma ajudou a construir (CANUTO, 2017,
p. 171).
[...]
A análise empreendida nos artigos demonstra que ainda há predominância na
concepção de infância como etapa de desenvolvimento na psicologia. No que diz
respeito ao método, ressalta-se que alguns dos artigos analisados demonstram a
preocupação, reconhecida a nível internacional, sobre o abafamento da voz das
crianças nas pesquisas. Porém, poucas pesquisas dos artigos analisados recorrem
diretamente à fala da criança. No que tange a base teórica, ressalta-se a presença de
apenas 3 pesquisas que utilizam ou mencionam o referencial dos estudos sociais da
infância ou da sociologia da infância, revelando que há pouca influência desses
estudos na psicologia do Brasil. Revela-se, ainda, forte presença do arcabouço
teórico de Foucault nos trabalhos que concebem a infância como construção social
do uso de testes nos trabalhos que trabalham com infância enquanto etapa do
desenvolvimento da criança (CANUTO, 2017, p. 171-172).
Por fim, Santos Júnior (2018) realiza uma metassíntese acerca do uso da fotografia na
Psicologia. O autor desenvolve 4 etapas metodológicas (Exploração, Refinamento, Descrição
e Interpretação). Para tanto, utiliza como fonte de dados 292 documentos, sendo 230
dissertações e 62 teses, na primeira parte de análise descritiva do trabalho. Os documentos
foram coletados no Banco de Teses & Dissertações da CAPES junto a Plataforma Sucupira
com o uso dos descritores: fot* AND Psicologia. Em relação à etapa qualitativa do trabalho,
50 teses foram analisadas na íntegra. Em síntese, Santos Júnior (2018) conclui que:
As informações sistematizadas resultaram em algumas formulações gerais a respeito
do uso da fotografia na Psicologia. Por exemplo, a produção está majoritariamente
no nível do mestrado, são 230 dissertações contra 62 teses. Verificou-se, também,
que há um evidente crescimento quantitativo de produções a partir do ano 2000, em
todos os estados brasileiros. Além disso, nota-se que a maioria dos trabalhos são
vinculados a Programas de Pós-graduação em Psicologia - PPGP localizados no
estado de São Paulo. No entanto, constatam-se também indicadores relevantes, em
termos quantitativos, em outros espaços (p. 110).
[...]
36
O segundo nível analítico correspondeu à etapa qualitativa desta dissertação, com
alcance da síntese interpretativa. Nesse aspecto, com base nas 50 teses analisadas, os
dados demonstram que as formas de uso da fotografia como registro (15), estímulo
visual (14) e a função de autofotografia (13) são as mais usuais no âmbito da
pesquisa em Psicologia. A função de objeto mediador (8) também apresenta
relevância quantitativa, nesse caso, a fotografia é utilizada para mediar o diálogo
entre os elementos que compõem a pesquisa – pesquisador/a, interlocutor/a e objeto
de estudo. Já em menor número, verifica-se a função de acervo iconográfico (3),
que, no âmbito dos trabalhos analisados, apresenta duas finalidades: fonte de
informação histórica e produção de conteúdos imagéticos, para a construção de
banco de dados autorais, tendo em vista os direitos autorais de imagens de terceiros
e, de outro modo, para contextualização e validação de instrumentos projetivos no
Brasil. Vale ressaltar que em três (3) teses, a fotografia foi utilizada com mais de
uma função, em dois casos como registro e acervo iconográfico; e em um trabalho
como registro e objeto mediador (p. 112, grifo do autor).
[...]
Com base nos resultados alcançados, verificou-se que a fotografia tem se firmado
como recurso metodológico aplicado conjuntamente a outras ferramentas de
pesquisa, que potencializam contemplar com mais profundidade o arcabouço de
informações que o recurso fotográfico carrega para além do conteúdo visual. As
diversas formas de uso da fotografia, no âmbito da pesquisa em Psicologia, apontam
o caráter multifacetado dessa ferramenta, podendo ser aplicada em diferentes
propostas investigativas: análises históricas, pesquisas empíricas, etnografias,
cartografias entre outros (p. 112).
Diante disso, ressaltamos que os estudos de metassíntese citados acima (TRANCOSO,
2012; LIMA, 2014; BASTOS, 2014; SANTOS, 2016; CANUTO, 2017; SANTOS JÚNIOR,
2018) norteiam as etapas metodológicas deste estudo. Esta estratégia metodológica tem sido
aprimorada no nosso grupo, e contribui no desenvolvimento dos pressupostos científicos.
Nessa direção, veremos as fases de sistematização da metassíntese a seguir.
De início, faz-se necessário definir o objeto pretenso a ser investigado. A partir disso,
há a definição das fontes que são consultadas para coletar os tipos de materiais definidos nas
fases iniciais do processo investigativo, logo após inicia-se a composição da amostra do
estudo. Além disso, há a fase de Exploração, Refinamento, Cruzamento, Descrição e
Interpretação, respectivamente (BASTOS, 2014; OLIVEIRA; BASTOS, 2014; OLIVEIRA
et al., 2015).
Segundo Bastos (2014), Oliveira e Bastos (2014) e Oliveira et al. (2015), na fase de
Exploração os pesquisadores constroem ferramentas, denominadas de descritores para
acessar as fontes em busca dos documentos necessários. Neste momento, é possível iniciar
uma leitura seletiva dos materiais selecionados. A partir disso, inicia-se a fase de
Refinamento, em que o processo de tratamento de dados é realizado a partir da leitura
flutuante do corpus da pesquisa. Conforme Bardin (2009), a leitura flutuante dos materiais de
pesquisa é a fase em que o pesquisador desenvolve reflexões acerca dos conteúdos explorados
nas fontes selecionadas. De início, realiza-se a leitura seletiva dos materiais.
37
Seguidamente, inicia-se a fase de Cruzamento em que é possível perceber se há
duplicidade dos materiais obtidos anteriormente. Nesta fase, sugere-se a realização da análise
comparativa em 3 níveis de tratamento de dados, a saber: 1- Cruzamento intradescritor que
visa verificar duplicidade de documentos entre as variações sintáticas e semânticas referente à
cada descritor de busca elencado, 2- Cruzamento interdescritor que visa verificar
duplicidade de documentos entre os diferentes descritores e 3- Cruzamento entre as fontes
de dados capturadas (BASTOS, 2014; OLIVEIRA; BASTOS, 2014; OLIVEIRA et al.,
2015).
Além disso, a fase de Descrição permite conhecer a amostra por meio das
informações que identificam cada documento. Nesta fase, a construção de planilhas contribui
no processo de análise. A última fase refere-se à Interpretação em que é realizada a partir de
leituras em profundidade para articular, confrontar e compreender os argumentos para propor
reflexões críticas ao que já foi produzido e por fim proporcionar um novo conhecimento
(BASTOS, 2014; OLIVEIRA; BASTOS, 2014; OLIVEIRA et al., 2015).
3.1
Delimitação e descrição dos procedimentos de coleta e análise de dados
Para tanto, utilizou-se o DGP disponibilizado pelo CNPq para identificar os grupos de
pesquisa correspondentes ao ano de 2017, e a Plataforma Lattes para identificar a produção
acadêmica dos líderes no formato de artigo desde o primeiro ano de publicação a 2017. O
primeiro acesso ao DGP ocorreu no dia 23 de julho de 2017. Em relação à coleta dos grupos
de pesquisa, ocorreu entre julho e agosto de 2017.
Estas bases de dados virtuais como opções empíricas justificam-se pela relevância,
especialmente, na divulgação das atividades científico-tecnológicas realizadas no país. O
DGP disponibilizado pelo CNPq10 foi criado em 1992 e trata-se de um inventário dos grupos
de pesquisa científica-tecnológica em atividade em todo o país.
Através deste diretório torna-se possível realizar a descrição de limites e perfil geral
das atividades científico-tecnológicas brasileiras. O diretório possui bases de dados
(censitárias e correntes), possibilitando a atualização de informações de modo contínuo
durante o ano inteiro acerca de pesquisadores, estudantes, técnicos, linhas de pesquisas, áreas
de conhecimento, produção científica, entre outros.
__________________
10
Disponível em: <http://lattes.cnpq.br/web/dgp>. Acesso em: 31 jul. 2017.
38
Sendo assim, tem como objetivos principais torna-se um instrumento de intercâmbio e
troca de informações, planejamento, gestão das atividades de ciência e tecnologia, e fomento
das bases de dados em prol da manutenção dos registros das atividades. Ademais, os grupos
de pesquisa estão localizados em universidades, instituições isoladas de ensino superior com
cursos de pós-graduação stricto sensu, institutos de pesquisa científica e institutos
tecnológicos. O CNPq foi criado em 1951, e objetiva promover e fomentar o desenvolvimento
da ciência, tecnologia e inovação no Brasil.
Os procedimentos de coleta e análise de dados foram realizados através de cinco fases
durante o desenvolvimento da metassíntese: Exploração, Cruzamento, Refinamento,
Descrição e Interpretação11. Ressalta-se que a análise de dados do presente estudo foi
realizada a partir das etapas da análise de conteúdo de Bardin (2009): pré-análise, exploração
do material, tratamento dos resultados e interpretações.
Na primeira fase, os grupos de pesquisa foram coletados a partir do acesso ao DGP e a
utilização de seis descritores de busca: Pessoa com deficiência, Pessoa com deficiências,
Pessoas
com
deficiência,
Pessoas
com
deficiências,
Deficiência
e
Deficiências.
Posteriormente, a segunda fase realizou a análise comparativa em que identifica quais grupos
de pesquisa estavam duplicados. Posteriormente, a terceira fase verificou quais os grupos de
pesquisa referiam-se à temática de estudo a partir da leitura dos títulos, com a presença dos
descritores. Na quarta fase, estes grupos de pesquisa foram descritos a partir das instituições,
líderes pesquisadores, áreas do conhecimento, regiões, ano de criação e status dos grupos de
pesquisa.
Por fim, a quinta fase correspondeu à interpretação das produções acadêmicas
identificadas, por meio do acesso ao Currículo Lattes dos líderes pesquisadores com o intuito
de identificar e analisar os aspectos teóricos e metodológicos das produções publicadas. Nesta
fase, é possível ampliar o conhecimento acerca do objeto de estudo. Há uma imersão no
conteúdo que foi apreendido nas etapas anteriores. A análise de cada artigo seguiu o roteiro de
uma ficha de análise qualitativa (APÊNDICE I, p. 197).
De início, foi realizada a seguinte catalogação: a referência completa do artigo (título,
autores/as, área de conhecimento, ano e revista); o resumo do estudo e os outros itens
(objetivos, perspectiva teórica, método/tipo/procedimento de coleta de dados/procedimento de
análise de dados) foram preenchidos a partir da leitura do material na íntegra. As informações
_________________
11
Vale destacar que esta sistematização do desenvolvimento da metassíntese orienta-se nos estudos de Bastos
(2014), Oliveira e Bastos (2014), e Oliveira et al. (2015). Contudo, apresentam-se algumas diferenças na
sequência das fases, pois os tipos de estudos analisados são distintos.
39
contidas nos trabalhos só foram catalogadas caso estivessem explícitas no texto. Portanto, não
fizemos uso de inferências.
Diante disso, aponta-se que as três etapas da análise de conteúdo de Bardin (2009)
foram realizadas. A pré-análise se deu a partir da leitura flutuante dos trabalhos em que
objetivou-se apreender do que se tratava cada estudo. No que se refere à exploração, foi
realizada uma leitura aprofundada com o propósito de identificar os itens descritos
anteriormente. Por fim, a etapa de tratamento dos resultados que objetivou catalogar as
informações contidas nos estudos, e a realização das interpretações. Portanto, este foi o
caminho metodológico adotado no presente estudo a seguir.
3.2
Exploração
Segue, detalhadamente, os dados quantitativos da primeira fase da metassíntese. De
início, são descritas as seis etapas de busca dos grupos de pesquisa no banco de dados do
CNPq, tendo em vista sua visualização através das figuras.
Figura 1 - Entrar no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (DGP) do Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Fonte: Página do CNPq (2017)
O primeiro acesso na página inicial da plataforma ocorreu no dia 23 de julho de 2017.
Nesta página, identificamos um link que direciona os usuários para a busca dos grupos de
pesquisa.
40
Figura 2 - Buscar grupos
Fonte: Página do CNPq (2017)
Ao clicar em buscar grupos apareceram as opções de filtros direcionando para a busca
dos grupos a serem pesquisados.
Figura 3 - Consulta parametrizada
Fonte: Página do CNPq (2017)
Nesta página, disponibilizaram um espaço ao pesquisador para digitar o termo de
busca referente à sua pesquisa.
41
Figura 4 - Termos de busca utilizados de modo separado
Fonte: Página do CNPq (2017)
Os descritores optados foram utilizados como termos de busca, pois dizem respeito à
temática do estudo.
Figura 5 - Filtros usados: Todas as grandes áreas de conhecimento e todas as áreas de
conhecimento
Fonte: Página do CNPq (2017)
Optamos por utilizar outro filtro na consulta parametrizada: Todas grandes as áreas de
conhecimento e áreas de estudo, de acordo com os objetivos deste estudo. O DGP
disponibiliza as seguintes grandes áreas de conhecimento para buscar os grupos de pesquisa
de modo individual ou através da opção ‘Todas’: Ciências Agrárias, Ciências Biológicas,
Ciências da Saúde, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas, Ciências Sociais
42
Aplicadas, Engenharias, Indefinido, Linguística, Letras e Artes, Outra e Tecnologias. Em
relação à área de conhecimento, a opção ‘Todas’ ou cada área de conhecimento que
corresponde às grandes áreas de conhecimento mencionadas anteriormente.
Figura 6 - Entrar na Plataforma Lattes
Fonte: Página do CNPq (2017)
Nesta página, o acesso direto aos Currículos Lattes dos pesquisadores foi
disponibilizado. Com isso, tornou-se possível acessar o Currículo Lattes de cada líder
pesquisador dos grupos de pesquisa.
Figura 7 - Buscar Currículo Lattes (Busca Simples)
Fonte: Página do CNPq (2017)
43
Ao clicar em buscar currículo na página anterior, outra página foi aberta e solicitou-se
o nome do(a) pesquisador(a) ou assunto (título ou palavra chave da produção).
Quadro 1 - Descritores utilizados na busca de grupos de pesquisa no banco de dados Diretório de
grupos CNPq
DESCRITORES
1.1
Pessoa com deficiência
1.2
Pessoa com deficiências
1
1.3
Pessoas com deficiência
1.4
Pessoas com deficiências
2.1
Deficiência
2
2.2
Deficiências
TOTAL
6
Fonte: Autora (2017)
De início, pontua-se que foram escolhidos 6 descritores de busca. Os descritores
expostos acima são termos relacionados à temática do estudo e foram inseridos na base de
dados para acessar os grupos de pesquisas. No mês de julho de 2017 foi realizado esse
processo inicial, que teve o intuito de selecionar os grupos de pesquisa cujo conteúdo
apresentasse uma aproximação com as áreas de conhecimento, de modo direto ou indireto, a
partir da presença desses termos utilizados como descritores de busca apresentados no quadro
acima.
Os resultados alcançados nessa fase de Exploração são apresentados no Quadro 2, no
qual apresenta a quantidade de grupos de pesquisa coletados.
Quadro 2 - Resultados obtidos a partir da fase de exploração acerca dos grupos de pesquisa
brasileiros
DESCRITORES
1
2
1.1
1.2
1.3
1.4
2.1
2.2
Pessoa com deficiência
Pessoa com deficiências
Pessoas com deficiência
Pessoas com deficiências
Deficiência
Deficiências
TOTAL
QUANTITATIVO DE
GRUPOS DE PESQUISA
161
21
113
21
473
105
894
Fonte: Autora (2017)
A partir da busca dos descritores e dos filtros utilizados encontramos o total de 894
grupos de pesquisa. Sendo 161 com o descritor 1.1 Pessoa com deficiência (APÊNDICE A, p.
128), 21 com o descritor 1.2 Pessoa com deficiências (APÊNDICE B, p. 138), 113 com o
44
descritor 1.3 Pessoas com deficiência (APÊNDICE C, p. 140), 21 com o descritor 1.4 Pessoas
com deficiências (APÊNDICE D, p. 148), 473 com o descritor 2.1 Deficiência (APÊNDICE
E, p. 150), 105 com o descritor 2.2 Deficiências (APÊNDICE F, p. 178). Percebemos, diante
dos primeiros resultados, que o descritor 2.1 Deficiência apresentou a maior expressividade
no que se refere à captura de grupos de pesquisa. Com menor expressividade, os descritores
1.2 Pessoa com deficiências e o 1.4 Pessoas com deficiências.
3.2.1 Cruzamento
Nesta fase, utilizamos como critério a leitura dos títulos com a presença dos
descritores. A partir disso, buscamos realizar uma análise comparativa entre todos os grupos
de pesquisa, com o propósito de verificar a duplicidade de material coletado. Ressaltamos
que, o material em duplicidade apontaria alguma imprecisão nos resultados obtidos, porque
um mesmo grupo de pesquisa poderia estar presente em mais de um resultado, por exemplo,
um mesmo grupo de pesquisa pode ter sido capturado por mais de um descritor no banco de
dados.
Quadro 3- Resultados obtidos a partir da fase de cruzamento acerca dos grupos de pesquisa
brasileiros
DESCRITORES
1.1
1.2
1
1.3
1.4
2
2.1
2.2
Pessoa com
deficiência
Pessoa com
deficiências
Pessoas com
deficiência
Pessoas com
deficiências
Deficiência
Deficiências
TOTAL
QUANTITATI
VO DE
GRUPOS DE
PESQUISA
QUANTITATI
VO DE UM
DOS
DESCRITOR
ES
NO TÍTULO
2°
FASE
CRUZAMEN
TO INTRA
DESCRITOR
2°
FASE
CRUZAMENTO
INTER
DESCRITOR
161
27
0
7
21
5
0
0
113
20
0
6
21
5
0
3
473
105
894
38
7
102
0
0
0
19
3
38
DESCRITOR
FINAL
TOTAL
7
Pessoa/s com
deficiência/s
0
6
3
Deficiência/s
19
3
38
Fonte: Autora (2017)
A partir da busca dos termos e dos filtros utilizados encontramos o quantitativo total
de 102 grupos de pesquisa com a presença de um dos descritores no título, elencados
anteriormente. Sendo 27 com o termo 1.1 Pessoa com deficiência (APÊNDICE A, p. 128), 5
com o termo 1.2 Pessoa com deficiências (APÊNDICE B, p. 138), 20 com o termo 1.3
Pessoas com deficiência (APÊNDICE C, p. 140), 5 com o descritor 1.4 Pessoas com
45
deficiências (APÊNDICE D, p. 148), 38 com o descritor 2.1 Deficiência (APÊNDICE E, p.
150), e 7 com o descritor 2.2 Deficiências (APÊNDICE F, p. 178).
Observamos que, novamente o descritor 2.1 Deficiência obteve o maior quantitativo
de grupos de pesquisa capturados por meio da presença de um dos descritores no título.
Apresentaram menor quantitativo os descritores 1.2 Pessoa com deficiências e 1.4 Pessoas
com deficiências. No que se refere ao cruzamento intradescritor, não encontramos nenhum
grupo de pesquisa duplicado durante a realização desse tipo de cruzamento em cada descritor
de busca.
Em relação ao cruzamento interdescritor, percebemos que o descritor 1.1 Pessoa com
deficiência está presente no título de 7 grupos de pesquisa, por exemplo, no Grupo de
Pesquisa ‘’A pessoa com deficiência: avaliação e intervenção especializada nas áreas de
educação, saúde e psicologia’’, da líder Silvana Maria Blascovi de Assis, localizada na
Universidade Presbiteriana Mackenzie e pertencente à Educação. Porém, o descritor 1.2
Pessoa com deficiências não está presente no título de grupos de pesquisa.
O descritor 1.3 Pessoas com deficiência também contém no título de 6 grupos de
pesquisa, por exemplo, no Grupo de Pesquisa ‘’A proteção constitucional das pessoas com
deficiência’’, do líder Luiz Alberto David Araujo, localizado na Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo e pertencente ao Direito. Além disso, o descritor 1.4 Pessoas com
deficiências no título de 3 grupos de pesquisa, por exemplo, no Grupo de Pesquisa ‘’Produção
de Materiais Didáticos Acessíveis para Pessoas com Deficiências em Contextos Formais e
Informais de Educação’’, da líder Ediclea Mascarenhas Fernandes, localizado na
Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pertencente à Educação, o descritor 2.1
Deficiência no título de 19 grupos de pesquisa, por exemplo, no Grupo de Pesquisa ‘’Corpo,
deficiência, população e espacialidade: cartografias existenciais’’, do líder Ronan Eustáquio
Borges, localizado na Universidade Federal de Goiás e pertencente à Geografia.
Por fim, o descritor 2.2 Deficiências no título de 3 grupos de pesquisa, por exemplo,
no Grupo de Pesquisa ‘’Linguagem, comunicação alternativa e processos educacionais para
pessoas com autismo e outras deficiências’’, da líder Cátia Crivelenti de Figueiredo Walter,
localizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pertencente à Educação. Com isso,
obtivemos o resultado de 38 grupos de pesquisa. Este quantitativo total justifica-se pela
realização da etapa de cruzamento entre os descritores.
46
3.2.2 Refinamento
Nesta fase, verificamos quais os grupos de pesquisas capturados nas fases anteriores
referiam-se à temática de estudo.
Quadro 4 - Resultados obtidos a partir da fase de refinamento acerca dos grupos de pesquisa
brasileiros
DESCRITORES
1.1
1.2
1
1.3
1.4
2
2.1
2.2
Pessoa com
deficiência
Pessoa com
deficiências
Pessoas com
deficiência
Pessoas com
deficiências
Deficiência
Deficiências
TOTAL
QUANTITATI
VO DE
GRUPOS DE
PESQUISA
QUANTITATI
VO DE UM
DOS
DESCRITOR
ES
NO TÍTULO
2°
FASE
CRUZAMEN
TO INTRA
DESCRITOR
2°
FASE
CRUZAMENTO
INTER
DESCRITOR
161
27
0
7
21
5
0
0
113
20
0
6
21
5
0
3
473
105
894
38
7
102
0
0
0
19
3
38
DESCRITOR
FINAL
TOTAL
7
Pessoa/s com
deficiência/s
0
6
3
Deficiência/s
19
3
38
Fonte: Autora (2017)
Portanto após a realização desta fase, o quantitativo total permaneceu 38 grupos de
pesquisa (APÊNDICE G, p. 186). Optamos pelo recorte de análise dos grupos que apresentam
os descritores em seus títulos, por evidenciarem um interesse explícito e com ordem de
importância, a nosso ver.
47
3.2.3 Descrição
A descrição correspondeu à quarta fase. Por meio dos 38 grupos de pesquisa
identificados nas fases anteriores descrevemos as instituições, líderes pesquisadores, áreas do
conhecimento, regiões, ano de criação, e status dos grupos de pesquisa.
3.2.3.1 Distribuição geográfica
Gráfico 1 - Demonstrativo do quantitativo de grupos por descritores nos títulos
20
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
1.1 Pessoa com
deficiência
Grupos
7
1.3 Pessoas com
deficiência
6
1.4 Pessoas com
deficiências
3
2.1 Deficiência
2.2 Deficiências
19
3
Fonte: Autora (2017)
Notamos que através da utilização do descritor 2.1 Deficiência obteve-se o maior
quantitativo total de 19 grupos de pesquisa. No entanto, com a utilização dos descritores: 1.4
Pessoas com deficiências (3 grupos) e 2.2 Deficiências (3 grupos) foi o menor resultado de
grupos de pesquisa com esses descritores nos títulos. Pontuamos que, o descritor 1.2 Pessoa
com deficiências não apresentou nenhum grupo de pesquisa através deste descritor no título.
48
Quadro 12 - Distribuição geográfica das instituições dos grupos de pesquisa
INSTITUIÇÃO
Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Espírito Santo
Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia da Paraíba
Escola Superior de Ciências da Santa Casa
de Misericórdia de Vitória
Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo
Universidade Cruzeiro do Sul
Universidade de Brasília
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Universidade Estadual de Campinas
Universidade Estadual de Londrina
Universidade Estadual de Maringá
Universidade Estadual Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Universidade Federal do ABC
Universidade Federal do Amazonas
Universidade Federal Fluminense
Universidade Federal de Goiás
Universidade Federal do Pará
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Paulo
Universidade Federal de Sergipe
Universidade da Integração Internacional da
Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Luterana do Brasil
Universidade Paulista
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Universidade São Judas Tadeu
Universidade Santa Cecília
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
DESCRIÇÃO
Pública (Sudeste)
Pública (Nordeste)
Particular (Sudeste)
Particular (Sudeste)
Particular (Sudeste)
Pública (Centro-oeste)
Pública (Sudeste)
Pública (Sudeste)
Pública (Sul)
Pública (Sul)
Pública (Sudeste)
Pública (Nordeste)
Pública (Sudeste)
Pública (Norte)
Pública (Sudeste)
Pública (Centro-oeste)
Pública (Norte)
Pública (Sudeste)
Pública (Sudeste)
Pública (Sudeste)
Pública (Nordeste)
Particular (Nordeste)
Particular (Norte)
Particular (Sudeste)
Particular (Sudeste)
Particular (Sudeste)
Particular (Sudeste)
Pública (Sul)
Fonte: Autora (2017)
A distribuição das instituições referente aos grupos segue do respectivo modo: Sudeste
do país com 16 instituições, Nordeste com 4 instituições, Norte e Sul com 3 instituições, e
Centro-Oeste com 2 instituições. No entanto, Universidade de Brasília apareceu em 2 grupos,
Universidade do Estado do Rio de Janeiro em 2 grupos, a Universidade Estadual Paulista
Júlio de Mesquita Filho em 3 grupos, e a Universidade Estadual de Campinas em 3 grupos.
49
Gráfico 2 - Quantitativo dos grupos de pesquisa entre instituições públicas e particulares
Grupos de Pesquisa e
Instiuições
32%
Públicas
68%
Particulares
Fonte: Autora (2017)
A partir do gráfico, notamos que a maioria dos grupos de pesquisa está ligada às
instituições públicas brasileiras (68%) ou, em números ordinais, 19 instituições. Todavia, as
instituições particulares correspondem à (32%) ou, em números ordinais, 9 instituições.
Gráfico 3 - Quantitativo acerca do grau de formação dos participantes dos grupos de pesquisa
brasileiros
300
250
200
150
100
50
0
Doutorado
Mestrado
Graduação
258
130
134
Participantes
Mestrado
Profissional
19
Especialização
Ensino Médio
Outros
45
3
157
Fonte: Autora (2017)
O gráfico acima aponta o quantitativo total de (773) participantes, no qual o maior
grau de formação dos participantes dos grupos de pesquisa é o doutorado (258). Além disso,
outros (157), graduação (134) e mestrado (130) são significativos. O mestrado profissional
(19), especialização (45) e ensino médio (3) apresentam menos expressividade. Salientamos
que, outros se referem aos participantes que não especificaram uma das categorias citadas
anteriormente. Além disso, destacamos que o critério para a solicitação de criação de grupos
no CNPq é a condição de doutoramento de seu líder.
50
Quadro 13 - Distribuição geográfica dos grupos de pesquisa
ESTADO
São Paulo
Rio de Janeiro
Paraná
Brasília
Espírito Santo
Amazonas
Bahia
Ceará
Goiás
Pará
Paraíba
Rondônia
Sergipe
TOTAL
QUANTIDADE
19
4
3
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
38
Fonte: Autora (2017)
Diante do quadro acima, notamos que, a maioria dos grupos de pesquisas está
concentrada no estado de São Paulo, destacando-se em 1° lugar. Em 2° lugar o estado do Rio
de Janeiro, em 3° lugar o estado do Paraná, em 4° lugar os estados de Brasília e Espírito
Santo, enquanto no 5° lugar os estados de Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Pará, Paraíba,
Rondônia e Sergipe.
Gráfico 4 - Quantitativo das instituições dos grupos de pesquisa por região do país
Regiões
11%
11%
14%
7%
Sudeste
57%
Nordeste
Norte
Sul
Centro-Oeste
Fonte: Autora (2017)
Através do gráfico acima, percebemos a maior concentração de grupos na região
Sudeste (57%), e a menor concentração no Centro-Oeste do país (7%).
51
3.2.3.2 Distribuições de áreas de conhecimento
Gráfico 5 - Quantitativo das grandes áreas do conhecimento dos grupos de pesquisa brasileiros
Grandes Áreas de Conhecimento
8% 5%
Ciências Humanas
47%
Ciências da Saúde
40%
Ciências Sociais
Aplicadas
Engenharias
Fonte: Autora (2017)
Os grupos de pesquisa brasileiros dividem-se em quatro grandes áreas do
conhecimento, ou seja, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas e
Engenharias. Notamos que, a maioria dos grupos de pesquisa corresponde às Ciências
Humanas (47%), no entanto a minoria às Engenharias (5%).
Gráfico 6 - Quantitativo das áreas do conhecimento dos grupos de pesquisa brasileiros
15
14
8
10
3
5
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
0
Educação
Educação Física
Psicologia
Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Saúde Coletiva
Serviço Social
Direito
Enfermagem
Engenharia Biomédica
Engenharia Mecânica
Geografia
Medicina
Odontologia
Fonte: Autora (2017)
No que se refere às áreas do conhecimento, observamos a maior concentração de
grupos de pesquisa brasileiros na Educação com 14 grupos. Porém, a menor concentração
52
encontra-se no Direito, Enfermagem, Engenharia Biomédica, Engenharia Mecânica,
Geografia, Medicina e Odontologia, com um grupo.
3.2.3.3 Distribuição histórica
Gráfico 7 - Série histórica dos grupos de pesquisa brasileiros (1995-2006)
Ano de Criação
5
4
3
2
1
0
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Distribuição histórica (1995-2005) 1
0
1
0
0
0
1
4
0
2
0
3
Fonte: Autora (2017)
Gráfico 8 - Série histórica dos grupos de pesquisa brasileiros (2007-2017)
Ano de Criação
5
4
3
2
1
0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Distribuição histórica (2007-2017) 1
0
0
2
3
4
4
3
3
4
2
Fonte: Autora (2017)
Os gráficos acima e o quadro (APÊNDICE H, p. 191) correspondem à distribuição
histórica dos grupos de pesquisa brasileiros no período de (1995 - 2017). Portanto, notamos
que o primeiro grupo de pesquisa, intitulado ‘’Genética da deficiência intelectual e distúrbios
correlatos’’, foi criado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), em 1995,
pertencente à área de conhecimento (Medicina).
Além do mais, percebemos que nos anos de 2002, 2012, 2013 e 2016 houve o maior
quantitativo de criação de grupos, com o total de 16 grupos de pesquisa. No entanto, nos anos
de 1995, 1997, 2001 e 2007 houve o menor quantitativo. Ressaltamos que, nos anos de 1996,
53
1998, 1999, 2000, 2003, 2005, 2008 e 2009 não houve a criação de nenhum grupo de
pesquisa.
Os 4 grupos de pesquisa criados em 2002 são: o Grupo de Pesquisa ‘’Atividade Física
e Deficiência Intelectual’’, do líder Jônatas de França Barros e vice-líder José Ribeiro
Pimenta de Godoy, localizado na Universidade de Brasília, e pertencente à Educação Física; o
Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e Deficiência: uma compreensão winnicottiana’’, da
líder Maria Lucia Toledo Moraes Amiralian e do líder Marcos José da Silveira Mazzotta,
localizado na Universidade de São Paulo, e pertencente à Psicologia; o Grupo de Pesquisa
‘’Família, saúde e deficiência’’, da líder Andrea Perosa Saigh Jurdi e vice-líder Maria de
Fátima de Campos Françozo, localizado na Universidade Estadual de Campinas, e pertencente
ao Serviço Social; e o Grupo de Pesquisa ‘’Lide-Laboratório Interunidades de Estudos sobre
Deficiência’’, da líder Maria Lucia Toledo Moraes Amiralian e do vice-líder Marcos José da
Silveira Mazzotta, localizado na Universidade de São Paulo, e pertencente à Psicologia.
Os 4 grupos de pesquisa criados em 2012 são: o Grupo de Pesquisa ‘’A proteção
constitucional das pessoas com deficiência’’, do líder Luiz Alberto David Araujo, localizado
na instituição Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e pertencente ao Direito; o
‘’GEPDI - Grupo de Estudos e Pesquisa em Deficiência e Inclusão, da líder Lúcia Pereira
Leite e vice-líder Sandra Eli Sartoreto de Oliveira Martins, localizado na Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, e pertencente à Psicologia; o ‘’Grupo de Estudos e
Pesquisas sobre a Escolarização da Pessoa com Deficiência (GEPEPD)’’, da líder Juliane
Aparecida de Paula Perez Campos e vice-líder Márcia Duarte Galvani, localizado na
Universidade Federal de São Carlos, e pertencente à Educação; e o ‘’Grupo de pesquisa e
desenvolvimento de produtos de tecnologia assistiva a deficiência física’’, localizado na
Universidade Santa Cecília, e pertencente à Engenharia Biomédica.
Os 4 grupos de pesquisa criados em 2013 são: o Grupo de Pesquisa ‘’A pessoa com
deficiência: avaliação e intervenção especializada nas áreas de educação, saúde e psicologia’’,
da líder Silvana Maria Blascovi de Assis, localizado na Universidade Presbiteriana
Mackenzie, e pertencente à Educação; o ‘’Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Física,
Deficiência, Inclusão e Escola’’, do líder Paulo Ferreira de Araujo, localizado na
Universidade Estadual de Campinas, e pertencente à Educação Física; o ‘’Grupo de Estudos e
Pesquisa em Esportes e Deficiência Visual’’, do líder José Júlio Gavião de Almeida,
localizado na Universidade Estadual de Campinas, e pertence à Educação Física; e o Grupo de
Pesquisa ‘’O Cuidado à Pessoa com Deficiência na formação profissional’’, da líder Luiza
54
Santos Moreira da Costa, localizado na Universidade Federal Fluminense, e pertencente à
Saúde Coletiva.
Ademais, os 4 grupos criados em 2016 são: o ‘’Grupo de Pesquisa em Exercício e
Deficiência Física’’, da líder Marília Passos Magno e Silva e vice-líder Anselmo de Athayde
Costa e Silva, localizado na Universidade Federal do Pará, e pertencente à Educação Física; o
‘’Grupo de Pesquisa em Pessoas com Deficiência: saúde e inclusão’’, da líder Giovana
Machado Souza Simões e vice-líder Roberta Ribeiro Batista Barbosa, localizado na Escola
Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, pertencentes à Fisioterapia e
Terapia Ocupacional.
Além disso, o Grupo de Pesquisa ‘’O Ensino e a Inclusão de Pessoas com
Deficiência’’, da líder Sani de Carvalho Rutz da Silva, localizado na Universidade
Tecnológica Federal do Paraná, e pertencente à Educação; e o Grupo de Pesquisa ‘’Terapia
Ocupacional com pessoas com deficiências e doenças crônicas’’, da líder Ana Paula Martins
Cazeiro e vice-líder Fernanda de Sousa Marinho, localizado na Universidade Federal do Rio
de Janeiro, e pertencente à Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Diante disso, podemos afirmar como possíveis hipóteses para esse aumento
significativo de criação de grupos de pesquisa nas áreas de Educação, Educação Física,
Direito, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Psicologia, Saúde Coletiva e Serviço Social, o
desenvolvimento de políticas públicas e normativas que defendem e garantem os direitos das
pessoas com deficiência, a luta de movimentos sociais e pesquisadores que estão se
debruçando em estudos e práticas profissionais respaldados pelo Modelo Social da
Deficiência em que buscam romper com a hegemonia do Modelo Médico da Deficiência.
Portanto, a criação desses grupos de pesquisa pelos pesquisadores, no qual visam
divulgar as suas atividades no DGP é de fundamental importância no avanço do processo de
inclusão da pessoa com deficiência na sociedade.
55
Gráfico 9 - Status dos grupos de pesquisa brasileiros
35
30
25
20
15
10
5
0
Certificado
Grupos
29
Em
preenchimento
1
Não atualizado
Excluído
2
6
Fonte: Autora (2017)
Segundo o DGP, o status refere-se à situação atual dos grupos de pesquisa. Um grupo
de pesquisa pode apresentar os seguintes status: certificado, em preenchimento, não
atualizado ou excluído. Percebemos que a maioria possui o status de certificado, com o
quantitativo total de 29 grupos. Contudo, há um grupo em preenchimento, 2 grupos não
atualizados e 6 excluídos.
3.2.3.4 Tipo de produção acadêmica
Gráfico 10 - Quantitativo de produções acadêmicas dos líderes dos grupos de pesquisa brasileiros
por grandes áreas de conhecimento
Grandes Áreas de Conhecimento
8%
0%
Ciências Humanas
30%
Ciências da Saúde
62%
Ciências Sociais
Aplicadas
Engenharias
Fonte: Autora (2017)
O gráfico acima demonstra o quantitativo total de produções acadêmicas publicadas
em formato de artigo pelos líderes pesquisadores dos grupos de pesquisa de diversas áreas de
conhecimento desde o primeiro ano de publicação ao mais recente. Desse modo, observamos
56
a grande área de conhecimento (Ciências Humanas) como a maior expressividade de
publicação científica (62%) em forma de artigos publicados em periódicos tanto nacionais
quanto internacionais. A menor expressividade é apresentada pela grande área de
conhecimento (Engenharias) com 0% de artigos publicados.
Pontuamos que, o acesso às produções acadêmicas se deu a partir do Currículo Lattes
dos líderes e vice-líderes dos 38 grupos de pesquisas. Os artigos foram coletados através da
leitura dos títulos, resumo e palavras-chaves, não contendo necessariamente a presença de
descritores nos títulos, mas que tivessem relação com a temática de estudo, por exemplo, o
artigo intitulado ‘’Condições de acessibilidade na pós-graduação: um estudo com estudantes
de universidade pública’’ de Branco e Leite (2016). Os artigos que não foram contabilizados
diziam respeito a não presença dos descritores no título, resumo e palavras-chave, e que não
tivessem alguma relação com a temática. Por exemplo, o artigo intitulado ‘’Orientação e
elaboração de trabalho científico em programa multidisciplinar: relato de quatro pesquisas’’
de Mazzotta (2002).
Gráfico 11 - Produções acadêmicas dos líderes dos grupos de pesquisa brasileiros por áreas de
conhecimento
500
450
400
350
300
250
200
150
100
50
0
435
191
121
44
39
23
21
12
4
3
3
0
Fonte: Autora (2017)
Notamos que, na grande área de conhecimento (Ciências Humanas) a área de
conhecimento (Educação), apresenta o maior quantitativo de artigos científicos publicados
(435), seguidos pela área de conhecimento (Psicologia) com 121 artigos, enquanto o menor
57
quantitativo apresentado refere-se à área de conhecimento (Geografia) em que não há artigos
publicados. Portanto, verificamos o quantitativo total de 556 artigos.
Na grande área de conhecimento (Ciências da Saúde), verificamos o maior
quantitativo de artigos na área de conhecimento (Educação Física) com 191 artigos, seguida
pela área de conhecimento (Odontologia) com 39 artigos, pela área de conhecimento
(Enfermagem) com 23 artigos, pela área de conhecimento (Medicina) com 12 artigos, pela
área de conhecimento (Fisioterapia e Terapia Ocupacional) com 4 artigos, pela área de
conhecimento (Saúde Coletiva) com 3 artigos. Totalizando o quantitativo de 272 artigos.
Na grande área de conhecimento (Ciências Sociais Aplicadas), a maior expressividade
de artigos é a área de conhecimento (Serviço Social) com 44 publicações, seguida pela área de
conhecimento (Direito) com 21 artigos, com o quantitativo total de 75 artigos. Enquanto, na
grande área de conhecimento (Engenharias), o maior quantitativo corresponde à área de
conhecimento (Engenharia Mecânica) com 3 artigos, porém na área de conhecimento
(Engenharia Biomédica) não há artigos publicados, ou seja, total de 3 artigos.
Gráfico 12 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
Humanas (Educação)
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
77
74
68
49
45
28
19
17
15
10
9
7
6
4
4
2
1
Fonte: Autora (2017)
Através do gráfico acima, percebemos a maior expressividade de produções realizadas
por Costa, pois possui 77 artigos publicados, seguida por Manzini com 74 artigos, Assis com
68 artigos, Braccialli com 49 artigos e Capellini com 45 artigos. Ademais, Greguol com 28
58
artigos, Galvani com 19 artigos, Campos com 17 artigos, Fernandes com 15 artigos e Aráoz
com 10 artigos.
No entanto, percebemos a menor expressividade de produções publicadas por Silva
com 9 artigos, Walter com 7 artigos, Souza com 6 artigos, Silva com 4 artigos, assim como
Maia com 4 artigos, Zanata com 2 artigos e Farias com um artigo da área de conhecimento
(Educação).
Gráfico 13 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
Humanas (Psicologia)
33
35
30
25
20
15
10
5
0
30
28
24
6
Lúcia
Sandra Eli Marcos José
Maria
Andrea
Pereira Leite Sartoreto de da Silveira LuciaToledo Perosa Saigh
Oliveira
Mazzotta
Moraes
Jurdi
Martins
Amiralian
Fonte: Autora (2017)
Notamos que, Leite é a pesquisadora que mais publicou, totalizando 33 artigos,
Martins com 30 artigos, Mazzota com 28 artigos, Amiralian com 24 artigos e Jurdi com 6
artigos publicados da área de conhecimento (Psicologia).
Gráfico 14 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
da Saúde (Educação Física)
60
50
40
30
20
10
0
49
36
28
26
20
15
13
4
José Júlio
Paulo
Ciro
Jônatas de
Gavião de Ferreira de Winckler de França
Almeida
Araujo
Oliveira
Barros
Filho
Graciele Anselmo de
Massoli
Athayde
Rodrigues
Costa e
Silva
Kathy
Augusta
Thomé
Lopes
Marília
Passos
Magno e
Silva
Fonte: Autora (2017)
Observamos que, Almeida é o pesquisador que tem a maior expressividade de
publicação com 49 artigos, assim como Araujo, Almeida com 36 artigos, Filho com 28
59
artigos, Barros com 26 artigos, Rodrigues com 20 artigos, Silva com 15 artigos, a Lopes com
13 artigos e Silva com 4 artigos publicados da área de conhecimento (Educação Física).
Gráfico 15 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
da Saúde (Odontologia)
40
35
30
20
10
4
0
Maria Teresa Botti Rodrigues
Santos
Michele Baffi Diniz
Fonte: Autora (2017)
É possível percebermos que Santos é a pesquisadora que mais publicou artigos,
totalizando 35 produções, e Diniz com 4 artigos. Ambas da área de conhecimento
(Odontologia).
Gráfico 16 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
da Saúde (Enfermagem)
16
14
12
10
8
6
4
2
0
14
9
Paula Marciana Pinheiro de Monaliza Ribeiro Mariano
Oliveira
Fonte: Autora (2017)
Observamos no gráfico acima, Oliveira como a pesquisadora que mais publicou com o
total de 14 artigos. Em seguida, Mariano com 9 artigos da área de conhecimento
(Enfermagem).
60
Gráfico 17 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
da Saúde (Medicina)
12
Antonia Paula Marques-de-Faria
Fonte: Autora (2017)
Notamos o quantitativo de doze artigos publicados por Marques-de-Faria, e nenhum
artigo publicado por Maricilda Palandi de Mello da área de conhecimento (Medicina).
Gráfico 18 - Líder de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências da
Saúde (Fisioterapia e Terapia Ocupacional)
2
1
1
Ana Paula Martins Fernanda de Sousa Giovana Machado
Cazeiro
Marinho
Souza Simões
Fonte: Autora (2017)
A partir do gráfico acima, notamos que Cazeiro é a pesquisadora que mais publicou
produções, totalizando dois artigos. Enquanto, Marinha com um artigo, assim como Simões
da área de Ciências da Saúde (Fisioterapia e Terapia Ocupacional).
Gráfico 19 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
da Saúde (Saúde Coletiva)
2
1
Luiza Santos Moreira da
Costa
Fonte: Autora (2017)
Daniela Fagioli Massion
61
Observamos no gráfico acima, o quantitativo de dois artigos publicados por Costa, e
um artigo publicado por Fagioli-Massion da área de conhecimento (Saúde Coletiva).
Gráfico 20 - Líder de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
Sociais Aplicadas (Direito)
21
Luiz Alberto David Araujo
Fonte: Autora (2017)
Percebemos o quantitativo total de 21 artigos publicados por Araujo da área de
Ciências Sociais Aplicadas (Direito).
Gráfico 21 - Líderes de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de Ciências
Sociais Aplicadas (Serviço Social)
25
22
20
16
15
10
4
5
2
0
Maria de Fátima de
Campos Françozo
Maria Cecília Marconi
Pinheiro Lima
Lívia Barbosa Pereira
Everton Luís Pereira
Fonte: Autora (2017)
Notamos o maior quantitativo de produções por Françozo com 22 artigos, seguido por
Lima com 16 artigos, Pereira com 3 artigos e Pereira com 2 artigos da área de conhecimento
(Serviço Social).
62
Gráfico 22 - Líder de maior relevância quantitativa de artigos publicados da área de
Engenharias (Engenharia Mecânica)
3
Luis Alberto Martinez Riascos
Fonte: Autora (2017)
Observamos o quantitativo total de três artigos publicados por Martinez da área de
conhecimento (Engenharia Mecânica).
3.2.4 Interpretação
Quanto à síntese interpretativa dos dados quantitativos, podemos afirmar que nas fases
de Exploração, Cruzamento, Refinamento e Descrição, o descritor 2.1 Deficiência obteve o
maior quantitativo total de grupos de pesquisa (19 grupos). Enquanto com a utilização dos
descritores: 1.3 Pessoas com deficiências (3 grupos) e 2.2 Deficiências (3 grupos) foram o
menor resultado de grupos. No que se refere às instituições onde se localizam estes grupos,
percebemos que os grupos de pesquisas estão mais concentrados na região Sudeste com 57%,
e destacou-se o estado de São Paulo com 19 grupos, enquanto a menor concentração refere-se
à região Centro-Oeste com 5%. A maioria dos grupos de pesquisa está ligada às instituições
públicas brasileiras (68%) ou, em números ordinais, 19 instituições. Todavia, as instituições
particulares correspondem à (32%) ou, em números ordinais, 9 instituições.
Em relação aos participantes dos grupos de pesquisa, observamos que o maior grau de
formação diz respeito ao doutorado (258). Ressaltamos que, o maior quantitativo de grupos de
pesquisa pertencem às Ciências Humanas com 47% ou, em números ordinais, 18 grupos de
pesquisas, correspondentes aos 14 grupos de pesquisa (Educação), 3 (Psicologia) e 1
(Geografia), Ciências da Saúde com 40% ou, em números ordinais, 8 grupos de pesquisa (1
grupo na Educação Física, 1 grupo na Enfermagem, 2 grupos na Fisioterapia e Terapia
Ocupacional, 1 grupo na Medicina, 1 grupo na Odontologia e 2 grupos na Saúde Coletiva),
Ciências Sociais Aplicadas com 8% ou, em números ordinais 3 grupos de pesquisa (1 grupo
no Direito e 2 grupos no Serviço Social) e Engenharias com 5% ou, em números ordinais 2
grupos de pesquisa (1 grupo na Engenharia Biomédica e 1 grupo na Engenharia Mecânica).
63
Diante disso, justifica-se a maior expressividade com relação às outras grandes áreas
de conhecimento. Destacamos que, este estudo traz a distribuição histórica referente ao
período de 1995 - 2017, pois o início do primeiro grupo de pesquisa criado até os dias atuais
foi identificado. Portanto, o primeiro grupo foi criado pela Universidade Estadual de
Campinas, em 1995, pertencente à área de conhecimento (Medicina). Além do mais, notamos
que nos anos de 2002, 2012, 2013 e 2016 houve a maior quantidade de criação de grupos,
pertencentes às áreas de conhecimento (Educação, Educação Física, Direito, Fisioterapia e
Terapia Ocupacional, Psicologia, Saúde Coletiva e Serviço Social), totalizando 16 grupos de
pesquisa. Pontuamos ainda, o status dos grupos de pesquisa apresentou o quantitativo total de
29 grupos certificados, porém há um grupo em preenchimento, 2 grupos não atualizados e 6
excluídos.
Tratando-se da produção acadêmica dos pesquisadores desde o primeiro ano de
publicação ao mais atual para identificar os artigos publicados em periódicos tanto brasileiros
quanto internacionais dos líderes dos grupos de pesquisa verificamos que 62% ou, em
números ordinais, 556 artigos foram publicados em periódicos e pertencem às Ciências
Humanas, sendo que 435 artigos da Educação e 121 artigos da Psicologia. Tendo em vista, o
quantitativo total de produção dos líderes e vice-líderes dos grupos de pesquisa identificados
como pertencentes às Ciências Humanas, destaca-se Maria Piedade Resende da Costa, pois é
a pesquisadora que mais publicou artigos (77) na Educação. Já na Psicologia, Lúcia Pereira
Leite é a que mais publicou, totalizando 33 artigos. Em relação à síntese interpretativa dos
dados qualitativos, apresentaremos o 4º capítulo acerca dos aspectos teóricos e o 5º capítulo
sobre os aspectos metodológicos da produção acadêmica em formato de artigo até o ano de
2017, publicado pelos líderes e vice-líderes, no contexto das Ciências Humanas (Psicologia).
Como exposto anteriormente, foram encontrados 121 artigos publicados pelos líderes
e vice-líderes ligados aos 3 grupos de Psicologia. Sendo 40 artigos utilizados nessa fase de
Interpretação após o cruzamento, a relação com a temática desse estudo, a área da Psicologia
ou estudos que tivessem interface com essa área, e os que não foram disponibilizados via online. A leitura dos 40 artigos foi realizada na íntegra para identificar e analisar os aspectos
teóricos e metodológicos dos estudos. Este recorte utilizado para cumprir o último objetivo
desse estudo justifica-se pela relevância quantitativa, tanto em relação aos grupos de pesquisa
capturados, quanto pela área de conhecimento apresentar a segunda maior produção total de
artigos nas Ciências Humanas (Psicologia), grande área e área de conhecimento do presente
estudo e pelas as suas contribuições direcionadas à temática deficiência. Veremos o capítulo
sobre as perspectivas teóricas utilizadas nos estudos a seguir.
64
4
PERSPETIVAS TEÓRICAS QUE SUBSIDIAM A PRODUÇÃO ACADÊMICA
DOS LÍDERES PESQUISADORES DOS GRUPOS DE PESQUISA EM PSICOLOGIA
Este capítulo apresenta as perspectivas teóricas utilizadas nas produções acadêmicas
pelos líderes e vice-líderes pesquisadores dos grupos de pesquisa de Psicologia. Ressaltamos
que são três grupos de pesquisa cadastrados no DGP acerca da temática deficiência, com o
total de dois líderes e três vice-líderes pesquisadores. O Grupo de Pesquisa
‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão winnicottiana’’ da líder Amiralian e vicelíder Jurdi criado, em 2002, na Universidade de São Paulo (USP), e encontra-se na situação
excluído.
De acordo com as informações disponibilizadas pelos líderes e vice-líderes
pesquisadores em seus respectivos Currículo Lattes, Amirilian possui doutorado em
Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (1992), e tem experiência na área de
Psicologia, com ênfase em Psicologia do Desenvolvimento e Psicanálise de Winnicott,
atuando principalmente no desenvolvimento de intervenções baseadas na Teoria do
Amadurecimento de Winnicott.
Jurdi possui graduação em Terapia Ocupacional pela Universidade de São Paulo
(1986), mestrado e doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela
Universidade de São Paulo em 2004 e 2009, respectivamente, especialização em Práxis
Artística e Terapêutica – Interface da Art pela Universidade de São Paulo (1998),
especialização em Docência na Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(2015), e tem experiência na área de Educação Permanente em Saúde, Educação Inclusiva e
Terapia Ocupacional, atuando principalmente com os seguintes temas: saúde mental infantil,
inclusão escolar, atividade lúdica, desenvolvimento infantil e formação profissional.
O Grupo de Pesquisa ‘’Lide – Laboratório interunidades de estudos sobre deficiência’’
também foi criado pela líder Amiralian e o vice-líder Mazzotta, em 2002, na Universidade de
São Paulo (USP), e encontra-se na situação excluído. Mazzotta possui graduação em
Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1962), graduação em
Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Franca (1969), especialização em
Conselheiro de Reabilitação pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas
(1971), mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1984),
doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (1989), livre-docência pela
Universidade de São Paulo (1994), e tem experiência na área da Educação, com ênfase em
65
Educação Especial, atuando com temáticas relacionadas à educação escolar, formação de
professores, educação especial, inclusão social e escolar e políticas educacionais.
O Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e pesquisa em deficiência e
inclusão’’ da líder Leite e vice-líder Martins criado, em 2012, na Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), e encontra-se na situação em preenchimento. Leite
possui graduação em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
(1993), mestrado e doutorado em Educação Especial pela Universidade Estadual Paulista
Júlio de Mesquita Filho, em 1997 e 2003, respectivamente, pós-doutorado em Educação
Especial pela Universidade Federal de São Carlos (2013), livre-docência pela Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2018), e tem experiência na área de Psicologia da
Educação, Psicologia Social e Educação, atuando principalmente com os seguintes temas:
deficiência, educação especial, educação inclusiva, necessidades educacionais especiais,
processos de ensino e aprendizagem, inclusão social e formação continuada.
Martins possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de
Mesquita Filho (1990), aperfeiçoamento em Hospital de Pesquisa e Reabilitação – HRB e
Centro Profissional Lilian Carla (1991) e em HRB (1992) ambos pela Universidade de São
Paulo, especialização em Psicopedagogia pela Universidade Sagrado Coração (1996),
mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1998), doutorado em
Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005), pós-doutorado
em Linguística pela Universidade Federal de São Carlos (2017), e produz conhecimento nas
seguintes áreas: políticas públicas, Educação Especial/Inclusiva, formação de professores,
educação superior e surdez.
Diante dessa breve apresentação dos grupos de pesquisas, líderes e vice-líderes,
ressaltamos que a estrutura de apresentação deste capítulo se construiu a partir da
identificação e análise dos aspectos teóricos durante a leitura na íntegra dos artigos, um dos
objetivos desse trabalho, que se referem à área da Psicologia e foram publicados pelos líderes
e vice-líderes dos três grupos de pesquisa descritos anteriormente.
Nesse sentido, pontuamos que a identificação da perspectiva teórica utilizada pelos
líderes e vice-líderes pesquisadores se deu por meio da afirmação explícita no texto. Desse
modo, optamos pela não inferência de teorias, mas destacamos quais são os autores que
subsidiam as discussões nos estudos. Portanto, apresentamos um panorama sobre as temáticas
dos artigos (vide Quadros 15, 16, 17, 18 e 19), subdivididas em concepção de deficiência,
Educação Especial/Inclusiva, acessibilidade e empregabilidade, e os aspectos teóricos
66
utilizados pelos líderes e vice-líderes, que investigam a deficiência na área da Psicologia no
Brasil.
Em relação à análise dos artigos, identificamos 19 trabalhos que não explicitam o uso
de alguma perspectiva teórica. O quadro abaixo descreve o título, autores, revista, temáticas e
ano de publicação desses trabalhos a seguir.
Quadro 15 - Título, autores/as, revista, temáticas e ano de publicação de 19 trabalhos que não
explicitam o uso de alguma perspectiva teórica
TÍTULO
AUTORES/AS
REVISTA
TEMÁTICAS
A especialização
do psicólogo para
o atendimento às
pessoas portadoras
de deficiência
Deficiência
congênita e
autismo
secundário:
um risco
psicológico
Conceituando
deficiência
Amirilian;
Becker, Kovács
Psicologia-USP
Deficiência,
Formação em
Psicologia
Amirilian,
Becker
Revista Brasileira de
Crescimento e
Desenvolvimento
Humano
Deficiência
Congênita,
Autismo
Secundário
1992
Amirilian;
Pinto; Ghirardi;
Lichtig; Masini,
Pasqualin
Amirilian
Revista de Saúde
Pública
Conceito de
deficiência
2000
Educar
Baixa Visão,
Identidade
2004
Leite; Martins,
Milanez
Educar
Deficiência,
Intervenção
Psicoeducacional,
Familiares
2004
Violante; Leite
Cadernos de
Psicologia Social do
Trabalho
Pessoas com
deficiência,
Empregabilidade
2011
Sou cego ou
enxergo?
As questões da
baixa visão
Estratégias de
orientações
psicoeducacionais
para familiares de
deficientes
A empregabilidade
das pessoas com
deficiência:
uma análise da
inclusão social no
mercado de
trabalho do
município de
Bauru, SP
ANO DE
PUBLICAÇÃO
1991
67
Concepções de
surdez: a visão do
surdo que se
comunica em
língua de sinais
Lopes; Leite
Revista Brasileira de
Educação Especial
Concepções de
surdez
2011
Currículo e
deficiência: análise
de publicações
brasileiras no
cenário da
educação inclusiva
Método de
pesquisa da
temática
deficiência nos
currículos de
psicologia
O transtorno global
do
desenvolvimento
na educação
inclusiva:
escola comum ou
escola especial?
As contribuições
da Educação
Especial para
promoção da
educação inclusiva
nas normativas
brasileiras
Produções
acadêmicas sobre
"acessibilidade" no
portal
c@thedra
Políticas públicas
para acesso de
pessoas com
deficiência ao
ensino
superior brasileiro:
uma análise de
indicadores
educacionais
Leite; Borelli,
Martins
Educação em Revista
Deficiência,
Educação
Inclusiva
2013
Velden; Leite
Psicologia em Estudo
Deficiência,
Formação em
Psicologia
2013
Ciantelli; Leite,
Martins
Práxis Educacional
Transtorno Global
do
Desenvolvimento,
Educação
Inclusiva
2014
Martins; Leite
Psicología,
Conocimiento y
Sociedad
Educação
Especial/Inclusiva
2014
Branco; Leite,
Martins
Barbarói
Acessibilidade,
Produções
Acadêmicas
2015
Martins; Leite,
Lacerda
Ensaio: Avaliação e
Políticas Públicas em
Educação
Pessoas com
deficiência,
Políticas públicas,
Ensino superior
2015
68
Condições de
acessibilidade na
pós-graduação:
um estudo com
estudantes de
universidade
pública
Ações Exercidas
pelos Núcleos de
Acessibilidade nas
Universidades
Federais
Brasileiras
O intérprete de
libras
no contexto do
ensino superior
Possibilidades de
acesso a
universidade:
estudantes surdos
em
questão
A disciplina Libras
na formação de
professores:
desafios para a
formulação de
espaços
educacionais
bilíngues
Effects of an
intervention on the
participation
of people with
disability in the
workplace
Branco; Leite
Psicologia da
Educação
Pessoas com
deficiência,
Acessibilidade,
Ensino Superior
2016
Ciantelli; Leite
Revista Brasileira de
Educação Especial
Núcleos de
Acessibilidade,
Ensino Superior
2016
Silva;
Guarinello,
Martins
Revista Teias
Libras, Ensino
Superior
2016
Moura; Leite,
Martins
Journal of Research in
Special Educational
Needs
Surdez,
Acessibilidade,
Ensino Superior
2016
Louzada;
Martins, Giroto
Práxis Educativa
Libras, Formação
de professores
2017
Vilela; Leite
Estudos de Psicologia
Pessoa com
deficiência,
Acessibilidade,
Empregabilidade
2017
Fonte: Autora (2019)
Diante do exposto, percebemos que 8 trabalhos são relacionados à Educação
Especial/Inclusiva (1991, 2004, 2013, 2013, 2014, 2014, 2016 e 2017), 6 trabalhos referem-se
à acessibilidade (2015, 2015, 2016, 2016, 2016 e 2017), 4 trabalhos acerca da concepção de
deficiência (1992, 2000, 2004, 2011), e um trabalho sobre empregabilidade (2011) das
pessoas com deficiência.
69
No entanto, identificamos artigos que apresentam quatro diversas perspectivas teóricas
que subsidiam a investigação da temática deficiência, pois os autores afirmam no texto.
Dentre esses artigos, utiliza-se a Perspectiva Teórica Winnicottiana com 10 trabalhos.
Pontuamos que esses trabalhos são ligados ao Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e
deficiência: uma compreensão winnicottiana’’ e Grupo de Pesquisa ‘’Lide – Laboratório
interunidades de estudos sobre deficiência’’.
Quadro 16 - Título, autores/as, revista, temáticas e ano de publicação de 10 trabalhos subsidiados
pela Perspectiva Teórica Winnicottiana
TÍTULO
AUTORES/AS
REVISTA
TEMÁTICAS
ANO DE
PUBLICAÇÃO
1993
INTERAÇÃO condição básica
para o trabalho
do
profissional corn
o portador de
deficiência
visual
Compreendendo
a
deficiência pela
óptica
das propostas
winnicottianas
A clínica do
amadurecimento
e o atendimento
às pessoas com
deficiências
Deficiências:
um novo olhar.
contribuições
a partir da
psicanálise
winnicottiana
A deficiência
redescoberta: a
orientação de
pais de crianças
com
deficiência
visual
Amirilian
Em Aberto
Pessoa com
deficiência
visual, Prática
Profissional
Amirilian
Estilos da
Clínica
Deficiência
1997
Amirilian
Natureza
Humana
Pessoas com
deficiências,
Intervenção
2003a
Amirilian
Estilos da
Clínica
Deficiências,
Psicanálise
2003b
Amirilian
Revista
Psicopedagogia
Deficiência
visual, Inclusão
Escolar
2003c
70
Desmistificando
a inclusão
Amirilian
Revista
Psicopedagogia
Deficiência,
Educação
Especial,
Psicanálise
2005
A inclusão
escolar de
alunos com
deficiência
mental:
uma proposta de
intervenção do
terapeuta
ocupacional no
cotidiano
escolar
A importância
da intervenção
precoce com
pais de bebês
que nascem com
alguma
deficiência
Adolescência e
deficiência
visual:
dificuldades e
cuidados
necessários
Autonomia
pessoal e social
de pessoas com
deficiência
visual após
reabilitação
Jurdi; Amirilian
Estudos de
Psicologia
Deficiência,
Inclusão Escolar
2006
Anauate;
Amirilian
Educar
Deficiência,
Intervenção
2007
Amirilian
Winnicott eprints
Deficiência
Visual,
Adolescência
2011
Aciem;
Mazzotta
Revista
Brasileira de
Oftalmologia
Pessoa com
deficiência
visual
2013
Fonte: Autora (2019)
Conforme a descrição no quadro acima, observamos que 7 trabalhos são relacionados
à concepção de deficiência (1993, 1997, 2003a, 2003b, 2007, 2011 e 2013), e 3 trabalhos
referem-se à Educação Especial/Inclusiva (2003c, 2005 e 2006).
71
Identificamos 2 trabalhos subsidiados pela Perspectiva Teórica Sócio-histórica, e
pertencentes ao ‘’Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e pesquisa em deficiência e
inclusão’’.
Quadro 17 - Título, autores/as, revista, temáticas e ano de publicação de 2 trabalhos subsidiados
pela Perspectiva Teórica Sócio-histórica
TÍTULO
AUTORES/AS
REVISTA
TEMÁTICAS
Educador
especial:
reflexões e
críticas sobre
sua prática
pedagógica
Intervenção
Reflexiva:
Instrumento de
Formação
Continuada do
Educador
Especial
Leite
Revista
Brasileira de
Educação
Especial
Educação
Especial, Prática
Pedagógica
Leite; Aranha
Psicologia:
Teoria e
Pesquisa
Educação
Especial,
Intervenção
ANO DE
PUBLICAÇÃO
2004
2005
Fonte: Autora (2019)
De acordo com o quadro acima, notamos que os dois artigos são relacionados à
temática Educação Especial/Inclusiva.
72
Além disso, identificamos a Perspectiva Teórica Histórico-cultural com 8 trabalhos, e
também pertencem ao ‘’Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e pesquisa em
deficiência e inclusão’’.
Quadro 18 - Título, autores/as, revista, temáticas e ano de publicação de 8 trabalhos subsidiados
pela Perspectiva Teórica Histórico-cultural
TÍTULO
AUTORES/AS
REVISTA
TEMÁTICAS
ANO DE
PUBLICAÇÃO
2011
Educação
inclusiva: análise
e intervenção em
uma sala de
recursos
Professores de
Arquitetura
Diante da
Questão do
Desenvolvimento
Humano e da
Inclusão Social
das Pessoas Com
Deficiência
Oliveira; Leite
Paidéia
Educação
Inclusiva,
Psicologia
Educacional
Mazo; Leite
Interação em
Psicologia
Pessoas com
deficiência,
Inclusão Social
2012
Alunos com
surdez e o
processo de
inclusão: uma
análise de
discursos sobre
língua de sinais
O
desenvolvimento
da atenção
voluntária no
TDAH:
ações educativas
na perspectiva
histórico-cultural
Bosco; Martins,
Giroto
Revista IberoAmericana de
Estudos em
Educação
Surdez, Inclusão
2012
Neves; Leite
Revista
Semestral da
Associação
Brasileira de
Psicologia
Escolar e
Educacional
Transtorno de
Déficit de
Atenção e
Hiperatividade
(TDAH),
Educação
Especial
2013
73
Aplicación de los
beneficios de
conceptos y
procedimentales
de la Psicología
de la Educación
en la elaboración
de un recurso
para la enseñanza
de alumnos con
necesidades
especiales o
discapacidades
Deficiência
adquirida no
trabalho em
policiais
militares:
significados e
sentidos
O
desenvolvimento
psicológico do
adulto com
deficiência
adquirida:
contribuições de
A. R. Luria na
obra O homem
com um mundo
estilhaçado
Aplicacão da
escala de
concepcões de
deficiência
(ECD) em uma
universidade
pública do brasil
Leite; Riveiro;
Côrrea, Martins
Alternativas en
Psicología
Educação
Inclusiva,
Formação
Continuada,
Psicologia da
Educação
2014
Lopes; Leite
Psicologia &
Sociedade
Deficiência
Adquirida,
Trabalho
2015
Lopes; Leite;
Neme, Valle
Fractal: Revista
de Psicologia
Deficiência
Adquirida
2016
Leite; Mattos
Journal of
Research in
Special
Educational
Needs
Concepções de
Deficiência,
Inclusão,
Universidade
2016
Fonte: Autora (2019)
Diante disso, observamos que 5
trabalhos são relacionados à Educação
Especial/Inclusiva (2011, 2012, 2012, 2013 e 2014), 2 trabalhos acerca da concepção de
deficiência (2016, 2016), e um trabalho sobre empregabilidade (2015) das pessoas com
deficiência.
74
Por fim, identificamos a Perspectiva Teórica das Representações Sociais com um
trabalho. Este trabalho refere-se à temática Educação Especial/Inclusiva.
Quadro 19 - Título, autores/as, revista, temáticas e ano de publicação de um trabalho
subsidiados pela Perspectiva Teórica das Representações Sociais
TÍTULO
AUTORES
REVISTA
TEMÁTICAS
Alunos com
Deficiência:
Representações
Sociais de
Professores
Auxiliares da
Rede De Ensino
Fundamental do
Município de
Santos
Souza; Jurdi,
Cipullo
Revista
Diálogos e
Perspectivas em
Educação
Especial
Deficiência,
Inclusão
Educacional,
Representações
Sociais
ANO DE
PUBLICAÇÃO
2016
Fonte: Autora (2019)
Diante disso, apresentam-se, inicialmente, os trabalhos que não indicam a perspectiva
teórica adotada, mas apontam diversos autores que se vinculam a alguma perspectiva teórica
da Psicologia. Posteriormente, apresentam-se os trabalhos que explicitam suas perspectivas
teóricas.
4.1
Primórdios de delineamento conceitual
Amirilian, Becker e Kovács (1991) relatam acerca da formação em Psicologia e o
atendimento psicológico às pessoas portadoras de deficiência. As autoras utilizam o termo
pessoas portadoras de deficiência que era usual no início da década de 90, e como docentes do
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), iniciaram um debate referente ao
preparo dos graduandos para atuarem com demandas relacionadas à deficiência. Este debate
surgiu ao observarem as demandas na área de trabalho e as dificuldades dos profissionais em
atuarem devido ao despreparo no âmbito acadêmico.
A constatação desse cenário se deu por perceberem que esses profissionais estavam
retornando à universidade em busca de conhecimento, que envolve desde os conceitos de
deficiência às estratégias metodológicas de trabalho nessa área de atuação. Sendo assim, um
curso de especialização com 360 horas/aula, subdividido em cinco unidades e duração de três
semestres, aulas teóricas, seminários e práticas de atendimentos supervisionados foi criado
75
para proporcionar aos profissionais subsídios necessários para atuarem de modo críticoreflexivo em diversos espaços. No decorrer desse relato, as autoras apresentam as cinco
unidades do curso, e citam o autor Trinca ao discutirem a terceira unidade referente ao
processo psicodiagnóstico em que abordam o conceito e as especificidades voltados para
pessoas com deficiência (AMIRILIAN; BECKER; KOVÁCS, 1991).
A partir disso, as docentes perceberam a importância de ampliarem discussões na
própria disciplina do curso, denominada ‘’Psicologia do Excepcional’’, construir uma
disciplina eletiva, prática de atendimento supervisionado e um laboratório ou núcleo de estudo
(AMIRILIAN; BECKER; KOVÁCS, 1991). Diante disso, notamos que esse relato já dava
indícios dos primeiros passos sobre a necessidade de transformar a formação dos futuros
profissionais de Psicologia, o que modificar na grade curricular dos cursos e, assim viabilizar
novas possibilidades de atuação. Portanto, repensar o saber-fazer da Psicologia.
Ainda sobre as práticas de atendimento às pessoas com deficiência, Amirilian e
Becker (1992) discutem acerca de questões relacionadas à vinculação mãe-bebê com
deficiência congênita e autismo secundário, apresentando por meio de uma esquematização
com três possibilidades de vínculo: a) mãe-fantasma do bebê desejado-bebê deficiente, b)
mãe-deficiência-bebê desejado e c) mãe-bebê deficiente. As autoras não explicitam a
perspectiva teórica utilizada. No entanto, citam Spitz e Winnicott, no qual apontam de modo
breve como estes autores descrevem a relação mãe-bebê.
É válido ressaltar que o termo deficiente foi utilizado pelas autoras ao longo do
trabalho, assim como a exposição e discussão do termo autismo secundário, diante às
perspectivas de alguns autores como Leboyer e Soifer. Em relação ao vínculo mãe-fantasma
do bebê desejado-bebê deficiente, Amirilian e Becker (1992) descrevem a experiência de luto
para a mãe e responsáveis pelas crianças que nascem com deficiência, denomina-se luto
devido à perda do bebê desejado com a confirmação da existência do bebê real na condição de
deficiência. Quanto à relação mãe-deficiência-bebê desejado, a mãe percebe o bebê como seu
próprio objeto de satisfação. Sendo assim, contribui na não construção de um sujeito
psicológico.
No que tange ao vínculo mãe-bebê deficiente, as autoras expõem as dificuldades para
ambos que podem ocorrer durante essa etapa de desenvolvimento do bebê, no qual faz-se
necessário a construção de estímulos advindos do mundo externo para o avanço de respostas
do bebê. Nesse sentido, destacam que:
A mãe, ainda ferida em seu amor próprio, com sentimentos de culpa e depressão,
precisará de um tempo que cicatrize sua ferida e possibilite a elaboração de seu luto.
Muitas vezes, nestas ocasiões, necessitam de intensificado apoio familiar, bem como
76
profissional, em sua luta para recompor sua posição de mulher disposta a criar um
filho. Assim, nas primeiras semanas da vida do bebê a qualidade do vínculo
estabelecido entre eles poderá não ser satisfatória, ou como diz Winnicott,
“suficientemente boa” (AMIRILIAN; BECKER, 1992, p. 39).
Em contrapartida às outras possibilidades de vínculo, Amirilian e Becker (1992)
afirmam que, no presente vínculo mãe-bebê deficiente, é possível a colaboração mútua da
mãe e familiares para construírem condições de surgimento do bebê como sujeito psicológico,
no qual vivenciam suas dores e lutos no processo de perda do bebê desejado.
Além disso, Amirilian et al. (2000) discutem alguns conceitos de deficiência,
incapacidade e desvantagem por meio do documento do Secretariado Nacional de
Reabilitação, da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Internacional classification of
impairments, disabilities, and handicaps: a manual of classification relating to the
consequences of disease (ICIDH), traduzido como a Classificação internacional de
deficiências, incapacidades e desvantagens: um manual de classificação das consequências
das doenças (CIDID), que foi publicado em 1989 e citam estudos de diversos autores como:
Wood, De Kleijn et al., Stephens e Hétu, Badley e Viso com o objetivo de contribuir na
atuação dos profissionais da área da deficiência.
Dessa maneira, os autores defendem a importância do desenvolvimento do debate
acerca dessas discussões em que ainda eram pouco discutidas no Brasil. Assim, pontuam os
novos termos, conceitos e modelos teóricos de deficiência. No que se refere aos termos,
deficiência, incapacidade e desvantagem expostos no ICIDH, Amirilian et al. (2000, p. 98)
apontam as definições de acordo com a classificação:
Deficiência: perda ou anormalidade de estrutura ou função psicológica, fisiológica
ou anatômica, temporária ou permanente. Incluem-se nessas a ocorrência de uma
anomalia, defeito ou perda de um membro, órgão, tecido ou qualquer outra estrutura
do corpo, inclusive das funções mentais. Representa a exteriorização de um estado
patológico, refletindo um distúrbio orgânico, uma perturbação no órgão.
Incapacidade: restrição, resultante de uma deficiência, da habilidade para
desempenhar uma atividade considerada normal para o ser humano. Surge como
consequência direta ou é resposta do indivíduo a uma deficiência psicológica, física,
sensorial ou outra. Representa a objetivação da deficiência e reflete os distúrbios da
própria pessoa, nas atividades e comportamentos essenciais à vida diária.
Desvantagem: prejuízo para o indivíduo, resultante de uma deficiência ou uma
incapacidade, que limita ou impede o desempenho de papéis de acordo com a idade,
sexo, fatores sociais e culturais. Caracteriza-se por uma discordância entre a
capacidade individual de realização e as expectativas do indivíduo ou do seu grupo
social. Representa a socialização da deficiência e relaciona-se às dificuldades nas
habilidades de sobrevivência.
No entanto, os autores apontam que no CIDID evitou-se utilizar os mesmos conceitos
e, assim apresentam a distinção semântica entre os conceitos. Para uma deficiência adotou-se
um substantivo ou adjetivo, por exemplo, deficiência intelectual. No entanto, para
77
incapacidade, um verbo no infinitivo, por exemplo, de aprender, e para uma desvantagem, o
que fizesse menção à sobrevivência no espaço físico e social, por exemplo, na integração
social (AMIRILIAN et al., 2000).
Diante disso, é possível perceber o início das discussões acerca dos primeiros termos e
suas concepções, ou seja, o processo histórico em que surgiram. Com isso, viabilizaram o
avanço de novos estudos e a prática de atuação dos profissionais da área da deficiência. A
partir disso, Amirilian (2004) iniciou seus estudos no Laboratório Interunidades de Estudos
sobre Deficiência (LIDE) em que se propôs a repensar e discutir as dificuldades afetivoemocionais das pessoas com baixa visão. A autora refletiu acerca das contribuições da
Psicologia nesse processo.
Segundo Amirilian (2004), a partir da década de 70 a área da Saúde, Educação e
Tecnologia desenvolveram pesquisas com questões relacionadas à baixa visão. Em relação à
Psicologia, o foco das pesquisas era os efeitos psicológicos da cegueira. Ao perceber esse
contexto, propôs-se pesquisar sobre outras questões que afetavam as pessoas com baixa visão.
Sendo assim, a autora expõe os resultados do estudo, denominado ‘’A criança
deficiente visual com problemas de aprendizagem: um modelo para atendimento integral’’,
realizado em 2002, que teve como objetivo identificar estudantes de escolas regulares com
deficiência visual, no qual apresentavam dificuldades de aprendizagem. Os resultados do
estudo indicaram a falta de identificação desses estudantes, o olhar de familiares e professores
que por ora os percebiam como pessoas com cegueira ou sem nenhum tipo de perda visual,
questões sobre identidade e pertencimento (AMIRILIAN, 2004).
Amirilian (2004) cita o autor Winnicott para discutir acerca da identidade dos
estudantes com baixa visão. A autora discute a importância da constituição da identidade no
decorrer do processo de desenvolvimento, e destaca que ‘’Saber “quem sou Eu” é um
sentimento fundamental do ser humano, ele nos diz o que somos e como somos’’ (p. 22).
Nesse sentido, Amirilian (2004, p. 23) afirma que:
Para esse autor, no estágio inicial de desenvolvimento, a interação com o ambiente
(a mãe) é considerada primordial, sendo as qualidades dessa interação, e os cuidados
fornecidos, elementos essenciais. Nessa fase a relação mãe-bebê é paradoxal: é a
coexistência de dois em um, mãe e bebê como seres indiferenciados.
Portanto, é a partir desse estágio inicial que se torna possível a constituição da
identidade. Tratando-se da relação mãe-bebê com baixa visão, a constituição da identidade
pode apresentar dificuldades no sentido de a mãe identificar-se com seu bebê por percebê-lo
como diferente e, assim surgir o sentimento de angústia e insegurança, no qual comprometem
o desenvolvimento das relações interpessoais (AMIRILIAN, 2004).
78
Diante do exposto, percebemos quais autores subsidiam as discussões dos primeiros
estudos publicados, em revistas brasileiras, acerca da deficiência na área da Psicologia, que
são ligados ao Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão
winnicottiana’’. Com isso, ressaltamos a contribuição desses primeiros estudos na construção
de conhecimento voltado para Psicologia e áreas afins no Brasil, assim como os seguintes
estudos que são mais recentes e ligados ao Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e
pesquisa em deficiência e inclusão’’.
Leite, Martins e Milanez (2004) apresentam um estudo que teve como objetivo
propiciar o estabelecimento de uma proposta de intervenção psicoeducacional com mães, pais
e familiares de estudantes com deficiência. As autoras construíram um projeto de extensão em
que as mães, os pais e familiares de estudantes com deficiência se reuniam para discutir sobre
o desenvolvimento psicossocial dos mesmos.
Portanto, foi implantado um programa de orientação aos responsáveis pelos estudantes
com deficiência. As autoras não indicam a perspectiva teórica do estudo, mas durante o texto
citam Bassedas, Correa e Serrano, Stainback e Stainback, Sommerstein e Wessels, Vigotski, e
Marchesi e Martin. Além disso, citam a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB) 9.394/96 e a Resolução CNE/CEB 2/2001, e as Diretrizes Nacionais para a Educação
Especial na Educação Básica no decorrer da discussão da temática abordada (LEITE;
MARTINS; MILANEZ, 2004).
Violante e Leite (2011) realizaram um estudo que teve como objetivo examinar a
empregabilidade das Pessoas com Deficiência (PCD). Os autores destacam o interesse em
analisar essa temática, por perceberem que as discussões sobre a inclusão social das pessoas
com deficiência no mercado de trabalho, estavam se desenvolvendo na academia e mídia.
Para tanto, discutem essa temática expondo alguns artigos de documentos, tais como: a
Constituição Federal de 1988 e o Decreto nº. 3.298 de 20/12/1999.
Pontuamos que o termo Pessoas com Deficiência (PCD) foi utilizado pelos autores
durante o trabalho. Ademais, Violante e Leite (2011) apresentam inicialmente o conceito e
questões relacionadas à deficiência nas discussões dos resultados do estudo. Desse modo,
situam o leitor diante à diversidade de concepções construídas sobre a deficiência. Sendo
assim, citam autores como: Amirilian et al., Goffman, Amaral, Aranha, Omote, e Sassaki.
Além disso, Violante e Leite (2011) citam Dejours e Marx para discutir acerca das
concepções de trabalho. Nesse sentido, os autores afirmam que:
O trabalho, entendido como uma atividade que leva à construção de algo, é uma
atividade essencialmente social, de modo que aqueles indivíduos que têm o direito
do trabalho garantido buscam, por meio dele, se inserir no espaço social, afirmando-
79
se como indivíduo produtivo. Portanto, entende-se que o trabalho não significa
apenas exercer uma atividade produtiva, mas também conviver, sentir-se indivíduo e
cidadão, cabendo à organização do trabalho preocupar-se inclusive com o mundo
social do indivíduo, e não somente com o produtivo (DEJOURS, 1999 apud
VIOLANTE; LEITE, 2011, p. 85).
[...]
O trabalho realizado pelo operário não pertence a sua natureza, mas é condição para
que este sobreviva minimamente, sendo obrigado a, muitas vezes, adequar-se às
condições degradantes de trabalho. Por esse fato, o indivíduo apenas se esgota e não
se realiza na plenitude de suas capacidades mentais e físicas (MARX, 1993 apud
VIOLANTE; LEITE, 2011, p. 85).
Diante disso, notamos a gama diversificada de autores e os principais documentos
brasileiros que Violante e Leite (2011) utilizam para discutir acerca da empregabilidade das
pessoas com deficiência. Portanto, se apoiam nos preceitos da inclusão social, discutindo
concepções, questões sobre deficiência e trabalho junto aos autores, anteriormente elencados,
que contribuem nos estudos da área da Psicologia.
Ainda sobre questões referentes à inclusão social, Lopes e Leite (2011) apresentam
discussões acerca do desenvolvimento da linguagem e identidade das crianças com surdez.
Ressaltam a importância da língua de sinais, e se questionam sobre o modo como pessoas
com surdez se percebem, já que ao analisarem a produção científica a respeito da temática,
notaram poucos estudos que discutiam sobre isso, pois o interesse dos pesquisadores era
conhecer a concepção de surdez das pessoas sem surdez.
A partir disso, identificaram as concepções de surdez apresentadas por sujeitos com
surdez que se comunicam em língua de sinais. Assim, ao longo do trabalho citam Skliar, Sá,
Gesser, Perlin, e Marchesi para subsidiarem suas discussões. Apesar de não indicarem a
perspectiva teórica que subsidia o estudo, Lopes e Leite (2011) citam o autor Vigotski, no
decorrer do trabalho, ao discutirem em relação à importância da apropriação das línguas de
sinais pelos sujeitos com surdez.
No que se referem às discussões dos resultados do estudo em que foram subdivididos
em três grandes eixos: 1) Concepções sobre surdez: percepções e sentimentos; 2) Surdez e
relacionamentos sociais: identificação grupal e interações sociais; e 3) Surdez e comunicação,
observamos que as autoras citam Robert Hinde no segundo eixo ao discutirem sobre
relacionamentos sociais, o que se trata de uma relação. Nesse sentido, Hinde (1976, 1997)
apud Lopes e Leite (2011, p. 312) destaca que:
A percepção dos participantes sobre os relacionamentos sociais foi analisada a partir
de dois conjuntos das falas: as que indicassem relações sociais estabelecidas
somente com outros surdos; e as que mencionassem relações sociais com segmentos
não específicos - com surdos e com ouvintes. Considerou-se como relação
circunstâncias descritas pelos participantes que envolvessem algum tipo de interação
intermitente entre duas pessoas, durante determinado período.
80
É válido ressaltar que as autoras respaldam suas discussões, citando esse autor em que
sua obra acerca do relacionamento interpessoal contribuiu no desenvolvimento do trabalho,
assim como outros pesquisadores têm se dedicado aos estudos desse autor, tanto na área da
Psicologia, quanto em áreas afins.
Em relação às questões voltadas à Educação Inclusiva, Leite, Borelli e Martins (2013)
apresentam um estudo que objetiva caracterizar o campo de estudos da Educação Inclusiva,
por meio de uma revisão da literatura, publicada entre os anos 2000 e 2010, em periódicos da
área de educação, disponíveis no banco de dados SciELO. Inicialmente, as autoras discutem
acerca da Educação Inclusiva em que se fundamentam nos seguintes documentos: a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9.394/96), a Declaração de Salamanca e a
resolução CNE/CEB n. 2, de 11/9/2001.
Leite, Borelli e Martins (2013) não indicam a vinculação teórica do estudo, mas fazem
menção às leituras de autores, tais como: Oliveira, Aranha, Maciel, Omote, e González. Além
do mais, as autoras afirmam que as produções analisadas apresentam uma escassez acerca de
novos investimentos na prática da Educação Inclusiva. Argumentam que os trabalhos expõem
mais discussões teóricas e reflexões críticas, citando as políticas públicas educacionais e
poucos relatos de experiências didático-pedagógicas.
No que se refere à formação de profissionais da área da Psicologia para atuação junto
a pessoas com deficiência, Velden e Leite (2013) descrevem os resultados de um estudo que
teve como objetivo investigar a formação em Psicologia e analisar as proposições curriculares
dos cursos públicos de graduação em Psicologia do país. As autoras apontam o interesse pela
temática ao realizarem a leitura de pesquisas que possuíam o mesmo foco em analisar o
currículo de Psicologia.
Ao entrarem em contato com essas pesquisas, perceberam o quão necessário é
continuar investigando as propostas curriculares dos cursos, com o objetivo de romper com o
modelo tradicional de construção curricular. Nesse sentido, as autoras se dedicam a investigar
como a temática da deficiência vem sendo contemplada nos currículos dos cursos públicos
brasileiros, e percebem que, na maioria dos currículos, consta pelo menos uma disciplina que
trata dessa temática. Embora ao analisarem o total das disciplinas dos 35 cursos analisados
(3.664 disciplinas), as 85 disciplinas que, de alguma maneira, abordam questões referentes à
deficiência apontam a pouco mais de 2% do total (VELDEN; LEITE, 2013).
Velden e Leite (2013) não explicitam a veiculação teórica do estudo, mas no decorrer
da discussão citam Abdalla et al., Moreira e Candau, Dimenstein, Baraúna, Ferreira Neto e
Penna, Chacon, Mazo, e Sassaki. Com isso, percebemos a diversidade de autores ligados às
81
áreas da Psicologia e Educação que produzem estudos voltados para temática deficiência e,
assim viabilizam interfaces com outras áreas de conhecimento.
Ciantelli, Leite e Martins (2014) apresentam um estudo que teve como objetivo
discutir e orientar a prática pedagógica de alunos da Educação Especial, um com diagnóstico
de autismo e outra com paralisia cerebral e autismo, ambos matriculados no ensino comum.
As autoras pontuam que houve a participação de professores, tanto do ensino comum, quanto
da Educação Especial, e gestores de uma escola de rede municipal de ensino do oeste paulista.
Segundo Ciantelli, Leite e Martins (2014), este trabalho trata-se de um estudo de caso
que descreve as ações da Psicologia da Educação na Educação Especial. Estas ações foram
realizadas no decorrer de uma proposta de intervenção psicoeducacional em que o foco era
auxiliar nas práticas pedagógicas. Ciantelli, Leite e Martins (2014, p. 120) afirmam que:
O estudo aqui retratado reitera as contribuições da psicologia da educação no
processo de inclusão educacional de alunos com deficiência e/ou transtornos globais
do desenvolvimento na tentativa de diminuir a defasagem acadêmica e social dessas
crianças, permitindo ganhos qualitativos para seu desenvolvimento integral.
Destarte, há que se enfatizar que alunos com autismo exigem respostas educacionais
diferenciadas da escola, e, nesse direcionamento, os profissionais devem buscar
subsídios teórico-operacionais para lidar com esse alunado. A inclusão educacional
de alunos com deficiência e/ou autismo, portanto deve ultrapassar a possibilidade de
convivência comum, pois requer uma série de ações educacionais intencionais para
que tais alunos tenham acesso ao currículo da escola, pois, caso contrário, a escola
se limitará a uma esfera de socialização.
Diante do exposto, percebemos o destaque que as autoras fazem às contribuições da
Psicologia da Educação na inclusão educacional dos estudantes. Além do mais, notamos
novamente o quão importante é a preparação dos profissionais de Psicologia e outras áreas de
conhecimento, desde o início do curso de graduação, para atuarem com as possíveis demandas
e contextos de atuação que podem surgir na trajetória profissional.
Ao longo do texto, as autoras discutem sobre as questões da deficiência, respaldadas
pelos seguintes documentos nacionais e internacionais: a Constituição Federal de 1988,
Declaração Mundial da Educação para Todos (1990), a Declaração de Salamanca (1994),
Estatuto da criança e do adolescente, Lei nº 8.069/1990, a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, a Cartilha do Direito da Pessoa com Autismo, Diagnosticand Statistical
Manual of Mental Disorders-Revised (DSM-IV-TR), a Classificação Internacional de
Doenças (CID-10), e a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência (CIANTELLI; LEITE; MARTINS, 2014).
Dessa maneira, as autoras situam o leitor sobre compreender de modo datado
historicamente e crítico-reflexivo, como as questões da deficiência se construíram
nacionalmente e internacionalmente. Ainda que Ciantelli, Leite e Martins (2014) não
82
indiquem explicitamente qual a perspectiva teórica do estudo, citam alguns autores durante as
discussões dos resultados do estudo, por exemplo, Aranha, Amaral, Omote, Gotti, Camargo e
Bosa, Leite e Martins, Mello e Napolitano.
Assim como Ciantelli, Leite e Martins (2014), Martins e Leite (2014) discutem sobre a
Educação Especial. As autoras apresentam um estudo, desenhando uma retrospectiva das
normativas brasileiras que orientam a escolarização de alunos da Educação Especial. Nesse
sentido, Martins e Leite (2014) embasam essa retrospectiva, de acordo com a perspectiva da
Educação Inclusiva.
De modo geral, Martins e Leite (2014) utilizam alguns documentos como: a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Declaração de Salamanca de 1994, as Diretrizes
da Educação Especial, instituída pelo Conselho Nacional de Educação, através da Resolução
CNE/CEB nº 2, de 11/09/2001, as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na
Educação Básica (CNE/CEB nº 02/2001), a Convenção de Guatemala (2001), a Política
Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e o Censo da Educação
Básica, publicado em 2013, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (INEP).
Ademais, citam no trabalho os autores Aranha, Mendes, Omote, Garcia e Michels,
Leite e Martins, Oliveira e Leite. Em relação aos resultados, as autoras apontam os avanços na
formulação das políticas públicas para garantir os direitos das pessoas com deficiência. Em
contrapartida, demonstram a necessidade de melhorias na prática educacional, através do
investimento na formação dos profissionais ainda no espaço acadêmico, assim como na
formação continuada desses profissionais (MARTINS; LEITE, 2014).
Diante disso, percebemos a direção dos estudos. Os autores discutem sobre as questões
conceituais e os direitos das pessoas com deficiência, por exemplo, o direito à educação
inclusiva, empregabilidade e acessibilidade. Para tanto, os autores respaldam as discussões
por meio de documentos oficiais e, assim afirmam que a formulação de políticas públicas tem
avançado. Porém, enfatizam a necessidade de melhorias na garantia desses direitos.
Ainda sobre isso, Branco, Leite e Martins (2015) realizaram um estudo que teve como
objetivo retratar o conceito "acessibilidade" nas produções científicas brasileiras dos últimos
dez anos. As autoras exploraram o portal da C@thedra, sítio eletrônico da Universidade
Estadual Paulista - UNESP. Este sítio disponibiliza os resultados de estudos de Mestrado e/ou
Doutorado apresentados nos programas de Pós-Graduação da instituição.
De início, Branco, Leite e Martins (2015) apresentam uma breve revisão do conceito e
questões relacionadas à acessibilidade. Para tanto, utilizam o Decreto Federal 5.296/2004, em
83
seu artigo 8°, inciso I, Lei nº. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, a Convenção Internacional
sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Cartilha de Acessibilidade para Web –
fascículo I.
As autoras não explicitam a perspectiva teórica do trabalho, mas discutem a temática,
de acordo com os estudos dos autores, Cardoso, Michels, Manzini, Ferreira e Sassaki.
Pontuamos que, Branco, Leite e Martins (2015) utilizam as seis dimensões de acessibilidade
do autor Sassaki para analisar os resultados do trabalho. As seis dimensões de acessibilidade
se referem às condições de acessibilidade:
a)
arquitetônica – desobstrução de barreiras ambientais; b) atitudinal –
prevenção e eliminação de preconceitos, estigmas, estereótipos, discriminação; c)
comunicacional – adequação de códigos e sinais às necessidades especiais; d)
metodológica – adequação de técnicas, teorias, abordagens, métodos; e) instrumental
– adaptação de materiais, aparelhos, utensílios, tecnologias assistivas; e f)
programática – eliminação de barreiras invisíveis existentes nas políticas, normas,
portarias, leis e outros instrumentos afins (BRANCO; LEITE; MARTINS, 2015, p.
247).
Nessa direção, as autoras concluem que o conceito de acessibilidade, presente nas
produções científicas, ressalta as dimensões arquitetônica, metodológica, comunicacional,
programática, além de alguns trabalhos indicarem as dimensões atitudinal e/ou instrumental.
Sendo assim, notam que pesquisadores tem se dedicado a discutir essa temática no âmbito
acadêmico (BRANCO; LEITE; MARTINS, 2015).
Assim como os estudos de Ciantelli, Leite e Martins (2014) e Martins e Leite (2014)
mencionados acima, Martins, Leite e Lacerda (2015) também produzem estudos voltados para
Educação Especial. As autoras apresentam um estudo que tem o propósito de analisar as
políticas relativas às matrículas da Educação Especial, no ensino superior brasileiro, com base
em indicadores educacionais.
Para tanto, Martins, Leite e Lacerda (2015) utilizam os seguintes documentos: a
Constituição Federal de 1988, a Política Nacional da Educação Especial, a Declaração de
educação para todos, a Declaração de Salamanca, a Lei de Diretrizes e Bases para Educação
Nacional, as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, Convenção
de Guatemala (2001), a Convenção de Nova York, os Números da Educação Especial no
Brasil e documentos acerca da Educação Especial, publicados no Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) acerca da Educação Especial. Portanto, destacamos
o uso de alguns documentos oficiais nas discussões de mais um estudo. Nesse sentido,
confirma-se novamente a inserção desses documentos no avanço das discussões acerca da
temática deficiência.
84
Percebemos que as autoras não apontam a vinculação teórica do trabalho, mas citam
vários autores, Januzzi, Bueno e Meletti, Gentili, Noronha, Kassar, Mazzota, e Singer. Desse
modo, permitem que o leitor entre em contato com discussões referentes ao contexto em que
se desenvolveram as políticas públicas, suas mudanças no decorrer dos anos e novas
reformulações. Assim, contribuem na construção e disseminação de conhecimento.
Ademais, Martins, Leite e Lacerda (2015) afirmam, conforme os resultados, que o
quantitativo de matrículas de pessoas com deficiência no ensino superior avança,
principalmente, nas instituições públicas em que ocorreu após a criação do Programa Incluir,
mas ainda se faz necessário continuar com novos investimentos para garantir o direito das
pessoas com deficiência ao ensino superior.
Ainda sobre o acesso das pessoas com deficiência ao ensino superior, Branco e Leite
(2016) apresentam os resultados de uma pesquisa que teve como objetivo analisar como
estudantes com deficiência, que ingressam em cursos de pós-graduação stricto sensu,
identificam as condições de acessibilidade no contexto universitário. De início, as autoras
afirmam sobre o aumento das matrículas nas instituições de Ensino Superior (IES), citam a
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), o Programa Universidade
para Todos (ProUni), o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e o Programa Incluir
responsáveis por executar o que determina as políticas educacionais.
Além disso, Branco e Leite (2016) citam a Portaria nº 3.284/2003, Art. 3 da Lei
13.146/2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da
Pessoa com Deficiência) e Censo do Ensino Superior - INEP (2013). Apesar de as autoras não
explicitarem a perspectiva teórica, no desenvolvimento das discussões dos resultados se
respaldam nos estudos de Moreira, Castro e Almeida, Michels e Dellecave, Russell e
Kavanaugh, Cabral, Malusá, Santos e Porte, Cruz e Bizelli, e Dischingere Machado.
De maneira geral, as autoras destacam como resultados a crescente iniciativa das
unidades universitárias que foram investigadas, em possibilitar o contexto mais acessível. No
entanto, ainda não cumpre, em sua totalidade, o que é recomendável, a partir dos documentos
brasileiros, pois ainda estão presentes dificuldades de estrutura física, na comunicação,
informação e instrumentalização.
Ademais, Ciantelli e Leite (2016) expõem um estudo que objetivou traçar um
panorama das ações exercidas, pelos núcleos de acessibilidade, em favor da participação das
pessoas com deficiência nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). Assim, as
autoras iniciam o trabalho, apresentando o conceito de acessibilidade e outras normativas
legais, por meio dos seguintes documentos: a Norma Brasileira Técnica 9050/2004, o Decreto
85
Federal 5.296/2004 no artigo 8º e inciso I, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com
Deficiência, a Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, os dados do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, as Diretrizes
Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (CNE/CEB nº 02/2001a) e Política
Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (CIANTELLI; LEITE,
2016). Diante disso, notamos a inserção de dois novos documentos que orientam a análise do
conceito de acessibilidade: a Norma Brasileira Técnica 9050/2004 e o Decreto Federal
5.296/2004 no artigo 8° e inciso I.
Além dos programas educacionais, tais como: o Programa Nacional de Assistência
Estudantil (PNAES), através do Decreto nº 7.234, o Programa Incluir - Acessibilidade na
Educação Superior, criado em 2005 pelo Ministério da Educação (MEC) e o “Plano Nacional
dos Direitos das Pessoas com Deficiência - Viver sem Limites”, criado em 2011. Assim como
outros autores de estudos supracitados, Ciantelli e Leite (2016) se fundamentam nos preceitos
da Educação Especial, e citam autores em comum, como Sassaki para discutir sobre as
dimensões da acessibilidade.
Além disso, as autoras citam Glat e Pletsch, Carrara et al., Souza, e Mazzoni. Em
suma, as autoras percebem, através da verificação das ações dos núcleos de acessibilidade,
que ainda é necessário a promoção de mais investimentos na estrutura física da universidade,
disseminação de conhecimento e sensibilização da comunidade acadêmica sobre as questões
referente à acessibilidade.
No que se refere à Língua Brasileira de Sinais, Silva, Guarinello e Martins (2016)
realizaram um estudo que teve como objetivo analisar a percepção de intérpretes de Libras,
referente ao seu papel e suas práticas no ensino superior. Ao longo do trabalho, os autores
discutem o direito das pessoas surdas em serem acompanhadas por intérpretes de Libras no
ensino superior. Nessa direção, citam documentos nacionais, tais como: os dados de Censo de
Educação Superior de 2014, as Políticas Nacionais de Educação Inclusiva, a Lei de Cotas
12.711/12, Lei 12.319/2010 em que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da
Língua Brasileira de Sinais (TILS), e o Decreto 5.626/05. Diante disso, vale ressaltar a
inserção de mais documentos oficiais para respaldar a discussão.
Os autores não destacam a vinculação teórica do estudo, mas fazem menção às
leituras de Silva, Quadros, Perlin, Berberian et al., Schubert, Lacerda, Shubert, Nantes, Silva,
Guarinello, e Bardin. Vale pontuar que Silva, Guarinello e Martins (2016) destacam a leitura
de um autor para discutir acerca da linguagem. Sendo assim, apontam que:
86
Na esteira de Bakhtin (2004), percebe-se que são nas relações dialógicas, sociais que
ocorrem as interações sociais e linguísticas que os homens estabelecem entre si,
tendo essas interações um papel fundamental entre o sujeito e o outro, reconhecendo
a alteridade de ambos os envolvidos; assim, o “eu” só passa a existir em contato e
por causa do “outro’’ (p. 180).
Ainda, o estudo de Moura, Leite e Martins (2016) teve como objetivo investigar a
percepção de estudantes, com surdez, sobre a sua trajetória educacional e suas expectativas de
acesso ao ensino superior. Os autores citam Valentini e Bisol, Silva, Skliar, Leite e Martins,
Lodi, Omote, Perlin, Valentini e Bisol, Manzini, e Bardin.
Ademais, no decorrer da discussão da temática os autores citam o decreto 5.626/05,
responsável por regulamentar a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, os
Parâmetros Curriculares Nacionais da Educação Especial, e o Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Os autores não explicitam a vinculação
teórica do estudo, mas destacam que se respaldam na concepção sócioantropológica da
surdez.
Louzada, Martins e Giroto (2017) apresentam um estudo que teve como objetivo
investigar, se a oferta da disciplina Libras tem se constituído em um espaço de formação, sob
orientação do Decreto Federal nº 5.626/05, para consolidar as práticas educacionais bilíngues.
Ao discutir sobre essa temática, as autoras citam o Relatório sobre a Política Linguística da
Educação Bilíngue ˗ Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa, o Decreto Federal nº
5.626/2005, a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, e as Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Curso de Pedagogia.
Além disso, citam autores, tais como: Fernandes, Fernandes e Moreira, Lodi, Leite e
Martins, Giroto, Martins e Lima, Costa e Lacerda, Machado, Teixeira e Galasso, Mazo,
Velden e Leite, Bardin, Lüdke e André, Rocha e Deusdará, Vitaliano et al., e Giroto, Pinho e
Martins. Pontuamos que, assim como o estudo referido anteriormente, as autoras não indicam
a vinculação teórica, mas também se apoiam em leituras de Bakhtin sobre a linguagem.
Por fim, Vilela e Leite (2017) apresentam um estudo que teve como objetivo avaliar os
efeitos de uma intervenção, acerca da inclusão da pessoa com deficiência no contexto laboral,
realizada com funcionários e gestores de uma instituição de ensino superior. As autoras fazem
menção às leituras dos autores, Aranha, Mendes, Sassaki, Amaral, Omote, Tanaka e Manzini,
e Carvalho-Freitas.
Além disso, respaldam-se em documentos como: a Constituição Federal de 1988, a
Política Nacional para a Integração de Pessoas com Deficiência, e os dados do Censo 2010 do
87
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE para desenvolverem a temática inclusão.
Assim, as autoras perceberam que a intervenção realizada proporcionou mudanças nas
concepções dos participantes sobre a inclusão das pessoas com deficiência no trabalho, assim
como nas atitudes sociais dos mesmos (VILELA; LEITE, 2017).
Como vimos acima, os autores não explicitam a perspectiva teórica dos estudos.
Contudo, é notório que os documentos oficiais subsidiam as reflexões acadêmicas. Os autores
destacam nos estudos as leis, programas educacionais, diretrizes de políticas nacionais,
convenções, constituição brasileira, classificações internacionais, declarações, decretos, dados
do censo nacional e cartilhas.
Dessa maneira, percebemos o contexto social e político em que as questões sobre a
deficiência surgiram e como se apresentam no cenário atual e, principalmente, como a área da
Psicologia e sua interface com a área da Educação também contribuem no avanço dos
documentos oficiais a partir dos estudos acadêmicos. No mais, veremos os estudos que
explicitam a perspectiva teórica a seguir.
4.2
Perspectiva Teórica Winnicottiana
De antemão, ressaltamos que os seguintes estudos são de autoria da líder Amirilian e
vice-líder Jurdi do Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão
winnicottiana’’, com alguns autores, assim como do vice-líder Mazzotta do Grupo de
Pesquisa ‘’Lide – Laboratório interunidades de estudos sobre deficiência’’. Os autores
identificam de maneira explícita que a teoria de Winnicott subsidia seus estudos.
Amirilian (1993) apresenta de modo breve, seus interesses de pesquisa relacionados às
pessoas com deficiência. A autora afirma que o surgimento desses interesses se deu no
decorrer dos anos de exercício profissional, em que realizava atendimentos terapêuticos com
crianças, jovens e adultos com cegueira e com baixa visão, e desenvolvia estudos. Nesse
ínterim, destaca a sua tese de doutorado intitulada ‘’Compreendendo o cego através do
procedimento de desenhos-estórias: uma abordagem psicanalítica da cegueira’’, defendida em
1992.
Sendo assim, Amirilian (1993) expõe que este estudo teve como objetivo compreender
a influência da deficiência visual na organização da personalidade, e percebeu que
dificuldades nas relações afetivas, conflitos e diversos sentimentos podem surgir nessa
condição. A partir disso, a autora propôs o desenvolvimento de um estudo acerca da
intervenção especializada com crianças com deficiência visual junto à professora Élcie S.
88
Masini e ao professor Marcos Mazzotta, ambos seus colegas de trabalho da Universidade de
São Paulo.
Para tanto, consideram três questões: o desenvolvimento da criança com deficiência
visual, a relação mãe-bebê deficiente, e a do referencial perceptual do deficiente visual.
Pontuamos que tais termos são destacados pela autora, assim como a perspectiva teórica
utilizada que é a Psicanálise, de base Winnicottiana. Além disso, Amirilian (1993) cita alguns
autores de estudos psicanalíticos sobre a temática como: Burlingham, Sandler, Omwake e
Solnit, Wills, Fraiberg e Warren.
Ainda sobre a compreensão da deficiência, Amirilian (1997) cita três conceitos básicos
de Winnicott: a concepção do processo de desenvolvimento, a constituição do sujeito
psíquico, o conceito de falso e verdadeiro self, pois esses conceitos subsidiaram o
desenvolvimento de intervenções junto às pessoas com deficiência. Segundo a autora,
‘’Winnicott postula os fundamentos da vida psíquica em termos da constituição do self. Para
ele o que se encontra na origem do ser é o potencial herdado, uma força vital para um
contínuo vir a ser’’ (p. 97).
Nesse sentido, o processo de desenvolvimento do self dar-se-á na interação desse
potencial com o ambiente. Assim, Amirilian (1997) enfatiza a importância do atendimento
terapêutico de mães e familiares responsáveis pelas crianças com algum tipo de deficiência,
principalmente, o modo como as relações objetais são estabelecidas e o mundo externo é
apresentado ao bebê.
Acerca do mundo interno do bebê, a autora afirma que ‘’Para o autor o mundo interno
é a área dos fenômenos subjetivos, povoada pelos objetos subjetivos, as primeiras criações do
bebê. Esses objetos derivam da elaboração imaginativa das primeiras experiências [...]’’ (p.
99). Portanto, o processo de estabelecimento das relações objetais dar-se-á no decorrer do
desenvolvimento do vínculo mãe-bebê.
No que tange ao falso self, Amirilian (1997) percebeu em suas pesquisas que as
pessoas com deficiência visual desenvolvem um falso self, com o objetivo de serem aceitas e
por não acreditarem em suas percepções. Ainda sobre isso, Amirilian (2003a) em seu estudo
que teve como objetivo analisar a importância das propostas winnicottianas de intervenção às
pessoas com deficiências, destaca que:
Entre as pessoas com deficiências, há muitos que precisaram lutar contra um
fracasso da adaptação por parte do meio ambiente, tendo de ocupar-se com a reação
às intrusões ambientais, que os conduzem a interrupções nos processos do self e
dissociação entre os diferentes aspectos do eu, levando-os a uma sensação de
irrealidade e à organização de um “falso self”, como defesa ao seu si-mesmo
verdadeiro (p. 212).
89
Diante disso, a autora reitera a necessidade do atendimento terapêutico das pessoas
com deficiência e, principalmente, que a sociedade direcione novos olhares para as pessoas
com deficiência com o objetivo de garantir o exercício efetivo de todos os seus direitos. Dessa
maneira, tornar-se-á possível contribuir na manifestação do verdadeiro self dessas pessoas.
Ademais, Amirilian (2003b) apresenta um percurso histórico de estudos diversos
acerca da deficiência, citando Inhelder, Anderson, Hall, Gottesman e Swallow. Cita ainda,
estudos respaldados pelo referencial psicanalítico que foram iniciados na década de 60, como
Manonni, Dolto, Burlingham,e Fraiberg. Segundo a autora, os estudos desenvolvidos na
década de 70, pela psicanalista americana Fraiberg, e seu grupo de pesquisa da Universidade
de Ann Harbor foram utilizados como referenciais teóricos no início das pesquisas brasileiras
sobre a temática.
Diante do exposto, percebemos os primeiros indícios de uso dos referenciais
psicanalíticos nos estudos sobre deficiência no Brasil. A autora ao discutir em relação à
compreensão da constituição do ser humano, a deficiência e as possíveis dificuldades que as
pessoas com deficiência enfrentam, durante seus processos de desenvolvimento, reitera a
vinculação teórica dos seus estudos afirmando que:
A concepção winnicottiana da constituição do ser humano nos ajuda a integrar as
especificidades causadas por diferentes condições orgânicas dentro dos mesmos
princípios norteadores do desenvolvimento geral e a compreender as vicissitudes
causadas pela condição de deficiência como rupturas no processo de
amadurecimento devido a falhas ambientais, o que permite refletir sobre
procedimentos que possam vir a minorar ou sanar as dificuldades vivenciadas por
esse grupo de pessoas (AMIRILIAN, 2003a, p. 100).
Além disso, Amirilian (2003c) apresenta novamente o estudo intitulado ‘’A criança
deficiente visual com problemas de aprendizagem: um modelo para atendimento integral’’,
que teve como objetivo, analisar os múltiplos fatores intervenientes, no insucesso do processo
de aprendizagem de crianças com cegueira e baixa visão de escolas, públicas e particulares,
da cidade de São Paulo. Ao longo do trabalho, a autora evidencia sua vinculação teórica,
citando Winniccott na discussão dos resultados da pesquisa, referente à orientação aos
familiares das crianças sobre a deficiência e a relação entre a família e a escola.
Nessa direção, Amirilian (2005) discute questões relacionadas à inclusão das pessoas
com deficiência. A autora cita Fuchs e Fuchs, Bogomoletz, Freud, Melanie Klein, Benedict e
Winnicott. Além do mais, cita documentos como: a Declaração de Salamanca e os textos da
Secretaria de Educação Especial do MEC. Conforme Amirilian (2005), o processo de
amadurecimento das pessoas com deficiência e a modificação da sociedade demandam tempo.
Nesse sentido, aponta que:
90
Esse processo não é simples, como se vê a inclusão depende de uma cultura do
concern e essa depende de uma Escola Inclusiva. Essa meta só será alcançada
quando todos acreditarem realmente nesses novos valores. A diferença, portanto,
está nas mãos daqueles que, adiante do seu tempo, ajudam a mover a roda do tempo
e a promover as mudanças sociais. O desenvolvimento desse processo permitirá que
se possa experimentar, então, o verdadeiro sentido do termo democracia como
proposto por Winnicott (p. 65).
Ainda acerca da inclusão, Jurdi e Amirilian (2006) apresentam um estudo que teve
como objetivo, compreender como a atividade proposta pela terapia ocupacional, poderia
interferir e modificar as relações estabelecidas, em relação aos alunos com deficiência mental
no ambiente escolar. As autoras explicitam a vinculação teórica do estudo. Diante disso,
conforme Jurdi e Amirilian (2006, p. 193):
[...] aproximamo-nos do referencial teórico winnicottiano na medida em que essa
teoria nos fornece subsídios para pensarmos a articulação entre indivíduo e
ambiente. Essa teoria nos propõe uma determinada visão de homem no mundo, sua
subjetividade e consequente relação com o ambiente, produzindo uma importante
discussão sobre a constituição do indivíduo e sua formação. É a partir da
compreensão da integração do indivíduo e do papel do ambiente no processo de
amadurecimento que abordaremos o papel da escola e a intervenção realizada.
Além de Winnicott, as autoras discutem os resultados da pesquisa, no decorrer do
trabalho, citando Bueno, Kupfer et al., Mazzotta e Sousa, Mittler, Freller, e Jerusalinsk.
Anauate e Amirilian (2007) expõem uma proposta de intervenção para trabalhar com
as mães e pais de bebês que nascem com alguma deficiência, respaldadas pela teoria de
Winnicott. As autoras afirmam no texto do trabalho que ‘’A teoria de Winnicott embasa este
trabalho no sentido de priorizar a interação de dois seres humanos, dos quais um é capaz de
suprir as necessidades do outro, exercendo, dessa forma, a função materna’’ (p. 3). Ademais,
citam autores como Bock, Vigotski, Jerusalinsky e Coriat, Andersen, Bevilacqua e Formigoni,
e Foster e Jerusalinsky.
Amirilian (2011) discute sobre o amadurecimento e cuidado direcionado aos jovens
com baixa visão. Nesse sentido, descreve o atendimento desses jovens com o objetivo de
identificar e compreender quais são suas dificuldades. No decorrer do texto, a autora explicita
o conceito do termo cuidado, conforme Winnicott. Segundo Amirilian (2011, p. 19):
Cuidado é o termo usado por ele que define as condições do ambiente favorecedoras
ao desenvolvimento saudável, desde aquelas proporcionadas pela mãe devotada ao
seu bebê recém-nascido, como, também, a oferecida por ela aos seus filhos nos
diferentes estágios do desenvolvimento. Além disso, são as condições oferecidas
pela família a todos os seus membros em diferentes situações de vida. Esse termo
expressa, ainda, a provisão oferecida pelas sociedades democráticas aos seus
cidadãos adolescentes e adultos.
91
Portanto, notamos a relação entre os termos cuidado e ambiente presentes nas
proposições do psicanalista. Vale pontuar que a autora cita Aries, Calligaris e, principalmente,
Winnicott, no decorrer do texto, para discutir sobre seus atendimentos.
Por fim, Aciem e Mazzotta (2013) apresentam um estudo que teve como objetivo
identificar e analisar, de modo crítico, a autonomia pessoal e social de pessoas com
deficiência visual, logo após passarem por serviços de reabilitação, em uma instituição
especializada. Os autores citam a Constituição Federal de 1988, a Lei 9.528/97 e o Decreto nº
6.949, de 25 de agosto de 2009, que garantem o direito ao acesso da pessoa com deficiência
ao trabalho, e a Classificação Internacional de Deficiências, Incapacidade e Desvantagens CIDID para discutir sobre a autonomia pessoa e social de pessoas com deficiência.
Com isso, Aciem e Mazzotta (2013, p. 262) apontam que:
A conquista da autonomia pela pessoa com deficiência visual envolve, também,
superação dos impactos e dos prejuízos decorrentes da limitação visual, seja perda
total ou perda parcial da visão, bem como, dos estigmas socialmente concebidos à
deficiência visual. Outro fator a ser considerado para aquisição da autonomia pela
pessoa com deficiência visual é o convívio social durante a reabilitação, dentro da
instituição especializada, que oportuniza algumas similaridades aos históricos de
vidas das diferentes pessoas atendidas, no caso, a deficiência visual. A autonomia é
um processo individual para qualquer ser humano.
Nesse sentido, os autores citam estudos de Amirilian, Masini, Peixoto e Carvalho,
Siaulys et al., Omote, Goffman, Winnicott, e Lowenfeld para viabilizar a discussão da
temática. Pontuamos que Aciem e Mazzotta (2013) indicam de maneira evidente que o estudo
está respaldo pela Teoria de Amadurecimento de Winnicott. Nessa direção, percebemos que
os autores citam Winnicott na discussão dos resultados da pesquisa, ‘’Os familiares são o
alicerce da saúde mental, que se inicia no nascimento e auxilia na afirmação do indivíduo
como pessoa’’ (p. 265). Os autores utilizaram como referência uma das obras de Winnicott,
denominada ‘’Os bebês e suas mães’’.
Como vimos, o uso da Psicanálise Winnicottiana nesses estudos permite
compreendermos a deficiência, por meio de alguns conceitos teóricos. Além disso,
percebemos a contribuição desses conceitos na análise de intervenções junto às pessoas com
deficiência. Por fim, notamos que essa perspectiva teórica evidencia-se como precursora, nos
primeiros grupos brasileiros de Psicologia para subsidiar estudos teóricos e relatos de
intervenção. A outra perspectiva teórica utilizada será abordada a seguir.
92
4.3
Perspectiva Teórica Sócio-histórica
No que tange à Perspectiva Teórica Sócio-histórica, identificamos dois estudos ligados
ao Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e pesquisa em deficiência e inclusão’’.
Um de autoria da líder Leite, e outro também de sua autoria junto à Aranha. Portanto, indicam
que os dois estudos são subsidiados pela presente perspectiva teórica.
O estudo de Leite (2004) teve como objetivo oferecer reflexões sobre as funções do
professor da Educação Especial. Percebemos que a autora evidencia sua vinculação teórica
logo no início do estudo, ‘’No decorrer da análise textual recorreu-se aos pressupostos da
Psicologia Sócio-histórica, para embasar teoricamente as reflexões apresentadas sobre a
atuação do educador especial’’ (p. 131).
Ao longo do trabalho, Leite (2004) discute sobre a atuação profissional dos
professores, e cita a Resolução CNE/CNB 2/2001 e as Diretrizes Nacionais para a Educação
Especial na Educação Básica (MEC/SEESP, 2001). No que se refere à relação professoraluno durante o processo de ensino-aprendizagem, Leite (2004, p. 137) explicita que:
Na leitura das considerações apresentadas por Vygotsky (2001), percebe-se que as
posturas adotadas pelo professor em sala de aula irão determinar ou não a
aprendizagem do aluno e, consequentemente, o seu desenvolvimento. Para o autor, o
processo educacional deve possibilitar o estabelecimento de trocas interativas entre
os seus personagens e ao professor cabe favorecer formas do aluno acessar o
universo dos saberes sistematizados, concedendo grande parte do suporte necessário
para a sua participação ativa no contexto sociocultural.
Sendo assim, percebemos a importância da implicação dos envolvidos nesse processo
educacional, pois contribui no avanço da educação inclusiva. Além do autor referido, Leite
(2004) faz menção às leituras de Bayer, Bueno, Padilha, Mazzotta, Omote, Aranha, Glat,
Faingold, Sanches, Veer e Valsiner, Tudge, Gonçalves, Leontiev, Duarte, Evans, Lunt,
Anache, e Oliveira.
Ainda sobre a prática profissional de professores, Leite e Aranha (2005) realizaram
um estudo que teve como objetivo, identificar mudanças na prática pedagógica de uma
professora. Foi realizada uma reflexão teórico-metodológica acerca da sua prática pedagógica.
Destacamos que as autoras apontam explicitamente a vinculação teórica do estudo.
Segundo Leite e Aranha (2005, p. 215):
A fundamentação teórica adotada para embasar as discussões realizadas contribuiu,
e muito, para a execução da pesquisa, uma vez que a leitura da Psicologia sóciohistórica pode facilitar, entre outros aspectos, a compreensão da escola enquanto um
local de práticas educacionais transformadoras da realidade social e do papel do
professor enquanto mediador do conhecimento. Sua adoção também demonstrou que
a reflexão conjunta possibilita novas condições de aprendizagem, as quais
93
favorecem a apropriação de significados teóricos, percebidos tanto na relação
pesquisadora-professora, quanto na professora-aluno.
Além do mais, Leite e Aranha (2005) citam autores como: Kassar, Padilha, Oliveira,
Bueno, Glat, Mazzotta, Altet, Laranjeira, Mazzilli e Muramoto, Padilha, Vigotski, e Luria e
Leontiev. Vale salientar que, durante a discussão dos resultados da pesquisa, Leite e Aranha
(2005) percebem que a escola também reproduz discriminações direcionadas aos estudantes
com deficiência, por exemplo, quando os professores compreendem a deficiência como um
fenômeno unicamente biológico.
Dessa maneira, não viabilizam o avanço do desenvolvimento da aprendizagem desses
estudantes. Nessa direção, afirmam que ‘’Vygotsky, Luria e Leontiev (1988) oferecem outra
contribuição quando destacam as interações e relações sociais como contexto da construção
de conhecimento, fundamental para o desenvolvimento das funções psicológicas superiores’’
(p. 213). Portanto, o contexto da construção de conhecimento dos estudantes com deficiência,
torna-se comprometido, quando os professores reproduzem discursos, que percebem estes
estudantes como incapazes de aprender.
Diante disso, percebemos o uso de mais uma perspectiva teórica em que subsidia esses
dois estudos e permite refletirmos sobre a prática pedagógica de professores. As autoras
enfatizam a importância de refletirmos acerca da interação e do contexto sociocultural que
envolve o processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. Portanto, as autoras apresentam,
principalmente, esses olhares para compreendermos a deficiência. Em seguida, veremos a
próxima perspectiva teórica.
4.4
Perspectiva Teórica Histórico-cultural
Em relação à Perspectiva Teórica Histórico-cultural, identificamos oito estudos
vinculados ao Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e pesquisa em deficiência e
inclusão’’, autoria da líder Leite, vice-líder Martins e outros autores. O estudo de Oliveira e
Leite (2011) teve como objetivo analisar o funcionamento de uma sala de recursos e descrever
a intervenção realizada com uma professora especialista.
As autoras citam documentos nacionais para discutir sobre a educação inclusiva, tais
como: a Declaração de Salamanca de 1994, as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica, as Resoluções SE n° 8 (2006) e SE n° 11 (2008), e o Documento
Individual de Adaptações Curriculares (ACI). Além do mais, as autoras respaldam-se nas
leituras de autores para apresentar a temática tratada e discutir os resultados do trabalho
94
como: Claser, Oliveira, Oliveira e Leite, Correia, Pino, Landívar e Hernández Stainback e
Stainback, Poker e Oliveira, Patto, Aranha, Mazzeu e Neira, Berger, Glória, Góes e Laplane,
Pietro, Kassar, e Mantoan.
Vale ressaltar que Oliveira e Leite (2011, p. 198) evidenciam a vinculação teórica do
estudo:
Buscou-se subsidiar este trabalho nos princípios da psicologia histórico-cultural na
tentativa de compreender o fenômeno da inclusão educacional como processo pelo
qual são dadas as condições para o desenvolvimento humano. À luz desse
referencial, assume-se o tornar-se humano como tarefa coletiva vinculada ao
processo de apropriação da cultura, e a educação como sua condição determinante
(Pino, 2005). Numa alusão aos preceitos educacionais, tem-se a figura do professor
que desempenha papel fundamental nesse processo, ao atuar como mediador na
identificação dos elementos culturais que devem ser apropriados pelo aluno, para
que este desenvolva habilidades acadêmicas, criadas ao longo da história e tão
necessárias para o seu desenvolvimento humano.
Ao discutir os resultados do presente estudo, Oliveira e Leite (2011, p. 204) destacam
o autor de referência quando afirmam que:
Fazendo um paralelo com os processos de ensino e de aprendizagem, pode-se
sugerir que a intervenção ajudou a professora a olhar e identificar, mesmo que
superficialmente, as zonas de desenvolvimento real e proximal, como definidas por
Vygotsky (2001), respectivamente, como aquilo que a criança realiza de maneira
autônoma e aquilo que ela faz com a ajuda de um parceiro mais capaz.
No que se refere à inclusão social das pessoas com deficiência, Mazo e Leite (2012)
realizaram um estudo que teve como objetivo, identificar os conceitos que o corpo docente de
um curso de Arquitetura e Urbanismo apresentam sobre as seguintes temáticas:
desenvolvimento humano, inclusão social, acessibilidade, deficiência e Arquitetura.
As autoras citam autores como: Leontiev, Aranha, Pinheiro, Kowaltowski e Bernardi,
Lanchoti, Fernandino, Santos, Duarte e Cohen, Bardin, Oliveira, Benevolo, Corona e Lemos,
Niemeyer, Okamoto, Ferreira, Mazo, Camisão, Elali, Ittelson, Proshansky, Rivlin, e Winkel,
Moser, Ornstein, Romice, e Duarte e Rheingantz. Ademais, utilizam documentos nacionais
como: a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Decreto n. 5.296/2004; Lei n.
10.098/2000, da Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano, o Parecer CNE/CES n.
112/2005, e a Resolução CNE/CES n. 6/2006.
Mazo e Leite (2012, p. 92-93), indicam a vinculação teórica do estudo:
[...] recorreu-se aos constructos da psicologia, em especial, aos da psicologia
histórico-cultural. Apoiado nesse referencial, acredita-se que, para o entendimento
da acessibilidade, essas áreas podem ser complementares, pois os pressupostos
psicológicos podem auxiliar numa compreensão mais ampla do ser humano,
contextualizando-o culturalmente em determinado momento histórico e, ainda,
contribuir nas discussões relacionadas à temática “deficiência”, que ainda estão
muito distante das propostas curriculares dos cursos de Arquitetura e Urbanismo
[...].
95
Dessa maneira, as autoras apontam que os resultados do estudo se referem à
necessidade de abordar, de maneira crítico-reflexiva, as questões relacionadas à inclusão
social da pessoa com deficiência, no curso de Arquitetura. Assim, encontrar estratégias de
ampliação da concepção de deficiência e acessibilidade, presentes nos discursos dos
professores.
Ainda acerca da temática inclusão, Bosco, Martins e Giroto (2012) expõem um estudo
que teve como objetivo, analisar as relações entre o discurso de jovens com surdez e as
escolas que estão inseridas. No decorrer da discussão dessa temática, Bosco, Martins e Giroto
(2012) citam Ferreira, Baleotti; Del-Masso, Laplane, Lacerda e Soares, Souza, Lacerda,
Lopes, Moura, Góes, Braga, Murta, Aguiar, Pino, Wertsch, Bakhtin e Voloshinov,
Benveniste, Bueno, Dizeu, Caparalli, Gesueli, Martins, Smolka, e Van der Veer e Valsin.
Pontuamos que Bosco, Martins e Giroto (2012) enfatizam a vinculação teórica do
estudo: ‘’O referencial teórico adotado no trabalho foi a Psicologia Histórico-cultural além de
aportes dos autores da Análise do Discurso, como Pêcheux e Maingueneau’’ (p. 75). Bosco,
Martins e Giroto (2012) também destacam o autor de referência utilizado durante a discussão
da temática abordada e os resultados do estudo, sendo assim:
[...] o constructo teórico de Vigotski no qual o sujeito psicológico se constitui nas
relações sociais e de que estas se dão na/pela linguagem possibilitou que
pesquisadores da área da surdez concebessem a pessoa surda como um sujeito
participante da cultura. Conforme exposto anteriormente, esse fato se deu a partir da
década de 1980, mesmo momento em que as ideias da psicologia histórico-cultural
ganharam maior aderência nas áreas da Psicologia e na Educação, apresentando
importantes desdobramentos ainda hoje nas produções acadêmicas (p. 82).
Portanto, as autoras apontam como resultados da pesquisa, a não preparação das
classes comuns das instituições escolares de ensino regular, para o atendimento das estudantes
com surdez. Em contrapartida, as estudantes que frequentam as classes das instituições
escolares especializadas, ao interagirem com outros estudantes com surdez, por meio de
libras, propiciam a identificação e significação da condição no qual vivenciam. Portanto,
contribuem no processo de aprendizagem.
Neves e Leite (2013) apresentam um relato de experiência que, descreve intervenções
que foram realizadas, no decorrer de atendimentos de um estudante, diagnosticado com
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade da Educação Especial, sob supervisão de
estágio, na área da Educação Inclusiva. Este estágio é direcionado aos graduandos do curso de
Psicologia de uma universidade pública do interior paulista. Os autores fazem menção às
leituras de Collares e Moysés, Rosa, Eidt e Tuleski, Landskron e Sperb, Leite e Tuleski,
96
Machado e Souza, Patto, Leite e Aranha, Leite e Perinotto. Além disso, citam a Política
Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.
Ressaltamos que os autores indicam a vinculação teórica utilizada nas intervenções,
que foram realizadas durante os atendimentos, como descrito:
Em um primeiro momento, as atividades do estágio configuraram-se em estudos
dirigidos e discussões sobre os processos educacionais e o desenvolvimento das
funções superiores à luz da Psicologia Sócio-Histórica (Luria, 1979; Vigotski,
1996), a construção social da deficiência e suas respectivas implicações nas políticas
públicas de inclusão educacional, possibilitando aprofundamento teórico crítico e o
planejamento sistemático das intervenções na área da Psicologia da Educação junto
à demanda do estágio.
No que tange aos resultados das intervenções, Neves e Leite (2013) evidenciam o quão
importante é refletir, de maneira crítica, sobre o diagnóstico clínico do estudante atendido, as
implicações dos profissionais da instituição, que realizaram esses atendimentos e dos
professores da escola. Desse modo, contribuíram no processo de educação inclusiva desse
estudante.
O estudo de Leite et al. (2014) teve como objetivo, descrever o processo metodológico
da construção de um vídeo educativo, que teve como temática a discussão das contribuições,
em termos de conceitos e procedimentos de ensino, para estudantes com deficiência. As
autoras organizaram uma proposta, de formação continuada de professores, em Educação
Inclusiva. Ao discutir sobre a inclusão escolar, as autoras citam Maciel, Bzuneck, Barbieri,
Carvalho e Uhle, Falsarella, Foucambert, Luria, Leontiev e Vigotski, Leite e Martins, e
González.
Leite et al. (2014) explicitam a vinculação teórica do estudo, e citam o autor de
referência:
[...] Apoiado nesses conceitos, este texto coincide com os pressupostos da psicologia
histórico-cultural para redirecionar a prática pedagógica nos processos de ensinoaprendizagem. Para Vygotsky (2009), a aprendizagem significativa deve ser
concretizada em atividades que têm motivos traduzidos em propósitos, relacionados
a um significado social e a um sentido atribuído pelo aprendiz. Vale resgatar a
relação intrínseca entre teoria e prática, por meio da qual o corpo teórico que
envolve os diversos conteúdos deve apoiar significativamente uma prática
teoricamente revestida, que tem o poder de dirigir e modificar a teoria que, portanto,
é dinâmica e contextual. Essa relação dialética pode ser determinada no campo
educacional da prática pedagógica (p. 93-94, tradução nossa).
Em relação aos resultados do estudo, Leite et al. (2014) afirmam que, a proposta de
formação continuada, presente no vídeo educativo, propiciou reflexões sobre as práticas
pedagógicas inclusivas. Nesse sentido, reiteram a contribuição da universidade, na promoção
de ações referentes à educação inclusiva de estudantes com deficiência.
97
Ainda sobre questões relacionadas à deficiência, Lopes e Leite (2015) apresentam um
estudo que teve como objetivo, identificar o conjunto de significações relacionado à
deficiência e à Polícia Militar para policiais que adquiriram alguma deficiência. As autoras
destacam a vinculação teórica do estudo, ‘’Amparado nos pressupostos teórico-metodológicos
da Psicologia Histórico-Cultural, na qual o trabalho é entendido como atividade vital humana,
realizou-se o presente estudo – de caráter exploratório e analítico [...]’’ (LOPES; LEITE,
2015, p. 668).
As autoras fazem menção às leituras de Silva, Oliveira e Spode, Fraga e Spaniol,
Leite, Maia, Aranha, Minayo, Dunst e Trivette, Assis e Oliveira, Sousa, Goffman, Aguiar e
Ozella, Martins, Aguiar e Ozella, Foucault, Kovács, Violante e Leite, Cobb, Schulz,
Bernardes, Vieira, Kuenzer, e Teixeira. Ademais, citam documentos da Secretaria Nacional
de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência – SNPD (2011), o 25º artigo da
Convenção sobre Pessoas com Deficiência, e os dispositivos da Lei 8.213 (1991), que visa
garantir os direitos previdenciários.
No que tange ao autor de referência utilizado no estudo, as autoras afirmam que ‘’Para
a análise dos dados, considerou-se a proposição de Vigotski (1995a), em que a compreensão
do ser humano deve centrar-se na análise da relação estabelecida entre sujeito e sociedade’’
(LOPES; LEITE, 2015, p. 671). Nesse sentido, as autoras apontam como resultados desse
estudo, o conjunto de significações que afirmam sobre a não garantia dos direitos das pessoas
com deficiência, e a reprodução de discursos do modelo biomédico, que percebe a deficiência
como uma condição incapacitante.
Ainda acerca da deficiência adquirida, Lopes et al. (2016) expõem a análise de uma
obra, denominada ‘’O homem com um mundo estilhaçado’’, e escrita pelo autor Luria, que
teve como objetivo, apresentar as contribuições desse autor referente à deficiência adquirida e
Psicologia Histórico-cultural. As autoras indicam a vinculação teórica do estudo quando
afirmam que:
[...] a Psicologia Histórico-Cultural permite ampliar a compreensão do fenômeno da
deficiência, estendendo a sua amplitude para o contexto de sua ocorrência. Ou seja,
remove-se o foco de atenção do sujeito que a apresenta, e passa-se a compreendê-la
enquanto atributo dado pela sociedade diante de diferenças físicas, anatômicas
sensoriais, cognitivas e/ou comportamentais (LOPES et al., 2016, p. 64).
De acordo com Lopes et al. (2016), Luria relatou, em sua obra, um estudo de caso de
um adulto, denominado Zasetsky, que sofreu uma lesão cerebral. Ao longo da discussão da
temática, as autoras citam alguns autores, tais como: Akhutin, Akhutina e Pylaeva, Toni,
98
Romanelli e Salvo, Luria, Simernitskaya e Tubylevich, Oliveira, Rego e Aquino, Teixeira e
Guimarães, Andrade e Smolka, e Oliveira e Rego.
Em relação às contribuições da obra de Luria, Lopes et al. (2016) apontam que:
São diversas as contribuições da obra O homem com um mundo estilhaçado
(LURIA, 2008[1971]) para o estudo da Neuropsicologia e da deficiência. Mais do
que isso, em seu romance acadêmico, com fortes traços biográficos, Luria apresenta
um método de pesquisa a ser reproduzido: o estudo de caso com bases na Psicologia
Histórico-Cultural. Considerando questões biológicas, culturais e históricas
relacionadas ao caso, o autor apresenta uma visão abrangente de Zasetsky.
Superando a mera descrição de um caso clínico, Luria envolve as dimensões sociais
e culturais que envolvem seu paciente (p. 66).
Por fim, Leite e Mattos (2016) realizaram um estudo que teve como objetivo,
identificar e analisar as concepções de deficiência, apresentadas por funcionários e estudantes
de uma universidade pública do Brasil, através da aplicação de um instrumento de pesquisa,
denominado Escala Concepções de Deficiência (ECD). As autoras fazem menção às leituras
de Vigotski, Ximenes e Barros, Gesser, Silva, Bonfim, Kassar, Omote, Oliveira, Leite,
Nébias, Goffman, e Amaral.
Além do mais, citam a Declaração dos Direitos das Pessoas Mentalmente Retardadas
(1971), Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes (1975), o Decreto Federal 5.296, de
02 de Dezembro de 2004, e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
(2007).
Leite e Mattos (2016) afirmam que a vinculação teórica se refere à Psicologia
Histórico-cultural. Nesse sentido, pontuam que:
[...] acredita-se que analisar e compreender a deficiência como um conceito histórico
e cultural se configura numa proposição importante e de interesse social, uma vez
que os julgamentos que a audiência faz em relação a determinados segmentos
populacionais, como o das PCD, determinará em grande medida as possibilidades de
participação (p. 157).
Como vimos, a perspectiva teórica Histórico-cultural utilizada nos estudos permite
compreendermos como se dá a prática pedagógica de professores, refletirmos em relação ao
processo de ensino e aprendizagem, quais são os conceitos de deficiência sob a ótica de
participantes de algumas pesquisas, e qual o contexto sociocultural em que os participantes
das intervenções relatadas estão inseridos. Por fim, veremos a próxima perspectiva teórica.
4.5
Perspectiva Teórica das Representações Sociais
Quanto à Perspectiva Teórica das Representações Sociais, identificamos um estudo
vinculado ao Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão
99
winnicottiana’’, autoria da vice-líder Jurdi com outros autores. O estudo de Souza, Jurdi e
Cipullo (2016) teve como objetivo, conhecer e analisar as representações sociais que os
professores auxiliares, da rede municipal de ensino fundamental de Santos-SP, tinham dos
estudantes com deficiência, assim como o processo de inclusão escolar.
No decorrer da discussão da temática, os autores citam documentos nacionais como:
as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, os princípios da
Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos de 1948, o Censo Demográfico de 2010 do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
Além disso, os autores fazem menção às leituras de Jannuzzi, Aranha, Bueno, Mendes,
Manzini, Trinca, Minayo e Cavalcante, Ribolla e Fiamengh, Barbosa, Franco, Skliar, e
Stainback e Stainback. No que se refere à vinculação teórica do estudo, Souza, Jurdi e Cipullo
(2016) afirmam que ‘’A teoria das representações sociais nos convida a pensar a prática dos
professores auxiliares da rede de ensino fundamental do município de Santos em interação
com alunos com deficiência’’ (p. 59). Segundo Minayo e Cavalcante (2009, p. 58 apud
SOUZA; JURDI; CIPULLO, 2016, p. 59):
Estudar as representações sociais é buscar conhecer o modo como um grupo humano
constrói um conjunto de saberes e expressa sua identidade, atribui sentido a uma
diversidade de objetos e, principalmente, constrói códigos culturais que definem, em
cada momento histórico, as regras de uma comunidade.
Vale salientar que Souza, Jurdi e Cipullo (2016) apresentam, de modo breve, o
objetivo da perspectiva teórica que respalda esse estudo, e evidenciam que ‘’Ribolla e
Fiamenghi (2007) afirmam que a teoria das representações foi desenvolvida por Serge
Moscovici, psicólogo social, na década de 60. Três dimensões são constitutivas para essa
teoria: o cognitivo, o afetivo e o social’’ (p. 59).
No que se refere aos resultados da pesquisa, Souza, Jurdi e Cipullo (2016) destacam
que alguns professores auxiliares ainda reproduzem o discurso, do modelo biomédico,
direcionado às pessoas com deficiência. Ademais, não compreendem a diferença entre o
conceito de inclusão social e integração. Diante disso, notamos mais uma perspectiva teórica
que privilegia a discussão sobre a prática de professores. Ressalta-se, ainda, que os autores
apontam a importância da reflexão acerca da interação na relação entre o professor e o
estudante.
Em suma, no decorrer deste capítulo destacamos o que os estudos abordam sobre a
concepção de deficiência, Educação Especial/Inclusiva, acessibilidade e empregabilidade.
100
Ademais, vimos os primórdios do delineamento conceitual referente aos estudos que não
apresentam explicitamente a perspectiva teórica. Apesar disso, os autores fazem menção às
leituras de outros autores. Podemos asseverar que os autores contribuem na compreensão do
fenômeno da deficiência, ao construírem um percurso datado e situado historicamente. Diante
disso, retomamos alguns dados históricos que marcaram esse percurso, por exemplo, no
estudo de Amirilian, Becker e Kovács (1991) percebemos o uso do termo pessoas portadoras
de deficiência que era usual no início da década de 90.
Além disso, as autoras direcionaram novos olhares para melhorar o curso de formação
dos futuros profissionais de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), com o objetivo
de prepará-los para atuarem junto às pessoas com deficiência. Nesse sentido, podemos
perceber o início de um movimento de transformação nas grades dos cursos de Psicologia,
justificado pelas autoras, como o surgimento de novas demandas de atuação junto às pessoas
com deficiência, na década de 90.
Notamos ainda, que Amirilian et al. (2000) começam a discutir alguns conceitos de
deficiência, incapacidade e desvantagem subsidiados pelo documento do Secretariado
Nacional de Reabilitação, da Organização Mundial da Saúde (OMS), denominado com a
Classificação Internacional de deficiências, incapacidades e desvantagens: um manual de
classificação das consequências das doenças (CIDID), que foi publicado em 1989. O estudo
de Amirilian (2003b) também apresenta uma demarcação histórica. A autora afirma que os
estudos desenvolvidos na década de 70, pela psicanalista americana Fraiberg, e seu grupo de
pesquisa da Universidade de Ann Harbor foram utilizados como referenciais teóricos no
início das pesquisas, sobre a temática deficiência no Brasil.
Outro dado histórico observado, refere-se ao estudo de Amirilian (2004) em que a
autora discute as dificuldades afetivo-emocionais das pessoas, com baixa visão. Enfatiza
ainda que, a partir da década de 70, a área da Saúde, Educação e Tecnologia desenvolveram
pesquisas com questões relacionadas à baixa visão. Percebe-se ainda que seu estudo, na área
da Psicologia, pode contribuir na compreensão das questões afetivo-emocionais das pessoas
com baixa visão. Ademais, pontuamos também o estudo de Violante e Leite (2011) sob a
Perspectiva Teórica Histórico-cultural, pois notamos o uso do termo Pessoas com Deficiência
(PCD).
Por fim, ressaltamos o uso dos documentos nacionais e internacionais de garantia de
direitos das pessoas com deficiência nas discussões dos estudos. A produção desses
documentos reflete estudos na área da Psicologia e outras áreas de maneira mútua. Em
seguida, veremos o capítulo acerca dos métodos dos estudos.
101
5
MÉTODOS QUE SUBSIDIAM A PRODUÇÃO ACADÊMICA DOS LÍDERES
PESQUISADORES DOS GRUPOS DE PESQUISA EM PSICOLOGIA
Neste capítulo, apresentamos os aspectos metodológicos, utilizados nos artigos
publicados, pelos líderes e vice-líderes, dos grupos de pesquisa. De início, identificamos 11
artigos (AMIRILIAN; BECKER; KOVÁCS, 1991; AMIRILIAN; BECKER, 1992;
AMIRILIAN, 1993, 2003b, 2004, 2005; AMIRILIAN et al., 2000; ANAUATE;
AMIRILIAN, 2007; LEITE, 2004; MARTINS; LEITE, 2014; LOPES et al., 2016) que não
indicam o método utilizado nos estudos.
Por vezes, apresentam uma revisão de literatura, relatos de experiência ou pesquisas
teóricas, abordando historicamente a temática deficiência, porém não apontam os
procedimentos metodológicos utilizados.
Por outro lado, identificamos 29 artigos que indicam o método adotado na pesquisa.
Sendo 6 artigos (AMIRILIAN, 1997, 2003a, 2003c, 2011; JURDI; AMIRILIAN, 2006;
SOUZA; JURDI; CIPULLO, 2016) de autoria da líder Amirilian, vice-líder Jurdi, do Grupo
de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão winnicottiana’’, e outros
autores, 1 artigo (ACIEM; MAZZOTTA, 2013) de autoria do vice-líder Mazzotta do Grupo
de Pesquisa ‘’Lide – Laboratório interunidades de estudos sobre deficiência’’, junto à outra
autora.
Além disso, 22 artigos (LEITE; MARTINS; MILANEZ, 2004; LEITE; ARANHA,
2005; LOPES; LEITE, 2011; OLIVEIRA; LEITE, 2011; VIOLANTE; LEITE, 2011; MAZO;
LEITE, 2012; BOSCO; MARTINS; GIROTO, 2012; LEITE; BORELLI; MARTINS, 2013;
NEVES; LEITE, 2013; VELDEN; LEITE, 2013; LEITE et al., 2014; CIANTELLI; LEITE;
MARTINS, 2014; LOPES; LEITE, 2015; BRANCO; LEITE; MARTINS, 2015; MARTINS;
LEITE; LACERDA, 2015; BRANCO; LEITE, 2016; CIANTELLI; LEITE, 2016; LEITE;
MATTOS, 2016; MOURA; LEITE; MARTINS, 2016; SILVA; GUARINELLO; MARTINS,
2016; VILELA; LEITE, 2017; LOUZADA; MARTINS; GIROTO, 2017), de autoria da líder
Leite, vice-líder Martins, do Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e pesquisa em
deficiência e inclusão’’, e outros autores. A apresentação, a seguir, destaca os métodos de
estudos por Grupos de Pesquisa.
102
5.1
Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão
winnicottiana ‘’
Amirilian (1997, 2003a) apresenta relatos de experiência e reflexões teóricas, que
abordam a deficiência, de acordo com os pressupostos da Teoria Winnicottiana. De início, a
autora explora a temática. Ao longo do texto expõe e discute o atendimento de casos.
Amirilian (1997) aborda o conceito de falso self, a partir do teórico Winnicotti, no ínterim em
que descreve dois casos de duas jovens com cegueira. Amirilian (2003a) também apresenta o
caso de um menino de 10 anos de idade com cegueira, e dificuldades de aprendizagem
enquanto discute sobre as propostas de intervenção às pessoas com deficiência, conforme o
teórico supracitado.
A partir disso, identificamos que a autora utiliza uma técnica terapêutica, durante a
realização das sessões, em ambos os casos atendidos, denominada de Desenhos-Estórias.
Nesse sentido, indica que:
Os procedimentos consistiam: no atendimento à criança – com uma proposta de
psicoterapia breve, utilizando o Procedimento de Desenhos-Estórias –, a seus pais –
que participaram de sessões em grupo e individuais – e à escola – com orientações
às professoras e a toda comunidade escolar. Dessa equipe participaram psicólogos e
pedagogos sob minha coordenação (AMIRILIAN, 2003a, p. 212-213).
Ademais, Amirilian (2003c) expõe uma pesquisa, que analisou diversos fatores
relacionados às dificuldades de aprendizagem de crianças, com cegueira e baixa visão de
escolas públicas e particulares da cidade de São Paulo. Amirilian (2003c) caracteriza seu
estudo como uma pesquisa de natureza qualitativa. Pontuamos que a autora explicita, de modo
detalhado, os procedimentos metodológicos utilizados por meio de duas etapas. Sendo, na
primeira etapa, desenvolvidos cinco estudos de caso e, na segunda, três estudos de caso.
No que se concerne aos participantes dessa pesquisa, cada um dos estudos de caso é
integrado pelo estudante com deficiência, seus responsáveis, professores, sua escola e outros
profissionais que o acompanhava. Para tanto, ‘’Os dados foram coletados por intermédio de
entrevistas, reuniões e atendimentos diretos aos diferentes participantes’’ (AMIRILIAN,
2003c, p. 109-110).
Jurdi e Amirilian (2006) descrevem um relato de experiência de intervenção, realizada
no horário de recreio, de uma escola estadual, de ensino fundamental, da cidade de São Paulo,
uma vez por semana, durante quatro meses, por duas discentes do quarto ano do curso de
graduação em Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo. A proposta de intervenção
se refere às atividades lúdicas (jogo de queimada, jogo ‘’alerta’’ e ‘’corre cotia’’) entre os
103
estudantes de classe especial e regular da escola, com o objetivo de verificar possíveis
modificações nas relações entre os estudantes com e sem deficiência, no espaço escolar.
De acordo com as autoras, ‘’O primeiro procedimento refere-se à observação do
cotidiano escolar. Nessa abordagem, a observação ocupa lugar privilegiado, pois é utilizada
como principal método de investigação’’ (JURDI; AMIRILIAN, 2006, p. 196). Ademais,
realizaram levantamento com os estudantes, denominado como entrevistas informais para
conhecer as brincadeiras, como percebiam as diferenças na escola, e optaram por filmar o
recreio. As autoras perceberam a importância do ambiente lúdico como um instrumento que
pode potencializar o processo de inclusão de estudantes com deficiência no espaço escolar.
Amirilian (2011) descreve quatro atendimentos de casos de jovens, com baixa visão,
em que denomina Caso 1, Caso 2, Caso 3 e Caso 4. A autora no Caso 1 explicita sobre o
atendimento de Carla, uma jovem de 15 anos de idade em que busca saber sobre sua escolha
profissional e, assim ‘’foi utilizado o Procedimento de Desenhos-Estórias para melhor
compreensão da dinâmica que apresenta no momento’’ (p. 25).
No Caso 2 sobre o atendimento de Luisa, uma jovem de 13 anos de idade apresentava
dificuldades de aprendizagem, também ‘’Nesse atendimento, o Procedimento de DesenhosEstórias foi utilizado como psicoterapia breve’’ (p. 26). No Caso 3 trata-se do atendimento de
Maria, uma jovem de 16 anos de idade, que assim como Carla tem dificuldades em escolher
sua profissão. Nessa direção, novamente o Desenhos-Estórias fizeram parte da sessão. Por
fim, no Caso 4 sobre o atendimento de Luís, um jovem de 16 anos de idade em que sua mãe
procura apoio profissional por não saber lidar com ele (AMIRILIAN, 2011).
Souza, Jurdi e Cipullo (2016) apresentam as representações sociais de três professores
auxiliares, de nove escolas da rede municipal, de ensino fundamental, do município de
Santos-SP, acerca dos estudantes com deficiência e seu processo de inclusão escolar. Segundo
os autores, seis professores aceitaram participar da pesquisa, no período de março a novembro
de 2014, mas, no artigo, optaram por apresentar as representações sociais de três professores
nos resultados e discussão.
Em relação aos procedimentos metodológicos, Souza, Jurdi e Cipullo (2016, p. 58)
afirmam que:
Foram realizadas seis entrevistas semiestruturadas com professores auxiliares de
classe de escolas e regiões distintas da cidade de Santos. [...] buscamos trabalhar
com uma metodologia capaz de propiciar um espaço confortável e favorável para
que os professores pudessem se expressar livremente.
Além disso, Souza, Jurdi e Cipullo (2016) utilizam como instrumento de pesquisa uma
adaptação do ‘’Desenho-Estória’’. Segundo os autores, este instrumento fomenta as
104
percepções temáticas de quem realiza, e é composto pela “associação de processos
expressivo-motores (entre os quais se inclui o desenho livre) e processos aperceptivos
dinâmicos (verbalizações temáticas)” (TRINCA, 1997, p.13 apud SOUZA; JURDI;
CIPULLO, 2016, p. 58).
Portanto, em cada entrevista foi solicitado aos participantes da pesquisa que
desenhassem uma criança sem deficiência, inventassem um nome a ela e dissessem sobre
quem era essa criança, suas relações familiares e de amizade na escola. Logo após,
desenhassem uma criança com deficiência e, assim seguissem o modelo de estória a ser
contada (SOUZA; JURDI; CIPULLO, 2016).
Como vimos acima os trabalhos consistem em relatos de experiência e estudos de
caso. Os participantes dos estudos são crianças e, por vezes, adultos. Ademais, os
instrumentos utilizados são qualitativos e caracterizados por entrevistas com o uso do
Procedimento Desenhos-Estórias. Esses modos caracterizam as pesquisas como também
veremos a seguir.
5.2
Grupo de Pesquisa ‘’Lide – Laboratório interunidades de estudos sobre
deficiência’’
Aciem e Mazzotta (2013) apresentam um estudo sobre a autonomia pessoal e social de
pessoas com deficiência visual (cegueira). Participaram deste estudo 12 pessoas, sendo 6
pessoas com deficiência visual (cegueira), 3 possuíam deficiência visual adquirida e 3 tinham
deficiência visual congênita, 4 pessoas eram do sexo masculino e 2 eram do sexo feminino, e
6 familiares dessas pessoas, 3 eram mães, 1 irmão, 1 esposa e outro, o irmão de religião.
Além disso, Aciem e Mazzotta (2013) pontuam que dos familiares entrevistados, uma
era pessoa com deficiência visual, e os participantes com deficiência visual (cegueira) são
egressos da Unidade para Reabilitação de Deficientes Visuais - URDV, entre os anos de 2002
a 2009. A idade variou entre 30 e 50 anos.
Os autores indicam que ‘’O tipo de pesquisa foi qualitativa, onde o pesquisador
valorizou as situações que se manifestam em contato direto com o objeto do estudo’’
(ACIEM; MAZZOTTA, 2013, p. 263). No que concerne aos procedimentos metodológicos,
foram utilizadas entrevistas semiestruturadas, com os participantes do estudo e, um
questionário foi aplicado. Aciem e Mazzotta (2013, p. 263) destacam que:
[...] O tipo de entrevista foi a semiestruturada, que permitiu adaptações e se
desenrolou a partir de um esquema básico na observação das tendências e dos
padrões relevantes para a análise. As gravações e transcrições das entrevistas foram
105
utilizadas para a análise e interpretação dos conteúdos, e o questionário apresentou
questões que facilitaram a categorização dos dados.
Por fim, Aciem e Mazzotta (2013) afirmam que o questionário aplicado, com os
participantes, com deficiência visual, continham 4 questões abertas, e no questionário
aplicado, com os familiares dos participantes, com deficiência visual, continha questões
semelhantes. Além do mais, a partir dos instrumentos de coleta de dados, 4 categorias foram
elaboradas para análise dos dados coletados, a saber: autonomia pessoal, autonomia social,
reabilitação e relações sociais.
A partir disso, percebemos que esse estudo trata-se de uma pesquisa de campo e os
instrumentos utilizados também são qualitativos e caracterizados por entrevistas
semiestruturadas e a aplicação de um questionário. Além disso, os participantes do estudo são
adultos. Esse tipo de pesquisa, instrumentos e a participação de adultos também estão
presentes nos trabalhos a seguir.
5.3
Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de estudos e pesquisa em deficiência e
inclusão’’
Leite, Martins e Milanez (2004) relatam uma intervenção psicossocial, que teve como
objetivo implementar um programa de orientações psicoeducacionais, com 21 pais de
estudantes, com deficiência auditiva e 9 pais, de estudantes com deficiência física, total de 30
participantes, no qual frequentavam atendimento pedagógico, no Centro de Estudos da
Educação e Saúde (Cees – Unesp/Marília).
Leite, Martins e Milanez (2004) apresentam a descrição dos procedimentos
metodológicos. Esta intervenção foi desenvolvida em três etapas. Na primeira etapa, foi
realizada a aplicação de um questionário semiestruturado, durante entrevistas individuais, em
que continha três questões semiabertas e, uma de múltipla escolha, acerca das expectativas
dos familiares, em relação ao processo psicoeducacional dos estudantes. Na segunda etapa, foi
realizada a análise dos dados coletados nos questionários.
Além disso, as autoras destacam as temáticas que emergiram advindas das entrevistas:
sexualidade, inclusão educacional, desenvolvimento geral, aspectos referentes ao atendimento
psicoeducacional, deficiência, comportamento e dificuldades de relacionamento social. Logo
após, a presença de profissionais de diversas áreas (pedagogas, psicopedagoga,
fonoaudiólogas e psicóloga) foi solicitada para ministrarem palestras aos familiares. Nessa
106
direção, na última etapa ocorreu a realização de palestras (LEITE; MARTINS; MILANEZ,
2004).
Leite e Aranha (2005) descrevem transformações na prática pedagógica de uma
professora, formada em Pedagogia, que atua em uma classe especial em escola estadual,
localizada no município do interior do Estado de São Paulo. As autoras destacam que estavam
matriculados nessa sala 12 estudantes, dos quais 10 estudantes com deficiência mental e dois
com deficiência múltipla - deficiência mental associada à deficiência física.
Para tanto, Leite e Aranha (2005) utilizaram, como instrumento de coleta de dados, um
roteiro norteador, com 15 perguntas abertas, acerca dos conceitos e crenças da professora
relacionada ao processo de ensino aprendizagem dos estudantes com deficiência. As autoras
destacam a autoria desse instrumento por Almeida (1994), Aranha (1998) e Leite (1997) que
foi utilizado em outros estudos.
Além desse roteiro norteador, utilizou-se filmadora, videocassete e gravador. Portanto,
‘’[...] iniciou-se a filmagem, em VT, da prática de ensino da professora, no cotidiano da sala
de aula, no período compreendido entre os meses de março a novembro. A filmagem foi
realizada três vezes por semana, tendo a duração de 10 minutos cada uma’’ (p. 208).
Logo após o término das filmagens, no período de cada semana, a pesquisadora
iniciou a escolha das filmagens, por meio de três critérios: conteúdo do filme, estratégia
pedagógica e grau de dificuldade com o objetivo de assistir as cenas com a professora, e
discutir sobre a prática pedagógica. No total foram realizados 20 encontros. Além disso,
utilizavam textos teóricos para subsidiar a discussão (LEITE; ARANHA, 2005).
Ainda sobre a prática pedagógica de uma professora, Oliveira e Leite (2011) relatam
uma intervenção realizada com uma professora, especialista na área de Deficiência Mental,
que atuava em uma sala de recursos, de uma escola, da rede estadual, de ensino fundamental
de um município, do oeste paulista. Segundo as autoras, a sala de recursos disponibilizava
atendimento especializado a 27 estudantes, sendo 3 matriculados em situação regular e 14 em
situação irregular.
Para tanto, Oliveira e Leite (2011) utilizaram instrumentos de coletas de dados como:
três roteiros, de observação, de análise da prática pedagógica e de entrevista, através de um
roteiro norteador de 18 questões abertas, que foram elaborados e aplicados, no decorrer da
pesquisa. Ademais, realizaram a leitura e análise de documentos oficiais, relacionados aos
planos de ensino e às fichas pedagógicas dos estudantes, utilizaram quatro textos que
respaldaram as discussões, acerca das práticas educacionais inclusivas e preencheram o
Documento Individual de Adaptações Curriculares (ACI).
107
Este documento utilizado pelas autoras trata-se de uma adaptação do trabalho de
Landívar e Hernández (1995). No período de intervenção, foram realizados quatro encontros,
com a professora em que discutiam, sobre a prática pedagógica subsidiada por quatro textos
de apoio. Pontuam que a coleta de dados ocorreu durante o período de agosto de 2006 a junho
de 2007. Neste período, houve um intervalo entre dezembro e março (OLIVEIRA; LEITE,
2011).
Lopes e Leite (2011) relatam um estudo que teve como objetivo, identificar as
concepções sobre surdez por 10 adultos com surdez, sendo 5 homens e 5 mulheres, moradores
de um município do oeste paulista. As idades variaram entre 23 e 57 anos. As autoras
explicitam que os procedimentos de coleta de dados foram realizados, em uma sala, do Centro
de Psicologia Aplicada (CPA), na unidade auxiliar da Universidade, onde o estudo foi
construído.
No que tange ao instrumento de coleta de dados, Lopes e Leite (2011) utilizaram um
roteiro de entrevista, semiestruturado, com 9 questões abertas, relacionadas às seguintes
temáticas: concepção de surdez, natureza da deficiência, aprendizagem da Libras, formas de
comunicação utilizadas, interação social com ouvintes pessoas com surdez. As autoras
afirmam que o roteiro de entrevista foi aplicado, em Libras, pela pesquisadora.
Em seguida, Lopes e Leite (2011, p. 308) apontam que:
Todas as entrevistas foram posteriormente assistidas e transcritas em Libras, de
acordo com os critérios para transcrição utilizados por Quadros e Karnopp (2004).
Após esse procedimento, as transcrições dos relatos foram submetidas à análise de
conteúdo definida por Bardin (2009). A autora sinaliza que a análise de conteúdo é
um conjunto de técnicas de análise de comunicações à luz de procedimentos
sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens. Tais
procedimentos visam obter indicadores (quantitativos ou não) que permitam a
inferência de conhecimentos concernentes às mensagens que, neste caso, foram
produzidas por meio das perguntas realizadas durante as entrevistas. Há técnicas de
análise de conteúdo diversas. Dentre elas, a análise de conteúdo categorial, técnica
mais conhecida e que foi a empregada nesta pesquisa. Constitui-se de um
procedimento de análise transversal, que recorta das entrevistas temáticas distintas
formando uma grelha de categorias extraídas do conjunto do discurso. Optou-se por
organizar as respostas a partir das questões do roteiro de entrevista, que
posteriormente foram reorganizadas, de modo a agrupar nas categorias relatos que
apresentassem semelhanças em seu conteúdo. Desse modo, chegou-se a três eixos
principais, que procuraram desvelar as concepções dos participantes sobre surdez,
relacionamento social e comunicação.
Violante e Leite (2011) realizaram uma pesquisa, sobre a empregabilidade das
pessoas, com deficiência, com funcionários do setor de recursos humanos, que eram
responsáveis pelo recrutamento e seleção de 12 empresas, da cidade de Bauru-SP, de diversas
atividades. Os autores afirmam que, dessa amostra, dez faziam parte do setor privado e duas,
do público, totalizando mais de 100 funcionários atuantes.
108
Em relação aos instrumentos do estudo e procedimentos de coleta de dados, Violante e
Leite (2011, p. 76) afirmam que:
Foi utilizado um roteiro de entrevista semiestruturado, contendo 13 questões
divididas em blocos temáticos, a saber: bloco 1: concepções sobre deficiência e
inclusão social; bloco 2: políticas da empresa para contratação de PCD; e bloco 3:
avaliação sobre o trabalho das PCD e condições de trabalho ofertadas a essa
demanda populacional. [...] as entrevistas foram realizadas pessoalmente nas
dependências das empresas, a partir de data e horário previamente agendados por
telefone, e gravadas para posterior transcrição. Para a análise dos dados qualitativos,
as entrevistas foram transcritas em sua íntegra e os dados foram aglutinados em
categorias de análise – concepções sobre PCD, concepções sobre o trabalho das
PCD, razões para contratação e critérios de admissão –, cujos conteúdos elucidaram
as questões norteadoras no roteiro de entrevista previamente formulado.
Ainda sobre concepções relacionadas à deficiência, Mazo e Leite (2012) descrevem
uma pesquisa que teve como objetivo, investigar a concepção do corpo docente de um curso
público de Arquitetura e Urbanismo do Estado de São Paulo, sobre questões referentes à
deficiência. O total de 16 docentes participaram do estudo, sendo 9 do gênero feminino e, 7
do gênero masculino. A idade variou entre 38 e 69 anos.
Quanto à coleta de dados, Mazo e Leite (2012) realizaram entrevistas individuais com
cada participante. Pontuam que foi aplicado, um roteiro, com 26 questões, das quais 6
questões tinham o objetivo de propiciar o rapport entre os participantes e a pesquisadora,
enquanto as outras 20 questões estavam mais direcionadas às temáticas do estudo. Assim,
estavam divididas em cinco grupos, em que cada grupo, questionava sobre a concepção deles
frente às temáticas. Logo após, ‘’Sobre os dados obtidos com as entrevistas com os
professores, optou-se por utilizar o método de análise de conteúdo descrito por Bardin
(1991)’’ (p. 88).
Leite, Borelli e Martins (2013) realizaram uma revisão de literatura sobre o campo de
estudos da Educação Inclusiva. As autoras descrevem os procedimentos metodológicos do
estudo. De início, os periódicos da área da Educação foram selecionados no sistema
WebQualis, na qualidade A1, A2, B1 e B2. Logo após, a busca pelas revistas ocorreu na base
de dados SciELO por meio dos seguintes descritores: curricular, currículo, deficiência,
educação especial e necessidades especiais.
Além disso, Leite, Borelli e Martins (2013) utilizaram-se o filtro, Todos os Campos,
na busca pelas revistas, com objetivo de refinar os dados, tais como: título, palavras-chave,
assunto, resumo e ano de publicação. Os critérios de busca foram artigos na língua
portuguesa, publicados no período de 2000 a 2010, e que tivesse relação com a temática do
estudo. Em seguida, as autoras afirmam que ‘’Os dados foram organizados em planilhas
109
gráficas e figuras e tabelas foram elaboradas, para posterior análise dos dados numéricos e do
conteúdo dos artigos revisados’’ (p. 70).
Neves e Leite (2013) relatam intervenções que foram realizadas, no decorrer de
atendimentos, em estágio supervisionado, na área da Educação Inclusiva, pelo curso de
graduação em Psicologia, de uma universidade pública, do interior paulista. Os autores
afirmam que, no início das atividades referentes ao estágio, estudos dirigidos e discussões
sobre questões relacionadas à deficiência foram desenvolvidos.
Segundo Neves e Leite (2013), as intervenções foram realizadas em uma instituição
não-governamental, que atendia estudantes da Educação Especial. Portanto, o participante
deste estudo chama-se Lucas, um menino de 10 anos de idade, que frequentava o quarto ano,
do ensino fundamental, de uma escola municipal, e era atendido no serviço de Psicologia da
instituição, pois foi diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.
Para tanto, Neves e Leite (2013, p. 182-183) destacam:
Como aspectos metodológicos das intervenções realizadas, informa-se que, no início
das atividades do estágio, foram efetuadas observações semanais do contexto escolar
(sala de aula e recreio) e dos atendimentos institucionais em grupo da área da
Psicologia, acrescida de entrevistas com avôs, psicóloga da instituição e professora
regular, que ofereceram subsídios para o planejamento sistemático de estratégias a
serem efetivadas com a criança. [...] em complementar, foram realizadas
intervenções na escola, as quais foram planejadas em conjunto com a professora da
sala de aula, que também objetivaram a proposição de ações intencionais de ensino
que facilitassem o desenvolvimento da atenção voluntária em atividades escolares,
como a elaboração de histórias curtas sobre diversidade humana e a produção de um
jornal da classe.
Velden e Leite (2013) apresentam parte dos resultados advindos de uma pesquisa de
pós-graduação, que trata da formação de profissionais, da área da Psicologia, para atuação
junto às pessoas com deficiência. Nessa direção, afirmam que ‘’A pesquisa aqui descrita
objetivou investigar teoricamente a formação em Psicologia à luz do método documental’’ (p.
500).
No que se refere aos procedimentos metodológicos, Velden e Leite (2013) utilizaram
como instrumento de análise documental, as matrizes curriculares e ementas das disciplinas
de cursos públicos (federais e estaduais) de graduação, em Psicologia, do país com o objetivo,
de buscar as seguintes temáticas: deficiência, necessidade especial, inclusão social e
excepcional. Sendo assim, Velden e Leite (2013) apontam que:
Para a realização da análise documental utilizou-se, primeiramente, uma estratégia
metodológica de busca, que encontra as palavras-chave por meio da localização de
seus radicais. Tal procedimento foi igualmente utilizado por Mazo (2010), e consiste
no emprego dos radicais de palavras, ou seja, nos descritores que representam o
núcleo semântico e formal de uma palavra.
110
Leite et al. (2014) relatam uma proposta de formação continuada de professores, em
Educação Inclusiva, que teve como objetivo, a construção de um vídeo educativo, voltado
para questões relacionadas à deficiência. Ressaltam que se trata, de um estudo de caso, de um
estudante, com diagnóstico de dupla deficiência (auditiva e intelectual), de 9 anos de idade,
matriculado no segundo ano, do ensino fundamental, de uma escola, da rede municipal de
Bauru-SP.
No que tange aos procedimentos metodológicos para construção do vídeo, Leite et al.
(2014, p. 95-96, tradução nossa) descrevem:
a) Treinamento contínuo: cenas dos quatro encontros dos pesquisadores e alunos
com a equipe da escola, momentos em que as ações de prática do professor em sala
de aula foram discutidas e redirecionadas.
b) Atividades na escola: cenas da atuação do professor em sala de aula com o aluno
e a interação do aluno com os colegas em situação de lazer.
c) Reunião multidisciplinar: cenas da análise da discussão do caso, na instituição,
com a participação de todos os envolvidos para as propostas de redirecionamento
educativo.
d) Reunião para finalizar o projeto e avaliar a proposta.
Ademais, as autoras pontuam que o vídeo foi organizado a partir de alguns eixos
temáticos como: a) inclusão social, b) educação inclusiva, c) educação continuada, d) estudo
de caso, e) processo de ensino-aprendizagem, f) avaliação da proposta (LEITE et al., 2014).
Lopes e Leite (2015) apresentam um estudo sobre o conjunto de significações, acerca
da deficiência e Polícia Militar para policiais, com deficiência adquirida. Os participantes da
pesquisa foram 7 policiais militares, que apresentavam algum tipo de deficiência, sendo 6 da
reserva por terem adquirido uma deficiência, e um policial da ativa. As autoras afirmam que
os policiais integravam a Associação de Policiais Militares Portadores de Deficiência do
Estado de São Paulo – APMDFESP.
No que concerne aos procedimentos metodológicos do estudo, Lopes e Leite (2015)
descrevem que ‘’A coleta de dados foi realizada por intermédio de entrevistas individuais com
o uso do relato oral autobiográfico. As memórias relatadas nas narrativas autobiográficas são
construções individuais, todavia, de modo semelhante, coletivas e sociais’’ (p. 670).
De início, Lopes e Leite (2015) afirmam que foi solicitado o preenchimento de um
questionário de identificação sobre a idade, o estado civil, a patente e ano de ingresso dos
participantes na corporação. Logo após, contassem suas histórias. Acerca da análise dos
dados, as autoras identificaram três núcleos: ‘’(a) a expressão do trabalho como atividade
fundamental; (b) condições de existência: transformações após a deficiência adquirida; (c)
condições de existência: relações de suporte social’’ (LOPES; LEITE, 2015, p. 671).
111
Branco, Leite e Martins (2015) realizaram uma análise bibliográfica, sobre o conceito
de acessibilidade, nas produções científicas brasileiras, por meio do portal da C@thedra, sítio
eletrônico da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Este sítio disponibiliza resultados de
estudos de Mestrado e/ou Doutorado apresentados nos programas de Pós-Graduação da
instituição. Segundo as autoras, o descritor de busca foi acessibilidade em busca simples e
avançada para coletar as produções científicas. Ademais, não foram selecionados os formatos,
idiomas e ano de publicação.
Conforme Branco, Leite e Martins (2015), foram encontradas 66 produções, sendo 22
teses e 44 dissertações. Após os critérios de exclusão como produções não disponíveis para
download, sem relação com a temática do trabalho ou descrição do conceito de acessibilidade,
totalizaram 10 teses e 28 dissertações para análise.
Por fim, Branco, Leite e Martins (2015, p. 246) afirmam que:
No que tange à mensuração dos dados, construiu-se um instrumento de
sistematização dos resultados bibliográficos, dividindo-se a análise em teses e
dissertações, conforme os seguintes itens: a) quantidade de estudos por curso de
Pós-Graduação; b) locais que cursaram a Pós-Graduação; c) cursos de PósGraduação realizados; d) ano de conclusão. Além disso, foram identificados outros
fatores, como: quantidade de teses e dissertações; nome do programa; área do
conhecimento humano, de acordo com a Tabela das Áreas do Conhecimento
disponibilizada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (CNPq); área de concentração; linha de pesquisa e conceitos de
acessibilidade abordados em cada estudo.
Martins, Leite e Lacerda (2015) realizaram uma pesquisa documental acerca do
acesso, de estudantes com deficiência, ao ensino superior brasileiro, conforme os indicadores
educacionais nacionais. De acordo com as autoras, a pesquisa se caracteriza como descritivoanalítica, e utilizou-se como fonte de dados: os resumos técnicos e planilhas do Censo da
Educação Superior, no período de 2000 a 2011, e documentos do Programa Incluir, no
período de 2005 a 2011.
Segundo as autoras, foram consultados 9 resumos técnicos, dos quais 6 não continham
informações em relação às pessoas com deficiência, e alguns não estavam disponíveis ao
acesso. Em seguida, ‘’[...] a análise foi realizada anualmente, sendo então contempladas para
o desenvolvimento da pesquisa informações referentes ao número do total de matrículas em
Instituições de Ensino Superior, a diferenciação público/privado e matrícula de pessoas com
deficiência’’ (MARTINS; LEITE; LACERDA, 2015, p. 1000).
Branco e Leite (2016) apresentam um estudo sobre as condições de acessibilidade, no
ensino superior, sob a perspectiva de 5 estudantes com deficiência, de cursos de pósgraduação stricto sensu, de diversas unidades universitárias, de uma instituição do ensino
112
superior pública do Estado de São Paulo. As autoras afirmam que os estudantes foram
identificados com alguma deficiência, no Anuário Estatístico da instituição, no ano de 2013.
Quanto ao perfil dos participantes da pesquisa, a idade variou entre 27 e 43 anos.
Sendo 3 estudantes com deficiência do sexo feminino e 2 estudantes do sexo masculino. No
que se refere ao tipo de deficiência, foram identificados 1 estudante do sexo masculino com
paraplegia, 1 estudante com tetraplegia do sexo feminino, 2 estudantes com mobilidade
reduzida do sexo feminino, e 1 estudante com cegueira adquirida do sexo masculino. Além
disso, os cursos de pós-graduação são Zootecnia, Saúde Coletiva, Genética, Botânica e
Educação Escolar (BRANCO; LEITE, 2016).
Em relação aos procedimentos metodológicos, foram realizadas entrevistas
semiestruturadas, de modo individual, com os estudantes, em salas das unidades, dos cursos
universitárias, localizados nos municípios de Botucatu, Jaboticabal e Araraquara. Em seguida,
‘’Os dados extraídos das entrevistas foram expostos a uma análise qualitativa pautada no
método de análise de conteúdo e na técnica de análise categorial propostos por Bardin
(2011)’’ (p. 38).
Silva, Guarinello e Martins (2016) analisam a percepção de intérpretes, de Libras, em
relação às suas práticas de ensino. Para tanto, foram entrevistados 35 intérpretes de língua de
sinais. Os autores destacam que, a maioria dos entrevistados atuavam em instituições privadas
e públicas de ensino superior, na cidade de Curitiba, e na região Sul e Sudeste do país.
Quanto aos procedimentos de coleta de dados, Silva, Guarinello e Martins (2016)
utilizaram um questionário com 27 questões, abertas e fechadas, que abordavam sobre a
formação dos participantes da pesquisa, dificuldades na realização das práticas de ensino, e
funções como intérpretes nas instituições em que atuavam. Em relação à análise dos dados
coletados, Silva, Guarinello e Martins (2016, p. 182) afirma que ‘’Para as variáveis
qualitativas, foram consideradas as frequências absolutas e relativas, sendo desenvolvida uma
discussão a partir da Análise de Conteúdo proposta por Bardin (2011)’’.
Moura, Leite e Martins (2016) expõem a percepção de estudantes com surdez, acerca
da sua trajetória educacional e suas possíveis expectativas de acesso ao ensino superior. De
acordo com os autores, foram entrevistados 7 estudantes, diagnosticados com surdez, idade
entre 16 e 25 anos, matriculados no ensino médio, de escolas públicas, da rede estadual de
ensino, de um município, do Estado de São Paulo e usuários da Libras.
No que se refere aos procedimentos de coleta de dados, Moura, Leite e Martins (2016,
p. 878) afirmam que:
113
A coleta de dados foi realizada por intermédio de entrevista semiestruturada,
subsidiada por um roteiro norteador. A escolha deste instrumento está relacionada às
suas características de prévia elaboração de um roteiro, com as questões principais
abertas, com a possibilidade de serem complementadas por outras questões inerentes
as circunstâncias da entrevista (MANZINI, 2004).
Acerca dos procedimentos de análise de dados, Moura, Leite e Martins (2016)
utilizaram a técnica de análise de conteúdo, segundo Bardin (1977). Ademais, transcreveram
as entrevistas dos participantes, a partir do sistema de notação desenvolvido por Lodi (2006).
Ainda sobre a inclusão de pessoas com deficiência no ensino superior, Ciantelli e Leite
(2016) realizaram um estudo acerca das ações realizadas, pelos núcleos de acessibilidade, no
ensino superior, direcionadas aos estudantes com deficiência. De acordo com as autoras, o
início da coleta de dados se deu, a partir do acesso ao documento, Orientador do Programa
Incluir – Acessibilidade na Educação Superior, que consta no site do Ministério da Educação
(MEC) com o propósito de encontrar o quantitativo de universidades públicas federais
brasileiras que continham núcleos de acessibilidade.
Sendo assim, foram encontradas 55 instituições. Quanto aos participantes da pesquisa,
foram 17 coordenadores, dos núcleos de acessibilidade, do quantitativo total de 55
instituições, que aceitaram participar do estudo. A partir disso, no estudo foi utilizado como
instrumento de coleta de dados, um questionário, com 18 questões, sendo 12 abertas e 6
fechadas. O questionário foi desenvolvido por meio do Google Docs, e enviado aos
participantes, para que respondessem as questões solicitadas (CIANTELLI, LEITE, 2016).
Em relação à análise dos dados, Ciantelli e Leite (2016, p. 419) apontam que:
A análise dessas respostas foi realizada à luz de três tópicos temáticos: a) estrutura
física, que compreende elementos de urbanização, arquitetura, edificações, entre
outros; b) estrutura humana, que contempla assuntos referentes ao pessoal,
envolvendo comunicação, administração, didática, formação de professores e
funcionários, entre outros; c) ajuda técnica, sendo definida pela utilização de
produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente
projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa portadora de deficiência ou
com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida,
categorizadas de acordo com o Decreto nº 5.296 (BRASIL, 2004), que estabelece as
normas gerais, os critérios básicos para a promoção da acessibilidade da pessoa com
deficiência nos diferentes contextos – da educação básica ao ensino superior.
Método semelhante foi aplicado em estudo sobre deficiência e acessibilidade em
comunidades universitárias (BENETTI; BELLINI; LEITE, 2013).
Leite e Mattos (2016) apresentam um estudo sobre as concepções de deficiência de
funcionários e estudantes de uma universidade pública brasileira. Conforme as autoras,
participaram desse estudo 2330 pessoas, sendo 1472 estudantes de graduação e 374 de pósgraduação. Quanto à formação dos participantes e as áreas do saber, 207 estudantes
matriculados no doutorado, 163 no mestrado e 4 no mestrado profissional, sendo de três
114
grandes áreas (humanas, biológicas e sociais). Ademais, participaram 252 docentes e 232
técnicos-administrativos.
Durante a coleta de dados foi utilizado um instrumento, denominado Escala
Concepções de Deficiência - ECD, segundo Leite e Lacerda (2013). Há 20 afirmativas
referentes a quatro diversas concepções de deficiência como: social, biológica, metafísica e
histórico-cultural por meio de 5 sentenças para cada concepção. Além do mais, as autoras
destacam que os dados foram coletados, no final do segundo semestre, do ano letivo de 2013,
através do envio on-line da escala, e um formulário com informações gerais (curso, ano de
ingresso, idade, sexo, faculdade e unidade universitária) dos participantes, para 32 unidades
universitárias (LEITE; MATTOS, 2016).
No que se refere aos procedimentos de análise de dados, Leite e Mattos (2016)
utilizaram o pacote estatístico do IBM SPSS Statistics Base, em que foram desenvolvidas
análises descritivas dos dados como: cálculo de frequência média, mediana e desvio padrão.
Quanto análises estatísticas inferenciais, utilizaram 3 testes como: Teste t de Student para
avaliar a comparação entre duas médias entre as concepções de deficiência mencionadas
anteriormente e gênero, Teste ANOVA para avaliar a comparação entre três ou mais grupos
(concepções de deficiência e ano de ingresso para os estudantes, e o Teste r de Pearson para
avaliar a correlação entre cada uma das concepções de deficiência e idade dos participantes.
Louzada, Martins e Giroto (2017) apresenta um estudo relacionado à oferta da
disciplina Libras. Segundo as autoras, foram coletadas 49 grades curriculares de cursos de
licenciatura, por meio do acesso aos sites de 3 instituições de ensino superior como:
Universidade Estadual Paulista - (UNESP), Universidade Federal de São Carlos - (UFSCar), e
Universidade Federal de Santa Catarina - (UFSC).
Louzada, Martins e Giroto (2017) afirmam que ‘’A localização das informações
contidas nos documentos citados foi realizada por meio da técnica de busca por radicais,
proposto por Mazo (2010), também utilizada nos estudos de Velden e Leite (2013)’’ (p. 870).
No que se refere à análise dos dados, utilizaram a análise de conteúdo conforme Bardin
(2011).
Assim, identificaram 19 cursos que ofertavam disciplinas em atendimento às políticas
de educação bilíngue para pessoas com surdez, sendo encontradas 22 disciplinas. As
categorias de análise foram ensino de Libras, conteúdos sobre Libras e políticas públicas e
fundamentos da educação dos surdos.
Por fim, Vilela e Leite (2017) descrevem um relato de experiência, acerca da inclusão
de pessoas com deficiência, no espaço de trabalho. Segundo as autoras, 13 funcionários
115
acadêmicos e funcionários administrativos, de 3 diferentes faculdades, de uma universidade
pública, localizada no estado de São Paulo, participaram do estudo. Sendo 9 participantes do
sexo feminino e 4 do sexo masculino. A idade variou entre 26 e 58 anos.
No que tange aos procedimentos metodológicos, foi utilizado como instrumento de
coleta de dados, o Inventário de Concepções de Incapacidade, segundo Carvalho-Freitas
(2007), com o objetivo de identificar as concepções de deficiência dos participantes do
estudo. A partir disso, foi realizada uma intervenção, o curso de capacitação ‘’Sensibilização
à Inclusão de Pessoas com Deficiência no Trabalho’’, que ocorreu em 6 sessões e teve como
objetivo, fomentar reflexões sobre questões relacionadas à deficiência, inclusão, diversidade e
emprego (VILELA; LEITE, 2017).
O curso foi proposto em um estudo de mestrado, desenvolvido na Universidade
Estadual Paulista (UNESP), no Programa de Pós-Graduação em Psicologia. As autoras
pontuam que o instrumento, Inventário de Concepções de Incapacidade, foi aplicado,
novamente, após o término do curso de capacitação (VILELA; LEITE, 2017).
Em suma, no decorrer deste capítulo apresentamos o método que subsidia os artigos
dos líderes e vice-líderes, dos três grupos de pesquisa em Psicologia, e percebemos que
estudos ligados ao Grupo de Pesquisa ‘’Desenvolvimento e deficiência: uma compreensão
winnicottiana’’, em sua maioria apresentam relatos de experiência, e estudos de casos em que
utilizam como instrumento de coleta de dados entrevistas, observação e o Procedimento de
Desenhos-Estórias. No que tange aos participantes dos estudos, principalmente, são crianças
e, por vezes, adultos.
Acerca do estudo ligado ao Grupo de Pesquisa ‘’Lide – Laboratório interunidades de
estudos sobre deficiência’’ trata-se de uma pesquisa de campo que utilizou como instrumentos
de coleta de dados, entrevistas semiestruturadas, e a aplicação de um questionário. Os
participantes do estudo são adultos.
No que concerne aos estudos ligados ao Grupo de Pesquisa ‘’GEPDI – Grupo de
estudos e pesquisa em deficiência e inclusão’’, em sua maioria apresentam pesquisas de
campo, relatos de experiência, pesquisas bibliográficas e documentais. Em relação aos
instrumentos de coleta de dados, utilizam entrevistas semiestruturadas, questionários
aplicados e respondidos, de modo presencial, por vezes on-line, observação, documentos, e
análises estatísticas, através da aplicação de testes. Quanto à análise de dados coletados, em
sua maioria, utilizam a técnica proposta por Bardin (1977, 1991, 2011), e os participantes dos
estudos são adultos, na maioria das vezes, e, por vezes, crianças.
116
6
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Consideramos importante a realização de pesquisas do tipo metassíntese, pois
permitem níveis analíticos: quantitativo e qualitativo. As etapas empreendidas de
Exploração, Cruzamento, Refinamento, Descrição e Interpretação evidenciaram
mapeamento geográfico, histórico, institucional, status dos grupos, perspectivas teóricas e
metodológicas das pesquisas brasileiras sobre a temática deficiência.
Nessa direção, os resultados da análise descritiva permitem concluirmos que: o
descritor Deficiência é o que permite acesso ao maior número de grupos de pesquisa; a região
Sudeste e o estado de São Paulo concentram maior número de grupos; as pesquisas estão
vinculados às instituições públicas brasileiras; a grande área de conhecimento está situada nas
Ciências Humanas, com a área da Educação em maior representação, seguida da Psicologia; o
primeiro grupo foi criado pela Universidade Estadual de Campinas, em 1995, pertencente à
área de conhecimento (Medicina).
Nos anos de 2002, 2012, 2013 e 2016 houve a maior quantidade de criação de grupos
em que pertencem às áreas de conhecimento (Educação, Educação Física, Direito,
Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Psicologia, Saúde Coletiva e Serviço Social); a vasta
produção acadêmica dos pesquisadores se localiza no campo de conhecimento das Ciências
Humanas, com representação significativa da pesquisadora Maria Piedade Resende da Costa
na Educação e Lúcia Pereira Leite na Psicologia.
Ainda, a análise interpretativa permite concluir que: as perspectivas teóricas que
subsidiam as pesquisas dos grupos e respectivas publicações de artigos são de base
winnicottiana, sócio-histórica, histórico-cultural e das representações sociais; as temáticas
giram em torno da concepção de deficiência, Educação Especial/Inclusiva, acessibilidade e
empregabilidade.
Pudemos identificar que, historicamente, o uso do termo pessoas portadoras de
deficiência era usual no início da década de 90 no estudo de Amirilian, Becker e Kovács
(1991) e a preocupação na formação dos profissionais de Psicologia para atuarem junto às
pessoas com deficiência; Amirilian et al. (2000) iniciam discussões sobre a concepção de
deficiência subsidiadas, inicialmente, pela Classificação Internacional de deficiências,
incapacidades e desvantagens: um manual de classificação das consequências das doenças
(CIDID) em que foi publicado em 1989. Assim, acompanhavam o cenário de discussão da
temática, repensavam suas práticas e demandas. A partir disso, realizavam intervenções com
crianças e adultos sob a Perspectiva Teórica Winnicottiana.
117
Outro dado histórico trata-se do estudo de Amirilian (2003b), pois a autora afirma que
os estudos desenvolvidos na década de 70, pela psicanalista americana Fraiberg, e seu grupo
de pesquisa da Universidade de Ann Harbor foram utilizados como referenciais teóricos no
início das pesquisas brasileiras sobre a temática deficiência. Diante disso, percebemos as
primeiras influências teóricas.
Amirilian (2004) também deu início às discussões sobre as dificuldades afetivoemocionais das pessoas com baixa visão sob a Perspectiva Teórica Winnicottiana, e destaca
que a partir da década de 70 a área da Saúde, Educação e Tecnologia também desenvolveram
pesquisas com questões relacionadas à baixa visão. Além do mais, identificamos o estudo de
Violante e Leite (2011) sob a Perspectiva Teórica Histórico-cultural, pois notamos o uso do
termo Pessoas com Deficiência (PCD).
Concluímos ainda, a partir de dados históricos, a importância que os grupos e
pesquisadores imprimem ao uso de documentos nacionais e internacionais de garantia de
direitos das pessoas com deficiência no subsídio de seus estudos. Os autores utilizam os
primeiros documentos oficiais e, por vezes, os mais recentes.
No que se refere aos primeiros documentos oficiais citam: Declaração Universal dos
Direitos Humanos de 1948, Declaração dos Direitos das Pessoas Mentalmente Retardadas
(1971), Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes (1975), Constituição Federal de
1988, Lei 8.213/1991, Declaração de Salamanca (1994), Diagnosticand Statistical Manual of
Mental Disorders-Revised (DSM-IV-TR), Declaração Mundial da Educação para Todos
(1990), Estatuto da criança e do adolescente, Lei nº 8.069/1990, Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB) 9.394/96, Documento Individual de Adaptações Curriculares
(ACI), Lei 9.528/97 e a Lei nº. 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Além disso, a Resolução CNE/CEB 2/2001, Diretrizes Nacionais para a Educação
Especial na Educação Básica, Convenção de Guatemala (2001), Lei no 10.436, de 24 de abril
de 2002, sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, Decreto Federal 5.296/2004, em seu
artigo 8°, inciso I, a Norma Brasileira Técnica 9050/2004, Programa Incluir - Acessibilidade
na Educação Superior, criado em 2005 pelo Ministério da Educação (MEC), Decreto Federal
nº 5.626/05, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, Convenção sobre
os Direitos das Pessoas com Deficiência (2007), Política Nacional de Educação Especial na
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regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (TILS), Censo
118
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de Censo de Educação Superior de 2014, Cartilha do Direito da Pessoa com Autismo e Lei
Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.
A análise interpretativa do uso de métodos, nos estudos na área da Psicologia e
Educação, caracteriza-se pela multiplicidade: relatos de experiência, pesquisas bibliográficas
e documentais, estudos de casos em que utilizam como instrumento de coleta de dados
entrevistas semiestruturadas, observação e o Procedimento de Desenhos-Estórias e
questionários (presenciais ou on-line), análises estatísticas, através da aplicação de testes; os
participantes dos estudos, principalmente, são crianças e, por vezes, adultos; observa-se
preponderância do uso da técnica proposta por Bardin (1977, 1991, 2011). Os participantes
dos estudos são adultos, na maioria das vezes, e, por vezes, crianças.
Em relação aos limites da presente pesquisa, destacamos a escolha dos 6 descritores de
busca inseridos no DGP, a presença de ao menos um descritor no título de cada grupo de
pesquisa e a análise de um tipo de produção acadêmica (artigos). O uso desses descritores de
busca nos permitiu conhecer essa plataforma, apresentar um panorama dos grupos de pesquisa
e o movimento histórico das suas produções.
Durante a realização de cada etapa da pesquisa surgiram alguns questionamentos
como: Há mais grupos de pesquisa relacionados à deficiência em todas as áreas de
conhecimento, principalmente, na Psicologia? Por que pesquisadores de referência na área
Psicologia não constam nos grupos de pesquisa capturados? Por que alguns artigos publicados
pertencentes aos grupos de pesquisa da Psicologia não apresentam a perspectiva teórica que
subsidia o estudo? Quais os motivos relacionados ao aumento significativo de criação de
grupos de pesquisa em alguns anos em comparação aos outros períodos?
Nessa direção, foi possível construir algumas hipóteses para esses questionamentos e
apresentar sugestões para futuras pesquisas referentes à temática. Quanto às hipóteses,
existem outros grupos de pesquisa que trabalham com linhas de pesquisa voltadas à
deficiência, mas não necessariamente enfatizam os descritores que utilizamos nos títulos de
seus grupos de pesquisa. Não destacá-los nos títulos, não exclui a possibilidade de
trabalharem com a temática.
119
Como sugestão para futuras pesquisas, indicamos a ampliação dos descritores de
busca, por exemplo, inserir temáticas relacionadas à Educação Especial/Inclusiva, e a análise
de diversos tipos de produções acadêmicas como: dissertações, teses, capítulos de livros, etc.
Ademais, considerar a possibilidade de cruzar os dados coletados com a Plataforma da
Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP).
Em relação aos pesquisadores de referência na área Psicologia não constarem nos
grupos de pesquisa capturados, ressaltamos que um dos resultados desta pesquisa demonstra
que o maior quantitativo de grupos pertence à Educação com 14 grupos, assim como o
quantitativo de 435 artigos publicados. Possivelmente, os pesquisadores de referência da área
da Psicologia estão cadastrados em outros grupos de pesquisa, principalmente, da Educação,
pois historicamente há interlocuções entre as áreas. Sugerimos, ainda, a análise completa das
produções acadêmicas da área das Ciências Humanas.
No que tange à análise dos aspectos teóricos e metodológicos dos artigos publicados, a
perspectiva teórica não está explícita, pois os artigos privilegiam os resultados das pesquisas.
Portanto, torna-se mais evidente a descrição dos procedimentos metodológicos e a discussão
dos resultados do que as perspectivas teóricas.
No que se refere ao aumento significativo de criação de grupos de pesquisa em alguns
anos em comparação com outros períodos, possivelmente, há relação com a formulação e
divulgação dos documentos nacionais e internacionais que defendem e garantem os direitos
das pessoas com deficiência, a luta de movimentos sociais, o avanço de estudos acadêmicos e
práticas profissionais. Sugerimos manter a análise de grupos de pesquisa e produções
acadêmicas desde os mais antigos ao mais atuais.
Diante disso, destacamos que este estudo contribui na divulgação da rede de
pesquisadores dos grupos de pesquisa de todas as áreas, principalmente, os três grupos de
pesquisa da Psicologia junto a sua produção acadêmica, ao identificarmos e analisarmos os
seus aspectos teóricos e metodológicos na íntegra. Além disso, na reafirmação da importância
do olhar da Psicologia, que ao longo das décadas vem contribuindo no processo de inclusão
das pessoas com deficiência, pautada no Modelo Social da Deficiência, no qual a deficiência é
percebida como um fenômeno social e, assim contrapõe os modelos tradicionais da Psicologia
em que são respaldados pela hegemonia do Modelo Médico da Deficiência.
Ainda sobre isso, a Psicologia tem contribuído, sobretudo, no rompimento das
barreiras atitudinais, que são preconceitos e estereótipos direcionados às pessoas com
deficiência, ou seja, como a sociedade percebe e se relaciona com as pessoas com deficiência
nos mais diversos contextos.
120
Ademais, este estudo também contribui com possíveis sugestões para futuras
pesquisas acerca da temática, principalmente, nas áreas da Psicologia e Educação
Especial/Inclusiva. Por fim, reafirmamos a relevância de estudos a partir de plataformas online. DGP do CNPq e a Plataforma Lattes são fundamentais para o desenvolvimento de
estudos em diversas áreas de conhecimento, assim como nos nossos estudos no Grupo de
Pesquisa “Epistemologia e a Ciência Psicológica”, pois retratam a pesquisa e pesquisadores
brasileiros. Portanto, pudemos conhecer, realizar sínteses para avançar o conhecimento e
apresentar o movimento histórico das produções.
121
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128
APÊNDICE A
Quadro 5 - Descritor Pessoa com deficiência
INSTITUIÇÃO
GRUPO
LÍDER
GRANDE ÁREA DO
CONHECIMENTO
ÁREA DO
CONHECIMENTO
Universidade Federal
de Sergipe
A Construção da linguagem,
patologias e a prática clínica.
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Universidade de São
Paulo
A escola e a educação
inclusiva
Ciências Humanas
Educação
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
A inclusão da pessoa com
deficiência, TGD/TEA ou
superdotação e os contextos
de aprendizagem
A pessoa com deficiência:
avaliação e intervenção
especializada nas áreas de
educação, saúde e psicologia
A proteção constitucional das
pessoas com deficiência
Rosana Carla
do Nascimento
Givigi
Karina Soledad
Maldonado
Molina Pagnez
Eliana
Marques
Zanata
Ciências Humanas
Educação
Silvana Maria
Blascovi de
Assis
Ciências Humanas
Educação
Luiz Alberto
David Araujo
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Acessibilidade Virtual e
Tecnologia Assistiva
Andréa Poletto
Sonza
Ciências Humanas
Educação
Acessibilidade, Inclusão e
Desenho Universal
Márcia Valéria
Rodrigues
Ferreira
Maria
Aparecida
Bezerra
Fábio Morais
Borges
Jônatas de
França Barros
Paulo Moreira
Silva Dantas
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Angela
Teresinha
Zuchetto
Sandra Regina
Garijo de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Patrícia dos
Santos Vigário
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Engenharia de
Produção
Universidade
Presbiteriana
Mackenzie
Pontifícia
Universidade Católica
de São Paulo
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do Rio
Grande do Sul
Instituto Federal do
Paraná
Universidade Federal
da Paraíba
Acessibilidade, Inclusão e
Funcionalidade
Universidade Federal
da Paraíba
Universidade de
Brasília
Universidade Federal
do Rio Grande do
Norte
Universidade Federal
de Santa Catarina
Atividade Física Adaptada –
GEPAFA
Atividade Física e
Deficiência Intelectual
ATIVIDADE FÍSICA E
SAÚDE
Universidade Federal
dos Vales do
Jequitinhonha e
Mucuri - Campus JK
Centro Universitário
Augusto Motta
Atividades Lúdicas para a
promoção de
desenvolvimento e
aprendizagem
Avaliação e intervenção no
esporte adaptado
Universidade de São
Paulo
Balanceamento e
sequenciamento de linhas de
produção
Marcus Rolf
Peter Ritt
Engenharias
Universidade Federal
do Estado do Rio de
Janeiro
Campo da Museologia,
perspectivas teóricas e
práticas, musealização e
patrimonialização.
Tereza Cristina
Moletta
Scheiner
Ciências Sociais
Aplicadas
ATIVIDADE MOTORA
ADAPTADA
Museologia
129
Universidade Cruzeiro
do Sul
Instituto Nacional de
Telecomunicações
Instituto Federal do
Sertão Pernambucano
Centro Universitário
Metodista Izabela
Hendrix
Universidade Federal
de Goiás
Fundação
Universidade Regional
de Blumenau
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita
Filho
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Instituto Nacional de
Tecnologia
Cariologia Baseada em
Evidências
Centro de Desenvolvimento e
Transferência de Tecnologia
Assistiva
Coletivo de Estudos em
Educação e Educação Física
em Petrolina-PE
Comunicação Humana
Corpo, deficiência, população
e espacialidade: cartografias
existenciais
Criança e Movimento
Deficiências Físicas e
Sensoriais
Odontologia
Engenharias
Engenharia
Biomédica
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Ciências Humanas
Geografia
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciências Humanas
Educação
Luis Carlos
Paschoarelli
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Design para Sustentabilidade
Júlio Cezar
Augusto da
Silva
José Marcos
Miné Vanzella
Cleber Affonso
Angeluci
Isabel Maria
Sampaio
Oliveira Lima
Bernardo
Lazary
Cheibub
Ana Lucia
Cortegoso
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Viviane de
Bona
Célia Regina
da Silva Rocha
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências Sociais
Aplicadas
Turismo
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências Humanas
Economia
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Dignidade da pessoa humana
e a função social do Estado
Direito Civil Emergente
Universidade Federal
Fluminense
DISTURB - Fatores
Restritivos ao Turismo em
Espaços Urbanos
Economia solidária e
cooperativismo popular
EDUCAÇÃO DE PESSOAS
COM NECESSIDADES
EDUCACIONAIS
ESPECIAIS
Educação e Inclusão Social
Universidade Federal
de Pernambuco
Universidade Cruzeiro
do Sul
Ciências da Saúde
Design e Tecnologia
Assistiva
Centro Universitário
Salesiano São Paulo
Universidade Federal
de Mato Grosso do Sul
Universidade Católica
do Salvador
Universidade Federal
de São Carlos
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Renata de
Oliveira Guaré
Fabiano Valias
de Carvalho
Francisco
Demetrius
Luciano
Caldas
Luciana
Mendonça
Alves
Ronan
Eustáquio
Borges
Marcus
Vinicius
Marques de
Moraes
Ligia Maria
Presumido
Braccialli
Direitos Humanos, Direito à
Saúde e Família
Educação Especial
Universidade Estadual
de Mato Grosso do Sul
Educação especial
Universidade do
Estado do Amazonas
Educação Inclusiva e o
Aprender na Diversidade
Doracina
Aparecida de
Castro Araujo
Patricia
Sánchez
Lizardi
Direito
Direito
Educação
130
Universidade para o
Desenvolvimento do
Alto Vale do Itajaí
eSilex - Núcleo de Educação,
Desenvolvimento e
Tecnologias
Fernanda
Souza
Ciências Humanas
Educação
Universidade Católica
de Brasília
Estudos do Lazer:
Corporeidade e Diversidade
Ciências da Saúde
Universidade Federal
de Minas Gerais
Estudos dos processos de
funcionalidade e de
incapacidade relacionados ao
desenvolvimento
Estudos sobre Pessoas com
Deficiências e Atividades
Motoras
Fisioterapia e Saúde Coletiva
Tânia Mara
Vieira
Sampaio
Marisa Cotta
Mancini
Ciências da Saúde
Educação Física
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Kathya
Augusta
Thomé Lopes
Isabel
Aparecida
Porcatti de
Walsh
Cláudia Regina
de Oliveira
Vaz Torres
Simone Costa
Nunes
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Administração
Lúcia Pereira
Leite
Ciências Humanas
Psicologia
Ricardo
Alexandre
Rodrigues
Santa Cruz
Claudia
Dechichi
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Márcia de
Borba Campos
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Isabelita Maria
Crosariol
Ciências Humanas
Educação
Márcia da
Silva Campeão
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade Federal
do Amazonas
Universidade Federal
do Triângulo Mineiro
Universidade Salvador
Pontifícia
Universidade Católica
de Minas Gerais
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Universidade Estadual
de Roraima
Universidade Federal
de Uberlândia
FORMAGEL - Grupo de
Pesquisa em Formação,
Gênero e Linguagem
GEDI - Grupo de Estudos em
Gestão, Diversidade e
Inclusão
GEPDI - Grupo de Estudos e
Pesquisa em Deficiência e
Inclusão.
GEPEFE - Grupo de Estudos
e Pesquisas em Educação
Física e Esportes
Universidade Federal
Rural do Rio de
Janeiro
GEPEPES - GRUPO DE
ESTUDOS E PESQUISA
POLÍTICAS E PRÁTICAS
EM EDUCAÇÃO
ESPECIAL E INCLUSÃO
EDUCACIONAL
GIE/FACIN- Grupo de
pesquisa em Informática na
Educação da FACIN
GPECS: Grupo de Pesquisa
em Educação, Cultura e
Sociedade
GPEFEA - Grupo de
Pesquisa em Educação Física
e Esportes Adaptados
Instituto Federal SulRio-Grandense
Grupo de Eletrônica e
Telecomunicações - GET
Julio Cesar
Mesquita
Ruzicki
Engenharias
Engenharia Elétrica
Universidade Federal
de Pelotas
Grupo de Ensino e Pesquisa
em Terapia OcupacionalUFPel
Nicole Ruas
Guarany
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Universidade Federal
do Paraná
Grupo de Ergonomia e
Usabilidade
Maria Lucia
Leite Ribeiro
Okimoto
Engenharias
Engenharia de
Produção
Pontifícia
Universidade Católica
do Rio Grande do Sul
Instituto Federal de
São Paulo
131
Instituto Federal do
Paraná
Grupo de Estudo e Pesquisa
Educação e Epistemologia
das Ciências e Suas
Linguagens
Fabio de Souza
Alves
Ciências Exatas e da
Terra
Geociências
Universidade Estadual
de Londrina
Grupo de Estudo e Pesquisa
em Atividade Física e
Deficiência
Márcia
Greguol
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade Estadual
de Campinas
Grupo de Estudo e Pesquisa
em Atividade Motora
Adaptada-GEPEAMA
José Júlio
Gavião de
Almeida
Ciências da Saúde
Educação Física
Centro de Capacitação
Física do Exército
Grupo de Estudo e Pesquisa
em Biociências Aplicadas às
atividades do Exército
Cláudia de
Mello
Meirelles
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade Estadual
do Sudoeste da Bahia
Grupo de Estudo e Pesquisa
em Ciência e Educação à
Diversidade
Ramon Missias
Moreira
Ciências Humanas
Educação
Universidade Estadual
do Oeste do Paraná
Grupo de Estudo e Pesquisa
em Educação Especial –
GEPEE
Elisabeth
Rossetto
Ciências Humanas
Educação
Universidade Estadual
de Campinas
Grupo de Estudo e Pesquisa
em Educação Física,
Deficiência, Inclusão e
Escola
Paulo Ferreira
de Araujo
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade Federal
de São Carlos
Grupo de Estudo e Pesquisa
em Inovação e Transferência
Tecnológica (GEPITec)
Miguel Ángel
Aires Borrás
Engenharias
Engenharia de
Produção
Universidade Estadual
de Maringá
GRUPO DE ESTUDOS DO
LAZER (GEL)
Silvana dos
Santos
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade Federal
do Tocantins
Grupo de Estudos do Sentido
- Tocantins - GESTO
Luiz Roberto
Peel Furtado
de Oliveira
Lingüística, Letras e
Artes
Linguística
Universidade Federal
de Alagoas
Grupo de Estudos e Extensão
em Atividade Motora
Adaptada (GEEAMA)
Francy Kelle
Rodrigues
Silva
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade Estadual
do Oeste do Paraná
Grupo de Estudos e Pesquisa
em Atividade Física
Adaptada na Unioeste –
UNIGEPAFA
Douglas
Roberto
Borella
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade Estadual
de Campinas
Grupo de Estudos e Pesquisa
em Esportes e Deficiência
Visual
José Júlio
Gavião de
Almeida
Ciências da Saúde
Educação Física
132
Instituto Federal do
Maranhão
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISA EM
FORMAÇÃO, TRABALHO
E EDUCAÇÃO - GEPFORTE
Floriza
Gomide Sales
Rosa
Ciências Humanas
Educação
Universidade Federal
de Mato Grosso
Grupo de Estudos e Pesquisa
em Informática aplicada à
Educação (GEPIE)
Grupo de Estudos e Pesquisas
em Aspectos Psicossociais do
Corpo
Soraia Silva
Prietch
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Fabiane Frota
da Rocha
Morgado
Ciências da Saúde
Educação Física
Inacia Sátiro
Xavier de
França
Ciências da Saúde
Enfermagem
Síglia Pimentel
Höher
Camargo
Eduardo
Gomes Onofre
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Luiza Lana
Gonçalves
Silva
Monica
Benfica
Marinho
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Enio Gomes
Araujo
Ciências Exatas e da
Terra
Matemática
Décio Roberto
Calegari
Ciências da Saúde
Educação Física
Maria Candida
Soares DelMasso
Juliane
Aparecida de
Paula Perez
Campos
Graciele
Massoli
Rodrigues
Michele
Schultz Ramos
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Biológicas
Morfologia
Jane Cruz
Prates
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Hermeneilce
Wasti Aires
Pereira Cunha
Ciências Humanas
Geografia
Universidade Federal
Rural do Rio de
Janeiro
Universidade Estadual
da Paraíba
Universidade Federal
de Pelotas
Universidade Estadual
da Paraíba
Universidade Federal
de Mato Grosso do Sul
Universidade do
Estado da Bahia
Instituto Federal de
Sergipe
Universidade Estadual
de Maringá
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Universidade Federal
de São Carlos
Universidade São
Judas Tadeu
Universidade de São
Paulo
Pontifícia
Universidade Católica
do Rio Grande do Sul
Universidade Estadual
do Maranhão
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISAS EM
ATENÇÃO EM SAÚDE
COLETIVA-GEPASC
Grupo de Estudos e Pesquisas
em Autismo e Inclusão
(GEPAI)
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISAS EM
EDUCAÇÃO ESPECIAL
NA PERSPECTIVA
INCLUSIVA ¿ GEPEEPI
Grupo de Estudos e Pesquisas
em Educação Física e
Esportes
Grupo de Estudos e Pesquisas
em Educação Física, Esporte
e Lazer - GEPEFEL
Grupo de estudos e pesquisas
em educação matemática
inclusiva
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISAS EM
ESPORTES ADAPTADOS
Grupo de Estudos e Pesquisas
Inclusão Social
Grupo de Estudos e Pesquisas
sobre a Escolarização da
Pessoa com Deficiência
(GEPEPD)
Grupo de Estudos em
Educação Física e Pessoas
com Deficiência
Grupo de Estudos em
Neurociências e Atividade
Física (GENAF)
Grupo de Estudos sobre
Teoria Marxiana, Ensino e
Politicas Públicas
Grupo de Estudos Urbanos
133
Instituto Federal do
Ceará - Reitoria
Universidade Estadual
de Roraima
Universidade Castelo
Branco
Universidade Estadual
de Campinas
Universidade Federal
do Sul e Sudeste do
Pará
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do Espírito
Santo
Universidade Federal
de Sergipe
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Universidade Cruzeiro
do Sul
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Escola Superior de
Ciências da Santa
Casa de Misericórdia
de Vitória
Instituto Federal de
São Paulo
Instituto Superior de
Teologia Aplicada
Universidade Federal
Fluminense
Grupo de Pesq.
Transdisciplinar em
Formação Docente, Educação
Inclusiva, Ensino de Línguas
e Literatura nas Relações
Sócio-Políticas do Campo
(Grup. Pes e Est. Em
Educação, Linguística e
Letras-GPEL)
Grupo de Pesquisa e
Extensão em Serviço Social e
Políticas Públicas –
GPESSPP
Grupo de Pesquisa em
Atividade Motora Adaptada
Grupo de Pesquisa em
Avaliação Motora Adaptada
Grupo de Pesquisa em
Educação Especial:
Contextos de formação,
Políticas e Práticas
Pedagógicas Inclusivas e
Acessibilidade
Grupo de Pesquisa em
Educação Inclusiva
GRUPO DE PESQUISA EM
INCLUSÃO ESCOLAR DA
PESSOA COM
DEFICIÊNCIA
Grupo de Pesquisa em
Metodologias para o Ensino
de Ciências
Grupo de Pesquisa em
Odontologia para a Pessoa
com Deficiência
GRUPO DE PESQUISA EM
PEDAGOGIA DO
MOVIMENTO HUMANO
Grupo de Pesquisa em
Pessoas com Deficiência:
saúde e inclusão.
Grupo de Pesquisa
Multidisciplinar em Gestão,
Inclusão Social e
Humanidades
Grupo de Pesquisa Promoção
e Educação em Saúde de
Pessoas em Estado de
Vulnerabilidade
Grupo de Pesquisas e Estudos
em Acessibilidade e Inclusão
Sustentável(GEPAIS)
Neidimar
Lopes Matias
de Paula
Ciências Humanas
Educação
Laurinete
Rodrigues da
Silva
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Cláudio Diehl
Nogueira
Paulo Ferreira
de Araujo
Lucelia
Cardoso
Cavalcante
Rabelo
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Elizabete Lyra
Paganini
Ciências Humanas
Educação
Veronica dos
Reis Mariano
Souza
Ciências Humanas
Educação
Moacir Pereira
de Souza Filho
Ciências Humanas
Educação
Maria Teresa
Botti
Rodrigues
Santos
Marli Nabeiro
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências da Saúde
Educação Física
Giovana
Machado
Souza Simões
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Maria Lucia
Nana Ebisawa
Irita
Ciências Humanas
Educação
Roberlandia
Evangelista
Lopes
Ciências da Saúde
Enfermagem
Cristina
Borges de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
134
Universidade Estadual
de Montes Claros
Universidade Federal
de Minas Gerais
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do
Amazonas
Pontifícia
Universidade Católica
do Rio Grande do Sul
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia da Paraíba
Centro Universitário
Adventista de São
Paulo
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade do
Extremo Sul
Catarinense
Universidade Federal
de Alagoas
Universidade de São
Paulo
Universidade Federal
de Pernambuco
Universidade
Tiradentes
Universidade Federal
de Alagoas
Universidade Estadual
do Oeste do Paraná
Universidade Federal
de Santa Catarina
GRUPO INTEGRADO DE
PESQUISA EM
PSICOLOGIA DO
ESPORTE/EXERCÍCIO E
SAÚDE, SAÚDE
OCUPACIONAL E MÍDIA GIPESOM
GRUPO
INTERDISCIPLINAR DE
ESTUDOS EM
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
E NECESSIDADES
Grupo Multidisciplinar de
Estudos e Pesquisas sobre
Inclusão e Cidadania
Hu-S.ER - Human-System
Experience Research group
Inclusão da Pessoa com
Deficiência e Direitos
Humanos
INCLUSÃO DIGITAL E
INFORMÁTICA
EDUCACIONAL
Inclusão e aprendizagem de
alunos com necessidades
educacionais especiais:
práticas pedagógicas, cultura
escolar e aspectos
psicossociais
Indicadores e Educação em
Saúde Coletiva
Informação e acessibilidade
em escolas e bibliotecas
InterLab - Laboratório de
Tecnologias Interativas
LABERGOdesign Laboratório de Ergonomia e
Design Universal
Laboratório de Biociências da
Motricidade Humana LABIMH
Laboratório de
Cineantropometria, Atividade
Física e Promoção da Saúde
(LACAPS)
Laboratório de Engenharia de
Software (LES)
Laboratório de Estudos em
Biblioterapia, Bibliotecas
Escolares e Leitura
Maria de
Fatima de
Matos Maia
Ciências da Saúde
Educação Física
Regina Célia
Passos Ribeiro
de Campos
Ciências Humanas
Educação
Dalmir
Pacheco de
Souza
Ciências Humanas
Educação
Milene
Selbach
Silveira
Rivânia de
Sousa Silva
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Ciências Humanas
Educação
Andressa
Jackeline de
Oliveira Mario
e Paiva
Rosana Glat
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Lisiane Tuon
Generoso
Bitencourt
Francisca
Rosaline Leite
Mota
Romero Tori
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciência da
Informação
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciência da
Computação
Desenho Industrial
Estélio
Henrique
Martin Dantas
Leonardo
Gomes de
Oliveira Luz
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Victor
Francisco
Araya
Santander
Clarice
Fortkamp
Caldin
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciência da
Informação
Laura Bezerra
Martins
135
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade de São
Paulo
Universidade Estadual
do Sudoeste da Bahia
Universidade Federal
do Rio Grande do Sul
Universidade Federal
de Roraima
Universidade Federal
de São Paulo
Universidade Federal
da Bahia
Universidade de
Brasília
Universidade Estadual
de Feira de Santana
Linguagem, comunicação
alternativa e processos
educacionais para pessoas
com autismo e outras
deficiências
Meios Eletrônicos Interativos
MINORIAS E INCLUSÃO
SOCIAL: HISTÓRIA,
MEMÓRIA, EDUCAÇÃO E
LINGUAGEM
NEHME - Núcleo de Estudos
em História do Esporte e da
Educação Física
NEPEDE-EES - Núcleo de
Estudos e Pesquisas em
Direito à Educação Educação Especial - Boa
Vista
NEPETP - Núcleo de Estudo
e Pesquisa sobre Ética e
Trabalho Profissional
NIPlast - Núcleo
Interinstitucional de
Plastinação: Educação
Básica, Desenvolvimento e
Tecnologia
NTAAI - Núcleo de
Tecnologia Assistiva,
Acessibilidade e Inovação
Núcleo de Educação Física e
Esportes Adaptados
Universidade Federal
de Alagoas
Núcleo de Estudo em
Educação e Diversidade
(NEEDI)
Universidade Federal
de São Carlos
Núcleo de Estudos e
Pesquisas em Direito à
Educação - Educação
Especial
Núcleo de Estudos em
atividade física e esporte para
pessoas com deficiência NEAFEP
Núcleo de Estudos em
Educação, Inclusão e
Trabalho
NÚCLEO DE ESTUDOS
SOBRE DEFICIÊNCIA,
ACESSIBILIDADE E
DIREITOS HUMANOS
Universidade Federal
de São Paulo
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do Pará
Universidade Estadual
do Sudoeste da Bahia
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Ciências Humanas
Educação
Roseli de Deus
Lopes
Heleusa
Figueira
Câmara
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências Humanas
Ciência da
Computação
Educação
Janice
Zarpellon
Mazo
Maria Edith
Romano
SiemsMarcondes
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Sociol
Ciências Biológicas
Morfologia
Emerson
Fachin Martins
Ciências da Saúde
João Danilo
Batista de
Oliveira
Neiza de
Lourdes
Frederico
Fumes
Katia Regina
Moreno
Caiado
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciro Winckler
de Oliveira
Filho
Ciências da Saúde
Educação Física
Herminio
Tavares Sousa
dos Santos
Sandra Regina
Rosa Farias
Ciências Humanas
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Saúde Coletiva
Priscila
Fernanda
Gonçalves
Cardoso
Telma Sumie
Masuko
Universidade de Santa
Cruz do Sul
Núcleo de Tecnologia
Assistiva da UNISC
Leonel Pablo
Tedesco
Ciências da Saúde
Universidade Federal
Fluminense
O Cuidado à Pessoa com
Deficiência na formação
profissional.
Luiza Santos
Moreira da
Costa
Ciências da Saúde
136
Universidade
Tecnológica Federal
do Paraná
Universidade Federal
do Rio de Janeiro
Universidade de São
Paulo
Universidade Federal
do ABC
Universidade Federal
da Bahia
O Ensino e a Inclusão de
Pessoas com Deficiência
Observatórios microvetorial
de políticas públicas e
educação em saúde UFRJ/MACAÉ
Organização dos processos
produtivos e saúde do
trabalhador
Pesquisas Avançadas para
Acessibilidade de pessoas
com deficiência motora e
Cadeirantes (PAAC)
Poética da Diferença
Universidade Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Universidade de São
Paulo
Políticas Públicas e
Concretização de Direitos
Fundamentais
Políticas, ações sociais,
cultura e reabilitação
Faculdade EST
Práxis Social da Igreja
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Produção de Materiais
Didáticos Acessíveis para
Pessoas com Deficiências em
Contextos Formais e
Informações de Educação
PROGRAMA CIRANDA
AUDITIVA
Programa de Ergodesign
Aplicado a Tecnologia
Assistiva
Promoção da Saúde,
Comunicação e Tecnologias
Educativas: Assistência à
Pessoa com/sem Deficiência
Universidade de
Pernambuco
Universidade
Tecnológica Federal
do Paraná
Universidade da
Integração
Internacional da
Lusofonia AfroBrasileira
Universidade Federal
de Uberlândia
Universidade Federal
de Santa Catarina
Universidade Federal
do Rio Grande do Sul
Universidade Federal
do Rio de Janeiro
Universidade de São
Paulo
Pontifícia
Universidade Católica
de Minas Gerais
Universidade Federal
do Rio de Janeiro
Psicologia do
Envelhecimento e Qualidade
de Vida
Psicologia e Processos
Educacionais
Qualidade de Vida
ReAbilitArte
REATA - Laboratório de
Estudos em Reabilitação e
Tecnologia Assistiva
Reconstrução dos paradigmas
de Direito Privado
Rede de observatórios
microvetorial de políticas
públicas e educação em saúde
Sani de
Carvalho Rutz
da Silva
Emerson Elias
Merhy
Ciências Humanas
Educação Física
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Frida Marina
Fischer
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Luis Alberto
Martinez
Riascos
Engenharias
Engenharia
Mecânica
Fátima
Campos Daltro
de Castro
Soraya Regina
Gasparetto
Lunardi
Fatima Correa
Oliver
Lingüística, Letras e
Artes
Artes
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências da Saúde
Rodolfo Gaede
Neto
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Teologia
Ciências Humanas
Educação
Luiz Albérico
Barbosa Falcão
Sandra Sueli
Vieira Mallin
Engenharias
Engenharia Civil
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Ciências da Saúde
Enfermagem
Marineia
Crosara de
Resende
Leandro Castro
Oltramari
Marcelo Pio de
Almeida Fleck
Renato
Fernandes de
Paulo
Eucenir
Fredini Rocha
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Fernanda Paula
Diniz
Ciências Sociais
Aplicadas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Direito
Ana Lúcia
Abrahão
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
137
Universidade Federal
do Paraná
Universidade Estadual
de Campinas
Universidade Federal
de Pelotas
Universidade Federal
de Juiz de Fora
Rede de Pesquisa e
Desenvolvimento em
Tecnologia Assistiva
Robótica Pedagógica
Saúde bucal da criança,
adolescente e gestante
Saúde e Funcionalidade
Humana - Health and Human
Functioning
Universidade Federal
Fluminense
Saúde Mental, Direitos
Humanos e Desenvolvimento
Universidade Federal
de Sergipe
SCENARIOS - Centro de
Pesquisas em Políticas
Públicas de Educação Física,
Esporte, Lazer e Esportes
Adaptados do Estado de
Sergipe
Sociologia, Direito e Justiça
Universidade Federal
Fluminense
Universidade Luterana
do Brasil
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do Pará
Universidade Federal
do Rio de Janeiro
Universidade Federal
de São Carlos
Universidade Federal
do Rio de Janeiro
Universidade Estadual
de Londrina
Universidade Estadual
do Ceará
Universidade Federal
de Pernambuco
Universidade Federal
do Recôncavo da
Bahia
Universidade Federal
da Paraíba
Fonte: Autora (2017)
Surdocegueira e Deficiência
Múltipla Sensorial
Tecnologia Assistiva para a
Educação Inclusiva
Terapia Ocupacional com
pessoas com deficiências e
doenças crônicas
TERAPIA OCUPACIONAL
E ATENÇÃO INTEGRAL À
INFÂNCIA
Terapia Ocupacional e
Tecnologia Assistiva em
diferentes contextos
Trabalho, Educação e
Sociedade
TRADUÇÃO E
SEMIÓTICA
Tradução Visual e
Comunicação Assistiva
TRAPPOS - Grupo de
Estudos e Pesquisa sobre
Trajetórias Participativas e
Políticas Sociais
VOZES,
EMPODERAMENTO,
INCLUSÃO E DIREITOS
HUMANOS
Maria Lucia
Leite Ribeiro
Okimoto
João Vilhete
Viegas d'Abreu
Marina Sousa
Azevedo
Peterson
Marco de
Oliveira
Andrade
Tauã Lima
Verdan Rangel
Engenharias
Engenharia
Mecânica
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências da Saúde
Ciência da
Computação
Odontologia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ailton
Fernando
Santana de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
Luiz Cláudio
Moreira
Gomes
Susana Maria
Mana de Aráoz
João Elias
Vidueira
Ferreira
Ana Paula
Martins
Cazeiro
Patrícia Carla
de Souza Della
Barba
Miryam
Bonadiu Pelosi
Ciências Humanas
Sociologia
Ciências Humanas
Educação
Outra
Divulgação
Científica
Ciências da Saúde
Alexandre
Bonetti Lima
Soraya Ferreira
Alves
Francisco José
de Lima
Silvia de
Oliveira
Pereira
Ciências Humanas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Psicologia
Windyz
Brazao
Ferreira
Ciências da Saúde
Ciências da Saúde
Lingüística, Letras e
Artes
Lingüística, Letras e
Artes
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências Humanas
Linguística
Letras
Serviço Social
Educação
138
APÊNDICE B
Quadro 6 - Descritor Pessoa com deficiências
INSTITUIÇÃO
GRUPO
LÍDER
Universidade de
São Paulo
Balanceamento e
sequenciamento de
linhas de produção
Direitos Humanos,
Direito à Saúde e
Família
Marcus Rolf
Peter Ritt
Universidade
Católica do
Salvador
Universidade
Federal do
Amazonas
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal do
Paraná
Universidade
Federal de
Pelotas
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Universidade de
São Paulo
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de
Mesquita Filho
Instituto Superior
de Teologia
Aplicada
Centro
Universitário
Adventista de
São Paulo
Estudos sobre
Pessoas com
Deficiências e
Atividades Motoras
GIE/FACINGrupo de pesquisa
em Informática na
Educação da
FACIN
Grupo de
Ergonomia e
Usabilidade
Grupo de Estudos e
Pesquisas em
Autismo e Inclusão
(GEPAI)
Grupo de Estudos e
Pesquisas em
Educação Física e
Esportes
Grupo de Estudos
em Neurociências e
Atividade Física
(GENAF)
GRUPO DE
PESQUISA EM
PEDAGOGIA DO
MOVIMENTO
HUMANO
Grupo de Pesquisa
Promoção e
Educação em
Saúde de Pessoas
em Estado de
Vulnerabilidade
INCLUSÃO
DIGITAL E
INFORMÁTICA
EDUCACIONAL
GRANDE ÁREA
PREDOMINANTE
Engenharias
ÁREA
DO CONHECIMENTO
Engenharia de Produção
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da Computação
Engenharias
Engenharia de Produção
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Michele
Schultz
Ramos
Ciências Biológicas
Morfologia
Marli
Nabeiro
Ciências da Saúde
Educação Física
Roberlandia
Evangelista
Lopes
Ciências da Saúde
Enfermagem
Andressa
Jackeline de
Oliveira
Mario e Paiva
Ciências Humanas
Educação
Isabel Maria
Sampaio
Oliveira
Lima
Kathya
Augusta
Thomé
Lopes
Márcia de
Borba
Campos
Maria Lucia
Leite
Ribeiro
Okimoto
Síglia
Pimentel
Höher
Camargo
Luiza Lana
Gonçalves
Silva
139
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal de
Roraima
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade da
Integração
Internacional da
Lusofonia AfroBrasileira
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade de
São Paulo
Pontifícia
Universidade
Católica de
Minas Gerais
Universidade
Federal de
Pelotas
Universidade
Federal de Juiz
de Fora
Universidade
Federal do Rio
de Janeiro
Linguagem,
comunicação
alternativa e
processos
educacionais para
pessoas com
autismo e outras
deficiências
NEPEDE-EES Núcleo de Estudos
e Pesquisas em
Direito à Educação
- Educação
Especial - Boa
Vista
Produção de
Materiais Didáticos
Acessíveis para
Pessoas com
Deficiências em
Contextos Formais
e Informais de
Educação
Promoção da
Saúde,
Comunicação e
Tecnologias
Educativas:
Assistência à
Pessoa com/sem
Deficiência
Qualidade de Vida
REATA Laboratório de
Estudos em
Reabilitação e
Tecnologia
Assistiva
Reconstrução dos
paradigmas de
Direito Privado
Saúde bucal da
criança,
adolescente e
gestante
Saúde e
Funcionalidade
Humana - Health
and Human
Functioning
Terapia
Ocupacional com
pessoas com
deficiências e
doenças crônicas
Fonte: Autora (2017)
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Ciências Humanas
Educação
Maria Edith
Romano
SiemsMarcondes
Ciências Humanas
Educação
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Ciências da Saúde
Enfermagem
Marcelo Pio
de Almeida
Fleck
Eucenir
Fredini
Rocha
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Fernanda
Paula Diniz
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Marina
Sousa
Azevedo
Ciências da Saúde
Odontologia
Peterson
Marco de
Oliveira
Andrade
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ana Paula
Martins
Cazeiro
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia Ocupacional
140
APÊNDICE C
Quadro 7 - Descritor Pessoas com deficiência
INSTITUIÇÃO
GRUPO
LÍDER
GRANDE ÁREA
DE CONHECIMENTO
Universidade de
São Paulo
A escola e a educação
inclusiva
Ciências Humanas
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal da Paraíba
A proteção constitucional
das pessoas com
deficiência
Karina
Soledad
Maldonado
Molina
Pagnez
Luiz Alberto
David
Araujo
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Acessibilidade Virtual e
Tecnologia Assistiva
Andréa
Poletto
Sonza
Ciências Humanas
Educação
Acessibilidade, Inclusão e
Funcionalidade
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Universidade
Federal da Paraíba
Atividade Física Adaptada
- GEPAFA
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade de
Brasília
Atividade Física e
Deficiência Intelectual
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade
Federal dos Vales
do Jequitinhonha e
Mucuri - Campus
JK
Universidade de
São Paulo
ATIVIDADE FÍSICA E
SAÚDE
Maria
Aparecida
Bezerra
Fábio
Morais
Borges
Jônatas de
França
Barros
Paulo
Moreira
Silva Dantas
Angela
Teresinha
Zuchetto
Sandra
Regina
Garijo de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Instituto Nacional
de
Telecomunicações
Centro
Universitário
Metodista Izabela
Hendrix
Universidade
Federal de Goiás
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
ATIVIDADE MOTORA
ADAPTADA
Atividades Lúdicas para a
promoção de
desenvolvimento e
aprendizagem
ÁREA DO
CONHECIMENTO
Educação
Balanceamento e
sequenciamento de linhas
de produção
Centro de
Desenvolvimento e
Transferência de
Tecnologia Assistiva
Comunicação Humana
Marcus Rolf
Peter Ritt
Engenharias
Engenharia de
Produção
Fabiano
Valias de
Carvalho
Engenharias
Engenharia Biomédica
Luciana
Mendonça
Alves
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Corpo, deficiência,
população e espacialidade:
cartografias existenciais
Ronan
Eustáquio
Borges
Ciências Humanas
Geografia
Design e Tecnologia
Assistiva
Luis Carlos
Paschoarelli
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
141
Universidade
Católica do
Salvador
Direitos Humanos, Direito
à Saúde e Família
Universidade
Federal Fluminense
DISTURB - Fatores
Restritivos ao Turismo em
Espaços Urbanos
EDUCAÇÃO DE
PESSOAS COM
NECESSIDADES
EDUCACIONAIS
ESPECIAIS
Educação e Inclusão
Social
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal de
Pernambuco
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências Sociais
Aplicadas
Turismo
Ciências Humanas
Educação
Viviane de
Bona
Ciências Humanas
Educação
Doracina
Aparecida
de Castro
Araujo
Patricia
Sánchez
Lizardi
Tânia Mara
Vieira
Sampaio
Marisa Cotta
Mancini
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Kathya
Augusta
Thomé
Lopes
Simone
Costa Nunes
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Sociais
Aplicadas
Administração
GEPDI - Grupo de
Estudos e Pesquisa em
Deficiência e Inclusão.
Lúcia
Pereira Leite
Ciências Humanas
Psicologia
GEPEFE - Grupo de
Estudos e Pesquisas em
Educação Física e
Esportes
GEPEPES - GRUPO DE
ESTUDOS E PESQUISA
POLÍTICAS E
PRÁTICAS EM
EDUCAÇÃO ESPECIAL
E EDUCACIONAL
GIE/FACIN- Grupo de
pesquisa em Informática
na Educação da FACIN
Ricardo
Alexandre
Rodrigues
Santa Cruz
Claudia
Dechichi
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Márcia de
Borba
Campos
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
GPEFEA - Grupo de
Pesquisa em Educação
Física e Esportes
Adaptados
Márcia da
Silva
Campeão
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Estadual de Mato
Grosso do Sul
Educação especial
Universidade do
Estado do
Amazonas
Universidade
Católica de Brasília
Educação Inclusiva e o
Aprender na Diversidade
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Universidade
Federal do
Amazonas
Pontifícia
Universidade
Católica de Minas
Gerais
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Estadual de
Roraima
Universidade
Federal de
Uberlândia
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Estudos do Lazer:
Corporeidade e
Diversidade
Estudos dos processos de
funcionalidade e de
incapacidade relacionados
ao desenvolvimento
Estudos sobre Pessoas
com Deficiências e
Atividades Motoras
GEDI - Grupo de Estudos
em Gestão, Diversidade e
Inclusão
Isabel Maria
Sampaio
Oliveira
Lima
Bernardo
Lazary
Cheibub
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
142
Instituto Federal
Sul-Rio-Grandense
Grupo de Eletrônica e
Telecomunicações - GET
Universidade
Federal de Pelotas
Grupo de Ensino e
Pesquisa em Terapia
Ocupacional-UFPel
Grupo de Ergonomia e
Usabilidade
Universidade
Federal do Paraná
Instituto Federal do
Paraná
Universidade
Estadual de
Londrina
Universidade
Estadual de
Campinas
Centro de
Capacitação Física
do Exército
Universidade
Estadual do
Sudoeste da Bahia
Universidade
Estadual de
Maringá
Universidade
Federal de Alagoas
Universidade
Estadual do Oeste
do Paraná
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Universidade
Estadual da Paraíba
Universidade
Federal de Pelotas
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Engenharias
Engenharia Elétrica
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Engenharias
Engenharia de
Produção
Ciências Exatas e da
Terra
Geociências
Márcia
Greguol
Ciências da Saúde
Educação Física
José Júlio
Gavião de
Almeida
Ciências da Saúde
Educação Física
Cláudia de
Mello
Meirelles
Ciências da Saúde
Educação Física
Ramon
Missias
Moreira
Ciências Humanas
Educação
GRUPO DE ESTUDOS
DO LAZER (GEL)
Silvana dos
Santos
Ciências da Saúde
Educação Física
Grupo de Estudos e
Extensão em Atividade
Motora Adaptada
(GEEAMA)
Grupo de Estudos e
Pesquisa em Atividade
Física Adaptada na
Unioeste - UNIGEPAFA
Grupo de Estudos e
Pesquisa em Esportes e
Deficiência Visual
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Aspectos
Psicossociais do Corpo
Francy Kelle
Rodrigues
Silva
Ciências da Saúde
Educação Física
Douglas
Roberto
Borella
Ciências da Saúde
Educação Física
José Júlio
Gavião de
Almeida
Fabiane
Frota da
Rocha
Morgado
Inacia Sátiro
Xavier de
França
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Enfermagem
Síglia
Pimentel
Höher
Camargo
Luiza Lana
Gonçalves
Silva
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Grupo de Estudo e
Pesquisa Educação e
Epistemologia das
Ciências e Suas
Linguagens
Grupo de Estudo e
Pesquisa em Atividade
Física e Deficiência
Grupo de Estudo e
Pesquisa em Atividade
Motora AdaptadaGEPEAMA
Grupo de Estudo e
Pesquisa em Biociências
Aplicadas às atividades do
Exército
Grupo de Estudo e
Pesquisa em Ciência e
Educação à Diversidade
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISAS EM
ATENÇÃO EM SAÚDE
COLETIVA-GEPASC
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Autismo e
Inclusão (GEPAI)
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação
Física e Esportes
Julio Cesar
Mesquita
Ruzicki
Nicole Ruas
Guarany
Maria Lucia
Leite
Ribeiro
Okimoto
Fabio de
Souza Alves
143
Universidade do
Estado da Bahia
Instituto Federal de
Sergipe
Universidade São
Judas Tadeu
Universidade de
São Paulo
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Instituto Federal do
Ceará - Reitoria
Universidade
Castelo Branco
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Federal do Sul e
Sudeste do Pará
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Cruzeiro do Sul
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Escola Superior de
Ciências da Santa
Casa de
Misericórdia de
Vitória
Instituto Federal de
São Paulo
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação
Física, Esporte e Lazer GEPEFEL
Grupo de estudos e
pesquisas em educação
matemática inclusiva
Grupo de Estudos em
Educação Física e Pessoas
com Deficiência
Grupo de Estudos em
Neurociências e Atividade
Física (GENAF)
Grupo de Estudos sobre
Teoria Marxiana, Ensino e
Politicas Públicas
Grupo de Pesq.
Transdisciplinar em
Formação Docente,
Educação Inclusiva,
Ensino de Línguas e
Literatura nas Relações
Sócio-Políticas do Campo
(Grup. Pes. e Est
Educação, Linguística e
Letras-GPEL)
Grupo de Pesquisa em
Atividade Motora
Adaptada
Grupo de Pesquisa em
Avaliação Motora
Adaptada
Grupo de Pesquisa em
Educação Especial:
Contextos de formação,
Políticas e Práticas
Pedagógicas Inclusivas e
Acessibilidade
Grupo de Pesquisa em
Metodologias para o
Ensino de Ciências
Grupo de Pesquisa em
Odontologia para a Pessoa
com Deficiência
GRUPO DE PESQUISA
EM PEDAGOGIA DO
MOVIMENTO
HUMANO
Grupo de Pesquisa em
Pessoas com Deficiência:
saúde e inclusão.
Grupo de Pesquisa
Multidisciplinar em
Gestão, Inclusão Social e
Humanidades
Monica
Benfica
Marinho
Ciências Humanas
Educação
Enio Gomes
Araujo
Ciências Exatas e da
Terra
Matemática
Graciele
Massoli
Rodrigues
Michele
Schultz
Ramos
Jane Cruz
Prates
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Biológicas
Morfologia
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Neidimar
Lopes
Matias de
Paula
Ciências Humanas
Educação
Cláudio
Diehl
Nogueira
Paulo
Ferreira de
Araujo
Lucelia
Cardoso
Cavalcante
Rabelo
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Moacir
Pereira de
Souza Filho
Ciências Humanas
Educação
Maria
Teresa Botti
Rodrigues
Santos
Marli
Nabeiro
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências da Saúde
Educação Física
Giovana
Machado
Souza
Simões
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Maria Lucia
Nana
Ebisawa
Irita
Ciências Humanas
Educação
144
Instituto Superior
de Teologia
Aplicada
Universidade
Federal Fluminense
Universidade
Estadual de Montes
Claros
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia da
Paraíba
Centro
Universitário
Adventista de São
Paulo
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade do
Extremo Sul
Catarinense
Universidade
Federal de Alagoas
Universidade de
São Paulo
Grupo de Pesquisa
Promoção e Educação em
Saúde de Pessoas em
Estado de Vulnerabilidade
Grupo de Pesquisas e
Estudos em Acessibilidade
e Inclusão
Sustentável(GEPAIS)
GRUPO INTEGRADO
DE PESQUISA EM
PSICOLOGIA DO
ESPORTE/EXERCÍCIO E
SAÚDE, SAÚDE
GRUPO
INTERDISCIPLINAR DE
ESTUDOS EM
EDUCAÇÃO
INCLUSIVA E
NECESSIDADES
EDUCACIONAIS
ESPECIAIS
Hu-S.ER - Human-System
Experience Research
group
Roberlandia
Evangelista
Lopes
Ciências da Saúde
Enfermagem
Cristina
Borges de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
Maria de
Fatima de
Matos Maia
Ciências da Saúde
Educação Física
Regina Célia
Passos
Ribeiro de
Campos
Ciências Humanas
Educação
Milene
Selbach
Silveira
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Inclusão da Pessoa com
Deficiência e Direitos
Humanos
Rivânia de
Sousa Silva
Ciências Humanas
Educação
INCLUSÃO DIGITAL E
INFORMÁTICA
EDUCACIONAL
Andressa
Jackeline de
Oliveira
Mario e
Paiva
Rosana Glat
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Lisiane
Tuon
Generoso
Bitencourt
Francisca
Rosaline
Leite Mota
Romero Tori
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciência da Informação
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Exatas e da
Terra
Cência da Computação
Inclusão e aprendizagem
de alunos com
necessidades educacionais
especiais: práticas
pedagógicas, cultura
escolar e aspectos
psicossociais
Indicadores e Educação
em Saúde Coletiva
Informação e
acessibilidade em escolas
e bibliotecas
InterLab - Laboratório de
Tecnologias Interativas
Universidade
Tiradentes
Laboratório de Biociências
da Motricidade Humana LABIMH
Universidade
Estadual do Oeste
do Paraná
Laboratório de Engenharia
de Software (LES)
Estélio
Henrique
Martin
Dantas
Victor
Francisco
Araya
Santander
145
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade
Estadual do
Sudoeste da Bahia
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal de Roraima
Universidade
Federal da Bahia
Universidade de
Brasília
Universidade
Federal de Alagoas
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal de São
Paulo
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do Pará
Universidade
Estadual do
Sudoeste da Bahia
Universidade de
Santa Cruz do Sul
Universidade
Federal Fluminense
Universidade
Tecnológica Federal
do Paraná
Universidade de
São Paulo
Linguagem, comunicação
alternativa e processos
educacionais para pessoas
com autismo e outras
deficiências
MINORIAS E
INCLUSÃO SOCIAL:
HISTÓRIA, MEMÓRIA,
EDUCAÇÃO E
LINGUAGEM
NEHME - Núcleo de
Estudos em História do
Esporte e da Educação
Física
NEPEDE-EES - Núcleo de
Estudos e Pesquisas em
Direito à Educação Educação Especial - Boa
Vista
NIPlast - Núcleo
Interinstitucional de
Plastinação: Educação
Básica, Desenvolvimento
e Tecnologia
NTAAI - Núcleo de
Tecnologia Assistiva,
Acessibilidade e Inovação
Núcleo de Estudo em
Educação e Diversidade
(NEEDI)
Núcleo de Estudos e
Pesquisas em Direito à
Educação - Educação
Especial
Núcleo de Estudos em
atividade física e esporte
para pessoas com
deficiência - NEAFEP
Núcleo de Estudos em
Educação, Inclusão e
Trabalho
NÚCLEO DE ESTUDOS
SOBRE DEFICIÊNCIA,
ACESSIBILIDADE E
DIREITOS HUMANOS
Núcleo de Tecnologia
Assistiva da UNISC
O Cuidado à Pessoa com
Deficiência na formação
profissional.
O Ensino e a Inclusão de
Pessoas com Deficiência
Organização dos processos
produtivos e saúde do
trabalhador
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Ciências Humanas
Educação
Heleusa
Figueira
Câmara
Ciências Humanas
Educação
Janice
Zarpellon
Mazo
Ciências da Saúde
Educação Física
Maria Edith
Romano
SiemsMarcondes
Ciências Humanas
Educação
Telma
Sumie
Masuko
Ciências Biológicas
Morfologia
Emerson
Fachin
Martins
Neiza de
Lourdes
Frederico
Fumes
Katia
Regina
Moreno
Caiado
Ciro
Winckler de
Oliveira
Filho
Herminio
Tavares
Sousa dos
Santos
Sandra
Regina Rosa
Farias
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Leonel
Pablo
Tedesco
Luiza Santos
Moreira da
Costa
Sani de
Carvalho
Rutz da
Silva
Frida
Marina
Fischer
146
Universidade
Federal do ABC
Universidade de
São Paulo
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade de
Pernambuco
Universidade
Tecnológica Federal
do Paraná
Universidade da
Integração
Internacional da
Lusofonia AfroBrasileira
Universidade
Federal de
Uberlândia
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade de
São Paulo
Pontifícia
Universidade
Católica de Minas
Gerais
Universidade
Federal do Paraná
Pesquisas Avançadas para
Acessibilidade de pessoas
com deficiência motora e
Cadeirantes
Políticas, ações sociais,
cultura e reabilitação
Luis Alberto
Martinez
Riascos
Engenharias
Engenharia Mecânica
Fatima
Correa
Oliver
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Produção de Materiais
Didáticos Acessíveis para
Pessoas com Deficiências
em Contextos Formais e
Informais de Educação
PROGRAMA CIRANDA
AUDITIVA
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Luiz
Albérico
Barbosa
Falcão
Sandra Sueli
Vieira
Mallin
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Engenharias
Engenharia Civil
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Ciências da Saúde
Enfermagem
Marineia
Crosara de
Resende
Leandro
Castro
Oltramari
Marcelo Pio
de Almeida
Fleck
Renato
Fernandes
de Paulo
Eucenir
Fredini
Rocha
Fernanda
Paula Diniz
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Maria Lucia
Leite
Ribeiro
Okimoto
João Vilhete
Viegas
d'Abreu
Marina
Sousa
Azevedo
Peterson
Marco de
Oliveira
Andrade
Engenharias
Engenharia Mecânica
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Programa de Ergodesign
Aplicado a Tecnologia
Assistiva
Promoção da Saúde,
Comunicação e
Tecnologias Educativas:
Assistência à Pessoa
com/sem deficiência
Psicologia do
Envelhecimento e
Qualidade de Vida
Psicologia e Processos
Educacionais
Qualidade de Vida
ReAbilitArte
REATA - Laboratório de
Estudos em Reabilitação e
Tecnologia Assistiva
Reconstrução dos
paradigmas de Direito
Privado
Rede de Pesquisa e
Desenvolvimento em
Tecnologia Assistiva
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Federal de Pelotas
Robótica Pedagógica
Saúde bucal da criança,
adolescente e gestante
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Saúde e Funcionalidade
Humana - Health and
Human Functioning
147
Universidade
Federal Fluminense
Saúde Mental, Direitos
Humanos e
Desenvolvimento
Tauã Lima
Verdan
Rangel
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Universidade
Federal de Sergipe
SCENARIOS - Centro de
Pesquisas em Políticas
Públicas de Educação
Física, Esporte, Lazer e
Esportes Adaptados do
Estado de Sergipe
Sociologia, Direito e
Justiça
Ailton
Fernando
Santana de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
Luiz
Cláudio
Moreira
Gomes
Susana
Maria Mana
de Aráoz
João Elias
Vidueira
Ferreira
Ciências Humanas
Sociologia
Ciências Humanas
Educação
Outra
Divulgação Científica
Ana Paula
Martins
Cazeiro
Patrícia
Carla de
Souza Della
Barba
Miryam
Bonadiu
Pelosi
Soraya
Ferreira
Alves
Windyz
Brazao
Ferreira
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Lingüística, Letras e
Artes
Linguística
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal Fluminense
Universidade
Luterana do Brasil
Instituto Federal de
Educação, Ciência e
Tecnologia do Pará
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Estadual do Ceará
Universidade
Federal da Paraíba
Fonte: Autora (2017)
Surdocegueira e
Deficiência Múltipla
Sensorial
Tecnologia Assistiva para
a Educação Inclusiva
Terapia Ocupacional com
pessoas com deficiências e
doenças crônicas
TERAPIA
OCUPACIONAL E
ATENÇÃO INTEGRAL
À INFÂNCIA
Terapia Ocupacional e
Tecnologia Assistiva em
diferentes contextos
TRADUÇÃO E
SEMIÓTICA
VOZES,
EMPODERAMENTO,
INCLUSÃO E DIREITOS
HUMANOS
148
APÊNDICE D
Quadro 8 - Descritor Pessoas com deficiências
INSTITUIÇÃO
GRUPO
LÍDER
GRANDE ÁREA DO
CONHECIMENTO
Universidade de São Paulo
Balanceamento e
sequenciamento de linhas
de produção
Direitos Humanos, Direito à
Saúde e Família
Marcus Rolf
Peter Ritt
Engenharias
Isabel Maria
Sampaio
Oliveira Lima
Kathya Augusta
Thomé Lopes
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências da Saúde
Educação Física
Márcia de
Borba Campos
Ciências Exatas e
da Terra
Ciência da
Computação
Maria Lucia
Leite Ribeiro
Okimoto
Síglia Pimentel
Höher Camargo
Engenharias
Engenharia de
Produção
Ciências Humanas
Educação
Luiza Lana
Gonçalves Silva
Ciências da Saúde
Educação Física
Michele Schultz
Ramos
Ciências
Biológicas
Morfologia
Marli Nabeiro
Ciências da Saúde
Educação Física
Roberlandia
Evangelista
Lopes
Ciências da Saúde
Enfermagem
Andressa
Jackeline de
Oliveira Mario
e Paiva
Cátia Crivelenti
de Figueiredo
Walter
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Maria Edith
Romano SiemsMarcondes
Ciências Humanas
Educação
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Universidade Católica do
Salvador
Universidade Federal do
Amazonas
Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do
Sul
Universidade Federal do
Paraná
Universidade Federal de
Pelotas
Universidade Federal de
Mato Grosso do Sul
Universidade de São Paulo
Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita
Filho
Instituto Superior de
Teologia Aplicada
Centro Universitário
Adventista de São Paulo
Universidade do Estado do
Rio de Janeiro
Universidade Federal de
Roraima
Universidade do Estado do
Rio de Janeiro
Estudos sobre Pessoas com
Deficiências e Atividades
Motoras
GIE/FACIN- Grupo de
pesquisa em Informática na
Educação da FACIN
Grupo de Ergonomia e
Usabilidade
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Autismo e
Inclusão (GEPAI)
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação
Física e Esportes
Grupo de Estudos em
Neurociências e Atividade
Física (GENAF)
GRUPO DE PESQUISA
EM PEDAGOGIA DO
MOVIMENTO HUMANO
Grupo de Pesquisa
Promoção e Educação em
Saúde de Pessoas em
Estado de Vulnerabilidade
INCLUSÃO DIGITAL E
INFORMÁTICA
EDUCACIONAL
Linguagem, comunicação
alternativa e processos
educacionais para pessoas
com autismo e outras
deficiências
NEPEDE-EES - Núcleo de
Estudos e Pesquisas em
Direito à Educação Educação Especial - Boa
Vista
Produção de Materiais
Didáticos Acessíveis para
Pessoas com Deficiências
em Contextos Formais e
Informais de Educação
ÁREA DO
CONHECIMENTO
Engenharia de
Produção
149
Universidade da Integração
Internacional da Lusofonia
Afro-Brasileira
Universidade Federal do
Rio Grande do Sul
Universidade de São Paulo
Pontifícia Universidade
Católica de Minas Gerais
Universidade Federal de
Pelotas
Universidade Federal de
Juiz de Fora
Universidade Federal do
Rio de Janeiro
Fonte: Autora (2017)
Promoção da Saúde,
Comunicação e Tecnologias
Educativas: Assistência à
Pessoa com/sem
Deficiência
Qualidade de Vida
REATA - Laboratório de
Estudos em Reabilitação e
Tecnologia Assistiva
Reconstrução dos
paradigmas de Direito
Privado
Saúde bucal da criança,
adolescente e gestante
Saúde e Funcionalidade
Humana - Health and
Human Functioning
Terapia Ocupacional com
pessoas com deficiências e
doenças crônicas
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Ciências da Saúde
Enfermagem
Marcelo Pio de
Almeida Fleck
Eucenir Fredini
Rocha
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Fernanda Paula
Diniz
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Marina Sousa
Azevedo
Peterson Marco
de Oliveira
Andrade
Ana Paula
Martins Cazeiro
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
150
APÊNDICE E
Quadro 9 - Descritor Deficiência
INSTITUIÇÃO
GRUPO
LÍDER
GRANDE ÁREA DO
CONHECIMENTO
ÁREA DO
CONHECIMENTO
Faculdade de
Medicina de São
José do Rio Preto
Universidade
Estadual do
Centro-Oeste
Universidade
Federal de
Sergipe
Distúrbios do Sono e
Otorrinoneurologia (Afecções
Clínico-cirúrgicas e Moleculares) e
Grupo de Educação Especial e
Inclusão
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Universidade de
São Paulo
A escola e a educação inclusiva
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Presbiteriana
Mackenzie
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do Rio
Grande do Sul
Instituto Federal
do Paraná
A inclusão da pessoa com
deficiência, TGD/TEA ou
superdotação e os contextos de
aprendizagem
A pessoa com deficiência: avaliação
e intervenção especializada nas áreas
de educação, saúde e psicologia
A proteção constitucional das
pessoas com deficiência
Vânia
Belintani
Piatto
Miriam
Adalgisa
Bedim Godoy
Rosana Carla
do
Nascimento
Givigi
Karina
Soledad
Maldonado
Molina
Pagnez
Eliana
Marques
Zanata
Ciências Humanas
Educação
Silvana Maria
Blascovi de
Assis
Luiz Alberto
David Araujo
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Acessibilidade Virtual e Tecnologia
Assistiva
Andréa
Poletto Sonza
Ciências Humanas
Educação
Acessibilidade, Inclusão e Desenho
Universal
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal da Paraíba
Acessibilidade, Inclusão e
Funcionalidade
Ciências da Saúde
Universidade
Federal de Lavras
ALCANCE - Núcleo de Pesquisas
em Acessibilidade, Usabilidade,
Linguística
Alergia e Imunologia
Márcia
Valéria
Rodrigues
Ferreira
Maria
Aparecida
Bezerra
André
Pimenta
Freire
Neusa Falbo
Wandalsen
Beatriz
Tavares
CostaCarvalho
Terigi
Augusto
Scardovelli
Albertina
Mitjáns
Martínez
Ciências Exatas e da
Terra
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciência da
Computação
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Medicina
Engenharias
Engenharia
Biomédica
Ciências Humanas
Educação
Faculdade de
Medicina do ABC
Universidade
Federal de São
Paulo
A Construção da linguagem,
patologias e a prática clínica.
Alergia e Imunologia Clínica
Universidade de
Mogi das Cruzes
Ambientes Virtuais e Tecnologias
Assistenciais
Universidade de
Brasília
Aprendizagem, escolarização e
desenvolvimento humano
151
Universidade do
Oeste Paulista
Universidade
Paulista
Universidade
Federal da Bahia
Universidade
Federal da Paraíba
Universidade de
Brasília
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade
Federal dos Vales
do Jequitinhonha
e Mucuri Campus JK
Universidade
Federal de São
Paulo
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Federal Rural de
Pernambuco
União das
Instituições de
Serviço, Ensino e
Pesquisa
Universidade
Federal de São
Paulo
Centro
Universitário
Augusto Motta
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade de
São Paulo
Aspectos morfo-funcionais e
fisiológicos dos sistemas
cardiorrespiratório, metabólico e
locomotor
Assistência multidisciplinar em
indivíduos com deficiências
múltiplas em Santana de Parnaíba SP
Atenção Integral à Saúde: saúde,
trabalho e funcionalidade
Atividade Física Adaptada GEPAFA
Atividade Física e Deficiência
Intelectual
ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
ATIVIDADE MOTORA
ADAPTADA
Atividades Lúdicas para a promoção
de desenvolvimento e aprendizagem
Francis Lopes
Pacagnelli
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Dulci do
Nascimento
Fonseca
Vagenas
Monica
Angelim
Gomes de
Lima
Fábio Morais
Borges
Jônatas de
França Barros
Paulo Moreira
Silva Dantas
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Angela
Teresinha
Zuchetto
Sandra Regina
Garijo de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Audição e Equilíbrio
Daniela Gil
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Audição na criança
Doris Ruthy
Lewis
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Audiologia Infantil
Marisa
Frasson de
Azevedo
Carlos BôaViagem
Rabello
Andréia
Salvador
Baptista
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Ciências Agrárias
Zootecnia
Ciências da Saúde
Educação Física
Brasilia Maria
Chiari
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Patrícia dos
Santos
Vigário
Ida Vanessa
Doederlein
Schwartz
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Genética
AVALIAÇÃO ANIMAL
AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE
DA DANÇA DO VENTRE NA
CONSTRUÇÃO DA IMAGEM
CORPORAL, CAPACIDADE
FUNCIONAL E QUAQUILIDADE
DE VIDA MULHERES
DEFICIENTES VISUAIS
Avaliação e Diagnóstico em
Fonoaudiologia
Avaliação e intervenção no esporte
adaptado
AVALIAÇÃO,
DESENVOLVIMENTO E
IMPLEMENTAÇÃO DE
TERAPIAS PARA DOENÇAS
GENÉTICAS
Balanceamento e sequenciamento de
linhas de produção
Marcus Rolf
Peter Ritt
Ciências Biológicas
Engenharias
Engenharia de
Produção
152
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
Universidade
Federal da Paraíba
Universidade do
Estado de Santa
Catarina
Universidade de
Brasília
Bioanálises
Biologia e Tecnologia Pós-Colheita
Biomecânica
Bioprospecção no Bioma Amazônico
Universidade
Federal de Ouro
Preto
Universidade
Federal do Estado
do Rio de Janeiro
Caleidoscopio
Campo da Museologia, perspectivas
teóricas e práticas, musealização e
patrimonialização.
Instituto Adolfo
Lutz
Caracterização de Retrovírus de
Relevância para Humanos
Universidade
Cruzeiro do Sul
Cariologia Baseada em Evidências
Instituto Nacional
de
Telecomunicações
Centro de Desenvolvimento e
Transferência de Tecnologia
Assistiva
Centro de Ensino
Superior de
Maringá
Fundação
Oswaldo Cruz
Centro de estudos e pesquisas
epidemiológicas em saúde (CEPES)
Universidade de
São Paulo
Centro de Pesquisas Audiológicas
Universidade
Federal de
Pernambuco
Centro de Pesquisas em Alergia e
Imunologia Clínica
Universidade de
Brasília
Centro de Pesquisas em
Endocrinologia da UnB
Universidade
Federal de Pelotas
Centro de Pesquisas Epidemiológicas
Universidade
Federal da Bahia
Ciência dos Alimentos aplicada à
saúde
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Universidade
Federal do
Triângulo Mineiro
Ciência, Saúde e Sociedade
Centro de Genética Médica José
Carlos Cabral de Almeida
CIF: disseminação e aplicabilidade
Valéria
Soraya de
Farias Sales
Silvanda de
Melo Silva
Ciências da Saúde
Farmácia
Ciências Agrárias
Soraia
Cristina
Tonon da Luz
Luis Isamu
Barros
Kanzaki
Margareth
Diniz
Ciências da Saúde
Ciência e
Tecnologia de
Alimentos
Educação Física
Ciências Biológicas
Farmacologia
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Museologia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Odontologia
Engenharias
Engenharia
Biomédica
Fernanda
Shizue
Nishida
Dafne Dain
Gandelman
Horovitz
Kátia de
Freitas
Alvarenga
José Ângelo
Rizzo
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Ciências da Saúde
Medicina
Luciana
Ansaneli
Naves
Aluísio
Jardim
Dornellas de
Barros
Analícia
Rocha Santos
Freire
Waneska
Alexandra
Alves
Shamyr
Sulyvan de
Castro
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Nutrição
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Tereza
Cristina
Moletta
Scheiner
Luís Fernando
de Macedo
Brígido
Renata de
Oliveira
Guaré
Fabiano
Valias de
Carvalho
153
Universidade
Luterana do Brasil
Cirurgia e Traumatologia
Bucomaxilofacial
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade
Estadual de
Ciências da Saúde
de Alagoas
Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade de
Brasília
CITOGENÉTICA E GENÉTICA
HUMANA
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal do Paraná
Cognição e Subjetividade
Citogenética Humana e Clínica
Odontologia
Ciências Biológicas
Genética
Ciências Biológicas
Genética
José Francisco
Lumbreras
Ciências Agrárias
Agronomia
Clínica Médica de Cães e Gatos
Maria Cristina
Nobre e
Castro
Maria Angela
Guimarães
Feitosa
Gustavo Cruz
Ferraz
Ciências Agrárias
Medicina
Veterinária
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Sandra Regina
Kirchner
Guimarães
Francisco
Demetrius
Luciano
Caldas
Luciana
Mendonça
Alves
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Célia Regina
Vieira de
Souza-Leite
Luiz Carlos
Miranda
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Administração
Fernanda
Romaguera
Pereira dos
Santos
Márcia
Cançado
Figueiredo
Ronan
Eustáquio
Borges
Marcus
Vinicius
Marques de
Moraes
Ivone
Evangelista
Cabral
Stela Maris de
Mello Padoin
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Humanas
Geografia
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciências da Saúde
Enfermagem
Ciências da Saúde
Enfermagem
Cognição e Neurociências do
Comportamento
Cognição, Aprendizagem e
Desenvolvimento Humano
Coletivo de Estudos em Educação e
Educação Física em Petrolina-PE
Centro
Universitário
Metodista Izabela
Hendrix
Centro
Universitário
Moura Lacerda
Universidade
Federal de
Pernambuco
Universidade do
Estado de Santa
Catarina
Comunicação Humana
Fundação
Universidade
Regional de
Blumenau
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal de Santa
Maria
Ciências da Saúde
Classificação de Solos para
Interpretação de Uso da Terra
Instituto Federal
do Sertão
Pernambucano
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal de Goiás
Aurelício
Novaes Silva
Júnior
Cíntia Barros
SantosRebouças
Lenize Maria
Wanderley
Santos
Constituição do sujeito no contexto
escolar
Controle Interno das Organizações
Controle Motor
Convivência em Educação para a
Saúde
Corpo, deficiência, população e
espacialidade: cartografias
existenciais
Criança e Movimento
CRIANES - Enfermagem no cuidar
de crianças, adolescentes e famílias
com necessidades de saúde especiais
CUIDADO À SAÚDE DAS
PESSOAS, FAMÍLIAS E
SOCIEDADE
154
Universidade
Federal do Sul da
Bahia
Universidade
Estadual de Santa
Cruz
Universidade
Estadual do
Centro-Oeste
Universidade
Federal de São
Carlos
Cuidados Primários,
Interdisciplinaridade e Intervenções
Sociais na Saúde
Cultivos Tropicais e Agroindústria
Raquel
Siqueira da
Silva
Biano Alves
de Melo Neto
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Agrárias
Agronomia
CULTURA DA BATATA E
MICROCLIMA PARA A
AGRICULTURA
Deficiência Múltipla
Sidnei Osmar
Jadoski
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências Humanas
Educação
Universidade de
Brasília
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade de
São Paulo
Deficiência, Direitos e Políticas
Maria da
Piedade
Resende da
Costa
Éverton Luís
Pereira
Ligia Maria
Presumido
Braccialli
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências Humanas
Serviço Social
Desenho Urbano e Paisagem
Vanessa
Casarin
Ciências Sociais
Aplicadas
Arquitetura e
Urbanismo
Desenvolvimento e Deficiência:uma
compreensão winnicottiana
Maria Lucia
Toledo
Moraes
Amiralian
Silvia Regina
Ricco Lucato
Sigolo
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Educação
Alexandra
Ayach
Anache
Altemir José
Gonçalves
Barbosa
Rita Vieira de
Figueiredo
Adriana Lia
Friszman de
Laplane
Luis Carlos
Paschoarelli
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Maria Cecilia
Loschiavo dos
Santos
Júlio Cezar
Augusto da
Silva
Sadao Omote
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Nutrição
Deficiências Físicas e Sensoriais
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Universidade
Federal do Ceará
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade de
São Paulo
Desenvolvimento e educação no
contexto da família e da escola
Instituto Nacional
de Tecnologia
Design para Sustentabilidade
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de São
Paulo
Diferença, desvio e estigma
Desenvolvimento Humano e
Educação Especial
Desenvolvimento Humano e
Processos Socioeducativos
Desenvolvimento, linguagem e
educação da criança
Desenvolvimento, linguagem e
práticas educativas
Design e Tecnologia Assistiva
DESIGN PARA A SAÚDE
DIFICULDADES ALIMENTARES
NA INFÂNCIA E
ADOLESCÊNCIA- DA CARÊNCIA
A OBESIDADE
Mauro
Fisberg
Educação
155
Centro
Universitário
Salesiano São
Paulo
Universidade
Federal do Sul e
Sudeste do Pará
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Universidade
Católica do
Salvador
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Paulista
Instituto Federal
de Sergipe
Universidade de
São Paulo
Universidade
Estadual de
Montes Claros
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade de
São Paulo
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Universidade
Estadual de Santa
Cruz
Universidade
Federal Rural de
Pernambuco
Dignidade da pessoa humana e a
função social do Estado
José Marcos
Miné
Vanzella
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Dinâmicas Sócio-Educacionais,
Políticas Públicas e Diversidade
Kátia Regina
da Silva
Ciências Humanas
Educação
Direito Civil Emergente
Cleber
Affonso
Angeluci
Isabel Maria
Sampaio
Oliveira Lima
Bernardo
Lazary
Cheibub
Angela Maria
SpinolaCastro
Claudia
Pastore
Ana Júlia
Costa Chaves
Silva
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências Sociais
Aplicadas
Turismo
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Daniela
Calderaro
Magna Adaci
de Quadros
Coelho
Maria Lucia
Fleiuss de
Farias
Débora Vieira
Soares
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Medicina
Doenças infecciosas e parasitárias
Jairo Ivo dos
Santos
Ciências da Saúde
Farmácia
Doenças Nutricionais e Metabólicas
de Ruminantes
doenças obstrutivas e restritivas
respiratórias
Ciências Agrárias
Ciências da Saúde
Medicina
Veterinária
Medicina
Ecofisiologia de plantas cultivadas
sob estresses bióticos e abióticos
Enrico Lippi
Ortolani
Rogério
Lopes Rufino
Alves
Carlos
Pimentel
Ciências Agrárias
Agronomia
Ecofisiologia de plantas de clima
tropical úmido
Fábio Pinto
Gomes
Ciências Biológicas
Botânica
Ecofisiologia de vegetais superiores
sob estresses ambientais
Ecologia química como ferramenta
Rejane
Jurema
Mansur
Ciências Biológicas
Fisiologia
Direitos Humanos, Direito à Saúde e
Família
DISTURB - Fatores Restritivos ao
Turismo em Espaços Urbanos
Distúrbios Endócrino-Metabólicos
dos Pacientes Oncológicos
Diversidade e inclusão nas práticas
sociais
DIVERSO - GRUPO DE ESTUDOS
E PESQUISA EM EDUCAÇÃO
INCLUSIVA E DIVERSIDADE
APLICADA À EDUCAÇÃO
PROFISSIONAL E
TECNOLÓGICA
Doença Sistêmica e o coração
Doenças Alérgicas e Imunológicas
DOENÇAS DO METABOLISMO
DO CÁLCIO, FÓSFORO E
ESQUELETO
Doenças Endocrinas
156
Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
Ecologia química como ferramenta
para o melhoramento de soja para
resistencia a estresses bióticos e
abióticos
Custódio
Nogueira
Francismar
Corrêa
MarcelinoGuimaraes
Ana Lucia
Cortegoso
Ciências Agrárias
Agronomia
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal da Bahia
Economia solidária e cooperativismo
popular
Ciências Sociais
Aplicadas
Economia
Educação Inclusiva e
Necessidades Educacionais Especiais
Theresinha
Guimarães
Miranda
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Mônica de
Carvalho
Magalhães
Kassar
Pedro Angelo
Pagni
Ciências Humanas
Educação
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM
NECESSIDADES
EDUCACIONAIS ESPECIAIS
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Educação e Cidadania
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de
Pernambuco
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de São
Carlos
Educação e Filosofia
Ciências Humanas
Educação
Educação e Inclusão Social
Viviane de
Bona
Ciências Humanas
Educação
Educação e Saúde de Grupos
Especiais
Maria José
Sanches
Marin
Ciências Humanas
Educação
Educação Especial
Maria da
Piedade
Resende da
Costa
Célia Regina
da Silva
Rocha
Doracina
Aparecida de
Castro Araujo
Maria Júlia
Canazza
Dall'Acqua
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Patricia
Sánchez
Lizardi
Cristina
Rolim
Wolffenbüttel
Waleska
Camargo
Laureth
Ciências Humanas
Educação
Linguística, Letras e
Artes
Artes
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Cruzeiro do Sul
Educação Especial
Universidade
Estadual de Mato
Grosso do Sul
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade do
Estado do
Amazonas
Universidade
Estadual do Rio
Grande do Sul
SENAI Departamento
Regional do
Paraná
Universidade
Estadual de Mato
Grosso do Sul
Educação especial
Educação Especial: contextos de
formação e práticas pedagógicas
Educação Inclusiva e o Aprender na
Diversidade
Educação musical: diferentes tempos
e espaços
Educação Profissional e Tecnológica
Educação, Cultura e Diversidade
Léia Teixeira
Lacerda
157
Universidade
Estadual de
Maringá
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
de Janeiro
Universidade
Regional do Cariri
Educação, linguagem e letramento
Elsa Midori
Shimazaki
Ciências Humanas
Educação
Energia, Produção Industrial,
Instrumentação e Mecatrônica
Josivaldo
Godoy da
Silva
Djenane
Cordeiro
Pamplona
Engenharias
Engenharia
Elétrica
Engenharias
Engenharia Civil
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Ensino de Ciências e Inclusão
Escolar - ENCINE
Cicero
Magerbio
Gomes Torres
Eder Pires de
Camargo
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Federal de Pelotas
Epidemiologia e controle de
parasitoses de importância
veterinária e saúde pública.
Epidemiologia e Geriatria Ocular
Ajácio
Bandeira de
Mello
Brandão
Maria
Elisabeth
Aires Berne
Solange Rios
Salomão
Ciências Agrárias
Medicina
Veterinária
Ciências da Saúde
Medicina
Raquel
Souzas
Deisy das
Graças de
Souza
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências da Saúde
Ciências Biológicas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Bioquímica
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Federal da Bahia
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal da Paraíba
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade para
o
Desenvolvimento
do Alto Vale do
Itajaí
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade do
Oeste de Santa
Catarina
Universidade
Federal do
Amazonas
Universidade
Federal do Pará
Engenharia Biomecânica
Ensino de Ciências e Biologia
Epidemiologia das Doenças
Infecciosas
Epidemiologia e Saúde Coletiva
EQUIVALÊNCIA DE
ESTÍMULOS, CONTROLE
INSTRUCIONAL E
COMPORTAMENTO DE OUVIR
EM PORTADORES DE
IMPLANTE COCLEAR
Ergonomia no espaço das pessoas
com necessidades especiais
ERROS INATOS DO
METABOLISMO
Alecsandra
Ferreira
Tomaz
Guilhian
Leipnitz
eSilex - Núcleo de Educação,
Desenvolvimento e Tecnologias
Fernanda
Souza
Ciências Humanas
Educação
Esteróides Adrenais e Gonadais
Claudio Elias
Kater
Ciências da Saúde
Medicina
Estigma, diversidade e praticas
sociais de inclusão
Dagmar
Bittencourt
Mena Barreto
Maria Alice
d'Avila
Becker
Luiz Carlos
Santana da
Silva
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Biológicas
Bioquímica
Estimulo ambiental e potencial para
altas habilidades, criatividade, saúde
e resiliência no contexto amazônico
Estratégia de Implantação de um
Serviço para a Investigação Clínica e
Laboratorial de Doenças Metabólicas
Hereditárias e Neurodegenarativas
na Região Norte do País
158
Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
Faculdade de
Ciências Médicas
da Santa Casa de
São Paulo
Universidade
Federal Rural da
Amazônia
Universidade
Paulista
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Universidade
Católica de
Brasília
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Universidade do
Vale do Itajaí
Instituto de
Ensino e Pesquisa
da Santa Casa de
Belo Horizonte
Universidade do
Estado da Bahia
Universidade
Federal do
Amazonas
Universidade
Católica do
Salvador
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Federal de Viçosa
Universidade
Estadual de Santa
Cruz
Fundação
Oswaldo Cruz
Estratégias Moleculares Visando a
Identificação de Genes e o
Melhoramento Assistido de Milho e
Sorgo
Estudo clínico-laboratorial das
imunodeficiências primárias, doenças
alérgicas e renais com sintomas
repetitivos ou crônicos
Estudo da Biodiversidade de Plantas
Superiores
Estudo estrutural, bioquímico,
fisiológico e molecular da interação
parasita-hospedeiro
Estudos de Doenças Genéticas e
Doenças Raras
Estudos do Lazer: Corporeidade e
Diversidade
Estudos dos processos de
funcionalidade e de incapacidade
relacionados ao desenvolvimento
Estudos em desenvolvimento
humano, comunicação e audição
Estudos em Otorrinolaringologia,
Cirurgia de cabeça e pescoço e Base
de crânio
Estudos sobre inclusão e sociedade
Estudos sobre Pessoas com
Deficiências e Atividades Motoras
Família, inclusão e desenvolvimento
humano
Família, saúde e deficiência
Fisiologia das Plantas Cultivadas
Fisiologia, genética e melhoramento
do cacaueiro (Theobroma cacao L.)
Fisiopatologia Humana
Universidade
Federal do
Triângulo Mineiro
Fisioterapia e Saúde Coletiva
Pontifícia
Universidade
Católica do
Paraná
Fisioterapia: Estudos e pesquisas do
movimento humano funcional.
Claudia
Teixeira
Guimarães
Ciências Biológicas
Genética
Wilma
Carvalho
Neves Forte
Ciências da Saúde
Medicina
Ricardo
Shigueru
Okumura
Cláudia de
Moura
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Liane de
Rosso
Giuliani
Tânia Mara
Vieira
Sampaio
Marisa Cotta
Mancini
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Débora Frizzo
Pagnossim
Mirian Cabral
Moreira de
Castro
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Fonoaudiologia
Ciências da Saúde
Medicina
Jaciete
Barbosa dos
Santos
Kathya
Augusta
Thomé Lopes
Sumaia
Midlej
Pimentel Sá
Maria Cecília
Marconi
Pinheiro Lima
Fabio Murilo
DaMatta
Alex Alan
Furtado de
Almeida
Maria Ignez
Capella
Gaspar Elsas
Isabel
Aparecida
Porcatti de
Walsh
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Serviço Social
Jorge Tamaki
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências Biológicas
Botânica
Ciências Biológicas
Imunologia
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
159
Universidade
Federal de Lavras
FLORICULTURA E PAISAGISMO
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Salvador
Formação de Recursos Humanos e
Ensino em Educação Especial FOREESP
FORMAGEL - Grupo de Pesquisa
em Formação, Gênero e Linguagem
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade de
São Paulo
Pontifícia
Universidade
Católica de Minas
Gerais
Gastrocirurgia Geral
GASTROENTEROLOGIA e
HEPATOLOGIA PEDIATRICA
GEDI - Grupo de Estudos em
Gestão, Diversidade e Inclusão
Patricia
Duarte de
Oliveira Paiva
Maria Amelia
Almeida
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências Humanas
Educação
Cláudia
Regina de
Oliveira Vaz
Torres
Gaspar de
Jesus Lopes
Filho
Regina
Sawamura
Simone Costa
Nunes
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Sociais
Aplicadas
Administração
Universidade
Federal de São
Carlos
GÉFYRA- Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação Especial
Fátima
Elisabeth
Denari
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal da Paraíba
Gênero, Educação, Diversidade e
Inclusão
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade
Estadual de
Campinas
GENÉTICA APLICADA À
MEDICINA
Maria Eulina
Pessoa de
Carvalho
Moacir
Wajner
Ciências Biológicas
Genética
Universidade
Estadual de
Maringá
Instituto de
Ensino e Pesquisa
da Santa Casa de
Belo Horizonte
Centro
Universitário do
Estado do Pará
Universidade do
Estado do
Amazonas
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Estadual do Norte
Fluminense Darcy
Ribeiro
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Genética da deficiência intelectual e
distúrbios correlatos
Antonia Paula
Marques-deFaria
Ciências da Saúde
Medicina
Genética Humana
Valter
Augusto
Della-Rosa
Fernanda
Maria Sarquis
Jehee
Ciências Biológicas
Genética
Ciências Biológicas
Genética
Antonette
Souto El
Husny
Cleiton Fantin
Rezende
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Biológicas
Genética
Genética Humana e Médica
Genética Médica
Genética Molecular e Citogenética
Genética, bioenergética e patologia
mitocondrial
Celia Harumi
Tengan
Ciências da Saúde
Medicina
GENÉTICA, GENÔMICA,
EPIGENÔMICA: APLICAÇÕES
MÉDICAS E FORENSES
Enrique
MedinaAcosta
Ciências Biológicas
Genética
GENPLANT Grupo de Estudos em
Nutrição de Plantas da UNESP
.
Renato de
Mello Prado
Ciências Agrárias
Agronomia
160
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Estadual de
Roraima
GEPDI - Grupo de Estudos e
Pesquisa em Deficiência e Inclusão.
Lúcia Pereira
Leite
Ciências Humanas
Psicologia
GEPEFE - Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação Física e
Esportes
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal de
Uberlândia
GEPEPES - GRUPO DE ESTUDOS
E PESQUISA POLÍTICAS E
PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO
ESPECIAL E INCLUSÃO
EDUCACIONAL
GEPETIC - Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação e
Tecnologias da Informação e
Comunicação
GFP - UNESP - GRUPO DE
PESQUISA EM PROCESSO DE
FORMAÇÃO E TRABALHO
DOCENTE DOS PROFESSORES
DE MATEMÁTICA
GIE/FACIN- Grupo de pesquisa em
Informática na Educação da FACIN
Ricardo
Alexandre
Rodrigues
Santa Cruz
Claudia
Dechichi
Ciências Humanas
Educação
Reinaldo dos
Santos
Ciências Humanas
Educação
Rosana
Giaretta
Sguerra
Miskulin
Ciências Humanas
Educação
Márcia de
Borba
Campos
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Carla Luciane
Blum Vestena
Ciências Humanas
Psicologia
Isabelita
Maria
Crosariol
Márcia da
Silva
Campeão
Francisco
Ferreira
Dantas Filho
Raphaella
Duarte
Cavalcante
Lopes
Julio Cesar
Mesquita
Ruzicki
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Exatas e da
Terra
Química
Ciências Humanas
Educação
Engenharias
Engenharia
Elétrica
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Engenharia de
Produção
Universidade
Federal da Grande
Dourados
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Universidade
Estadual do
Centro-Oeste
Instituto Federal
de São Paulo
GIEDH - Grupo de Estudo e
Pesquisa Interdisciplinar em
desenvolvimento humano e
Educação
GPECS: Grupo de Pesquisa em
Educação, Cultura e Sociedade
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Universidade
Estadual da
Paraíba
Universidade
Federal do Pará
GPEFEA - Grupo de Pesquisa em
Educação Física e Esportes
Adaptados
GPMEQ GRUPO DE PESQUISA
EM METODOLOGIAS PARA A
EDUCAÇÃO EM QUÍMICA
Grupo de Educação Inclusiva da
Região Amazônica
Instituto Federal
Sul-RioGrandense
Grupo de Eletrônica e
Telecomunicações - GET
Universidade
Federal de Pelotas
Grupo de Ensino e Pesquisa em
Terapia Ocupacional-UFPel
Nicole Ruas
Guarany
Ciências da Saúde
Universidade
Federal do Paraná
Grupo de Ergonomia e Usabilidade
Engenharias
Universidade de
São Paulo
Grupo de Estudo do
Desenvolvimento da Ação e
Intervenção Motora (GEDAIM)
Grupo de Estudo e Pesquisa
Educação e Epistemologia das
Ciências e Suas Linguagens
Maria Lucia
Leite Ribeiro
Okimoto
Edison de
Jesus Manoel
Instituto Federal
do Paraná
Fabio de
Souza Alves
Ciências da Saúde
Ciências Exatas e da
Terra
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Geociências
161
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Universidade
Estadual de
Londrina
Universidade
Estadual de
Campinas
Centro de
Capacitação
Física do Exército
Universidade
Estadual do
Sudoeste da Bahia
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Espírito Santo
Universidade
Estadual do Oeste
do Paraná
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal de Mato
Grosso
Universidade
Federal do Ceará
Universidade
Federal do Paraná
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do Rio
de Janeiro
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de Mato
Grosso
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Instituto Federal
de Roraima
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Acessibilidade - GEPA
Rita de Fátima
da Silva
Ciências Humanas
Educação
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Atividade Física e Deficiência
Márcia
Greguol
Ciências da Saúde
Educação Física
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Atividade Motora AdaptadaGEPEAMA
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Biociências Aplicadas às atividades
do Exército
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Ciência e Educação à Diversidade
José Júlio
Gavião de
Almeida
Cláudia de
Mello
Meirelles
Ramon
Missias
Moreira
Cláudia
Castro de
Carvalho
Nascimento
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Deficiência Visual e Cão-Guia
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Educação Especial - GEPEE
Elisabeth
Rossetto
Ciências Humanas
Educação
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Educação Física, Deficiência,
Inclusão e Escola
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Esporte Paralímpico (GEPEP) UFSC
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Inovação e Transferência
Tecnológica (GEPITec)
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Saúde Interdisciplinar
Paulo Ferreira
de Araujo
Ciências da Saúde
Educação Física
Bruna
Barboza
Seron
Miguel Ángel
Aires Borrás
Pacífica
Pinheiro
Cavalcanti
Ciências da Saúde
Educação Física
Engenharias
Engenharia da
Produção
Ciências da Saúde
Enfermagem
Grupo de Estudo LER - Linguagem
Escrita Revisitada
Grupo de Estudo sobre Doenças
Genéticas Raras
GRUPO DE ESTUDO, PESQUISA
E EXTENSÃO DAS DESORDENS
DOS SISTEMAS
NEUROMUSCOLOESQUELÉTICO
E TEGUMENTAR
Grupo de Estudo, Pesquisa e
Extensão em Cana-de-açúcar (GEPE
Cana)
Rita Vieira de
Figueiredo
Rui Fernando
Pilotto
Felipe José
Jandre dos
Reis
Ciências Humanas
Educação
Ciências Biológicas
Gnética
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Marcelo de
Almeida Silva
Ciências Agrárias
Agronomia
Grupo de Estudos de Mato GrossoSolo e Planta - GEMT
Sânia Lúcia
Camargos
Ciências Agrárias
Agronomia
Grupo de estudos de nutrição mineral
de plantas e resposta antioxidativa de
plantas sob estresse
José Abramo
Marchese
Ciências Biológicas
Bioquímica
Grupo de Estudos do Desempenho
Humano e das Respostas Fisiológicas
ao Exercício/DIVISÃO
Fabiana
Leticia
Sbaraini
Ciências da Saúde
Educação Física
162
Universidade
Estadual de
Maringá
Universidade
Federal do
Tocantins
Universidade
Federal de
Alagoas
Universidade
Estadual do Oeste
do Paraná
Universidade
Estadual de
Campinas
Instituto Federal
do Maranhão
GRUPO DE ESTUDOS DO LAZER
(GEL)
Silvana dos
Santos
Ciências da Saúde
Educação Física
Grupo de Estudos do Sentido Tocantins - GESTO
Luiz Roberto
Peel Furtado
de Oliveira
Francy Kelle
Rodrigues
Silva
Douglas
Roberto
Borella
José Júlio
Gavião de
Almeida
Floriza
Gomide Sales
Rosa
Lingüística, Letras e
Artes
Linguística
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Soraia Silva
Prietch
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Maria das
Graças Melo
Fernandes
Ciências da Saúde
Enfermagem
Milena Jorge
Simões Flória
Lima Santos
Fernanda
Vilhena Mafra
Bazon
Fabiane Frota
da Rocha
Morgado
Inacia Sátiro
Xavier de
França
Síglia
Pimentel
Höher
Camargo
Eduardo
Gomes
Onofre
Ciências da Saúde
Enfermagem
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Enfermagem
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação Física
Ciências Exatas e da
Terra
Matemática
Grupo de Estudos e Extensão em
Atividade Motora Adaptada
(GEEAMA)
Grupo de Estudos e Pesquisa em
Atividade Física Adaptada na
Unioeste - UNIGEPAFA
Grupo de Estudos e Pesquisa em
Esportes e Deficiência Visual
Universidade
Federal de Mato
Grosso
Universidade
Federal da Paraíba
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISA EM FORMAÇÃO,
TRABALHO E EDUCAÇÃO GEP-FORTE
Grupo de Estudos e Pesquisa em
Informática aplicada à Educação
(GEPIE)
Grupo de Estudos e Pesquisa em
Saúde do Adulto e do Idoso
Universidade de
São Paulo
Grupo de Estudos e Pesquisas de
Enfermagem em Genômica
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Universidade
Estadual da
Paraíba
Universidade
Federal de Pelotas
Grupo de Estudos e Pesquisas em
Aprendizagem, Desenvolvimento
Humano e Escolarização
Grupo de Estudos e Pesquisas em
Aspectos Psicossociais do Corpo
Universidade
Estadual da
Paraíba
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Universidade do
Estado da Bahia
Universidade
Estadual de Santa
Cruz
Instituto Federal
de Sergipe
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISAS EM ATENÇÃO EM
SAÚDE COLETIVA-GEPASC
Grupo de Estudos e Pesquisas em
Autismo e Inclusão (GEPAI)
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISAS EM EDUCAÇÃO
ESPECIAL NA PERSPECTIVA
INCLUSIVA ¿ GEPEEPI
Grupo de Estudos e Pesquisas em
Educação Física e Esportes
Grupo de Estudos e Pesquisas em
Educação Física, Esporte e Lazer GEPEFEL
Grupo de Estudos e Pesquisas em
Educação Inclusiva - GEPEI
Grupo de estudos e pesquisas em
educação matemática inclusiva
Luiza Lana
Gonçalves
Silva
Monica
Benfica
Marinho
Wolney
Gomes
Almeida
Enio Gomes
Araujo
163
Universidade
Estadual de
Maringá
Instituto Federal
da Bahia
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de São
Carlos
Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a
Escolarização da Pessoa com
Deficiência (GEPEPD)
Universidade São
Judas Tadeu
Grupo de Estudos em Educação
Física e Pessoas com Deficiência
Universidade do
Sagrado Coração
Universidade
Federal do Ceará
Grupo de Estudos em Farmacologia e
Assistência Farmacêutica
Grupo de Estudos em Nefrologia
Tropical
Universidade de
São Paulo
Grupo de Estudos em Neurociências
e Atividade Física (GENAF)
Universidade do
Estado da Bahia
Grupo de Estudos em Saúde da
Criança e do Adolescente
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Universidade
Estadual do
Maranhão
Universidade do
Estado da Bahia
Grupo de Estudos sobre Teoria
Marxiana, Ensino e Politicas
Públicas
Universidade
Federal de
Alagoas
Instituto Federal
do Ceará –
Reitoria
Fundação
Oswaldo Cruz
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
Universidade
Federal do Ceará
GRUPO DE ESTUDOS E
PESQUISAS EM ESPORTES
ADAPTADOS
Grupo de Estudos e Pesquisas em
Formação de Professores - GEPFP
Grupo de Estudos e Pesquisas
Inclusão Social
Grupo de Estudos Urbanos
Grupo de Estudos, Pesquisa e
Extensão em Educação Especial e
Educação Física Adaptada
GRUPO DE GENÉTICA MÉDICA
E CLÍNICA
Grupo de Pesq. Transdisciplinar em
Formação Docente, Educação
Inclusiva, Ensino de Línguas e
Literatura nas Relações SócioPolíticas do Campo (Grup. Pes e Est.
em Educação, Linguística e LetrasGPEL)
Grupo de Pesquisa Clínica
FIOCRUZ em Hanseníase
Grupo de Pesquisa Corpo e Cultura
de Movimento - GEPEC
Grupo de Pesquisa de Aplicações em
Tecnologias Assistivas e Usabilidade
Décio Roberto
Calegari
Ciências da Saúde
Educação Física
Kátia Silva
Santos
Maria
Candida
Soares DelMasso
Juliane
Aparecida de
Paula Perez
Campos
Graciele
Massoli
Rodrigues
Alexandre
Bechara
Geraldo
Bezerra da
Silva Junior
Michele
Schultz
Ramos
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Farmácia
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Biológicas
Morfologia
Hermila
Tavares Vilar
Guedes
Jane Cruz
Prates
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Hermeneilce
Wasti Aires
Pereira Cunha
Osni Oliveira
Noberto da
Silva
Carlos
Guilherme
Gaelzer
Porciuncula
Neidimar
Lopes Matias
de Paula
Ciências Humanas
Geografia
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Educação
Euzenir
Nunes Sarno
Jose Pereira
de Melo
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Educação Física
Osvaldo de
Souza
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciência da
Computação
164
Escola Bahiana de
Medicina e Saúde
Pública
Grupo de Pesquisa de Desordens do
Desenvolvimento Sexual e Cirurgia
Genital Reconstrutora
Universidade
Santa Cecília
GRUPO DE PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO DE
PRODUTOS DE TECNOLOGIA
ASSISTIVA A DEFICIÊNCIA
FÍSICA
Grupo de Pesquisa e Estudos em
Ações para Educação Inclusiva
(GAIN)
Instituto Federal
de São Paulo
Ubirajara de
Oliveira
Barroso
Júnior
José Carlos
Morilla
Ciências da Saúde
Medicina
Engenharias
Engenharia
Biomédica
Eliana Maria
Arico
Ciências Exatas e da
Terra
Química
Universidade
Estadual de
Roraima
Grupo de Pesquisa e Extensão em
Serviço Social e Políticas Públicas GPESSPP
Laurinete
Rodrigues da
Silva
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Universidade
Castelo Branco
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade de
Pernambuco
Grupo de Pesquisa em Atividade
Motora Adaptada
Grupo de Pesquisa em Avaliação
Motora Adaptada
Cláudio Diehl
Nogueira
Paulo Ferreira
de Araujo
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Grupo de Pesquisa em Doenças
Cardiovasculares do PROCAPE
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Federal do
Maranhão
Grupo de Pesquisa em Educação
Especial
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal do Sul e
Sudeste do Pará
Grupo de Pesquisa em Educação
Especial: Contextos de formação,
Políticas e Práticas Pedagógicas
Inclusivas e Acessibilidade
Grupo de Pesquisa em Educação
Inclusiva
Dário
Celestino
Sobral Filho
Mariza
Borges Wall
Barbosa de
Carvalho
Lucelia
Cardoso
Cavalcante
Rabelo
Elizabete Lyra
Paganini
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Anselmo de
Athayde
Costa e Silva
Manoel
Euzebio de
Souza
Jorge Andrade
Pinto
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências da Saúde
Medicina
Dirceu
Bartolomeu
Greco
Veronica dos
Reis Mariano
Souza
Moacir
Pereira de
Souza Filho
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Espírito Santo
Universidade
Federal do Pará
Universidade do
Estado de Mato
Grosso
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Universidade
Federal de
Sergipe
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Grupo de Pesquisa em Exercício e
Deficiência Física
GRUPO DE PESQUISA EM
FRUTICULTURA
Grupo de Pesquisa em
Imunodeficiências Primárias
Grupo de Pesquisa em Imunologia e
Imunodeficiências
GRUPO DE PESQUISA EM
INCLUSÃO ESCOLAR DA
PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Grupo de Pesquisa em Metodologias
para o Ensino de Ciências
165
Universidade
Federal do Ceará
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Grupo de Pesquisa em Métodos e
Técnicas de Ensino e de
Aprendizagem tanto em Matemática
e Física para as Engenharias quanto
em Matemática e Ciências Adaptadas
(Educação Básica-)GPMAd
Grupo de Pesquisa em Nutrição e
Saúde Coletiva
Luis Gonzaga
Rodrigues
Filho
Ciências Humanas
Educação
Ana Paula
Carlos
Cândido
Mendes
Maria Teresa
Botti
Rodrigues
Santos
Marli Nabeiro
Ciências da Saúde
Nutrição
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências da Saúde
Educação Física
Grupo de Pesquisa em Pessoas com
Deficiência: saúde e inclusão.
Giovana
Machado
Souza Simões
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
GRUPO DE PESQUISA EM
SAÚDE INFANTIL E
PREVENÇÃO DE AGRAVOS
Grupo de Pesquisa em Urologia
(GPU)
Raquel Costa
Albuquerque
Ciências da Saúde
Ernani Luis
Rhoden
Ciências Biológicas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Farmacologia
Grupo de Pesquisa Multidisciplinar
em Gestão, Inclusão Social e
Humanidades
Grupo de Pesquisa Promoção e
Educação em Saúde de Pessoas em
Estado de Vulnerabilidade
Grupo de Pesquisa sobre Inclusão,
Exclusão e Diversidade.
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Enfermagem
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Cruzeiro do Sul
Grupo de Pesquisa em Odontologia
para a Pessoa com Deficiência
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Escola Superior
de Ciências da
Santa Casa de
Misericórdia de
Vitória
Universidade
Federal de
Pernambuco
Fundação
Universidade
Federal de
Ciências da Saúde
de Porto Alegre
Instituto Federal
de São Paulo
GRUPO DE PESQUISA EM
PEDAGOGIA DO MOVIMENTO
HUMANO
Universidade
Federal de
Campina Grande
Universidade
Federal
Fluminense
Grupo de Pesquisa sobre Políticas e
Educação Geográfica (GPPEG)
Maria Lucia
Nana Ebisawa
Irita
Roberlandia
Evangelista
Lopes
Wilson
Honorato
Aragão
Sonia Maria
de Lira
Grupo de Pesquisas e Estudos em
Acessibilidade e Inclusão
Sustentável(GEPAIS)
Cristina
Borges de
Oliveira
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Estadual de
Montes Claros
GRUPO INTEGRADO DE
PESQUISA EM PSICOLOGIA DO
ESPORTE/EXERCÍCIO E SAÚDE,
SAÚDE OCUPACIONAL E
MÍDIA-GIPESOM
GRUPO INTERDISCIPLINAR DE
ESTUDOS EM EDUCAÇÃO
INCLUSIVA E NECESSIDADES
Maria de
Fatima de
Matos Maia
Ciências da Saúde
Educação Física
Regina Célia
Passos
Ribeiro de
Campos
Ciências Humanas
Educação
Instituto Superior
de Teologia
Aplicada
Universidade
Federal da Paraíba
Universidade
Federal de Minas
Gerais
166
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Amazonas
Universidade
Federal do Pará
Grupo Multidisciplinar de Estudos e
Pesquisas sobre Inclusão e Cidadania
Dalmir
Pacheco de
Souza
Ciências Humanas
Educação
Grupo Sala Verde Pororoca: espaço
socioambiental Paulo Freire
Maria
Ludetana
Araújo
Miguel Angel
García Bordas
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Milene
Selbach
Silveira
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências da
Computação
iii - Instituto de Investigação em
Imunologia
Jorge Elias
Kalil Filho
Ciências da Saúde
Medicina
Faculdade de
Medicina do ABC
Imuno ABC
Ciências da Saúde
Medicina
Instituto Israelita
de Ensino e
Pesquisa Albert
Einstein
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Imunodeficiências Primárias: Clínica
e mecanismos
Anete
Sevciovic
Grumach
Luiz Vicente
Rizzo
Ciências Biológicas
Imunologia
Instituto de
Medicina Integral
Professor
Fernando Figueira
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia da
Paraíba
Centro
Universitário
Adventista de São
Paulo
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal da Bahia
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal de
Campina Grande
Pontifícia
Universidade
Católica de Minas
Gerais
HCEL - História da Cultura
Corporal, Educação, Esporte, Lazer e
sociedade
Hu-S.ER - Human-System
Experience Research group
Imunologia Clínica
Luiz Fernando
Job Jobim
Ciências da Saúde
Medicina
Imunologia das infecções
microbianas e vacinas
Aguinaldo
Roberto Pinto
Ciências Biológicas
Imunologia
Imunologia e Genética
Leuridan
Cavalcante
Torres
Ciências da Saúde
Medicina
Inclusão da Pessoa com Deficiência e
Direitos Humanos
Rivânia de
Sousa Silva
Ciências Humanas
Educação
INCLUSÃO DIGITAL E
INFORMÁTICA EDUCACIONAL
Andressa
Jackeline de
Oliveira
Mario e Paiva
Rosana Glat
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Marta Helena
Burity Serpa
Ciências Humanas
Educação
Amauri
Carlos
Ferreira
Ciências Humanas
Educação
Inclusão e aprendizagem de alunos
com necessidades educacionais
especiais: práticas pedagógicas,
cultura escolar e aspectos
psicossociais
Inclusão Escolar, Sociabilidade e
Sustentabilidade
Inclusão, Educação e Ensino de
Ciências e Matemática
167
Universidade do
Extremo Sul
Catarinense
Indicadores e Educação em Saúde
Coletiva
Lisiane Tuon
Generoso
Bitencourt
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Federal de
Alagoas
Universidade
Federal de São
Carlos
Informação e acessibilidade em
escolas e bibliotecas
Francisca
Rosaline Leite
Mota
Maria Stella
Coutinho de
Alcantara Gil
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências da
Informação
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências Humanas
Ciências da
Computação
Psicologia
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal de
Pernambuco
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Tiradentes
INTERAÇÃO SOCIAL,
APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO DA
CRIANÇA PEQUENA
InterLab - Laboratório de
Tecnologias Interativas
Intervenção e prevenção com
famílias especiais
Romero Tori
Ana Lúcia
Rossito Aiello
Investigação da fisiopatologia de
doenças metabólicas hereditárias
Moacir
Wajner
Ciências Biológicas
Bioquímica
LABERGOdesign - Laboratório de
Ergonomia e Design Universal
Laura Bezerra
Martins
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Laboratório de Ação e Percepção
Eliane
Mauerberg de
Castro
Ciências da Saúde
Educação Física
Laboratório de Biociências da
Motricidade Humana - LABIMH
Estélio
Henrique
Martin Dantas
Leonardo
Gomes de
Oliveira Luz
Celina Maria
Colino
Magalhães
Victor
Francisco
Araya
Santander
Rubia-Mar
Nunes Pinto
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências da
Computação
Ciências da Saúde
Educação Física
Allan Rocha
Damasceno
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal de
Alagoas
Universidade
Federal do Pará
Laboratório de Cineantropometria,
Atividade Física e Promoção da
Saúde (LACAPS)
Laboratório de Ecologia do
Desenvolvimento
Universidade
Estadual do Oeste
do Paraná
Laboratório de Engenharia de
Software (LES)
Universidade
Federal de Goiás
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Laboratório de Estudos e Pesquisa
em História da Educação do Corpo
(LEPHEC)
Laboratório de Estudos e Pesquisas
em Educação, Diversidade e Inclusão
(LEPEDI)
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Laboratório de Estudos em
Biblioterapia, Bibliotecas Escolares e
Leitura
Clarice
Fortkamp
Caldin
Ciências Sociais
Aplicadas
Ciências da
Informação
Universidade de
Pernambuco
Laboratório de Estudos sobre Ação
Coletiva e Cultura - LACC
Ciências Humanas
Antropologia
Universidade de
São Paulo
Laboratório de Genômica Funcional
Ciências Biológicas
Bioquímica
Universidade de
São Paulo
Laboratório de Imunologia Clínica e
Alergia da FMUSP
Vânia Rocha
Fialho de
Paiva e Souza
Luciana
Amaral
Haddad
Jorge Elias
Kalil Filho
Ciências da Saúde
Medicina
168
Universidade
Estadual de
Maringá
Laboratório de Oxidações Biológicas
Emy Luiza
Ishii Iwamoto
Ciências Biológicas
Bioquímica
Universidade de
São Paulo
Laboratório de Pesquisa Básica em
Nefrologia - LIM 12
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade de
São Paulo
Laboratório do Núcleo de
Antropologia Urbana (LabNAU)
Ciências Humanas
Antropologia
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Federal da Bahia
Universidade de
São Paulo
LEPED - LABORATORIO DE
ESTUDOS E PESQUISAS EM
ENSINO E DIFERENÇA
LET - LABORATÓRIO DE
ESTUDO DA TIREOIDE
Lide-Laboratório Interunidades de
Estudos sobre Deficiência
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Psicologia
Universidade
Estadual de
Maringá
Linguagem, afetividade e deficiência
Ciências Humanas
Educação
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Linguagem, comunicação alternativa
e processos educacionais para
pessoas com autismo e outras
deficiências
Linguagem, Ensino e Cognição
(LEC)
Claudia Maria
de Barros
Helou
Jose
Guilherme
Cantor
Magnani
Norma Silvia
Trindade de
Lima
Helton Estrela
Ramos
Marcos José
da Silveira
Mazzotta
Tânia dos
Santos
Alvarez da
Silva
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Siumara
Aparecida de
Lima
Maria
Auxiliadora
Terra Cunha
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Pedro
Francisco
Guedes do
Nascimento
Abadia dos
Reis
Nascimento
Mario
Vaisman
Ciências Humanas
Antropologia
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências da Saúde
Medicina
Roseli de
Deus Lopes
Rosangela
Fernandes
Garcia
Francisco
Alfredo
Bandeira e
Farias
Maria Cecília
Bonini
Trenche
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências Biológicas
Ciências da
Computação
Fisiologia
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Universidade
Tecnológica
Federal do Paraná
Centro
Universitário
Augusto Motta
MAEE (Matriz de Apoio à Educação
Especial)
Universidade
Federal de
Alagoas
Mandacaru - Núcleo de Estudos em
Gênero, Saúde e Direitos Humanos
Universidade
Federal de Goiás
Manejo e tratos culturais em
hortaliças
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade de
São Paulo
Universidade
Estadual de
Maringá
Universidade de
Pernambuco
mario vaisman endocrinologia
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Meios Eletrônicos Interativos
Metabolismo Energético e Estresse
oxidativo
Metabolismo ósseo
Métodos e processos clínicoterapêuticos em Fonoaudiologia
169
Universidade
Estadual do
Sudoeste da Bahia
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Federal de
Uberlândia
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Universidade
Federal de
Roraima
MINORIAS E INCLUSÃO
SOCIAL: HISTÓRIA, MEMÓRIA,
EDUCAÇÃO E LINGUAGEM
Movimento e Saúde
Heleusa
Figueira
Câmara
Tania
Fernandes
Campos
Raquel de
Aguiar Furuie
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Saúde Coletiva
Núcleo Interdisciplinar de Estudos e
Pesquisas em Atividade FÃsica e
Saúde
NCCD
Patrícia
Silvestre de
Freitas
Angela Santos
Ferreira Nani
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Medicina
Nefrologia Genética, Molecular e
Celular
NEHME - Núcleo de Estudos em
História do Esporte e da Educação
Física
NEPED - NÚCLEO DE ESTUDOS
E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO E
DIVERSIDADE
NEPEDE-EES - Núcleo de Estudos e
Pesquisas em Direito à Educação Educação Especial - Boa Vista
Luiz Fernando
Onuchic
Janice
Zarpellon
Mazo
Anderson
Ferrari
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Maria Edith
Romano
SiemsMarcondes
Priscila
Fernanda
Gonçalves
Cardoso
Claudio
Roberto
Baptista
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Ciências Humanas
Educação
Luiz de
Gonzaga
Gawryszewski
Esper Abrao
Cavalheiro
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências da Saúde
Medicina
Neurociência, neurodesenvolvimento
e doenças neurodegenerativas
José Cláudio
da Silva
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Neurogenética
Patrícia Maria
de Carvalho
Aguiar
Ciências da Saúde
Medicina
NIPlast - Núcleo Interinstitucional de
Plastinação: Educação Básica,
Desenvolvimento e Tecnologia
Assistiva
Normalidade e patologias do eixo
GH/IGF-1
Telma Sumie
Masuko
Ciências Biológicas
Morfologia
Pedro Weslley
Souza do
Rosário
Ciências da Saúde
Medicina
multiprofissional e interdisciplinar
em saúde
Universidade
Federal de São
Paulo
NEPETP - Núcleo de Estudo e
Pesquisa sobre Ética e Trabalho
Profissional
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
NEPIE-Núcleo de Estudos em
Políticas de Inclusão Escolar
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Estadual de
Ciências da Saúde
de Alagoas
Instituto Israelita
de Ensino e
Pesquisa Albert
Einstein
Universidade
Federal da Bahia
Neurobiologia da Atenção e do
Controle Motor
Instituto de
Ensino e Pesquisa
da Santa Casa de
Belo Horizonte
NEUROCIÊNCIA
170
Universidade de
Brasília
NTAAI - Núcleo de Tecnologia
Assistiva, Acessibilidade e Inovação
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade
Estadual de Feira
de Santana
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal de
Alagoas
Núcleo de Acessibilidade Digital e
Tecnologias Assistivas
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Fundação de
Medicina Tropical
Doutor Heitor
Vieira Dourado
Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal do Amapá
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Federal
Fluminense
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Pará
Universidade
Estadual da
Paraíba
Instituto
Mantenedor de
Ensino Superior
da Bahia
Núcleo de Educação Física e
Esportes Adaptados
Núcleo de Estudo da Imunidade
(NEI)
Núcleo de Estudo em Educação e
Diversidade (NEEDI)
Núcleo de Estudos da Sexualidade
(NUSEX)
Núcleo de Estudos da Sexualidade
(NUSEX)
Emerson
Fachin
Martins
Luciane Maria
Fadel
Ciências da Saúde
Ciências Sociais
Aplicadas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciências da
Informação
João Danilo
Batista de
Oliveira
Pérsio Roxo
Júnior
Neiza de
Lourdes
Frederico
Fumes
Paulo Rennes
Marcal
Ribeiro
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Psicologia
Núcleo de Estudos das Viroses
Humanas do Amazonas NESVHAM
Wornei Silva
Miranda
Braga
Ciências da Saúde
Medicina
NÚCLEO DE ESTUDOS
DENDROCRONOLÓGICOS E
DENDROECOLÓGICOS EM
AMBIENTES NATURAIS
(NEDDAN)
Núcleo de Estudos e Pesquisas em
Direito à Educação - Educação
Especial
Núcleo de Estudos e Pesquisas em
Educação Física, Esporte e Lazer NEPEFEL
NÚCLEO DE ESTUDOS E
PESQUISAS SOBRE
INCAPACIDADE E TRABALHO
Núcleo de Estudos em Atividade
Física Adaptada NEAFA (Center for
Studies in Adapted Physical Activity)
Núcleo de Estudos em atividade
física e esporte para pessoas com
deficiência - NEAFEP
Núcleo de Estudos em Doenças
Trofoblásticas
Paulo Cesar
Botosso
Ciências Biológicas
Ecologia
Katia Regina
Moreno
Caiado
Demilto
Yamaguchi da
Pureza
Fabiane
Ribeiro
Ferreira
Mey de Abreu
Van Munster
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Educação Física
Ciro Winckler
de Oliveira
Filho
Antônio
Rodrigues
Braga Neto
Herminio
Tavares Sousa
dos Santos
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Educação
Ciências Biológicas
Genética
Ciências da Saúde
Medicina
Núcleo de Estudos em Educação,
Inclusão e Trabalho
Núcleo de Estudos em Genética e
Educação (NEGE)
Núcleo de estudos em saúde da
criança e do adolescente
Silvana
Cristina dos
Santos
Leda Solano
de Freitas
Souza
171
Fundação
Universidade
Regional de
Blumenau
Universidade
Estadual do
Sudoeste da Bahia
Escola Superior
de Ciências da
Saúde
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do Rio
Grande do Norte
Fundação de
Medicina Tropical
Doutor Heitor
Vieira Dourado
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Fundação
Universidade
Federal de
Ciências da Saúde
de Porto Alegre
Universidade de
Ribeirão Preto
Instituto
Mantenedor de
Ensino Superior
da Bahia
Universidade
Metodista de
Piracicaba
Universidade do
Estado de Minas
Gerais
Nucleo de Estudos Interdisciplinar da
Criança e do Adolescente
Rita de Cássia
Marchi
Ciências Humanas
Sociologia
NÚCLEO DE ESTUDOS SOBRE
DEFICIÊNCIA, ACESSIBILIDADE
E DIREITOS HUMANOS
Núcleo de Genética (NUGEN)
Sandra Regina
Rosa Farias
Ciências Humanas
Educação
Juliana Forte
Mazzeu de
Araújo
Rodrigo
Leone Alves
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Exatas e da
Terra
Ciências da
Computação
Núcleo de Inovação e Pesquisa do
Agreste Norte Rio Grandense
Núcleo de Investigação em Malária
do Estado do Amazonas
Maria das
Graças Costa
Alecrim
Ciências da Saúde
Medicina
Núcleo de Neuropsicologia e Saúde HU/UFSC
Rosane Porto
Seleme
Heinzen
Pedro Paulo
Gastalho de
Bicalho
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Educação
Angelo Atalla
Ciências da Saúde
Medicina
Márcia
Regina Vítolo
Ciências da Saúde
Nutrição
Teresinha
Pavanello
Godoy Costa
Pryssilla
Souza
Moutinho de
Oliveira
Rute
Estanislava
Tolocka
Daniela
Fantoni de
Lima
Alexandrino
Leonel Pablo
Tedesco
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Heloisa
Helena Motta
Bandini
Ciências Humanas
Psicologia
Núcleo de Pesquisa Cognição e
Coletivos
Núcleo de Pesquisa e
Desenvolvimento de Processos,
Produtos e Inovação Tecnológica
para o Ensino de Deficientes Visuais
- NDVIS
Núcleo de Pesquisa em Hematologia,
Hemoterapia, Terapia Celular e
Transplante de Medula Óssea
Nucleo de Pesquisa em Nutrição
(Nupen)
Núcleo de Pesquisa em Psicologia
Social, Educação e Saúde
Núcleo de Pesquisa em Saúde e
Fisioterapia - NUPESF
NÚCLEO DE PESQUISAS EM
MOVIMENTO - NUPEM
Núcleo de Pesquisas Sobre o Corpo
(NUPESC)
Universidade de
Santa Cruz do Sul
Núcleo de Tecnologia Assistiva da
UNISC
Universidade
Estadual de
Ciências da Saúde
de Alagoas
Nucleo Informatizado de Estudos de
Linguagem
172
Universidade
Federal de São
Carlos
NÚCLEO INTERDISCIPLINAR DE
PESQUISA E ENSINO - NIPE
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal de
Pernambuco
Universidade
Federal do
Amazonas
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade
Tecnológica
Federal do Paraná
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Universidade do
Vale do Itajaí
Núcleo Pró-Acesso (Núcleo de
Pesquisa, Ensino e Projeto sobre
Acessibilidade e Desenho Universal)
Nutrição Clinica
Nutrição e Saúde de Coletividades NSCUFAM
O Cuidado à Pessoa com Deficiência
na formação profissional.
O Ensino e a Inclusão de Pessoas
com Deficiência
Observatório de Educação Especial e
Inclusão Educacional (ObEE)
Observatório de Políticas
Educacionais
Sylvia
Rosalina
Grasseschi
Panico
Regina Cohen
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Sociais
Aplicadas
Antropologia
Alcides da
Silva Diniz
Ciências da Saúde
Nutrição
Maria
Conceição de
Oliveira
Luiza Santos
Moreira da
Costa
Sani de
Carvalho Rutz
da Silva
Flávia Faissal
de Souza
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Regina Célia
Linhares
Hostins
Emerson Elias
Merhy
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Irene
Gyongyver
Heidemarie
Lorand-Metze
Marcelo
Alves Soares
Frida Marina
Fischer
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Biológicas
Microbiologia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Estadual de
Campinas
Observatórios microvetorial de
políticas públicas e educação em
saúde - UFRJ/MACAÉ
Oncohematologia
Instituto Nacional
de Câncer
Universidade de
São Paulo
Oncovirologia no Insituto Nacional
de Câncer
Organização dos processos
produtivos e saúde do trabalhador
Universidade
Federal do
Triângulo Mineiro
Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Universidade
Federal de Goiás
Fundação
Oswaldo Cruz
Universidade de
São Paulo
Patologia das Doenças Infecciosas,
AIDS, Megas Chagásicos e Não
Chagásicos
Patologia dos Animais Domésticos
Sheila Jorge
Adad
Ciências da Saúde
Medicina
Jurgen
Dobereiner
Ciências Agrárias
Medicina
Veterinária
Perspectivas Queer (e) Decoloniais
em Debate
Eliana de
Souza Ávila
Lingüística, Letras e
Artes
Letras
Pesquisa básica e aplicada em
doenças infecciosas
Pesquisa Clínica Fiocruz em
Tuberculose
Pesquisa e Aplicação Tecnológica
em Reabilitação
Fátima
Ribeiro Dias
Theolis Costa
Barbosa Bessa
Carlos
Bandeira de
Mello
Monteiro
Ciências Biológicas
Imunologia
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
173
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Espírito Santo
Universidade
Federal de Santa
Maria
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Pesquisa e Estudos em Design
Educacional e Inclusão
Danielli Veiga
Carneiro
Sondermann
Ciências Humanas
Educação
Pesquisa em Doenças OsteoMusculares Crônicas
Fabio
Vasconcellos
Comim
Maria da
Conceição de
Almeida
Barbosa-Lima
Mario Carlos
Araujo
Meireles
Luis Alberto
Martinez
Riascos
Marcos Cezar
de Freitas
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Educação
Ciências Agrárias
Medicina
Veterinária
Engenharias
Engenharia
Mecânica
Ciências Humanas
Educação
Fátima
Campos
Daltro de
Castro
Júlio César
Machado
Pinto
Lingüística, Letras e
Artes
Artes
Ciências Sociais
Aplicadas
Comunicação
Políticas Públicas e Concretização de
Direitos Fundamentais
Soraya Regina
Gasparetto
Lunardi
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Políticas, ações sociais, cultura e
reabilitação
Fatima Correa
Oliver
Ciências da Saúde
Práticas Educativas e Letramento
Dorivaldo
Alves
Salustiano
Fabiana Cia
Ciências Humanas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Educação
Ciências Humanas
Educação
Claudia
Cristina Fiorio
Guilherme
Ciências Humanas
Educação
Rodolfo
Gaede Neto
Reginaldo
José Petroli
Ciências Humanas
Teologia
Ciências Biológicas
Genética
Pesquisa em formação de professores
Universidade
Federal de Pelotas
Pesquisa em Micologia
Universidade
Federal do ABC
Pesquisas Avançadas para
Acessibilidade de pessoas com
deficiência motora e Cadeirantes
Plataforma de Saberes Inclusivos
Universidade
Federal de São
Paulo
Universidade
Federal da Bahia
Pontifícia
Universidade
Católica de Minas
Gerais
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal de
Campina Grande
Universidade
Federal de São
Carlos
Centro
Universitário
Herminio Ometto
de Araras
Faculdade EST
Poética da Diferença
Poéticas Audiovisuais
Contemporâneas: Dispositivo e
Temporalidade
Práticas educativas na família e na
escola: Impactos no desenvolvimento
infantil
Práticas pedagógicas
Práxis Social da Igreja
Universidade
Federal de
Alagoas
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Prevenção e atenção à saúde de
pessoas com defeitos congênitos no
SUS
Procedimentos e Implicações
psicossociais dos distúrbios da
audição
Teresa Maria
Momensohn
dos Santos
Ciências da Saúde
Fonoaudiologia
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
de Janeiro
Processamento e Aquisição da
Linguagem (GPPAL)
Leticia Maria
Sicuro Correa
Lingüística, Letras e
Artes
Linguística
174
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Universidade
Federal da Grande
Dourados
Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Processos de escolarização,
desigualdades sociais e diversidade
cultural
Jose Geraldo
Silveira
Bueno
Ciências Humanas
Educação
Processos de saúde e
desenvolvimento: investigações e
intervenções
PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA
DE AVES E SUÍNOS
Veronica
Aparecida
Pereira
Elsio Antonio
Pereira de
Figueiredo
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Agrárias
Zootecnia
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Universidade do
Estado da Bahia
Produção de Materiais Didáticos
Acessíveis para Pessoas com
Deficiências em Contextos Formais e
Informações de Educação
PROGEI - Programa de Educação
Inclusiva
Leliana
Santos de
Sousa
Ciências Humanas
Educação
Universidade de
Pernambuco
PROGRAMA CIRANDA
AUDITIVA
Engenharias
Engenharia Civil
Universidade
Tecnológica
Federal do Paraná
Universidade
Federal da Bahia
Programa de Ergodesign Aplicado a
Tecnologia Assistiva
Luiz Albérico
Barbosa
Falcão
Sandra Sueli
Vieira Mallin
Ciências Sociais
Aplicadas
Saúde Coletiva
Programa Integrado em
Epidemiologia e Avaliação de
Impactos na Saúde das Populações
Promoção da Saúde, Comunicação e
Tecnologias Educativas: Assistência
à Pessoa com/sem Deficiência
Maria da
Glória Lima
Cruz Teixeira
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Ciências da Saúde
Desenho Industrial
Ciências da Saúde
Enfermagem
PROMOVER: atenção integral ao
deficiente visual
Nuno Miguel
Lopes de
Oliveira
Fátima
Gonçalves
Cavalcante
Regina da
Silva Pina
Neves
Marineia
Crosara de
Resende
Maria Regina
Ferreira
Brandão
Leandro
Castro
Oltramari
Gisele Regina
de Azevedo
Ciências da Saúde
Ciências Humanas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências da Saúde
Psicologia
Ciências Humanas
Educação Física
Ciências da Saúde
Psicologia
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade da
Integração
Internacional da
Lusofonia AfroBrasileira
Universidade
Federal do
Triângulo Mineiro
Universidade
Veiga de Almeida
Psicanálise e Saúde
Universidade de
Brasília
Psicologia do Conhecimento
Universidade
Federal de
Uberlândia
Universidade São
Judas Tadeu
Psicologia do Envelhecimento e
Qualidade de Vida
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Psicologia do Exercício e do Esporte
Psicologia e Processos Educacionais
QUALIDADE DE VIDA
Qualidade de Vida
Marcelo Pio
de Almeida
Fleck
175
Universidade de
São Paulo
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade de
São Paulo
Pontifícia
Universidade
Católica de Minas
Gerais
Universidade
Federal de São
Carlos
Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal do Paraná
QUALIDADE DE VIDA E NOVAS
TECNOLOGIAS EM
REABILITAÇÃO
REABILITAÇÃO,
FUNCIONALIDADE E
EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ReAbilitArte
Linamara
Rizzo
Battistella
Carla Roberta
Monteiro
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Enfermagem
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
REATA - Laboratório de Estudos em
Reabilitação e Tecnologia Assistiva
Renato
Fernandes de
Paulo
Eucenir
Fredini Rocha
Ciências da Saúde
Reconstrução dos paradigmas de
Direito Privado
Fernanda
Paula Diniz
Ciências Sociais
Aplicadas
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Direito
Recuperação de Áreas Degradadas
Marcio
Roberto
Soares
Paulo Sérgio
de Paula
Herrmann
Junior
Ana Lúcia
Abrahão
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Engenharias
Engenharia
Mecânica
Ciências Agrárias
Agronomia
Rede Brasileira de Fenotipagem de
Plantas
Rede de observatórios microvetorial
de políticas públicas e educação em
saúde
Rede de Pesquisa e Desenvolvimento
em Tecnologia Assistiva
Instituto
Agronômico do
Paraná
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Espírito Santo
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Federal de Pelotas
Saúde bucal da criança, adolescente e
gestante
Universidade
Federal do Piauí
Saude bucal de crianças e
adolescentes
Universidade
Federal de Mato
Grosso
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Saúde da Criança
Universidade
Federal
Fluminense
RELAÇÕES SOLO-ÁGUAPLANTA E ATMOSFERA
Maria Lucia
Leite Ribeiro
Okimoto
Celso Jamil
Marur
Robótica e Automação Inteligente
Douglas Ruy
Soprani da
Silveira
Araujo
Engenharias
Engenharia
Elétrica
Robótica Pedagógica
João Vilhete
Viegas
d'Abreu
Marina Sousa
Azevedo
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da
Computação
Ciências da Saúde
Odontologia
Marina de
Deus Moura
de Lima
Maria Isabel
Valdomir
Nadaf
Peterson
Marco de
Oliveira
Andrade
Tauã Lima
Verdan
Rangel
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Saúde e Funcionalidade Humana Health and Human Functioning
Saúde Mental, Direitos Humanos e
Desenvolvimento
176
Universidade
Federal de
Sergipe
Universidade
Federal do Paraná
Universidade
Federal do Piauí
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade de
São Paulo
SCENARIOS - Centro de Pesquisas
em Políticas Públicas de Educação
Física, Esporte, Lazer e Esportes
Adaptados do Estado de Sergipe
SEMPR
SER-TÃO: Semiárido Enquanto
Reduto Teórico-Epistêmico, Artístico
e Oral.
SEXUALIDADE, EDUCAÇÃO E
CULTURA - GEPESEC
SexualidadeVida
Universidade de
São Paulo
Sindromologia Craniofacial
Universidade de
Sorocaba
Sistemas de liberação modificada de
fármacos para administração oral
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade
Federal de
Uberlândia
Universidade
Federal de Itajubá
Centro
Universitário
FIEO
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Luterana do Brasil
Sociologia, Direito e Justiça
Universidade
Federal de Santa
Maria
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Pará
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Espírito Santo
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal de Santa
Maria
Solo do Cerrado
Solos e Meio Ambiente - SOMA
Subjetividade, ensino e
aprendizagem na educação formal e
não formal
Surdez e Abordagem Bilingue
Surdocegueira e Deficiência Múltipla
Sensorial
Teatro Flexível: práticas cênicas e
acessibilidade
Ailton
Fernando
Santana de
Oliveira
Cesar Luiz
Boguszewski
Michelli
Ferreira dos
Santos
Ana Cláudia
Bortolozzi
Maia
Edmar
Henrique
Dairell Davi
Antonio
Richieri da
Costa
Marco
Vinícius
Chaud
Luiz Cláudio
Moreira
Gomes
Elias
Nascentes
Borges
Rogério
Melloni
Marisa Irene
Siqueira
Castanho
Ana Claudia
Balieiro Lodi
Susana Maria
Mana de
Aráoz
Marcia
Berselli
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Biológicas
Genética
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Biológicas
Genética
Ciências da Saúde
Farmácia
Ciências Humanas
Sociologia
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências Agrárias
Agronomia
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Lingüística, Letras e
Artes
Artes
Tecnologia Assistiva para a
Educação Inclusiva
João Elias
Vidueira
Ferreira
Outra
Divulgação
Científica
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS NO
ESPORTE, LAZER E SAÚDE.
Luis Antonio
da Silva
Ciências da Saúde
Educação Física
Tecnologias da moda e do têxtil:
processos criativos para corpos do
futuro
Tecnologias, EaD e E/LE
Cláudia
Regina Garcia
Vicentini
Marcus
Vinícius
Liessem
Fontana
Ciências Sociais
Aplicadas
Desenho Industrial
Lingüística, Letras e
Artes
Letras
177
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Universidade de
São Paulo
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
TEIAS - Tecnologia em Educação
para Inclusão e Aprendizagem em
Sociedade
Telemedicina, Tecnologias
Educacionais e eHealth
Terapia Ocupacional com pessoas
com deficiências e doenças crônicas
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
Universidade
Estadual de
Londrina
TERAPIA OCUPACIONAL E
ATENÇÃO INTEGRAL À
INFÂNCIA
Terapia Ocupacional e Tecnologia
Assistiva em diferentes contextos
Universidade
Estadual do Ceará
Universidade
Federal de
Pernambuco
Universidade de
São Paulo
TRADUÇÃO E SEMIÓTICA
Trabalho, Educação e Sociedade
Tradução Visual e Comunicação
Assistiva
Transtornos Alimentares e Obesidade
(Adulto/ Infantil/Bariátrica)
Universidade
Federal do
Recôncavo da
Bahia
Universidade de
São Paulo
TRAPPOS - Grupo de Estudos e
Pesquisa sobre Trajetórias
Participativas e Políticas Sociais
Universidade
Federal da Bahia
Variação cariotípica e fenotípica
Instituto Evandro
Chagas
Viroses Respiratórias & Viroses
Exantemáticas
Universidade
Federal da Paraíba
VOZES, EMPODERAMENTO,
INCLUSÃO E DIREITOS
HUMANOS
Fonte: Autora (2017)
Unidade de Endocrinologia do
Desenvolvimento
Liliana Maria
Passerino
Ciências Humanas
Educação
György
Miklós Böhm
Ana Paula
Martins
Cazeiro
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Patrícia Carla
de Souza
Della Barba
Miryam
Bonadiu
Pelosi
Alexandre
Bonetti Lima
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Fisioterapia e
Terapia
Ocupacional
Psicologia
Ciências da Saúde
Ciências Humanas
Soraya
Ferreira Alves
Francisco José
de Lima
Lingüística, Letras e
Artes
Lingüística, Letras e
Artes
Linguística
Sílvia Helena
de Carvalho
Sales Peres
Silvia de
Oliveira
Pereira
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Berenice
Bilharinho de
Mendonça
Lilia Maria de
Azevedo
Moreira
Wyller
Alencar de
Mello
Windyz
Brazao
Ferreira
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Biológicas
Genética
Ciências Biológicas
Microbiologia
Ciências Humanas
Educação
Letras
178
APÊNDICE F
Quadro 10 - Descritor Deficiências
INSTITUIÇÃO
GRUPO
LÍDER
GRANDE ÁREA DO
CONHECIMENTO
Ciências Humanas
ÁREA DO
CONHECIMENTO
Educação
Universidade
Estadual do
Centro-Oeste
Grupo de Educação
Especial e Inclusão
Miriam
Adalgisa
Bedim Godoy
Faculdade de
Medicina do ABC
Universidade
Federal de São
Paulo
Alergia e Imunologia
Neusa Falbo
Wandalsen
Beatriz
Tavares
CostaCarvalho
Terigi
Augusto
Scardovelli
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade de
Mogi das Cruzes
Ambientes Virtuais e
Tecnologias Assistenciais
Engenharias
Engenharia Biomética
Universidade do
Oeste Paulista
Aspectos morfofuncionais e fisiológicos
dos sistemas
cardiorrespiratório,
metabólico e locomotor
Assistência
multidisciplinar em
indivíduos com
deficiências múltiplas em
Santana de Parnaíba - SP
AVALIAÇÃO ANIMAL
Francis Lopes
Pacagnelli
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Dulci do
Nascimento
Fonseca
Vagenas
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Carlos BôaViagem
Rabello
Ciências Agrárias
Zootecnia
Universidade de
São Paulo
Balanceamento e
sequenciamento de linhas
de produção
Marcus Rolf
Peter Ritt
Engenharias
Engenharia de Produção
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
Bioanálises
Valéria
Soraya de
Farias Sales
Ciências da Saúde
Farmácia
Instituto Adolfo
Lutz
Caracterização de
Retrovírus de Relevância
para Humanos
Luís Fernando
de Macedo
Brígido
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Centro de Ensino
Superior de
Maringá
Centro de estudos e
pesquisas
epidemiológicas em
saúde (CEPES)
Centro de Genética
Médica José Carlos
Cabral de Almeida
Fernanda
Shizue
Nishida
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Dafne Dain
Gandelman
Horovitz
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Paulista
Universidade
Federal Rural de
Pernambuco
Fundação Oswaldo
Cruz
Alergia e Imunologia
Clínica
Universidade
Federal de
Pernambuco
Centro de Pesquisas em
Alergia e Imunologia
Clínica
José Ângelo
Rizzo
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade de
Brasília
Cognição e Neurociências
do Comportamento
Maria Angela
Guimarães
Feitosa
Ciências Humanas
Psicologia
Universidade
Federal do Paraná
Cognição, Aprendizagem
e Desenvolvimento
Humano
Sandra Regina
Kirchner
Guimarães
Ciências Humanas
Educação
179
Universidade
Federal de
Pernambuco
Controle Interno das
Organizações
Luiz Carlos
Miranda
Ciências Sociais
Aplicadas
Administração
Universidade do
Estado de Santa
Catarina
Controle Motor
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Universidade
Federal do Sul da
Bahia
Cuidados Primários,
Interdisciplinaridade e
Intervenções Sociais na
Saúde
Deficiências Físicas e
Sensoriais
Fernanda
Romaguera
Pereira dos
Santos
Raquel
Siqueira da
Silva
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ligia Maria
Presumido
Braccialli
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de Santa
Catarina
Desenho Urbano e
Paisagem
Vanessa
Casarin
Ciências Sociais
Aplicadas
Arquitetura e Urbanismo
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Desenvolvimento
Humano e Educação
Especial
Alexandra
Ayach Anache
Ciências Humanas
Psicologia
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de São
Paulo
Diferença, desvio e
estigma
Sadao Omote
Ciências Humanas
Educação
DIFICULDADES
ALIMENTARES NA
INFÂNCIA E
ADOLESCÊNCIA- DA
CARÊNCIA A
OBESIDADE
Direitos Humanos,
Direito à Saúde e Família
Mauro Fisberg
Ciências da Saúde
Nutrição
Isabel Maria
Sampaio
Oliveira Lima
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Diversidade e inclusão
nas práticas sociais
DIVERSO - GRUPO DE
ESTUDOS E PESQUISA
EM EDUCAÇÃO
INCLUSIVA E
DIVERSIDADE
APLICADA À
EDUCAÇÃO
PROFISSIONAL E
TECNOLÓGICA
Doenças Alérgicas e
Imunológicas
Claudia
Pastore
Ana Júlia
Costa Chaves
Silva
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Magna Adaci
de Quadros
Coelho
Ciências da Saúde
Medicina
Educação e Filosofia
Pedro Angelo
Pagni
Ciências Humanas
Educação
Educação Especial
Célia Regina
da Silva
Rocha
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Católica do
Salvador
Universidade
Paulista
Instituto Federal de
Sergipe
Universidade
Estadual de
Montes Claros
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Cruzeiro do Sul
180
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
SENAI Departamento
Regional do
Paraná
Educação Especial:
contextos de formação e
práticas pedagógicas
Maria Júlia
Canazza
Dall'Acqua
Ciências Humanas
Educação
Educação Profissional e
Tecnológica
Waleska
Camargo
Laureth
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Energia, Produção
Industrial, Instrumentação
e Mecatrônica
Josivaldo
Godoy da
Silva
Engenharias
Engenharia Elétrica
Universidade
Regional do Cariri
Ensino de Ciências e
Biologia
Cicero
Magerbio
Gomes Torres
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal da Bahia
Universidade
Federal do
Amazonas
Ensino de Ciências e
Inclusão Escolar ENCINE
Eder Pires de
Camargo
Ciências Humanas
Educação
Raquel Souzas
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Maria Alice
d'Avila
Becker
Ciências Humanas
Psicologia
Wilma
Carvalho
Neves Forte
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Federal do
Amazonas
Epidemiologia e Saúde
Coletiva
Estimulo ambiental e
potencial para altas
habilidades, criatividade,
saúde e resiliência no
contexto amazônico
Estudo clínicolaboratorial das
imunodeficiências
primárias, doenças
alérgicas e renais com
sintomas repetitivos ou
crônicos
Estudos sobre Pessoas
com Deficiências e
Atividades Motoras
Kathya
Augusta
Thomé Lopes
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal de Viçosa
Fisiologia das Plantas
Cultivadas
Fabio Murilo
DaMatta
Ciências Agrárias
Agronomia
Universidade
Federal de São
Paulo
Gastrocirurgia Geral
Gaspar de
Jesus Lopes
Filho
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Federal da Paraíba
Gênero, Educação,
Diversidade e Inclusão
Maria Eulina
Pessoa de
Carvalho
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal de São
Paulo
Genética, bioenergética e
patologia mitocondrial
Celia Harumi
Tengan
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Estadual do Norte
Fluminense Darcy
Ribeiro
GENÉTICA,
GENÔMICA,
EPIGENÔMICA:
APLICAÇÕES
MÉDICAS E
FORENSES
Enrique
MedinaAcosta
Ciências Biológicas
Genética
Faculdade de
Ciências Médicas
da Santa Casa de
São Paulo
181
Universidade
Federal de
Uberlândia
Claudia
Dechichi
Ciências Humanas
Educação
Márcia de
Borba
Campos
Ciências Exatas e da
Terra
Ciência da Computação
GIEDH - Grupo de
Estudo e Pesquisa
Interdisciplinar em
desenvolvimento humano
e Educação
Grupo de Ensino e
Pesquisa em Terapia
Ocupacional-UFPel
Carla Luciane
Blum Vestena
Ciências Humanas
Psicologia
Nicole Ruas
Guarany
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Universidade
Federal do Paraná
Grupo de Ergonomia e
Usabilidade
Maria Lucia
Leite Ribeiro
Okimoto
Engenharias
Engenharia de Produção
Universidade
Federal da Paraíba
Grupo de Estudos e
Pesquisa em Saúde do
Adulto e do Idoso
Maria das
Graças Melo
Fernandes
Ciências da Saúde
Enfermagem
Universidade
Federal de Pelotas
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Autismo e
Inclusão (GEPAI)
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal de Mato
Grosso do Sul
Grupo de Estudos e
Pesquisas em Educação
Física e Esportes
Síglia
Pimentel
Höher
Camargo
Luiza Lana
Gonçalves
Silva
Ciências da Saúde
Educação Física
Instituto Federal de
Sergipe
Grupo de estudos e
pesquisas em educação
matemática inclusiva
Enio Gomes
Araujo
Ciências Exatas e da
Terra
Matemática
Universidade de
São Paulo
Grupo de Estudos em
Neurociências e
Atividade Física
(GENAF)
Grupo de Estudos em
Saúde da Criança e do
Adolescente
Michele
Schultz
Ramos
Ciências Biológicas
Morfologia
Hermila
Tavares Vilar
Guedes
Ciências da Saúde
Medicina
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio
Grande do Sul
Universidade
Estadual do
Centro-Oeste
Universidade
Federal de Pelotas
Universidade do
Estado da Bahia
GEPEPES - GRUPO DE
ESTUDOS E PESQUISA
POLÍTICAS E
PRÁTICAS EM
EDUCAÇÃO ESPECIAL
EDUCACIONAL
GIE/FACIN- Grupo de
pesquisa em Informática
na Educação da FACIN
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
Grupo de Pesquisa Corpo
e Cultura de Movimento GEPEC
Jose Pereira
de Melo
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Grupo de Pesquisa em
Imunodeficiências
Primárias
Jorge Andrade
Pinto
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Federal de Minas
Gerais
Grupo de Pesquisa em
Imunologia e
Imunodeficiênicias
Dirceu
Bartolomeu
Greco
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Grupo de Pesquisa em
Nutrição e Saúde
Coletiva
Ana Paula
Carlos
Cândido
Mendes
Ciências da Saúde
Nutrição
182
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Instituto Superior
de Teologia
Aplicada
GRUPO DE PESQUISA
EM PEDAGOGIA DO
MOVIMENTO
HUMANO
Grupo de Pesquisa
Promoção e Educação em
Saúde de Pessoas em
Estado de
Vulnerabilidade
Grupo de Pesquisa sobre
Políticas e Educação
Geográfica (GPPEG)
Marli Nabeiro
Ciências da Saúde
Educação Física
Roberlandia
Evangelista
Lopes
Ciências da Saúde
Enfermagem
Sonia Maria
de Lira
Ciências Humanas
Educação
Universidade de
São Paulo
iii - Instituto de
Investigação em
Imunologia
Jorge Elias
Kalil Filho
Ciências da Saúde
Medicina
Faculdade de
Medicina do ABC
Imuno ABC
Anete
Sevciovic
Grumach
Ciências da Saúde
Medicina
Instituto Israelita
de Ensino e
Pesquisa Albert
Einstein
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
Imunodeficiências
Primárias: Clínica e
mecanismos
Luiz Vicente
Rizzo
Ciências Biológicas
Imunologia
Imunologia Clínica
Luiz Fernando
Job Jobim
Ciências da Saúde
Medicina
Instituto de
Medicina Integral
Professor
Fernando Figueira
Centro
Universitário
Adventista de São
Paulo
Universidade
Federal de São
Carlos
Imunologia e Genética
Leuridan
Cavalcante
Torres
Ciências da Saúde
Medicina
INCLUSÃO DIGITAL E
INFORMÁTICA
EDUCACIONAL
Andressa
Jackeline de
Oliveira
Mario e Paiva
Ana Lúcia
Rossito Aiello
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Psicologia
Universidade
Federal de
Campina Grande
Intervenção e prevenção
com famílias especiais
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Laboratório de Ação e
Percepção
Eliane
Mauerberg de
Castro
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Laboratório de Estudos e
Pesquisas em Educação,
Diversidade e Inclusão
(LEPEDI)
Laboratório de
Imunologia Clínica e
Alergia da FMUSP
Allan Rocha
Damasceno
Ciências Humanas
Educação
Jorge Elias
Kalil Filho
Ciências da Saúde
Medicina
Linguagem, comunicação
alternativa e processos
educacionais para pessoas
com autismo e outras
deficiências
Mandacaru - Núcleo de
Estudos em Gênero,
Saúde e Direitos
Humanos
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Ciências Humanas
Educação
Pedro
Francisco
Guedes do
Nascimento
Ciências Humanas
Antropologia
Universidade de
São Paulo
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade
Federal de Alagoas
183
Universidade
Federal de
Roraima
Maria Edith
Romano
SiemsMarcondes
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
NEPEDE-EES - Núcleo
de Estudos e Pesquisas
em Direito à Educação Educação Especial - Boa
Vista
NEPIE-Núcleo de
Estudos em Políticas de
Inclusão Escolar
Claudio
Roberto
Baptista
Ciências Humanas
Educação
Universidade de
São Paulo
Núcleo de Estudo da
Imunidade (NEI)
Pérsio Roxo
Júnior
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal de São
Carlos
Núcleo de Estudos da
Sexualidade (NUSEX)
Paulo Rennes
Marcal
Ribeiro
Ciências Humanas
Psicologia
Núcleo de Estudos em
Atividade Física
Adaptada NEAFA
(Center for Studies in
Adapted Physical
Activity)
Núcleo de estudos em
saúde da criança e do
adolescente
Mey de Abreu
Van Munster
Ciências da Saúde
Educação Física
Leda Solano
de Freitas
Souza
Ciências da Saúde
Medicina
Nucleo de Estudos
Interdisciplinar da
Criança e do Adolescente
Rita de Cássia
Marchi
Ciências Humanas
Sociologia
Núcleo de Pesquisa e
Desenvolvimento de
Processos, Produtos e
Inovação Tecnológica
para o Ensino de
Deficientes Visuais NDVIS
Núcleo de Pesquisa em
Hematologia,
Hemoterapia, Terapia
Celular e Transplante de
Medula Óssea
NÚCLEO
INTERDISCIPLINAR
DE PESQUISA E
ENSINO - NIPE
Nutrição e Saúde de
Coletividades NSCUFAM
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Angelo Atalla
Ciências da Saúde
Medicina
Sylvia
Rosalina
Grasseschi
Panico
Maria
Conceição de
Oliveira
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Instituto
Mantenedor de
Ensino Superior da
Bahia
Fundação
Universidade
Regional de
Blumenau
Universidade
Federal
Fluminense
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
Federal do
Amazonas
Universidade
Federal Rural do
Rio de Janeiro
Observatório de
Educação Especial e
Inclusão Educacional
(ObEE)
Flávia Faissal
de Souza
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual de
Campinas
Oncohematologia
Irene
Gyongyver
Heidemarie
Lorand-Metze
Ciências da Saúde
Medicina
184
Empresa Brasileira
de Pesquisa
Agropecuária
Patologia dos Animais
Domésticos
Jurgen
Dobereiner
Ciências Agrárias
Medicina Veterinária
Universidade de
São Paulo
Pesquisa e Aplicação
Tecnológica em
Reabilitação
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Instituto Federal de
Educação, Ciência
e Tecnologia do
Espírito Santo
Universidade
Federal de São
Paulo
Pesquisa e Estudos em
Design Educacional e
Inclusão
Carlos
Bandeira de
Mello
Monteiro
Danielli Veiga
Carneiro
Sondermann
Ciências Humanas
Educação
Plataforma de Saberes
Inclusivos
Marcos Cezar
de Freitas
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal de
Campina Grande
Práticas Educativas e
Letramento
Dorivaldo
Alves
Salustiano
Ciências Humanas
Educação
Centro
Universitário
Herminio Ometto
de Araras
Pontifícia
Universidade
Católica do Rio de
Janeiro
Empresa Brasileira
de Pesquisa
Agropecuária
Práticas pedagógicas
Claudia
Cristina Fiorio
Guilherme
Ciências Humanas
Educação
Processamento e
Aquisição da Linguagem
(GPPAL)
Leticia Maria
Sicuro Correa
Lingüística, Letras e
Artes
Linguística
PRODUÇÃO
AGROECOLÓGICA DE
AVES E SUÍNOS
Elsio Antonio
Pereira de
Figueiredo
Ciências Agrárias
Zootecnia
Produção de Materiais
Didáticos Acessíveis para
Pessoas com Deficiências
em Contextos Formais e
Informais de Educação
PROGEI - Programa de
Educação Inclusiva
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Leliana Santos
de Sousa
Ciências Humanas
Educação
Programa Integrado em
Epidemiologia e
Avaliação de Impactos na
Saúde das Populações
Promoção da Saúde,
Comunicação e
Tecnologias Educativas:
Assistência à Pessoa
com/sem Deficiência
Qualidade de Vida
Maria da
Glória Lima
Cruz Teixeira
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Ciências da Saúde
Enfermagem
Marcelo Pio
de Almeida
Fleck
Ciências da Saúde
Medicina
Universidade de
São Paulo
REATA - Laboratório de
Estudos em Reabilitação
e Tecnologia Assistiva
Eucenir
Fredini Rocha
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Pontifícia
Universidade
Católica de Minas
Gerais
Reconstrução dos
paradigmas de Direito
Privado
Fernanda
Paula Diniz
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Universidade do
Estado do Rio de
Janeiro
Universidade do
Estado da Bahia
Universidade
Federal da Bahia
Universidade da
Integração
Internacional da
Lusofonia AfroBrasileira
Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul
185
Universidade
Federal de Pelotas
Saúde bucal da criança,
adolescente e gestante
Marina Sousa
Azevedo
Ciências da Saúde
Odontologia
Universidade
Federal de Juiz de
Fora
Saúde e Funcionalidade
Humana - Health and
Human Functioning
Peterson
Marco de
Oliveira
Andrade
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Universidade
Estadual Paulista
Júlio de Mesquita
Filho
Universidade
Federal do Rio de
Janeiro
SEXUALIDADE,
EDUCAÇÃO E
CULTURA - GEPESEC
Ana Cláudia
Bortolozzi
Maia
Ciências Humanas
Psicologia
Terapia Ocupacional com
pessoas com deficiências
e doenças crônicas
Ana Paula
Martins
Cazeiro
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Fonte: Autora (2017)
186
APÊNDICE G
Quadro 11 - Quantitativo de grupos que apresentam os descritores no título
INSTITUIÇÃO
GRUPO
LÍDER(ES)
E VICE(ES)
GRANDE ÁREA
DO
CONHECIMENTO
ÁREA DO
CONHECIMENTO
Universidade
Estadual
Paulista Júlio
de Mesquita
Filho
A inclusão da pessoa com
deficiência, TGD/TEA ou
superdotação e os contextos de
aprendizagem
Vera Lúcia
Messias
Fialho
Capellini
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Geografia
Ciências Humanas
Educação
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Universidade
Presbiteriana
Mackenzie
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
Universidade
Paulista
Universidade
de Brasília
Universidade
Federal de
Goiás
Universidade
Federal de São
Carlos
Universidade
de Brasília
A pessoa com deficiência:
avaliação e intervenção
especializada nas áreas de
educação, saúde e psicologia
A proteção constitucional das
pessoas com deficiência
Assistência multidisciplinar em
indivíduos com deficiências
múltiplas em Santana de
Parnaíba – SP
Atividade Física e Deficiência
Intelectual
Corpo, deficiência, população e
espacialidade: cartografias
existenciais
Deficiência Múltipla
Deficiência, Direitos e Políticas
Eliana
Marques
Zanata
Silvana
Maria
Blascovi de
Assis
Luiz Alberto
David
Araujo
Dulci do
Nascimento
Fonseca
Vagenas
Daniela
FagioliMasson
Jônatas de
França
Barros
José Ribeiro
Pimenta de
Godoy
Ronan
Eustáquio
Borges
Maria da
Piedade
Resende da
Costa
Shirley
Rodrigues
Maia
Lívia
Barbosa
Pereira
Éverton
Luís Pereira
187
Universidade
Estadual
Paulista Júlio
de Mesquita
Filho
Deficiências Físicas e Sensoriais
Universidade
de São Paulo
Desenvolvimento e Deficiência:
uma compreensão winnicottiana
Universidade
Federal do
Amazonas
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Estadual de
Campinas
Estudos sobre Pessoas com
Deficiências e Atividades
Motoras
Família, saúde e deficiência
Genética da deficiência
intelectual e distúrbios correlatos
Universidade
Estadual
Paulista Júlio
de Mesquita
Filho
GEPDI - Grupo de Estudos e
Pesquisa em Deficiência e
Inclusão
Universidade
Estadual de
Londrina
Instituto
Federal de
Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Espírito Santo
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Atividade Física e Deficiência
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Deficiência Visual e Cão-Guia
Eduardo
Jose
Manzini
Ciências Humanas
Educação
Ligia Maria
Presumido
Braccialli
Maria Lucia
Toledo
Moraes
Amiralian
Ciências Humanas
Psicologia
Andrea
Perosa
Saigh Jurdi
Kathya
Augusta
Thomé
Lopes
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Ciências da Saúde
Medicina
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ricardo
Torres
Santana
Maria de
Fátima de
Campos
Françozo
Maria
Cecília
Marconi
Pinheiro
Lima
Antonia
Paula
Marques-deFaria
Maricilda
Palandi
Mello
Lúcia
Pereira Leite
Sandra Eli
Sartoreto de
Oliveira
Martins
Márcia
Greguol
Cláudia
Castro de
Carvalho
Nascimento
Douglas
Cristhian
Ferrari de
Mello
188
Universidade
Estadual de
Campinas
Universidade
Estadual de
Campinas
Grupo de Estudo e Pesquisa em
Educação Física, Deficiência,
Inclusão e Escola
Grupo de Estudos e Pesquisa em
Esportes e Deficiência Visual
Paulo
Ferreira de
Araujo
José Júlio
Gavião de
Almeida
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal de São
Carlos
Grupo de Estudos e Pesquisas
sobre a Escolarização da Pessoa
com Deficiência (GEPEPD)
Juliane
Aparecida
de Paula
Perez
Campos
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Engenharias
Engenharia Biomédica
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Odontologia
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
Universidade
São Judas
Tadeu
Universidade
Santa Cecília
Universidade
Federal do Pará
Universidade
Federal de
Sergipe
Universidade
Cruzeiro do Sul
Escola Superior
de Ciências da
Santa Casa de
Misericórdia de
Vitória
Grupo de Estudos em Educação
Física e Pessoas com Deficiência
GRUPO DE PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO DE
PRODUTOS DE
TECNOLOGIA ASSISTIVA A
DEFICIÊNCIA FÍSICA
Grupo de Pesquisa em Exercício
e Deficiência Física
GRUPO DE PESQUISA EM
INCLUSÃO ESCOLAR DA
PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Grupo de Pesquisa em
Odontologia para a Pessoa com
Deficiência
Grupo de Pesquisa em Pessoas
com Deficiência: saúde e
inclusão
Márcia
Duarte
Galvani
Graciele
Massoli
Rodrigues
Ivo Koedel
Filho
José Carlos
Morilla
Marília
Passos
Magno e
Silva
Anselmo de
Athayde
Costa e
Silva
Veronica
dos Reis
Mariano
Souza
Enio Gmes
Araujo
Maria
Teresa Botti
Rodrigues
Santos
Michele
Baffi Diniz
Giovana
Machado
Souza
Simões
Roberta
Ribeiro
Batista
Barbosa
189
Instituto
Federal de
Educação,
Ciência e
Tecnologia da
Paraíba
Inclusão da Pessoa com
Deficiência e Direitos Humanos
Universidade
de São Paulo
Lide-Laboratório Interunidades
de Estudos sobre Deficiência
Universidade
Estadual de
Maringá
Linguagem, afetividade e
deficiência
Universidade
do Estado do
Rio de Janeiro
Linguagem, comunicação
alternativa e processos
educacionais para pessoas com
autismo e outras deficiências
Universidade
Federal de São
Paulo
Núcleo de Estudos em atividade
física e esporte para pessoas com
deficiência - NEAFEP
Universidade
Estadual do
Sudoeste da
Bahia
NÚCLEO DE ESTUDOS
SOBRE DEFICIÊNCIA,
ACESSIBILIDADE E
DIREITOS HUMANOS
Universidade
Federal
Fluminense
O Cuidado à Pessoa com
Deficiência na formação
profissional
Universidade
Tecnológica
Federal do
Paraná
Universidade
Federal do
ABC
O Ensino e a Inclusão de Pessoas
com Deficiência
Universidade
do Estado do
Rio de Janeiro
Pesquisas Avançadas para
Acessibilidade de pessoas com
deficiência motora e Cadeirantes
(PAAC)
Produção de Materiais Didáticos
Acessíveis para Pessoas com
Deficiências em Contextos
Formais e Informações de
Educação
Rivânia de
Sousa Silva
Lamara
Fabia
Lucena
Silva
Maria Lucia
Toledo
Moraes
Amiralian
Marcos José
da Silveira
Mazzotta
Tânia dos
Santos
Alvarez da
Silva
Cátia
Crivelenti
de
Figueiredo
Walter
Ciro
Winckler de
Oliveira
Filho
Marina
Helena
Chaves
Silva
Sandra
Regina Rosa
Farias
Luiza
Santos
Moreira da
Costa
Sani de
Carvalho
Rutz da
Silva
Luis Alberto
Martinez
Riascos
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Psicologia
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Ciências Humanas
Educação
Engenharias
Engenharia Mecânica
Ciências Humanas
Educação
190
Universidade
da Integração
Internacional da
Lusofonia
Afro-Brasileira
Promoção da Saúde,
Comunicação e Tecnologias
Educativas: Assistência à Pessoa
com/sem Deficiência
Universidade
Luterana do
Brasil
Universidade
Federal do Rio
de Janeiro
Surdocegueira e Deficiência
Múltipla Sensorial
Terapia Ocupacional com
pessoas com deficiências e
doenças crônicas
Paula
Marciana
Pinheiro de
Oliveira
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Susana
Maria Mana
de Aráoz
Shirley
Rodrigues
Maia
Ana Paula
Martins
Cazeiro
Fernanda de
Sousa
Marinho
Fonte: Autora (2017)
Ciências da Saúde
Enfermagem
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Fisioterapia e Terapia
Ocupacional
191
APÊNDICE H
Quadro 14 - Descrição da distribuição histórica dos grupos de pesquisa
INSTITUIÇÃO
GRUPO
DE PESQUISA
Universidade
Estadual de
Campinas
Genética da
deficiência
intelectual e
distúrbios
correlatos
Universidade
Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Deficiências
Físicas e
Sensoriais
Universidade
Cruzeiro do Sul
Grupo de
Pesquisa em
Odontologia para
a Pessoa com
Deficiência
Universidade de
Brasília
Atividade Física
e Deficiência
Intelectual
LÍDERE(ES)
E VICELÍDER(ES)
Antonia Paula
Marques-deFaria
Maricilda
Palandi Mello
Eduardo Jose
Manzini
Ligia Maria
Presumido
Braccialli
Maria Teresa
Botti
Rodrigues
Santos
Michele Baffi
Diniz
Jônatas de
França Barros
GRANDE ÁREA
DO
CONHECIMENTO
Ciências da Saúde
ÁREA DO
CONHECIMENTO
ANO DE
CRIAÇÃO
Medicina
1995
Ciências Humanas
Educação
1997
Ciências da Saúde
Odontologia
2001
Ciências da Saúde
Educação Física
2002
José Ribeiro
Pimenta de
Godoy
Universidade de
São Paulo
Desenvolvimento
e Deficiência:
uma
compreensão
winnicottiana
Maria Lucia
Toledo
Moraes
Amiralian
Ciências Humanas
Psicologia
Universidade
Estadual de
Campinas
Família, saúde e
deficiência
Andrea
Perosa Saigh
Jurdi
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Ciências Humanas
Psicologia
Maria de
Fátima de
Campos
Françozo
Universidade de
São Paulo
Lide-Laboratório
Interunidades de
Estudos sobre
Deficiência
Maria Lucia
Toledo
Moraes
Amiralian
Marcos José
da Silveira
Mazzotta
192
Universidade de
Brasília
Deficiência,
Direitos e
Políticas
Lívia Barbosa
Pereira
Ciências Sociais
Aplicadas
Serviço Social
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências Humanas
Educação
2004
Éverton Luís
Pereira
Universidade
Federal do
Amazonas
Universidade
Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
Estudos sobre
Pessoas com
Deficiências e
Atividades
Motoras
A inclusão da
pessoa com
deficiência,
TGD/TEA ou
superdotação e
os contextos de
aprendizagem
Kathya
Augusta
Thomé Lopes
Ricardo
Torres
Santana
Vera Lúcia
Messias
Fialho
Capellini
2006
Eliana
Marques
Zanata
Universidade do
Estado do Rio
de Janeiro
Produção de
Materiais
Didáticos
Acessíveis para
Pessoas com
Deficiências em
Contextos
Formais e
Informações de
Educação
Ediclea
Mascarenhas
Fernandes
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Luterana do
Brasil
Surdocegueira e
Deficiência
Múltipla
Sensorial
Susana Maria
Mana de
Aráoz
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
2007
Ciências Humanas
Educação
2010
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal de
Sergipe
Universidade
Federal de São
Carlos
Grupo de
pesquisa em
inclusão escolar
da pessoa com
deficiência
Deficiência
Múltipla
Shirley
Rodrigues
Maia
Veronica dos
Reis Mariano
Souza
Enio Gmes
Araujo
Maria da
Piedade
Resende da
Costa
Shirley
Rodrigues
Maia
Universidade
Estadual de
Londrina
Grupo de Estudo
e Pesquisa em
Atividade Física
e Deficiência
Márcia
Greguol
193
Universidade
São Judas Tadeu
Grupo de
Estudos em
Educação Física
e Pessoas com
Deficiência
Graciele
Massoli
Rodrigues
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal de São
Paulo
Núcleo de
Estudos em
atividade física e
esporte para
pessoas com
deficiência –
NEAFEP
Ciro
Winckler de
Oliveira Filho
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal do ABC
Pesquisas
Avançadas para
Acessibilidade
de pessoas com
deficiência
motora e
cadeirantes
(PAAC)
Luis Alberto
Martinez
Riascos
Engenharias
Engenharia
Mecânica
Pontifícia
Universidade
Católica de São
Paulo
A proteção
constitucional
das pessoas com
deficiência
Luiz
Alberto
David Araujo
Ciências Sociais
Aplicadas
Direito
Universidade
Estadual
Paulista Júlio de
Mesquita Filho
GEPDI - Grupo
de Estudos e
Pesquisa em
Deficiência e
Inclusão
Lúcia Pereira
Leite
Ciências Humanas
Psicologia
Universidade
Federal de São
Carlos
Grupo de
Estudos e
Pesquisas sobre a
Escolarização da
Pessoa
com Deficiência
(GEPEPD)
Juliane
Aparecida de
Paula Perez
Campos
Ciências Humanas
Educação
Grupo de
pesquisa e
desenvolvimento
de produtos de
tecnologia
assistiva a
deficiência física
Ivo Koedel
Filho
Engenharias
Engenharia
Biomédica
Universidade
Santa Cecília
Sandra Eli
Sartoreto de
Oliveira
Martins
Márcia
Duarte
Galvani
José Carlos
Morilla
2011
2012
194
Universidade
Presbiteriana
Mackenzie
A pessoa com
deficiência:
avaliação e
intervenção
especializada nas
áreas de
educação, saúde
e psicologia
Silvana Maria
Blascovi de
Assis
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual de
Campinas
Grupo de Estudo
e Pesquisa em
Educação Física,
Deficiência,
Inclusão e Escola
Paulo Ferreira
de Araujo
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Estadual de
Campinas
Grupo de
Estudos e
Pesquisa em
Esportes e
Deficiência
Visual
José Júlio
Gavião de
Almeida
Ciências da Saúde
Educação Física
Universidade
Federal
Fluminense
O Cuidado à
Pessoa com
Deficiência na
formação
profissional
Assistência
multidisciplinar
em indivíduos
com deficiências
múltiplas em
Santana de
Parnaíba – SP
Luiza Santos
Moreira da
Costa
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Dulci do
Nascimento
Fonseca
Vagenas
Ciências da Saúde
Saúde Coletiva
Universidade do
Estado do Rio
de Janeiro
Linguagem,
comunicação
alternativa e
processos
educacionais
para pessoas com
autismo e outras
deficiências
Cátia
Crivelenti de
Figueiredo
Walter
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Estadual do
Sudoeste da
Bahia
Núcleo de
estudos sobre
deficiência,
acessibilidade e
direitos humanos
Maria Helena
Chaves Silva
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Paulista
Daniela
FagioliMasson
Sandra
Regina Rosa
Farias
2013
2014
195
Universidade
Federal de
Goiás
Corpo,
deficiência,
população e
espacialidade:
cartografias
existenciais
Ronan
Eustáquio
Borges
Ciências Humanas
Geografia
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Espírito Santo
Grupo de Estudo
e Pesquisa em
Deficiência
Visual e CãoGuia
Cláudia
Castro de
Carvalho
Nascimento
Ciências Humanas
Educação
Ciências da Saúde
Enfermagem
Ciências da Saúde
Educação Física
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia Ocupacional
2015
Douglas
Cristhian
Ferrari de
Mello
Universidade da
Integração
Internacional da
Lusofonia AfroBrasileira
Universidade
Federal do Pará
Promoção da
Saúde,
Comunicação e
Tecnologias
Educativas:
Assistência à
Pessoa com/sem
Deficiência
Paula
Marciana
Pinheiro de
Oliveira
Grupo de
Pesquisa em
Exercício e
Deficiência
Física
Marília
Passos
Magno e
Silva
Monaliza
Ribeiro
Mariano
Anselmo de
Athayde
Costa e Silva
Escola Superior
de Ciências da
Santa Casa de
Misericórdia de
Vitória
Grupo de
Pesquisa em
Pessoas com
Deficiência:
saúde e inclusão
Giovana
Machado
Souza Simões
Universidade
Tecnológica
Federal do
Paraná
O Ensino e a
Inclusão de
Pessoas com
Deficiência
Sani de
Carvalho
Rutz da Silva
Ciências Humanas
Educação
Universidade
Federal do Rio
de Janeiro
Terapia
Ocupacional com
pessoas com
deficiências e
doenças crônicas
Ana Paula
Martins
Cazeiro
Ciências da Saúde
Fisioterapia e
Terapia Ocupacional
Roberta
Ribeiro
Batista
Barbosa
Fernanda de
Sousa
Marinho
2016
196
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia da
Paraíba
Inclusão da
Pessoa com
Deficiência e
Direitos
Humanos
Universidade
Estadual
Linguagem,
afetividade e
deficiência
Fonte: Autora (2019)
Rivânia de
Sousa Silva
Lamara
Ciências Humanas
Educação
Ciências Humanas
Educação
Fabia Lucena
Silva
Tânia dos
Santos
Alvarez da
Silva
2017
197
APÊNDICE I
Quadro 20 - Ficha de análise qualitativa
Título
Autores/as
Área de Conhecimento
Ano
Revista
Resumo do Artigo
Objetivo
Perspectiva Teórica
Método/Tipo/
Procedimento de Coleta de
Dados/
Procedimento de Análise de
Dados
Fonte: Autora (2017)
45° FICHA DE ANÁLISE QUALITATIVA
Professores de Arquitetura Diante da Questão do Desenvolvimento Humano e da
Inclusão Social das Pessoas Com Deficiência
Raquel Mazo, Lúcia Pereira Leite
Psicologia
2012
Interação Psicol
A Psicologia Histórico-cultural entende que o indivíduo se apropria da cultura e
se desenvolve pelas interações sociais. O arquiteto atua indiretamente sobre o
desenvolvimento humano, produzindo espaços que possibilitam variados níveis
de interação entre os indivíduos. Para responder se os cursos de graduação
brasileiros em Arquitetura formam profissionais que favoreçam a inclusão social
das pessoas com deficiência, esta pesquisa investigou a concepção de professores
de um curso público de Arquitetura sobre temas relacionados à problemática. Os
relatos obtidos em entrevistas foram submetidos à análise de conteúdo categorial.
Nos resultados, com exceção da concepção de Arquitetura, entendida como área
do conhecimento que traz ganhos à vida humana, predominaram concepções
pouco reflexivas e mais técnicas.
Palavras-chave: psicologia; acessibilidade; deficiência; ensino; arquitetura.
Identificar os conceitos que o corpo docente de um curso de Arquitetura e
Urbanismo apresenta sobre as seguintes temáticas: desenvolvimento humano,
inclusão social, acessibilidade, deficiência e Arquitetura, identificar se esses
professores compreendem as possibilidades de contribuição da Arquitetura às
demandas sociais.
Psicologia Histórico-cultural
Participaram deste estudo, professores universitários, que constituíam o corpo
docente de um curso de Arquitetura e Urbanismo, de uma universidade pública do
Estado de São Paulo. O grupo era composto por dezesseis (16) professores, sendo
nove (9) docentes do gênero feminino e sete (7) do gênero masculino, com idade
variando entre 38 e 69 anos (idade média de 50 anos). Para a coleta de dados, foi
realizada entrevista individual com cada participante, momento em que foi
aplicado um roteiro, composto de 26 questões, incluindo perguntas que
objetivaram apenas o estabelecimento de rapport entre os entrevistados e a
pesquisadora. Sobre os dados obtidos com as entrevistas com os professores,
optou-se por utilizar o método de análise de conteúdo descrito por Bardin (1991).
